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Para António José Saraiva, um homem que disse "NÃO!
Nota: a dedicatória não é uma provocação barata, é um facto que me é caro.
Tenho sido injusto na escolha das músicas destas 11h11 de quando me dá na gana. Não tenho dado o devido destaque aos Xutos de 2012 e às suas músicas contra o sistema. Tenho descurado os GNR de 2012, nas suas ousadas e arriscadas músicas de intervenção. Não tenho dado o justo destaque ao pai do Rock; o Rui Veloso de 2012 tem sido abusivamente ignorado. E o Abrunhosa de 2012? Nem um trautear aqui coloquei. Jorge Palma de 2012, David Fonseca de 2012, João Gil de 2012? Não lhes passei cartão, ignorando, de forma injusta, o muito que nos têm ajudado nesta luta que é de todos.
O Zeca, pergunta aqui: "Onde é que estão as novas gerações? Estão a curtir uma de qual?" Estão aqui, Zeca; as "novas" gerações, que ao contrário de ti têm tudo a perder, estão ali em baixo. Contra os Vampiros, a partir do minuto 2:44. Ora vê! Com aquele som é vê-los desorientados, a marrar contra as paredes.
Aos Vampiros! Puff... Foi um sol que se lhes deu.
Sou um pouco duro de ouvido. Aquele som é piiiiii...? Ou é "chiu"?

"A MORTE DE CATARINA EUFÉMIA" - Gravura de José Dias Coelho
Zeca
Jacinta
Letra: Vicente Campinas
"(o homem pergunta-me se o cadáver de Catarina era do Partido Comunista. Digo-lhe que não. Que era do povo de Baleizão. Que não era de um partido mas de um povo. De um povo que sofria injustiças sem saber o que era a justiça. Mas o camponês interrompeu-me.)
-- Lá isso sei eu. Sobre isso posso eu falar-lhe. Contar-lhe.
(E conta-me.)"
[in "Catarina Eufémia -- a morte no monte, de José Miguel Tarquini, Emp. Tip. Casa Portuguesa, 1974]
PS - repito a citação de Tarquini, agora que acabei de ler o livro (que só veio dizer-me, mais uma vez, o que eu já sabia), para sublinhar que Catarina, ao contrário de Carmona, seu marido, nunca foi do Partido Comunista. Não que eu não perceba, embora me repugne, a necessidade, datada, que o Partido Comunista teve de aproveitá-la (apesar de lhe não faltarem mártires -- e não ironizo), mas é importante que se perceba, que as pessoas saibam, que o único partido de Catarina foi o da Liberdade. Hoje, mais do que nunca, é importante que as gentes metam na cabeça que há vida para além dos partidos. Catarina Eufémia merece ser recordada como foi, como um mulher de Baleizão, também como uma mulher do Barreiro (até Carmona ser despedido da CUF por ser do Partido Comunista). Como uma mulher do Povo. Não como uma militante, que nunca foi, do Partido Comunista.
Para o Francisco; esta é a minha 1ª memória de Abril
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