Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


No dia 10 de Setembro de 1941, nasceu, em Nottingham, o maestro, cravista, compositor e musicólogo inglês Christopher Hogwood, conhecido pelas suas interpretações de obras barrocas e clássicas com instrumentos de época.

Estudou música e literatura clássica no Pembroke College, na Universidade de Cambridge. Posteriormente estudou direcção de orquestra com Raymond Leppard e Thurston Dart e, mais tarde, com Rafael Puyana e Gustav Leonhardt. Uma bolsa de estudos do British Council permitiu-lhe estudar em Praga durante um ano.
Em 1967, Hogwood fundou o Early Music Consort (Agrupamento de Música Antiga), com David Munrow, e, em 1973, fundou a Academia de Música Antiga, ambos especializados em interpretações de música barroca e clássica com instrumentos de época. O Early Music Consort foi dissolvido com a morte de Munrow, em 1976, mas Hogwood continuou a apresentar-se e a gravar com a Academia de Música Antiga.
No dia 1 de Setembro de 2006, o cravista Richard Egarr sucedeu a Hogwood como diretor-musical da Academia de Música Antiga. Hogwood assumiu o cargo de director emérito, declarando que esperava dirigir "pelo menos um grande projeto" por ano com a orquestra.
Embora Hogwood seja mais conhecido pelo seu repertório barroco e clássico, também executou música contemporânea, com uma afinidade particular pelas escolas neobarroca e neoclássica, incluindo muitas das obras de Igor Stravinsky, Bohuslav Martinů e Paul Hindemith.
A partir de 1992 Hogwood foi professor na Academia Real de Música do Reino Unido. É 'Professor Honorário' de Música na Universidade de Cambridge, e 'Professor Visitante' no King's College, de Londres. A Universidade de Cambridge atribuiu-lhe um doutoramento “honoris causa”, em Fevereiro de 2008. Em 1989 foi nomeado Comandante do Império Britânico.


Suite nº 3, de Johann Sebastian Bach
Academia de Música Antiga
Maestro: Christopher Hogwood

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


André Isoir – Organista francês

por António Filipe, em 20.07.13
No dia 20 de Julho de 1935, nasceu, em Saint-Dizier, o organista francês André Isoir.

Estudou órgão e piano na Escola César Franck e no Conservatório de Paris, onde, em 1960, ganhou os primeiros prémios em órgão e improvisação. Depois, ganhou vários concursos internacionais de órgão.
Entre 1952 e 1967 foi organista titular na igreja de S. Médard, em Paris e, em 1967, na igreja de S. Severin. Desde 1973 é organista mor da velha Abadia de Saint-Germain-des-Prés, em Paris. Em 1974, foi nomeado para a faculdade do Conservatório d’Orsay. Tornou-se professor em Janeiro de 1978 e permaneceu em Orsay até 1983, quando foi nomeado para o Conservatório Nacional da Região de Boulogne-Billancourt, onde ensinou órgão até 1994.
As gravações de Isoir receberam o Grande Prémio do Disco em 1972, 73, 74, 75, 77, 80, 89 e 91, assim como o prémio “Presidente da República” pelo “Livro de Ouro do Órgão Francês”.
Gravou as obras completas para órgão de Johann Sebastian Bach, que continuam a ser uma referência para os organistas. As suas gravações das obras de César Franck, no órgão da Catedral de Luzon, têm sido, também, muito apreciadas.


Tocata e Fuga em ré menor, de Johann Sebastian Bach
Órgão: André Isoir

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

No dia 24 de Junho de 1906, nasceu, em Paris, o violoncelista francês Pierre Fournier, considerado “o aristocrata dos violoncelistas”, devido à sua elegante musicalidade e imponente som.

Filho de um general do exército francês, Pierre Fournier foi ensinado pela mãe a tocar piano. Mas, ainda em criança, teve poliomielite e perdeu destreza nos pés e pernas. Tendo dificuldades com os pedais do piano, virou-se para o violoncelo.
Licenciou-se no Conservatório de Paris com a idade de 17 anos, em 1923. Foi aclamado como “o violoncelista do futuro” e ganhou fama pelo seu virtuosismo e técnica do arco. Tornou-se muito conhecido quando tocou com a Orquestra dos Concertos Colonne, em 1925.
Fez digressões por toda a Europa, tocando com muitos dos mais famosos músicos do seu tempo.
Foi professor na École Normale de Musique, em Paris e no Conservatório de Paris, de 1937 a 1949. Em 1948, fez a primeira digressão pelos Estados Unidos, onde actuou, com muito sucesso, em Nova Iorque e Boston.
A partir de 1956, começou a residir na Suiça, embora nunca tenha renunciado à cidadania francesa. Dava aulas privadas de violoncelo, na sua casa, em Genebra. Um dos seus alunos fo o violoncelista inglês Julian Lloyd Webber. Em 1963, foi feito membro da Legião de Honra.
Pierre Fournier continuou a actuar em público até dois anos antes da sua morte, que ocorreu no dia 8 de Janeiro de 1986.

Suite nº 1, para violoncelo, de Johann Sebastian Bach

Violoncelo: Pierre Fournier

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

No dia 23 de Maio de 1934, nasceu, em Nova Iorque, o inventor, músico e engenheiro norte-americano Robert Moog, que viria a falecer a 21 de Agosto de 2005, em Asheville e, juntamente com o compositor Herbert Deutsch, inventou o moderno sintetizador (o Moog, apresentado num congresso em 1964).

O primeiro Moog era monofónico (o que impossibilitava a criação de acordes) e precisava ser afinado constantemente, pois era analógico. No entanto, Robert Moog criou a empresa Moog Music Inc., na qual foram produzidos os sintetizadores utilizados na banda sonora do filme Laranja Mecânica e pelo grupo de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer, pelo teclista Keith Emerson. Lançou posteriormente o Minimoog, o mais vendido da empresa em todos os tempos, depois o Moog Taurus, um sintetizador para ser tocado com os pés, utilizado como um contrabaixo, o Vocoder (que ligado a um microfone, permitia alteração na voz), o Polymoog, de 1976, polifónico e que vinha com sons gravados de fábrica, e o Moog Liberation, teclado que permitia ser colocado no utilizador como uma guitarra, além do Memorymoog, que permite a gravação de sons pelo teclista.
A utilização do sintetizador, hoje tão banalizada na música rock e nos ambientes de salão e de baile, tem também permitido interessantes leituras da música clássica.
Exemplo disso é a interpretação do 3º Andamento do Concerto Italiano, BWV 971, de Bach que nos é dada pelo teclista Don Dorsey, no sintetizador.


3º andamento do Concerto Italiano, de Johann Sebastian Bach
Sintetizador: Don Dorsey

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


Igor Oistrakh – Violinista ucraniano

por António Filipe, em 27.04.13
No dia 27 de Abril de 1931 nasceu em Odessa, na Ucrânia, o violinista Igor Oistrakh, filho do famoso violinista David Oistrakh e que teve um asteróide nomeado em sua honra.

Frequentou a Escola Central de Música, em Moscovo, e deu o seu primeiro concerto em 1948. De 1949 a 1955 estudou no Conservatório de Moscovo, ganhando primeiros prémios e concursos internacionais na Europa de Leste.
Em 1958, Igor Oistrakh integrou o corpo docente do Conservatório, tornando-se professor em 1965. A partir de 1996, foi professor do Conservatório Real de Bruxelas. Tem-se apresentado, frequentemente, um pouco por todo o mundo, como solista e em recitais com o pai.


Concerto em ré menor, para 2 violinos e orquestra, de Johann Sebastian Bach
Violino: David e Igor Oistrakh
Orquestra de Câmara do Estado de Moscovo
Maestro: David Oistrakh

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


E. Power Biggs – Organista inglês

por António Filipe, em 10.03.13
No dia 10 de Março de 1977 morreu, em Boston, o organista inglês E. Power Biggs. Tinha nascido no dia 29 de Março de 1906, em Westcliff-on-Sea, na Inglaterra.

Estudou música na Academia de Música Real. Em 1930, emigrou para os Estados Unidos e, em 1932, assumiu o cargo de organista, na Igreja de Cristo, em Cambridge, onde viveu o resto da vida.
Foi uma das figuras mais influentes da cena musical americana, nos meados do séc. XX. O seu nome tornou-se conhecido devido aos programas de rádio, transmitidos nas manhãs de domingo, em que o organista dava a conhecer a todo o povo americano a principal música para órgão, de todas as épocas.
Biggs deu uma grande contribuição para o regresso à proeminência do órgão de tubos e para o ressurgimento do interesse pela música de órgão de compositores pré-românticos. Na sua primeira digressão pela Europa, em 1954, interpretou e gravou obras de vários compositores, em órgãos históricos associados aos respectivos compositores.
Acreditava que a música de órgão devia ser tocada no estilo e registos da respectiva época. Entre os seus críticos, encontrava-se Virgil Fox, também organista, que era conhecido pelo seu estilo mais apelativo e animado. Fox lamentou a insistência de Biggs na precisão histórica, alegando que “relegava o órgão para uma peça de museu.”
No entanto, a maioria dos observadores concorda que deve ser dado crédito a Biggs pelas suas ideias inovadoras, tanto quanto ao material que gravou, como quanto aos instrumentos usados, tornando-os mais famosos. Pela sua contribuição para a indústria discográfica, E. Power Biggs, tem uma estrela com o seu nome, no Passeio da Fama de Hollywood.


Tocata e fuga em ré menor, BWV 565, de Johann Sebastian Bach
Órgão: E. Power Biggs

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


Cantata BWV 111, de Johann Sebastian Bach

por António Filipe, em 21.01.13
No dia 21 de Janeiro de 1725, estreou-se a Cantata BWV 111, de Johann Sebastian Bach.

Composta para o terceiro Domingo da Epifania, a Cantata BWV 111, de Bach, tem um texto anónimo, baseado no Evangelho Segundo S. Mateus e a música é baseada num coral de Albrecht von Brandenburg. Tal como na maioria das cantatas de Bach, o texto da BWV 111 é, caracteristicamente, triste.
A Cantata BWV 111 está orquestrada para soprano, alto, tenor e baixo, coro, dois oboés, cordas e baixo contínuo e é na tonalidade de lá menor.


Excerto da Cantata BWV 111, de Johann Sebastian Bach
Bach Kollegium Stuttgart & Gächinger Kantorei
Maestro: Fausto Fungaroli

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

No dia 14 de Janeiro de 1875, nasceu em Kaysersberg, na Alsácia, o teólogo, filósofo, médico e organista Dr. Albert Schweitzer, que recebeu o prémio Nobel da Paz no dia 10 de Dezembro de 1952.

Desde muito cedo ficou claro que era um menino diferente. A sua sensibilidade para a música era fora do normal. A primeira vez que ouviu duas vozes a cantar em dueto, teve de se encostar à parede para não cair. Noutra altura, ao ouvir pela primeira vez um grupo de metais, Schweitzer quase desmaiou de prazer. Com cinco anos começou a tocar piano. Mas logo se apaixonou pelo órgão de tubos da igreja na qual o seu pai era pastor. Aos nove anos já era o organista oficial. Formou-se em Teologia e Filosofia na Universidade de Estrasburgo, onde foi professor a partir de 1901. Tornou-se também um dos melhores intérpretes de Bach e uma autoridade na construção de órgãos.
Aos trinta anos, Schweitzer gozava de uma posição invejável: trabalhava numa das mais notáveis universidades europeias; tinha uma grande reputação como músico e prestígio como pastor da Igreja. Porém, isto não lhe bastou. Em 1905, iniciou o curso de medicina, e, seis anos mais tarde, já formado, casou-se e decidiu partir para Lambaréné, no Gabão, onde uma missão necessitava de médicos. Improvisou um consultório num antigo galinheiro e atendia os seus doentes enfrentando obstáculos como o clima hostil, a falta de higiene, o idioma que não entendia, a carência de remédios e de instrumentos. Tratava mais de 40 doentes por dia. Extasiou o mundo com a sua vida e a sua obra e, em 1952, recebeu o Prémio Nobel da Paz pelos seus esforços pela "Irmandade das Nações". Morreu a 4 de Setembro de 1965, em Lambaréné, no Gabão.


Fantasia e Fuga em sol menor, de Johann Sebastian Bach
Órgão: Albert Schweitzer

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


Oratória de Natal, de Johann Sebastian Bach

por António Filipe, em 25.12.12
No dia 25 de Dezembro de 1734 estreou-se a Oratória de Natal, de Johann Sebastian Bach.

A Oratória de Natal, BWV 248, é uma obra de Johann Sebastian Bach compilada para ser apresentada na igreja durante a época do Natal. Foi escrita para o Natal de 1734, incorporando a música de peças anteriores do próprio compositor, incluindo três cantatas seculares, escritas entre 1733 e 1734, e uma cantata que, entretanto, se extraviou, a BWV 248a. Esta oratória é um exemplo particularmente sofisticado da técnica de Recriação Musical. O autor do texto é desconhecido, embora o poeta Christian Friedrich Henrici tenha sido um possível colaborador.
A Oratório de Natal tem seis partes, sendo cada uma destinada a ser apresentada em dias distintos das festas principais do período natalício, que vai desde o dia de Natal até ao dia de reis. Nos dias de hoje, a obra é geralmente apresentada como um todo, ou dividida em duas partes iguais. A duração total da obra é de aproximadamente 3 horas. Tal como noutras oratórias, um tenor Evangelista narra a história.


1ª Parte da Oratória de Natal, de Johann Sebastian Bach
Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
Maestro: Sir John Eliot Gardiner

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


Helen Watts - Contralto galesa

por António Filipe, em 07.12.12
No dia 7 de Dezembro de 1927 nasceu, em Pembrokeshire, no País de Gales, a contralto Helen Watts, cuja carreira abrangeu 35 anos, como uma das mais admiradas cantoras em concertos, óperas e gravações, trabalhando com três gerações de maestros.

Começou a mostrar interesse pelo canto quando frequentava a Escola Abbots Bromley. O director da escola convenceu-a a ir para a Royal Academy of Music, para estudar piano e canto. Estudou naquela Academia durante quatro anos e ganhou alguns prémios. Iniciou a carreira de cantora nos Coros do Festival Glyndebourne e da BBC, em Londres.
Helen Watts apareceu pela primeira vez como solista, em 1953 e, em 1955, estreou-se nos Concertos Promenade de Londres, cantando árias de Bach, sob a direcção de Malcolm Sargeant. Adquiriu rapidamente a reputação de uma das melhores contraltos inglesas e distinguiu-se como artista de concerto. Fez digressões pelos principais centros de música da Europa e América do Norte.
Helen Watts faleceu em Pembrokeshire, no dia 7 de Outubro de 2009.


Excerto da Cantata nº 54, de Johann Sebastian Bach
Contralto: Helen Watts
Agrupamento Philomusica of London
Maestro: Thurston Dart

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

No dia 27 de Setembro de 1930 nasceu, em Berlim, o cravista Igor Kipnis. Era filho do baixo russo Alexander Kipnis. Em 1938 foi para os Estados Unidos com a família. Aprendeu a tocar piano com o avô, frequentou a Escola de Música de Westport e obteve a licenciatura na Universidade de Harvard. Estudou cravo com Fernando Valenti e, em 1959, deu o seu primeiro concerto, em Nova Iorque. Em 1993, recebeu o título de doutor honoris causa, da Universidade Wesleyan de Illinois.
Kipnis vivia em Redding, Connecticut. Durante cinco anos, foi Presidente e Director Artístico dos Amigos da Música do Condado de Fairfield e serviu, num período de treze anos, como co-director artístico do Connecticut Early Music Festival.
Foi maestro e exerceu intensa actividade de professor de música – mas notabilizou-se principalmente como cravista. Embora trabalhasse intensamente também ao piano, deu um importante contributo para reavivar e divulgar a utilização do cravo. O seu último concerto foi um recital de piano, em Outubro de 2001, em S. Francisco. Igor Kipnis morreu de cancro renal, na sua casa, em Redding, no dia 23 de Janeiro de 2002.


1º andamento do Concerto nº 1, para cravo, de Johann Sebastian Bach
Cravo: Igor Kipnis
The London Strings
Maestro: Sir Neville Marriner

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


Wanda Landowska - Musicóloga e cravista polaca

por António Filipe, em 05.07.12

No dia 5 de Julho de 1879 nasceu, em Varsóvia, Wanda Landowska, musicóloga e cravista polaca cujas apresentações, ensino, gravações e escritos desempenharam um importante papel no renascimento do cravo no início do século XX.
Começou a tocar piano aos 4 anos. Estudou no Conservatório de Varsóvia e também estudou composição em Berlim. Depois de se casar, em 1900, em Paris, começou a ensinar piano na Schola Cantorum. Mais tarde, ensinou cravo em Berlim, na Hochschule für Musik.
Profundamente interessada em musicologia e particularmente nas obras de Bach, Couperin e Rameau, visitou os museus da Europa, procurando instrumentos de tecla originais. Adquiriu instrumentos antigos e novos, fabricados segundo as suas instruções por Pleyel and Company.
Em 1925, criou a Escola de Música Antiga, em Paris e, a partir de 1927, a sua casa em Saint-Leu tornou-se num centro de execução e estudo de música antiga. Quando a Alemanha invadiu a França, Landowska, judia e cidadã francesa naturalizada, abandonou a sua casa e escondeu-se no sul da França e, mais tarde, navegando a partir de Lisboa, foi para os Estados Unidos.
Chegou a Nova Iorque no 7 de Dezembro de 1941. A sua casa em Saint-Leu foi saqueada e os seus instrumentos e manuscritos roubados. Em 1949 estabeleceu-se em Lakeville, Connecticut e trabalhou como concertista e professora, fazendo várias digressões pelos Estados Unidos. Wanda Landowska morreu em Lakeville, no dia 16 de Agosto de 1959.


Concerto Italiano, de Johann Sebastian Bach
Cravo: Wanda Landowska

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

No dia 6 de Março de 1924 nasceu em Maryville, estado de Missouri, a maestrina americana Sarah Caldwell, que cresceu em Fayetteville, no Arkansas. Aos 10 anos apareceu em público, pela primeira vez, a tocar violino e aos 14 terminou o liceu. Licenciou-se, em 1944, pela Universidade de Hendrix e frequentou a Universidade de Arkansas e o Conservatório de Música de Nova Inglaterra. Em 1952, mudou-se para Boston, onde chefiou a Oficina de Ópera da Universidade e, em 1957, fundou a Companhia de Ópera de Boston.
Em 1976, Sarah Caldwell tornou-se na primeira mulher a dirigir o Metropolitan Opera de Nova Iorque. Dirigiu, também, a Orquestra Filarmónica de Nova Iorque, a Orquestra Sinfónica de Pitsburgo e a Orquestra Sinfónica de Boston. Em 1981 dirigiu uma produção não musical, no Lincoln Center, da peça Macbeth, de Shakespeare. Em 1996 recebeu a Medalha Nacional das Artes. Faleceu com 82 anos, no dia 23 de Março de 2006, no Centro Médico de Portland.


1º andamento do Concerto Brandeburguês nº 2, de Johann Sebastian Bach
Violino: Vladimir Omeltchenko
Orquestra Sinfónica de Ekaterinburg
Maestrina: Sarah Caldwell

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01


3 séculos, 3 estilos, o céu do "gigante alemão"

por António Leal Salvado, em 28.10.11

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:59


página facebook da pegadatwitter da pegadaemail da pegada



Comentários recentes

  • Anónimo

    VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING DE QUALIDADE...

  • Anónimo

    Olá pessoal, Você precisa de serviços de hackers? ...

  • Anónimo

    Se você precisar de um serviço de hackeamento prof...

  • Anónimo

    Muitas pessoas disseram que os hackers invadiram d...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    QUERO HACKEAR UM BLOG!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Anónimo

    oi me explica mais siobre isso


Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

Pesquisar no Blog  



subscrever feeds