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Um Requiem Alemão, de Johannes Brahms

por António Filipe, em 10.04.13
No dia 10 de Abril de 1868, uma Sexta-feira Santa, o compositor Johannes Brahms subiu ao pódio para dirigir a orquestra, que interpretou “Um requiem alemão”. O concerto teve lugar em Bremen, na Alemanha.

Dois acontecimentos levaram Brahms a compor o seu Requiem: o falecimento, em 1856, do amigo e mentor Robert Schumann - nesta altura compôs o primeiro andamento - e a morte da sua mãe em Fevereiro do ano de 1865 - quando completou a obra. O Requiem tem uma letra estranha, pois fala pouco em Deus (até há quem lhe chame o Requiem ateu), mas há nele um indiscutível e profundo sentimento religioso.
Esta composição foge ao convencionalismo das Missas de Requiem, por norma cantadas em latim. Para a parte vocal Brahms seleccionou textos da bíblia em alemão, traduzida por Lutero. O conteúdo tem a intenção primária de consolar os vivos com as suas perdas e acostumá-los a pensar na esperança da ressurreição, deixando de lado os temores do dia do julgamento.


Um Requiem Alemão, de Brahms
Soprano: Kathleen Battle
Baixo-barítono: José Van Dam
Orquestra Filarmónica de Viena
Maestro: Herbert von Karajan

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Bernard Haitink - Violinista e maestro holandês

por António Filipe, em 04.03.13
No dia 4 de Março de 1929 nasceu, em Amesterdão, o violinista e maestro holandês Bernard Haitink.

Estudou música no Conservatório de Amesterdão, tocou violino em várias orquestras e, em 1954 e 1955 estudou direcção de orquestra com Ferdinand Leitner. Em 1955 ocupou o cargo de segundo maestro da Orquestra da União de Rádios Holandesas e, em 1957, o de maestro principal da Rádio Filarmónica Holandesa. No dia 7 de Novembro de 1956 estreou-se como maestro da Orquestra dos Concertgebouw, substituindo Carlo Maria Guilini e, no dia 1 de Setembro de 1959, foi nomeado maestro principal, posto que manteve até 1988.
Fora da Holanda, Bernard Haitink foi o maestro principal da Orquestra Filarmónica de Londres de 1967 a 1979. Foi director musical da Royal Opera House, Covent Garden entre 1987 e 2002. De 2002 a 2004 foi o maestro principal da Ópera Estatal de Dresden. Como maestro convidado, Haitink trabalhou com a Orquestra Sinfónica de Boston, entre 1995 e 2004. Dirigiu, também, a Orquestra Nacional da França e a Orquestra Sinfónica de Londres, com a qual gravou as sinfonias completas de Beethoven e Brahms, em concertos ao vivo. Haitink também colaborou com a Filarmónica de Viena e a Orquestra Sinfónica da Rádio da Bavária e é membro honorário da Filarmónica de Berlim.


Sinfonia nº 3, de Brahms
Orquestra de Câmara da Europa
Maestro: Bernard Haitink

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Walter Damrosch – Compositor e maestro americano

por António Filipe, em 30.01.13
No dia 30 de Janeiro de 1862 nasceu, em Breslau, na Alemanha, o compositor, maestro e professor de música Walter Damrosch, filho do maestro e compositor Leopold Damrosch.

Estudou piano e composição na Alemanha e em Nova Iorque, para onde foi, com a família, em 1871. Entre 1884 e 1891 foi maestro assistente na Metropolitan Opera e, em 1885, sucedeu ao pai como maestro da Oratorio Society e da New York Symphony Society.
Desempenhou um importante papel na persuasão de Andrew Carnegie para construir o Carnegie Hall e convidou Tchaikovsky para a sua inauguração, em 1891. Também dirigiu a estreia das Sinfonia nº 4 e 6, daquele compositor, respectivamente, a 1 de Fevereiro de 1890 e a 16 de Março de 1894.
Em 1920, Damrosch fez uma digressão pela Europa, com a Orquestra da New York Symphony Society. Foi a primeira vez que um agrupamento americano atravessou o Atlântico. Durante a sua estadia na Europa ajudou a estabelecer um Conservatório americano em Fontainebleau, perto de Paris.
De volta aos Estados Unidos, foi pioneiro no campo da transmissão de concertos pela rádio e, em 1927, foi nomeado consultor musical da NBC e foi também pioneiro na produção de material de educação em música clássica para crianças.
Walter Damrosch faleceu em Nova Iorque, no dia 22 de Dezembro de 1950.


Sinfonia nº 2, op. 73, de Brahms
Orquestra Sinfónica de Nova Iorque
Maestro: Walter Damrosch

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Sonata nº 3, para piano, de Brahms

por António Filipe, em 06.01.13
No dia 6 de Janeiro de 1863, estreou-se em Viena a Sonata nº 3, op. 5, em fá menor, para piano, composta em Düsseldorf, por Johannes Brahms.

A Sonata nº 3, para piano, escrita por Brahms, em 1853, é extraordinariamente grande, com cinco andamentos, ao contrário dos tradicionais quatro. Quando a compôs, já o género sonata era encarado por muitos como sendo uma coisa do passado. Brahms, encantado com a música de Beethoven e com o estilo clássico, compôs esta sonata com uma perfeita combinação de um livre espírito romântico e uma rigorosa arquitectura clássica.
Como prova adicional da afinidade de Brahms com Beethoven, no quarto andamento da Sonata para piano nº 3 pode ouvir-se o tema, instantaneamente reconhecível, da Quinta Sinfonia de Beethoven. Esta obra marca o fim de um ciclo de três sonatas e foi apresentada a Robert Schumann em Novembro de 1863. Foi a última obra que Brahms mostrou a Schumann, para comentar. Brahms tinha feito 20 anos, três dias antes da estreia.


3º andamento da Sonata nº 3, em fá menor, para piano, de Brahms
Piano: Helene Grimaud

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Michel Tabachnik - Compositor e maestro suíço

por António Filipe, em 10.11.12
No dia 10 de Novembro de 1942 nasceu, em Genebra, na Suíça, o compositor e maestro Michel Tabachnik. Estudou piano, composição e direcção de orquestra.

Enquanto jovem, trabalhou com maestros como Igor Markevitch e Herbert von Karajan e, durante quatro anos, foi maestro assistente de Pierre Boulez. Desempenhou o cargo de maestro principal da Orquestra Gulbenkian, em Lisboa, e já dirigiu várias orquestras internacionais, como a Filarmónica de Berlim, a Orquestra dos Concertos Gebouw e a Orquestra de Paris, entre outras.
Na área da ópera, Michel Tabachnik dirigiu em salas de ópera de Paris, Genebra, Zurique, Copenhaga, Lisboa, Roma e Montreal. Também trabalhou com várias orquestras juvenis. De 1985 a 1989, foi director da Orquestra Juvenil do Quebeque e, em 1984, fundou a Orquestra Juvenil do Mediterrâneo. Em 1995 foi nomeado Artista do Ano pelo Centro Internacional de Arte e Cultura, de Roma e, em 2005, assumiu o cargo de maestro principal e director artístico da Orquestra Filarmónica de Bruxelas.


1º andamento da Sinfonia nº 1, de Brahms
Orquestra Filarmónica de Bruxelas
Maestro: Michel Tabachnik

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Sinfonia nº 1, de Brahms

por António Filipe, em 04.11.12
No dia 4 de Novembro de 1876, em Karlsruhe, na Alemanha, aconteceu a estreia da Sinfonia nº 1, de Johannes Brahms. O maestro foi um velho amigo do compositor: Felix Otto Dessoff.

Os primeiros esboços da Sinfonia nº 1, em dó menor, op. 68, de Brahms, datam de 1854. O próprio compositor admitiu que a composição desta obra demorou 21 anos. Uma das razões desta demora é que havia uma expectativa de que Brahms continuaria a obra de Beethoven, o que Brahms sentia que não conseguiria realizar, devido à enorme reputação de Beethoven.
Muitos disseram que existe uma grande semelhança entre esta sinfonia e outras de Beethoven, principalmente a 5ª e a 9ª. Isto irritava Brahms, que via nesta afirmação uma acusação de plágio. Brahms sabia destas semelhanças, mas encarava-as como sendo uma homenagem a Beethoven. A Sinfonia nº 1, de Brahms, é muitas vezes referida como a décima, de Beethoven.


Excerto da Sinfonia nº 1, de Brahms
Orquestra Filarmónica de Berlim
Maestro: Simon Rattle

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John Barbirolli - Maestro inglês

por António Filipe, em 29.07.12

No dia 29 de Julho de 1970 morreu o maestro inglês John Barbirolli. Tinha nascido em Londres no dia 2 de Dezembro de 1899. Começou por estudar violino, mas, aos 7 anos, já tinha mudado para o violoncelo, que viria a tocar na Henry Wood's Queen's Hall Orchestra (onde, à data da entrada, era o membro mais novo, com apenas 17 anos), na Orquestra Sinfónica de Londres e na Orquestra do Covent Garden. A partir de 1926 dedicou-se em exclusivo à regência, começando por dirigir a British National Opera Company e a Covent Garden Opera Company. Nesse mesmo ano dirigiu a Orquestra Sinfónica de Londres, interpretando a Sinfonia nº 2, de Elgar. Em 1933 assumiu a condução da Scottish Orchestra, de Glasgow (mais tarde Royal Scottish National Orchestra).
Em 1937, perante alguma surpresa dos seus compatriotas (na terra natal era ainda considerado uma promessa...), sucedeu a Arturo Toscanini à frente da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque, lugar que ocupou até 1943. Nessa altura a vontade de regressar a casa prevaleceu. A Inglaterra estava totalmente envolvida na 2ª Guerra Mundial e Barbirolli não estava disposto a permanecer longe do seu país. Após o seu regresso passou a dirigir a Hallé Orchestra, que, em pouco tempo, se transformou numa das orquestras mais conceituadas e apreciadas. Barbirolli viria a dirigi-la durante 27 anos, até ao fim dos seus dias. Foi com ela que deu o seu último concerto, no dia 25 de Julho de 1970, quatro dias antes de morrer.


Abertura “Festival Académico”, de Brahms
Orquestra Filarmónica de Nova Iorque
Maestro: John Barbirolli

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Barbara Bonney – Soprano norte-americana

por António Filipe, em 14.04.12

No dia 14 de Abril de 1956 nasceu em Montclair, Nova Jersey, a soprano norte-americana Barbara Bonney. Começou a estudar piano aos cinco anos de idade, mudando para o violoncelo três anos mais tarde. Todos lhe auguravam uma grande carreira de violoncelista, especialmente depois de aos 13 anos, por ocasião de se ter mudado com a família para o Maine, ter ingressado na Orquestra Sinfónica Juvenil de Portland. Mas 2 anos mais tarde entrou na Universidade de New Hampshire para estudar Música e Alemão e esse foi só um passo para a Áustria. Na Universidade de Salzburgo, onde estudava alemão, trocou o violoncelo pelo canto. Fez o programa vocal do Mozarteum e tornou-se solista de vários grupos corais de Salzburgo. Aí aconteceu o ponto de viragem da sua vida.
Apresentou-se, como solista, em vários agrupamentos corais e durante quatro anos, participou em quase todas as produções da companhia de Ópera de Darmstadt, interpretando cerca de 40 papéis. Na temporada de 1983-84, colaborou com a Ópera de Frankfurt, seguindo-se uma rápida sucessão de importantes estreias com prestigiados maestros.
Em 1984 Barbara Bonney representou no Festival de Verão de Munique, sob a direcção de Carlos Kleiber, seguindo-se a Royal Opera House, Covent Garden, com Sir Georg Solti. Estreou-se no Scala de Milão, como Pamina, e na Metropolitan Opera, em 1987, sob a direcção de James Levine. Em 1987, apresentou-se, pela primeira vez, na Ópera de Viena.
Barbara Bonney recebeu Doutoramentos Honoris Causa pela Universidade de New Hampshire e pela Royal Academy of Music de Londres e é membro da prestigiada Academia Sueca de Música.


Excerto do Requiem Alemão, de Brahms
Soprano: Barbara Bonney
Orquestra Filarmónica de Berlim
Maestro: Claudio Abbado

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No dia 3 de Abril de 1897 morreu, em Viena, o compositor alemão Johannes Brahms. Tinha nascido, em Hamburgo, no dia 7 de Maio de 1833. O pai cedo se apercebeu dos dotes de Brahms e quando este completou 7 anos, contratou um professor para lhe dar aulas de piano. Desde muito jovem acompanhou o pai, que era contrabaixista em bares, e, aos 10 anos, deu o primeiro concerto em público, interpretando Mozart e Beethoven. Não tardou a ser convidado para tocar nas cervejarias de Hamburgo e foi nesse ambiente que um dia decidiu sair de casa, aliciado por um violinista húngaro a fazer uma tournée pela Alemanha. A companhia não era a melhor, mas a digressão valeu a Brahms conhecer e fazer-se amigo de Joseph Joachim, Liszt e, Schumann. Em 1853, Robert e Clara Schumann receberam Brahms na sua casa, em Dusseldorf. Reconhecendo-lhe o génio, Schumann recomendou as suas obras aos seus editores e escreveu um famoso artigo na Nova Gazeta Musical, intitulado Novos Caminhos, onde lhe chamou "jovem águia" e "Eleito".
Em 1860, comete um grande erro: assina, junto com Joachim e outros dois músicos, um manifesto contra a chamada escola neo-alemã, de Liszt e Wagner, e o que chamava "música do futuro". Embora Brahms nunca fosse afeito a polémicas, acabou classificado de reaccionário, rótulo de que só se livrou muitos anos mais tarde, graças ao famoso ensaio de Schoenberg “Brahms, o Progressista”. Por isso ou não, deixou a Alemanha e fixou-se em Viena. E foi na Áustria que construiu algumas das suas principais obras e o prestígio que a qualidade destas merecia. Van Büllow referiu-se a ele afirmando que estava encontrado o 3º B da genialidade alemã (depois de Bach e Beethoven)
Mas foi só a partir da estreia do Réquiem Alemão, em 1868, que Brahms começou a ser reconhecido como grande compositor.
Em 1876, estreia a sua Primeira Sinfonia, ansiosamente aguardada. Foi um grande sucesso e Brahms ficou marcado como sucessor de Beethoven - o maestro Hans von Bülow até apelidou a sinfonia de Décima. Em 1890, depois de concluir o Quinteto de Cordas, op. 111, decide parar de compor e até prepara um testamento. Mas não se aguentou muito tempo. No ano seguinte, encontra-se com o clarinetista Richard Mülhfeld e, encantado com o instrumento, escreve inúmeras obras de câmara para clarinete. A sua última obra publicada foi o ciclo Quatro Canções Sérias, onde praticamente se despede da vida. Ofereceu a si mesmo esta colectânea, no aniversário de 1896. Johannes Brahms viria a morrer um ano depois, no dia 3 de Abril de 1897, em Viena.


3º andamento da Sinfonia nº 4, de Brahms
Orquestra Sinfónica do YouTube
Maestro-Michael Tilson Thomas

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Abertura “Festival Académico”, de Brahms

por António Filipe, em 04.01.12

No dia 4 de Janeiro de 1881, realizou-se a estreia da Abertura “Festival Académico”, op. 80, de Johannes Brahms. O próprio compositor dirigiu a orquestra.

Johannes Brahms

Brahms compôs a Abertura “Festival Académico” durante o Verão de 1880, como agradecimento musical à Universidade de Breslau, que, no ano anterior, lhe tinha atribuído um doutoramento “honoris causa”. O compositor detestava que lhe fizessem homenagens públicas e, por isso, inicialmente, limitou-se a enviar uma nota de agradecimento manuscrita. No entanto, o maestro Bernard Scholz, que o tinha nomeado para o grau de doutoramento, convenceu-o de que o protocolo exigia que ele fizesse um grandioso gesto de gratidão.
A Universidade esperava nada menos que uma oferta musical do compositor. Scholz escreveu a Brahms: “Compõe uma bela sinfonia para nós. Mas bem orquestrada, meu velho, não demasiado densa.” Brahms compôs, então, uma espécie de rapsódia que incluía várias cantigas académicas, como “Gaudeamus igitur”, no final da abertura, que demonstra bem a mestria do compositor na arte do contraponto. A Abertura “Festival Académico” continua a ser uma obra muito importante do repertório de concerto.


Abertura “Festival Académico”, de Brahms
Orquestra Filarmónica de Viena
Maestro-Leonard Bernstein

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