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Como não pode deixar de ser ( Jornal i ) . Maior autonomia e maior responsabilidade. Até o meu pai me dizia quando eu vim para Lisboa estudar e deixei o aconchego da casa natal. Liberdade e responsabilidade !

Professores, funcionários, alunos, pais e outros agentes locais serão os avaliadores do trabalho do Director.

Os directores ( as escolas ) poderão decidir os horários das disciplinas e organização dos tempos lectivos; bem como terão liberdade para definir créditos horários e gerir o tempo dos docentes.
Para tudo isso, haverá um reforço da figura do director de escola, acrescenta Nuno Crato. Os directores serão eleitos pelo conselho geral – orgão da escola onde está representada toda a comunidade – o que lhes dará "maior legitimidade". Além disso, deverá ter formação em gestão escolar. "O que queremos é que, progressivamente, o corpo de directores do país tenha maior formação específica em aspectos que têm a ver com gestão e não directamente com a docência", explica o ministro. O director não tem de ser um professor do agrupamento, mas poderá ser escolhido fora da escola."

Enfim passos decisivos para uma escola autónoma e responsável com avaliação dos objectivos alcançados e previamente negociados..

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publicado às 09:30


A escola que faz a diferença

por Luis Moreira, em 16.04.12

Gostava que as nossas escolas fossem entregues aos professores, pais e órgãos locais. Que os professores tivessem autonomia para acompanhar mais de perto os alunos em dificuldade, porque sabem que os outros chegam a casa e têm o pai ou a mãe. Gostava que os professores se avaliassem uns aos outros com a decisão final dos órgãos da escola. Gostava que os professores entendessem que em todas as organizações há dois sectores de gestão fundamentais. O "core business", isto é , no caso das escolas a aprendizagem e, os sectores de apoio entregues a um profissional ( gestão orçamental, gestão da tesouraria, contabilidade, gestão do pessoal, gestão do imobilizado,  gestão da carteira de seguros...

Gostava que os professores chamassem a si a responsabilidade de decidir quanto ao que é melhor para os seus alunos, a partir de "um tronco comum" nacional. Que adequassem a escola ao ambiente em que se encontra inserida e ao perfil de alunos que a frequentam. Que mostrassem sem tibiezas que não querem mais servir de "joguetes" nas lutas partidárias. Que acreditassem que quando um qualquer iluminado propõe que todos cheguem ao topo da carreira sem avaliação, junto da opinião pública a credibilidade da classe passa a valer zero.

Gostava que a escola desse a oportunidade aos professores de ficarem naquela escola e, assim, poderem seguir os mesmos alunos por um  prazo mínimo de "x" anos. Uma das medidas que reforçará o factor estratégico da proximidade entre aluno e professor.

Gostava que os professores pensassem que este conjunto de medidas são indispensáveis para que o aluno aprenda e para que a violência nas escolas diminua. Há muito que descem a avenida a exigir este e o outro mundo mas não querem parar para perceber que quem não toma as decisões que lhe compete outro as tomará. E não será a pensar no bem estar dos professores.

Velho principio de gestão que é cada vez mais apropriado, numa sociedade cada vez mais complexa.

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publicado às 11:00

A autonomia da escola também permite que se adapte ao perfil dos seus alunos .

“É preciso que as escolas tenham mais autonomia e possam organizar currículos para os seus alunos”, sustentou.
Albino Almeida aponta como exemplo de boas práticas contra o abandono e o insucesso programas como o FENIX, o Mais Sucesso e o desenvolvido pelos Empresários pela a Inclusão Social (EPIS).
“A EPIS tirou muitos alunos do abandono”, acrescentou referindo a importância de apresentar contas todos os anos.
Da mesma forma, sublinhou que as escolas que têm melhores resultados trabalham de forma diferente.
“Há várias formas de trabalhar, há alunos que aprenderiam independentemente de estarem na escola ou não, mas há outros que têm mais dificuldades”, referiu.
“Acumular dificuldades leva a que 30% dos alunos chegue ao 9.º ano com pelo menos uma retenção”, frisou, defendendo que chumbar um aluno deve ser “o último dos caminhos, depois de todos os outros estarem esgotados”.
O segredo, disse, é o trabalho por grupos de professores: “Não é ser piegas pedir a diferenciação de percursos para os alunos. Nem todos aprendem da mesma maneira”.
Albino Almeida considera que o país tem de “mudar a visão estratégica da Educação” e defende a frequência obrigatória de Estudo Acompanhado, no âmbito da revisão curricular que está em curso.

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publicado às 22:30

... introduzir no sistema mecanismos de concorrência através da devolução de poder às escolas e da introdução da liberdade de escolha , que até pode começar só entre as diferentes escolas públicas.Só através da pressão exterior - pais e alunos - terão as escolas estímulos poderosos para melhorarem  os seus métodos e apresentarem melhores resultados. Como já está a acontecer na Suécia, por exemplo.

O actual modelo centralista produziu medíocres resultados na aprendizagem e elevados níveis de iniquidade. Nunca a educação se alterará apenas com a revisão curricular é preciso ir à própria estrutura do sistema educativo e da sua relação com as escolas privadas que, não se esqueça, também prestam um serviço público.

A equipa de Nuno Crato tem apostado em abordagens gradualistas por forma a não desestabilizar o sistema e evitado um terreno armadilhado por décadas de eduquês. Era fundamental que a actual equipa nos dê a certeza que irá até à aposta em escolas mais abertas, mais livres e mais concorrenciais. É que se há sector onde liberdade rima com equidade, esse sector é na Educação.

PS: Publico - José Manuel Fernandes

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publicado às 20:30

...ao contrário do que muitos pensam, não é controlando centralmente as escolas ou comandando a partir de Lisboa obras de renovação (com os resultados tristemente conhecidos) que se melhora o essencial, isto é, a qualidade do sistema de ensino.

Pelo contrário, como ainda esta semana recordou o Fórum para a Liberdade da Educação " os sistemas com melhor equidade educativa e melhores resultados tendem a estar associados a países que conferem maior autonomia às suas escolas". Porém, como comprova o último relatório da OCDE, " Portugal faz parte do universo de escolas com maior centralismo, tendo as escolas portuguesas ainda menos autonomia que as do México e a Turquia, em alguns parâmetros".

Neste país onde o centralismo tem uma velha tradição - pombalina, napoleónica ou estalinista, conforme as preferências ideológicas - nunca se parece estar preparado para deixar que localmente se decida o que é melhor. Por isso, para que as escolas tenham realmente autonomia, é necessário ir muito mais longe do que já se foi  e do que  vai a actual reforma curricular.

Ou seja, as escolas também devem poder escolher os seus professores e os pais devem poder escolher a escola para os seus filhos.!

PS : José Manuel Fernandes (Público)

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publicado às 22:30

Por : José Manuel Fernandes (Público - 30-3-2012)

"Para que as escolas tenham realmente autonomia devem poder escolher os seus professores"

Esta revisão curricular diz apostar numa maior autonomia para as escolas. Fá-lo, indiscutivelmente, em áreas como a organização dos tempos lectivos, o que é de aplaudir. Fá-lo, também, ao criar mecanismos como o dos objectivos mínimos de aprendizagem verificáveis através da realização de provas nacionais nos diferentes ciclos. Isto significa que o ministério se ocupará menos em controlar e fiscalizar os processos adoptados escola a escola e se focará mais nos resultados, o que deve ser a sua verdadeira vocação."

PS: continua amanhã à mesma hora

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publicado às 12:00

"Charter schools" : ..

Uma Charter Schools é uma escola pública independente que opera independentemente da Direcção Distrital do Ministério da Educação. Com efeito, uma charter school é uma escola pública. Um grupo de pessoas - educadores, pais, líderes comunitários, empreendedores na área da educação ou outros - escrevem um plano descrevendo os princípios gerais , gestão da escola, e as necessidades financeiras. Se o estado aprovar a carta - proposta, o estado financia na base de cada aluno ...

Os proponentes acreditam que as charter schools oferecem aos alunos oportunidades de educação centradas no aluno e maiores opções educacionais para as suas crianças.. Os operadores têm assim, incentivos para criar escolas que ofereçam melhores serviços para os estudantes. E as charters ao imporem, para si mesmas, standards de comportamento muito elevados, inspiram as outras escolas a procurarem atingir os caminhos da qualidade, trabalhando mais e com maior responsabilidade ...

Nós cá em Portugal ainda andamos atrás dos sindicatos e dos burocratas do ministério que centralizam forças nas discussões políticas e profissionais, esquecendo a escola e os alunos. Como se fosse possível gerir com êxito milhares de escolas todas diferentes, 1,6 milhões de alunos e 200 mil professores e funcionários..

Tudo à distância !

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publicado às 16:32

... devemos rejeitar que, tal como muitas vezes acontece, os menos capazes e competentes se apoiem e em conjunto fechem as portas das estruturas civis e políticas, com receio de perderem as oportunidades que têm como suas...

A educação e a formação têm que mudar. Continuamos com modelos de ensino demasiado rígidos. A palavra autonomia, seja nas universidades e nos politécnicos, seja nas escolas...é a chave para uma evolução e um desenvolvimento curricular que se pode traduzir em melhorias na formação dos estudantes.

A criatividade intelectual não é promovida no nosso sistema de ensino...para que se possa maximizar o potencial de cada um. É urgente que adaptemos dentro do possível a educação e a formação às exigências, necessidades, potencialidades e interesses de cada estudante. Esta adaptação tem que se reflectir nos currículos em primeiro lugar e de seguida também nos métodos de avaliação.

PS: Luis Rebelo , Público

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publicado às 17:00

Há princípios de gestão há muito consagrados. Um deles é que a equipa de gestão tem que ser escolhida pelo chefe da equipa. E não pode ser de outra maneira. Os escolhidos têm que gozar de toda a confiança de quem os escolheu, têm que estar imbuídos do mesmo espírito do resto da equipa e têm que aceitar os programas e objectivos como realizáveis.

Uma equipa é um estado de espírito!

Ora os sindicatos dos professores não estão de acordo, porque segundo eles, os Directores só querem boys . Muito mal andaria um director se caísse nessa esparrela, não estaria muito tempo no cargo, não só porque a sua gerência seria muito má como perderia rapidamente a credibilidade junto dos seus colegas.

O principio tem que ser "máxima liberdade com máxima responsabilidade", tem que formar a sua equipa sem atropelos de terceiros e, dessa forma, assumir toda a responsabilidade dos resultados.

Ter o Conselho Geral da escola a avaliar o director e a poder interferir até ao ponto de o poder substituir é bem mais razoável do que formar a "caldeirada" que os sindicatos propõem. Estamos sempre, mas sempre, naquela atitude de "meias tintas" onde se diluem as responsabilidades e se troca o mais pelo menos.

Sempre a inventar para atrasar processos, atrasar medidas e enviesar caminhos!

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publicado às 14:07

Reforçar a autonomia das escolas é um objectivo claro deste ministro que se saúda. Devolver a dignidade a quem quer trabalhar e não tem medo de apresentar resultados.

""Sendo um dos objectivos do Programa do Governo o estabelecimento e alargamento dos contractos de autonomia das escolas, passam a ser princípios orientadores para a celebração deste tipo de contractos a melhoria dos resultados escolares, a diminuição do abandono e o desenvolvimento de instrumentos rigorosos de avaliação e acompanhamento do desempenho que permitam aferir a qualidade do serviço", esclarece a tutela.O documento prevê ainda que a oferta de cursos com planos curriculares próprios passe para a competência das escolas com contrato de autonomia."

""A integração em agrupamento ou a agregação de escolas ou agrupamentos de escolas integradas em territórios educativos de Intervenção Prioritária, escolas profissionais públicas, de ensino artístico, que prestem serviços em estabelecimentos prisionais e com contrato de autonomia passa a depender da sua iniciativa.Os agrupamentos de escolas ou as escolas não agrupadas poderão então estabelecer com outras escolas, públicas ou privadas, formas temporárias ou duradouras de cooperação e de articulação aos diferentes níveis, podendo até constituir parcerias, associações, redes ou outras formas de aproximação e partilha."

O que verdadeiramente interessa é ter boas escolas, assentes no mérito, na autonomia, avaliadas e publicamente classificadas.

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publicado às 17:00

As escolas devem ter autonomia para se poderem adaptar a situações diferenciadas. "Para o representante dos pais, as escolas deveriam seguir planos diferentes para alunos diferentes.
“É preciso que as escolas tenham mais autonomia e possam organizar currículos para os seus alunos”, sustentou.
Albino Almeida aponta como exemplo de boas práticas contra o abandono e o insucesso programas como o FENIX, o Mais Sucesso e o desenvolvido pelos Empresários pela a Inclusão Social (EPIS).
“A EPIS tirou muitos alunos do abandono”, acrescentou referindo a importância de apresentar contas todos os anos.
Da mesma forma, sublinhou que as escolas que têm melhores resultados trabalham de forma diferente.
“Há várias formas de trabalhar, há alunos que aprenderiam independentemente de estarem na escola ou não, mas há outros que têm mais dificuldades”, referiu.
“Acumular dificuldades leva a que 30% dos alunos chegue ao 9.º ano com pelo menos uma retenção”, frisou, defendendo que chumbar um aluno deve ser “o último dos caminhos, depois de todos os outros estarem esgotados”.
O segredo, disse, é o trabalho por grupos de professores: “Não é ser piegas pedir a diferenciação de percursos para os alunos. Nem todos aprendem da mesma maneira”.

O que não pode ser é o centralismo alarve praticado por um ministério que pretende administrar todas as escolas com circulares tiradas a papel químico.

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publicado às 18:00


Da Autonomia da Escola ao Sucesso Educativo

por Luis Moreira, em 06.02.12

Da Autonomia da Escola Ao Sucesso Educativo". Organização de Maria João Cardona e Ramiro Marques
Edições Cosmos/ESE de Santarém
Data da Publicação: Dezembro de 2011
ISBN: 978-972-762-367-9
Autores:
João Formosinho & Joaquim Machado; Graça Mª J.Simões; Henrique Ferreira, João Pinhal; Paulo C. Dias; António V. Bento; Sónia A. Galinha; Jesus Maria Sousa; Teresa Seabra; Maria João Cardona (Coord.) e Ramiro Marques (Coord.).
O livro pode ser pedido à cobrança para edicoescosmos@gmail.com
O Índice do livro:
PREFÁCIO – Abordagens à autonomia da escola
João Formosinho e Joaquim Machado .................................................... 7
INTRODUÇÃO
Ramiro Marques e Maria João Cardona ........................................... 15
AUTONOMIA E GOVERNAÇÃO DA ESCOLA EM PORTUGAL
João Formosinho e Joaquim Machado .................................................... 19
A AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS E A REGULAÇÃO DA ACÇÃO PÚBLICA
EM EDUCAÇÃO
Graça Maria Jegundo Simões ............................................................... 43


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publicado às 16:00


A "implosão" de Nuno Crato

por Luis Moreira, em 02.01.12

A "implosão" do monstro burocrático da 5 de Outubro como prometido por Nuno Crato está a caminho. Mais autonomia para as escolas, as Direcções Regionais desaparecem, tudo boas notícias.

"No final de Janeiro, entra em vigor um novo sistema de avaliação de desempenho docente, que foi alvo de discussão com os sindicatos, e que já foi aprovado em Conselho de Ministros, vai ser conhecido o resultado da auditoria à Parque Escolar que vai ditar a viabilidade da empresa e é conhecida a avaliação do Programa Novas Oportunidades em curso pela Agência Nacional de Qualificação. A partir de Setembro há exames no final de cada ciclo de estudos (4º, 6º e 9º anos) para os alunos que até ao início do Verão vão ter um novo Estatuto. Além disso, Nuno Crato quer regulamentar a reforma curricular do básico e secundário - que está em discussão pública até ao final deste mês - durante o primeiro trimestre."

Autonomia para as escolas, processo de avaliação, quotas nos vários escalões, reforma curricular, direcções regionais retiradas do caminho, sindicatos nos seus devidos lugares...

Enfim, as coisas estão a mudar!

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publicado às 12:00


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