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Ópera “Il Pompeo”, de Alessandro Scarlatti

por António Filipe, em 25.01.13
No dia 25 de Janeiro de 1683, estreou-se no Teatro Colonna, em Roma, a ópera “Il Pompeo”, de Alessandro Scarlatti.

“Il Pompeo” foi a primeira ópera de Alessandro Scarlatti, sobre um tema sério. O libreto, que também foi posto em música, em 1666, pelo compositor Francesco Cavalli, é da autoria de Nicolo Minato. Como era típico das óperas daquele tempo, o ponto de partida do enredo é um momento histórico. No ano 65 antes de Cristo, Pompeo derrotou Mitridates VI e o seu reino passou a ser uma província do governo romano.
Mitridates cometeu suicídio e Pompeo tornou-se um poderoso cônsul romano, que casou, eventualmente, com a filha de Júlio César. O enredo desta ópera não segue, exactamente, a história de Mitridates e Pompeo. Em vez disso, pega nos principais personagens da história e cria um enredo cheio de amor, intriga e disfarce, onde tudo acaba num final feliz.


Ária “O cessate di piagarmi”, da ópera “Il Pompeo”, de Alessandro Scarlatti
Mezzo-soprano: Cecilia Bartoli

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Oratória "Semele", de Haendel

por António Filipe, em 04.07.12

No dia 4 de Julho de 1742 Haendel termina a composição da oratória "Semele", dias depois de ter sofrido um AVC.
Semele, HWV 58, é uma ópera ou oratória, em três actos, composta por Georg Friedrich Haendel, entre 3 de Junho e 4 de Julho de 1743. O compositor aproveitou o libreto de William Congreve, para uma ópera com o mesmo nome, escrita por John Eccles, em 1707.
Naturalmente, Semele tomou a forma de ópera. No entanto, Haendel tinha intenção de a apresentar em Fevereiro do ano seguinte, no concerto da Quaresma do Teatro Real. Por isso deu-lhe o tratamento de uma oratória.
Semele foi, de facto, apresentada, pela primeira vez, no dia 10 de Fevereiro de 1744, no Teatro Real, Covent Garden, em Londres. Mas a camuflagem de Haendel falhou. A audiência estava à espera de um tema bíblico. A maioria das oratórias, incluindo as de Haendel, teria ido ao encontro dessas expectativas. Mas o tema amoroso de Semele baseava-se em mitos gregos e não em leis hebraicas.
Desagradou àqueles que atendiam regularmente os concertos da Quaresma e estavam à espera de outro género de música e, como era em inglês, irritou os adeptos da verdadeira ópera italiana. Como resultado, Semele só teve quatro apresentações. Tentando agradar aos críticos, Haendel conseguiu mais duas apresentações, em Dezembro desse ano, no King’s Theatre, em Londres. Foram feitas alterações e aditamentos à obra, incluindo algumas árias em italiano (para agradar aos amantes de ópera) e excluindo linhas sexualmente explícitas (para os mais devotos). A partir daí, Semele caiu no esquecimento, durante um longo período de tempo.
Só em 1925 é que Semele foi novamente apresentada, em Cambridge e, em 1954, em Londres. Depois disso tem sido interpretada várias vezes tanto na Europa como nos Estados Unidos.


"No no, I'll take no less", da oratória "Semele", de Haendel
Mezzo-soprano: Cecilia Bartoli
Orquestra "La Scintilla"
Maestro: William Christie

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Cecilia Bartoli – Mezzo-soprano italiana

por António Filipe, em 04.06.12

No dia 4 de Junho de 1966 nasceu, em Roma, a mezzo-soprano Cecilia Bartoli que, ao contrário da maioria dos cantores líricos, se tornou mundialmente célebre muito jovem, ainda antes de atingir os vinte anos de idade. Recebeu instrução vocal no Conservatório de Santa Cecilia. Os seus pais, eles próprios cantores profissionais, desempenharam também um papel muito importante na sua educação musical. Os primeiros tempos de carreira incluíram colaborações com Herbert von Karajan, Daniel Barenboim e Nikolaus Harnoncourt. Desde então tem trabalhado com muitos outros maestros de renome.
Cecilia Bartoli dedica-se, principalmente, à área da Música Antiga, para a qual tem insistentemente chamado a atenção do público com cada vez mais entusiasmo. As suas interpretações de Scarlatti, Paisiello, Caldara, Caccini, Vivaldi e Gluck têm ajudado a criar um novo público para este repertório, um pouco por todo o mundo. Este interesse crescente na Música Antiga tem levado à sua colaboração com grandes orquestras especializadas neste período.


“Halleluia”, do moteto “Exsultate Jubilate”. de Mozart
Mezzo-soprano: Cecilia Bartoli
Maestro: Riccardo Muti

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