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Acordai, dorminhocos!

por Francisco Clamote, em 22.09.12

Um dos verbos que esta clique melhor sabe conjugar:

DELAPIDAR


Pelos vistos, chegou a vez da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Acordai, dorminhocos!

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publicado às 23:10


A CGD não apoia a agricultura duriense em crise

por Luis Moreira, em 22.04.12

Na manifestação de 300 agricultores não se deixou de verberar as políticas comerciais da CGD ( o que faço aqui frequentemente) que a levam a apoiar os negócios de casino de compra de acções para a especulação, mas não a economia.

Durante o percurso feito em silêncio pararam junto à agência local Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde gritaram: "Apoio à produção, sim; apoio à especulação, não!" A Adega Cooperativa de Alijó acusa a CGD de não apoiar a reestruturação da dívida de sete milhões de euros a viticultores, fornecedores, banca e Estado. À porta da instituição foi mesmo colocada uma tarja que rezava: "Para os Berardos jogarem na bolsa: Milhões. Para a gatunice do BPN: Milhares de milhões. Para a Adega de Alijó: Morte lenta... É este o nosso banco???".

De uma vez por todas é preciso que a CGD seja o motor da produção e da exportação. A continuar nesta actividade de apoio aos negócios das empresas do regime, então não há razão nenhuma para continuar a ser pública.

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publicado às 18:00


1 000 milhões que hoje valem 35 milhões

por Luis Moreira, em 21.04.12

Berardo deve 1 000 milhões à banca dos quais 360 milhões à CGD que lhe foram emprestados para comprar acções. Claro que se lá for algum de nós nem pensar, afinal os bancos não emprestam dinheiro para jogar no casino e muito menos o banco público. As garantias são as próprias acções. Que não chegam pois nesta altura as acções valem 35 milhões.

A Colecção de arte e o património chegam? E se chegam não estão devidamente protegidos? A Banca vai contabilizar muitos milhões de prejuízo. Há muita coisa por perceber neste investimento no BCP. O controlo do banco mudou de mãos, lembram-se? E a equipa que se mudou da CGD para a administração do BCP já saiu, lembram-se?

Mais um exemplo de um negócio envolvendo o banco do estado e o próprio estado!

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publicado às 17:51


A CGD coloca-se a jeito

por Luis Moreira, em 21.04.12

Fermando Ulrich volta ao assunto da privatização da CGD que é recorrente nele. Claro que o capital financeiro é guloso e está interessado num gigante estratégico que dá muito dinheiro e tem muitos e longos braços. Mas Ulrich não apresenta razão nenhuma para além da gula.

A CGD não deve ser privatizada da mesma forma que não deve ser utilizada para ser uma espécie de "quintal" onde os governos mandam a seu belo prazer. E mandam para fazer negócios de controlo accionista ou para facilitar negócios de certos empresários e de certas empresas. A CGD devia ser o motor da economia, das Pequenas e Médias Empresas, da produção de bens transaccionáveis e de exportação. Mas não é! E, não sendo coloca-se a jeito, perde credibilidade e força. O Capital privado pensa e bem que se é para fazer negócios faz melhor.

É preciso que a CGD recupere a sua função de motor da economia e que no mercado bancário seja um padrão de credibilidade, transparência e concorrência. A não ser assim será sempre presa fácil.

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publicado às 10:00

E esta, hein? Faria de Oliveira é o Presidente da Caixa Geral de Depósitos, banco estatal, mas isso não o impede de ser também Presidente da Associação Nacional de Bancos que é, nem mais nem menos, o lobby da banca privada.

Como os gestores, ou melhor, os salários dos gestores andam a ser apertados com aquela história de não poderem ser superiores ao vencimento do Presidente da República, logo as nossas "cabecinhas pensadoras" arranjaram forma do Sr. Engenheiro (?) poder escolher um vencimento que não está sujeito a essas "chinesices". E o homem não se fez rogado, escolheu o vencimento maior. Não é ele banqueiro?

Vale tudo neste país sem vergonha! Como queremos nós que haja moralidade e ética se o estado se envolve com os interesses privados desta forma escandalosa? Para dar um vencimento superior a um senhor que anda há quarenta anos nas administrações de tudo quanto é empresas do estado? Não há ninguém na Assembleia da República que erga a sua voz contra esta ilicitude, mesmo que a Lei o permita?

 

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publicado às 22:48

Nunca mais aprendo, estava muito satisfeito convencido que estas OPAs e estabilização accionista em várias empresas queria dizer que entrava dinheiro fresco, dinheiro que depois seria investido na economia. Qual quê? Já se sabe que o Grupo Mello vai fazer a OPA com dinheiro da Caixa Geral de Depósitos.

Quatrocentos Milhões de Euros que não há para apoiar as PMEs e as exportações mas aparecem para os negócios em que o dinheiro só muda de mãos.

Não cria riqueza.

A Caixa Geral de Depósitos é estatal devia ter um papel central na economia mas escolheu há muito andar nos negócios das empresas e dos empresários do regime. São os chamados "negócios finos" em que a CGD empresta o dinheiro !

Se é para continuar assim, ainda vou engrossar o número dos que dizem que a CGD não merece ser pública!

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publicado às 20:01

Primeiro os trabalhadores da TAP a seguir os da CGD...

Os trabalhadores que mais ganham em Portugal e com mais certezas de emprego e mordomias são os que saltam como "coelhos" da tal "caixa"...

Quem virá a seguir? Não serão de certeza nem os pensionistas, nem os desempregados porque esses nunca entraram na "caixa de Pandora", não têm por onde gritar, pressionar, fazer lóbi...

Dizem os trabalhadores da TAP que se justifica por estarem em processo de privatização e porque operam em concorrência no mercado internacional. Os da Gaixa porque mal seria que os administradores se considerem "não funcionários públicos" para poderem ganhar as fortunas que ganham e, eles trabalhadores, na mesma Caixa, terem estatuto diverso e, assim, verem o seu vencimento diminuído.

Claro, que nada disto tem sentido. O que tem sentido é que estamos num processo muito doloroso para todos e devia haver solidariedade. Assim, o que temos é os trabalhadores darem uma vergonhosa demonstração do "salve-se quem puder..." . Depois queixem-se por os capitalistas colocarem o dinheiro nas off shores.

É o estado lobista mil vezes negado em todo o seu esplendor!

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publicado às 12:00

Com avenças milionárias de empresas públicas, financiamentos de bancos amigos com administradores colocados pelos próprios, influência empresarial e política e ligações à maçonaria e às secretas.

Falhou o controlo da TVI mas comprou um jornal, teve acesso a informação privilegiada contratando vários espiões bem como vários políticos com ligações ao PS e PSD.

Usa a Caixa Geral de Depósitos para controlar o BCP que se torna o seu maior financiador e o sistema de remuneração de Mexia na EDP foi elaborado por um dos seus accionistas, enquanto Mexia usa os cordelinhos para colocar a CGD na administração do BCP.

Leia o Nicolau Santos no expresso, não vai acreditar!

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publicado às 12:42

Só faltava a Caixa Geral de Depósitos começar a dar prejuízos e deste montante 500 milhões. Apesar dos administradores serem mais que muitos e serem dos melhores banqueiros que há em Portugal e arredores, até temos que lhes pagar muitíssimo porque podem vir (  mauzões) os gananciosos lá de fora e oferecerem-lhes mundos e fundos e nós ficarmos sem eles. Íamos ter prejuízos pela certa!

Pois como é a primeira vez que a Caixa Geral de Depósitos tem prejuízos e deste montante eu, e muita gente, gostaríamos de saber quais foram as operações que concorreram para tal resultado.

Negócios "finos" ? do Joe? com o BPN? com o BCP? Com a dívida do estado? Com o Ramo Segurador? Com os Hospitais, HPP?

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publicado às 21:00


CGD - a justa repartição dos sacrifícios

por Luis Moreira, em 28.01.12

Os sindicatos conseguiram que a administração da CGD cedesse no que diz respeito aos subsídios compensando os trabalhadores com algumas medidas. É curioso porque são dos trabalhadores mais bem pagos no país, juntamente com a TAP ( em guerra) e o Banco de Portugal. E com um único accionista, o Estado!

"A aplicação das propostas apresentadas pela Febase, surge após a concentração de protesto de trabalhadores e reformados do Grupo CGD na quarta-feira passada e visa minimizar os prejuízos causados pelo corte dos 13.º e 14.º meses. "Procurámos minimizar as medidas gravosas para os trabalhadores e tem-se conseguido resultados que procuram amenizar esses cortes com soluções alternativas", acrescenta Rui Rio, realçando esperar que "corra tudo como o previsto e não haja inflexões".

A Febase (que agrega SBSI, SBN, SBC, STAS e SISEP, Sindicatos representativos no Grupo CGD) reuniu-se sexta-feira, dia 20, com a administração da Caixa, que se comprometeu a continuar a estudar algumas soluções com o objectivo de "minimizarem as dificuldades que o corte não expectável dos 13º e 14º meses implicam na vida dos trabalhadores".
Para os sindicatos da Febase estas soluções são "a demonstração de que vale a pena os trabalhadores não baixarem os braços e expressarem o seu descontentamento apoiando os Sindicatos nas iniciativas desencadeadas, como aconteceu na grande concentração de dia 25 - e da qual o STEC se excluiu".

Então é isto a justa repartição dos sacrifícios?

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publicado às 09:00

A CGD está a estudar uma compensação para os seus trabalhadores pelos cortes nos subsídios de Férias e Natal deste ano que, lembre-se, atinge todos os funcionários públicos e pensionistas. Mas afinal o que é isto? Não é o estado o seu único accionista?

Como é que "as cabeças" que estão na administração da CGD ultrapassam as ordens emanadas pelos seus accionistas e patrões, numa manobra de pura demagogia para funcionário ver?

"

Os trabalhadores e reformados do Grupo CGD vão concentrar-se junto à porta principal do edifício sede da Caixa, na Av. João XXI, em Lisboa, na próxima quarta-feira à tarde, dia 25, em protesto pelo corte nos subsídios de férias e de Natal. Mais de mil funcionários da CGD são aguardados na iniciativa promovida pelos sindicatos dos bancários e comissão de trabalhadores do grupo financeiro estatal.

A concentração segue-se aos plenários realizados em Lisboa e Porto, e é uma das iniciativas levada a cabo pela comissão conjunta, em resultado da resolução aprovada pelos trabalhadores e reformados contra as medidas considerada "gravosas" do Orçamento do Estado para 2012, nomeadamente o corte dos subsídios de férias e de Natal."

Depois do Banco de Portugal aí temos os funcionários pagos pelo estado, empregados na CGD, na "pedincha". Quando é que estes senhores funcionários públicos ou tendo como patrão o estado se convencem que não têm direito a privilégios?

E nós, os que ganhamos bem menos que os funcionários da CGD vamos também fazer barulho para a rua? É que ao que se vê  vale a pena!

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publicado às 20:51


Lixo? Não há problema temos Ponto Verde!

por Luis Moreira, em 24.11.11

A Fitch como não é capaz de tirar um "A" à França veio atirar-se a nós. Logo veio um dirigente da Comissão Europeia dizer que a Comissão tem dados muito mais fidedignos e "upa-to-date" que as agências de rating, por isso não vale a pena vir tentar ganhar mais uns milhões com a descida do  rating português.

Com esta crise, há instituições que a maioria não conhecia, que estão desacreditadas perante tudo e todos e as agências de rating são uma delas .Depois de se saber que os accionistas são milionários que jogam nas bolsas e que, com estas classificações, ganham milhões, quem é que vai mais nisso? E as bolsas, não basta saber-se, para quem não sabia, que a manipulação é constante? Só joga na bolsa quem tem dinheiro que não lhe faz falta ou então que possa puxar para cima ou para baixo a cotação dos próprios papéis! Ou ainda há quem acredite em "capitalismo popular"?

Bem, cá em Portugal há uma outra modalidade que é a Caixa Geral de Depósitos emprestar dinheiro com as próprias acções compradas em bolsa a servirem de garantia. Se ganharem, o lucro é do "investidor", se perderem, o prejuízo é da Caixa Geral de Depósitos.

Não conhece lá ninguém? Olhe, há lá quem me conheceu mas agora já não conhece. Vidas!

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publicado às 22:22


Exportações - um deus maior

por Luis Moreira, em 13.11.11

No meio de más notícias, a todo o momento, há uma boa notícia e, até, muito importante. As nossas exportações cresceram 13% no terceiro trimestre.

E, no entanto, poucos de nós são capazes de dizer o nome das dez primeiras empresas exportadoras, mas todos, todos, somos capazes de dizer o nome das empresas monopolistas, no mercado interno, sem concorrência, a viveram à conta do estado.

Os melhores quadros, o grosso do financiamento, o capital correm para estas empresas do regime porque não conseguem remunerações de capital  com este nível noutras actividades. Mas esse retorno de capital é obtido à custa dos elevados preços praticados e que nós todos temos que pagar.

Esperemos que as empresas produtoras de bens transaccionáveis e dirigidas à exportação tenham, enfim, o apoio que merecem, na obtenção de empréstimos junto da banca (que tal transformar a Caixa Geral de Depósitos num banco especializado no apoio a estas PMEs?) e nos Seguros de Crédito à Exportação.

Ao nível do ministro desaparecido trabalha-se na harmonização dos serviços externos do estado por forma a dirigir as nossas embaixadas para os negócios, apoiando as exportações. Se a isto, juntarmos, com produção interna, a substituição das importações (importamos 80% do que consumimos) somos capazes de ter uma país melhor.

Mas precisamos de liquidez (dinheirinho) e a liquidez precisa de tempo. Se o orçamento não matar a economia no próximo ano talvez o caminho estreito seja este. Oxalá!

 

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publicado às 12:00

O que o Dr. José Silva Lopes não compreende, em boa verdade, ninguém compreende. Como é possível que a Caixa em vez de apoiar financeiramente empresas e famílias ande a emprestar dinheiro a capitalistas para jogarem na bolsa de acções?

Devíamos saber a quem é que a Caixa emprestou dinheiro para a "roleta", que garantias exigiu, quanto perdeu, que empresas estiveram envolvidas...

Veja aqui o vídeo !

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publicado às 22:00


A Caixa Geral de Depósitos é uma arena

por Luis Moreira, em 19.09.11

Já há anos, a composição e o modelo da Administração da Caixa Geral de Depósitos tinha dado barraca. Ninguém sabia quem mandava . O Chairman ou o CEO?

Normalmente, o Chairman é uma especie de "Rainha de Inglaterra " e quem dirige no dia a dia é o CEO.Mas, isso, é quando há vários accionistas importantes, os administradores estão ali a vigiarem-se uns aos outros conforme o accionista(s) que representa. O problema é que a Caixa Geral de Depósitos só tem um accionista, o Estado, e como tal o que põe os administradores uns contra os outros é o poder. Mando eu!

Acresce que o Chairman, Faria de Oliveira, era o anterior CEO, mandava e gostava de mandar e agora querem enxutá-lo para a "estratégia" ou para os "seguros" e os "hospitais" áreas laterais do "core business" que são actividades para vender. E, com a venda, deitam fora a água do banho e vai também a criança...

Isto está a acontecer depois de toda a gente ter avisado, de toda a gente ter estranhado tantos elementos da administração (eram sete, agora são 11), até pela anterior experiência que fracassou em toda a linha com António de Sousa e Mira Amaral.

Mas neste país é assim, é preciso um quintal para cada uma das personalidades, interessa lá que isto ande ou deixe de andar...

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publicado às 12:00


A CGD - o cenário está montado

por Luis Moreira, em 23.08.11

Só descansam quando a mandarem também ao charco, o dinheiro não é deles. Serviu para limpar activos tóxicos de outro banco onde andaram a regalar-se durante anos nos mais sórdidos negócios que fizeram a fortuna de alguns.

Agora avançam em bando para a Caixa. Alguns "negócios" já se adivinham. Amorim fez deslocar para lá um dos seus peões, António Nogueira Leite, depois de igualmente ter garantido que a CGD seria obrigada a alienar a posição que detém na área seguradora e na saúde, precisamente a área que Nogueira Leite administrava no grupo Amorim.
Também é conhecido que corre um processo-crime, na fase de inquérito, de natureza fiscal, que envolve a CGD e a Sumol-Compal, nada melhor do que deslocar igualmente para lá Pedro Rebelo de Sousa sócio da 'Pedro Rebelo de Sousa e Associados' que tem como cliente a Sumol-Compal. Nada como estar por "dentro", para resolver de forma adequada os problemas do cliente, a ética é para os tolos.
Perante as críticas dos seus pares Pedro Rebelo de Sousa lá vai dizendo com a maior das canduras que não vê inconveniente nenhum já que o cargo que vai ocupar na CGD é de administrador não-executivo. Estará ele a pensar só lá ir ao fim do mês buscar o taco ou acha que eu tenho cara de parvo?
Até tiveram o cuidado que na administração só ficasse gente da cor e passaram o número de administradores de 7 para 11, tal qual uma equipa de futebol e tal a monta dos negócios que esperam efectuar.
Para o ramalhete ficar totalmente composto bem podiam ter nomeado o Rendeiro do BPP, não vá algum deles lesionar-se, outro finório que sabe da poda e ficava a matar nesta equipa que joga só com "pontas de lança".

Siga a rusga que a época está boa para os "negócios".

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publicado às 12:00

São tantos erros em tão pouco tempo que alguém terá que explicar isto. O modelo de "governance" com um "chairman e um "CEO" usa-se quando há grande dispersão accionista. Ora, na CGD o accionista é só um!

O actual chairman era o anterior Presidente executivo, vai fazer de conta que não sabe de nada ou vai pegar-se com o CEO? Já aconteceu e foi na CGD!

Depois é público e notório que a privatização total ou parcial envolve valores muito elevados. É, preciso, quem está interessado no negócio, "estar por dentro"?

Muitas dúvidas e muitas confusões numa só decisão em que se atropela tudo.

"O ciclo vicioso de falta de confiança que nos atinge é difícil de ultrapassar. Mas penso que a "monetização" da dívida pela CGD, dentro das regras de Basileia e do BCE, pode ser parte da solução para quebrar esse ciclo e resolver o nosso problema de financiamento. "

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publicado às 22:34

Três administradores executivos, três, como afirmou Passos Coelho antes de ser primeiro ministro.

O que ele não disse é que, além desses três administradores, teríamos mais oito, mas todos os oito são  tachos. Assim repartidos: cinco ficam na reforma ( o ainda presidente e a sua equipa) mas com ordenado de activo (não há como nós para inventar); e mais três numa comissão de observação da administração e que trabalham em part-time (não há ninguém como nós). Estes vão representar os seus clientes dos seus escritórios particulares ( a gente sabe que eles conseguem separar o trigo do joio. Se sabem!)

Uma vergonha, do pior que se tem visto!

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publicado às 22:57


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