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O Vitor Constâncio "ingénuo" e "prudencial"

por Luis Moreira, em 15.05.12

Há tipos que têm sempre um nome a acrescentar ao do batismo. Ingénuo é um deles. Não vi, não ouvi, não sei, mas continuam a usufruir de tudo a que têm direito. Sou o governador do Banco de Portugal, ganho mais que o meu congénere norte - americano que lida com problemas mil vezes mais dificeis, mas que só pode ter  um nome : "competente".

Perguntamos todos quem é que vai pagar os 6 mil milhões que nos vai custar o BPN. Há os que assaltaram o banco a partir da administração ; os que deixaram assaltar a partir do banco de Portugal ; e os que nacionalizaram o banco sem cuidarem de saber a enormidade do buraco que iam encontrar.

A SNL onde estão os activos do grupo não foram nacionalizados porquê? Os administradores, accionistas e clientes que fizeram negócios tóxicos com o banco não devolvem o que ganharam ? E os senhores governadores, administradores e directores pagos principescamente para fiscalisarem a actividade do banco não são chamados a ressarcir os contribuintes?

Ou são todos "ingénuos" e "prudenciais? "

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publicado às 19:45

Depois de nada ter visto do muito que de mau aconteceu nos mercados financeiros os trabalhadores do Banco de Portugal merecem o prémio de, ao contrário dos outros funcionários públicos, receberem os subsídios de férias e Natal, pergunta João Palma Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

""Será que o Banco de Portugal (BdP), depois de tudo o que se passou no sistema financeiro português, merece esse prémio [manter os subsídios]? Será que, se tivesse exercido sempre as suas funções de fiscalização com a independência que deve, a situação financeira - que todos estamos a pagar com os nossos sacrifícios - teria chegado ao que chegou? Não teria, com certeza", questiona João Palma, presidente do sindicato dos magistrados do Ministério Público, em entrevista ao "Sol", no dia em que se inicia o congresso dos magistrados em Vilamoura."

Mais um exemplo que cá no cantinho o mérito, os resultados, não contam. Cada um por si e segundo a força da respectiva corporação!

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publicado às 12:00

Uma quinta com cavalos para funcionários e familiares se divertirem. Quando o dinheiro não pertence a ninguém, é "dos contribuintes" não há regra nem medida no que se gasta nestas empresas do estado onde é um fartar vilanagem. Ganham mais que os outros trabalhadores, têm as mordomias habituais e, depois de terem tudo, inventam. Estes são muito finos e têm cavalos privativos.

Começa a perceber-se porque é que o Banco de Portugal não viu nada no Banco Português de Negócios, nem no BPP, nem no BCP. Andavam a passear a cavalo, um almoço bem regado enquanto os filhos aprendem (cedo) "a arte de cavalgar toda a sela".

São estes "a cavalo" em todos nós, que andam agora a mexer os cordelinhos para não perderem os subsídios de férias e natal porque está bom de ver, os "peões", são de brega,  esses desgraçados que andam a pé e nunca se sentaram em cima de um cavalo, não têm "pedigree", pagam e não bufam.

São estes os exemplos das empresas de "todos nós", as empresas públicas!

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publicado às 18:54

A CGD está a estudar uma compensação para os seus trabalhadores pelos cortes nos subsídios de Férias e Natal deste ano que, lembre-se, atinge todos os funcionários públicos e pensionistas. Mas afinal o que é isto? Não é o estado o seu único accionista?

Como é que "as cabeças" que estão na administração da CGD ultrapassam as ordens emanadas pelos seus accionistas e patrões, numa manobra de pura demagogia para funcionário ver?

"

Os trabalhadores e reformados do Grupo CGD vão concentrar-se junto à porta principal do edifício sede da Caixa, na Av. João XXI, em Lisboa, na próxima quarta-feira à tarde, dia 25, em protesto pelo corte nos subsídios de férias e de Natal. Mais de mil funcionários da CGD são aguardados na iniciativa promovida pelos sindicatos dos bancários e comissão de trabalhadores do grupo financeiro estatal.

A concentração segue-se aos plenários realizados em Lisboa e Porto, e é uma das iniciativas levada a cabo pela comissão conjunta, em resultado da resolução aprovada pelos trabalhadores e reformados contra as medidas considerada "gravosas" do Orçamento do Estado para 2012, nomeadamente o corte dos subsídios de férias e de Natal."

Depois do Banco de Portugal aí temos os funcionários pagos pelo estado, empregados na CGD, na "pedincha". Quando é que estes senhores funcionários públicos ou tendo como patrão o estado se convencem que não têm direito a privilégios?

E nós, os que ganhamos bem menos que os funcionários da CGD vamos também fazer barulho para a rua? É que ao que se vê  vale a pena!

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publicado às 20:51


crowding out - aprende e aparece

por Luis Moreira, em 04.12.11

O Instituto de Economia e Gestão (ISEG) publica na sua página de Internet um glossário de termos onde explica que o efeito 'crowding out' diz respeito à "'eliminação' da despesa privada e, em particular, do investimento do sector privado, devido a um aumento da despesa pública, através dum aumento das taxas de juro".
Na prática, esta teoria defende que um país que aumente a despesa pública será obrigado a endividar-se mais e como consequência desse endividamento terá de pagar taxas de juro mais elevadas. Perante essa subida de taxas de juro, o sector privado diminuirá o nível de despesa e de investimento eliminando o impulso dado à economia pelo aumento da despesa pública.

Foi por isto que o Presidente do Banco de Portugal e o Deputado do PS se zangaram na Comissão de Finanças da Assembleia da República.

É, claro, que é "reserva intelectual" que exige um pedido de desculpas não sei é de quem!

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publicado às 23:07

Veja aqui o vídeo onde o Dr. Jorge Beck confessa não entender o que o resto dos portugueses também não entende. Os reguladores, que tinham a função de auditar as contas dos bancos não viram nada? E, não vendo nada, são premiados com um lugar de luxo em Bruxelas ou mantêm os lugares?

Estes dois casos serviram a quem? Os depositantes que ficaram sem o dinheiro, confortados por saberem que há instituições do Estado que vigiam as contas e as decisões da administração, não têm a quem pedir responsabilidades?

Isto é tudo muito dificil de entender e ainda mais dificil de engolir!

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publicado às 18:00


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