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Para Angola... com meiguice

por Rogério Costa Pereira, em 18.10.13

O fim da parceria estratégica entre Angola e Portugal irá afectar a corrupção estratégica, o tráfico de influências estratégico e a lavagem de dinheiro estratégica que eram sustentados pela dita parceria... estratégica? É que nesse âmbito estávamos claramente perante uma parceria com um grande passado, um presente próspero e um futuro sorridente.

Custa-me muito ver os negócios de sucesso estratégicos ruírem assim, da noite para o dia, e tudo por causa da casmurrice duma cena que não lembra ao diabo e que é velha c'mó arco. Essa coisa da separação de poderes que empecilha o caminho a quem pretende fazer pela vida, furando pelas vidas dos outros adentro.

Tomem mas é juízo. Há elites para sustentar. Há crianças, mulheres e homens a morrer de fome para que as cúpulas de além e aquém mar possam manter-se vivas e saudáveis e no poder. Vá lá, ganhem mas é juízo. Vão lavar o dinheiro onde? À ribeira com cal?

Repensem mas é isso, sim? Não se brinca com coisas sérias.

E nós, egoístas!, que raio estamos a fazer parados?, enquando este colorido mundo de clandestinidade perfeita aparenta moribundar? Toca mas é a pegar nos talheres e a bater com eles nos pratos e nos copos... vazios.

Beija, beija, beija...

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publicado às 20:06

PIDE/DGS, DELEGAÇÃO DE ANGOLA/NT11568/CORTESIA DA TORRE DO TOMBO [Público]

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publicado às 15:27


O Relvas também não se livra de relatórios

por Luis Moreira, em 01.06.12

 Esquerda.net

 Na Finertec, fez negócios para Angola
A notícia passou quase despercebida na imprensa em janeiro do ano passado: no julgamento do caso BPN, um dos investigadores explicou ao tribunal que a função do Banco Insular (criado em Cabo Verde pela SLN de Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outras figuras do cavaquismo) era "servir os empresários angolanos que queriam meter dinheiro fora de Angola". Mas acrescentou outras ligações a bancos também registados em Cabo Verde e que serviriam de plataforma para os mesmos fins: o Banco Sul Atlântico e o Banco Fiduciário Internacional, proprietário da Finertec, a empresa onde Miguel Relvas foi administrador antes de entrar para o Governo, a par de António Nogueira Leite, nomeado por Passos Coelho para a Caixa Geral de Depósitos e que antes dirigia a sociedade gestora de mercados não regulamentados OPEX.
A Finertec também é administrada pelo vice-presidente da Fundação Eduardo dos Santos, António Maurício, e mais recentemente pelo deputado socialista Marcos Perestrello, que participou nas recentes audições parlamentares sobre os serviços secretos. Tem à frente o investidor José Braz da Silva, que se candidatou no início de 2011 à presidência do Sporting com a promessa de um fundo de 50 milhões com rentabilidade de 8% ao ano, criado pela OPEX, noticiou o Diário Económico. Disse ainda que a comissão de honra da sua candidatura integrava os ministros do Petróleo e das Relações Exteriores de Angola, o então secretário de Estado da Defesa Português, Marcos Perestrello, e o professor universitário João Duque, que Relvas depois nomeou para elaborar um relatório sobre o serviço público de televisão. Braz da Silva acabou por desistir da candidatura, alegando não querer pactuar com "o estado de guerrilha permanente" no interior do clube.
A página internet do Banco Fiduciário Internacional atrai os potenciais clientes – "particulares com elevado património", empresas e entidades institucionais – a abrir contas em Cabo Verde com três argumentos: "a fiscalidade para os clientes do BFI é nula", "a violação do segredo bancário é crime" e "o sistema financeiro é moderno e competitivo". Promete ainda a "facilitação de negócios internacionais" aos seus clientes, disponibiliza cartões de crédito e garante transferências bancárias internacionais "para literalmente todo o mundo".
"Abriu portas" a Vakil e foi ter com Dias Loureiro a Miami

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publicado às 10:00

Investimento Angolano, diga-se do Estado Angolano, porque o investimento privado vai continuar. Diz-se que se trata do contra ataque angolano por haver alguma preocupação nos meios políticos e empresariais nacionais em relação ao nível de investimento angolano no nosso país. É bem verdade que "não se deve por todos os ovos no mesmo cesto" e isso é verdade para quem investe e para quem recebe o investimento. E quanto ao investimento Português em Angola?

Não tem o valor nem o poder que o investimento angolano já conseguiu entre nós. Os Angolanos sempre colocaram condições "leoninas" ao nosso investimento como seja o dever da parceria obrigatória angolana.

As privatizações vão ser prejudicadas com este aparente recuo? Não faltarão interessados à TAP, à ANA, às Aguas de Portugal. E até investidores que além do dinheiro trarão aporte técnico e de gestão. A economia global não se condiciona com azedumes, venham de onde vierem!

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publicado às 10:00

Isabel dos Santos reforçou esta semana as suas posições accionistas na ZON e no BPI investindo 90 milhões de euros.

As actividades da Banca, telecomunicações, energia, petróleo e media são o destino dos investimentos de muitos políticos e empresas angolanas. O nível desses investimentos e o poder accionista gerado começam a causar preocupações em amplos sectores da vida económica e politica nacionais.

Num país como Angola onde está tudo por fazer o que leva estes quadros, na sua maioria portugueses de formação, a investir no nosso país em vez de o fazerem no seu país? Com o crescimento da economia no seu país a dois dígitos até parece que o retorno seria mais rápido.

Haverá uma explicação política? No fim da sua vida política, esta geração vê em Portugal o seu refúgio e das suas famílias ? A segurança do investimento é muito maior num país europeu, democrático e estável?

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publicado às 10:00

Pouco a pouco o dinheiro angolano vai dominando empresas e sectores económicos em Portugal. Desde a banca, à comunicação social, aos sectores agrícolas do azeite e do vinho, os angolanos sabem que têm no seu próprio país um mercado seguro e a crescer. Investimentos sem risco dominando o mercado produtivo e o mercado consumidor.

O vinho e o azeite são produtos com uma grande procura e que atingem preços exorbitantes em Luanda. Por essa razão, alguns angolanos decidiram comprar quintas produtoras, em Portugal, e, deste modo, controlar todo o processo de um negócio garantido", diz um empresário de import-export.

O caso mais emblemático da estratégia angolana para Portugal é o BCP. Não foi muito difícil para a Sonangol comprar, em 2008, assim que estoirou a crise, 469 milhões de ações do banco, correspondentes a 9,99% do capital. No final do ano passado, a posição da petrolífera era de 12,44 por cento. Já na condição de maior acionista, tomou as rédeas da instituição bancária e substituiu a estrutura administrativa.

E nós enviamos para lá os nossos quadros jovens que custaram ao estado português bom dinheiro.

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publicado às 23:10


Antes de partir para Angola

por Luis Moreira, em 23.02.12

Angola tem muitas oportunidades de emprego mas já não é como era aqui há dois anos. Luanda é a cidade mais cara do mundo, com um trânsito infernal.

Cerca de cem mil portugueses vivem hoje em Angola. Para ser o próximo, é preciso tomar alguns cuidados antes de partir e preparar-se bem para o que vai encontrar à chegada. A melhor forma de o fazer é falar com o maior número possível de pessoas que já tenha estado lá, aconselha o livro "Trabalhar em Angola", do assessor de comunicação Hermínio Santos.

1. Antes de partir
É obrigatório estabelecer bem todos os pormenores do seu contrato e ir à consulta do viajante, onde será informado das vacinas e cuidados a tomar. Convém levar alguns medicamentos. Na bagagem, têm de estar o visto e o boletim de febre-amarela, obrigatórios para entrar no país.

2. Negociar o contrato ainda em Portugal
Na negociação do contrato, tenha em atenção se é possível receber parte do seu salário em euros. As viagens para Portugal também podem fazer parte do pacote e pode definir qual a companhia com que pretende viajar: a TAP ou a angolana TAAG. Falar com o maior número de quadros que estejam ou tenham passado pelo país ajuda a estabelecer uma base de comparação para saber que salário deve esperar.

3. O que vai receber e o que vai gastar em Angola
Um director de uma empresa ganha entre dez mil a 15 mil dólares por mês (entre 7.531 e 11.310 euros), enquanto um administrador pode auferir até 20 mil dólares (15.087 euros). Já um técnico ganha entre 4.500 a seis mil dólares por mês (entre 3.395 e 4.526 euros). Assegure-se de que o salário será pago em euros ou em dólares, apesar da moeda nacional ser o kwanza. Luanda é das cidades mais caras do mundo e o custo de vida reflecte esse facto. A renda de um T3 ou T4 pode atingir os sete mil ou nove mil euros por mês.

4. Cuidados a ter com a segurança
Há cuidados básicos a ter em qualquer metrópole mundial que convém respeitar em Luanda. Manter as janelas de casa fechadas quando está fora, trancar as portas do carro e não seguir por caminhos que não conhece são alguns exemplos.

5. Levar os filhos e encontrar escolas para eles
A maioria dos expatriados portugueses escolhem os colégios privados internacionais, mais caros mas menos sujeitos às debilidades do sistema nacional de ensino angolano. O acesso não é automático e ,além de dinheiro, pode exigir conhecimentos. Nas escolas internacionais, o preço pode variar entre os 25 mil a 40 mil dólares por ano (18.857 a 30.181 euros). Na Escola Portuguesa de Luanda, as propinas quadrimensais são de 990,54 euros para os cidadãos portugueses.

6. O que fazer nos tempos livres
A praia (fora de Luanda), os restaurantes, as viagens pelo país e as discotecas são os passatempos mais populares entre angolanos e expatriados.

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publicado às 09:00


Angola o novo destino dos jovens portugueses

por Luis Moreira, em 22.02.12

Portugal está doente, Angola em grande forma. Com as suas reservas de diamantes e as suas jazidas de petróleo – as maiores da África subsariana, depois da Nigéria –, o país vive com 14% de crescimento do PIB, em média, desde 2003. No ano anterior, em 2002, os angolanos descobriram a paz após quase 40 anos de guerra ininterrupta.

Tudo tem de ser reconstruído. São precisos engenheiros de pontes e de estradas, especialistas em telecomunicações, consultores financeiros, etc., se possível, lusófonos. É uma dádiva para os portugueses, ligados àquele país por uma língua comum: quadros e jovens licenciados portugueses, desempregados ou em busca de aventura, partem para África.

São, sobretudo, o dinheiro fácil e os bons salários que motivam os candidatos. Um engenheiro recém-licenciado ou um jornalista com três anos de experiência que, em Portugal, podiam aspirar a 1000 euros de salário mensal, recebem 3000 euros em Angola e, na maior parte das vezes, é a empresa que os contrata que lhes dá, ainda, casa e comida. Carlos Cardim é diretor de uma agência de publicidade, instalada há cinco anos na capital, Luanda. “Tenho a impressão de viver no Portugal dos anos 1980, quando começaram a chover os fundos da Comissão Europeia.”

Estes emigrantes privilegiados vivem em grande estilo: moradias luxuosas, carros com motorista, segurança pessoal, noites festivas. “Há aqui um lado Far West, é divertido”, diz João, um consultor de marketing instalado no sul de Angola desde 2007. “Portugal é o país que se deve evitar, neste momento.”

Reverso da medalha

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publicado às 17:00

Angola já é o terceiro país de origem das remessas de emigrantes, logo a seguir à França e à Suíça.

Segundo dados divulgados esta semana pelo Banco de Portugal (BdP), as remessas dos portugueses em Angola estavam assim em 2011 já bastante acima das recebidas de destinos tradicionais da emigração portuguesa, como os Estados Unidos (130 milhões de euros), a Alemanha (113 milhões), o Luxemburgo (68 milhões) ou o Canadá (40 milhões).

No entanto, as principais fontes de remessas de emigrantes continuam a ser a França e a Suíça. Estes dois países representaram mais de metade dos valores enviados para Portugal em 2011: 868 milhões de euros no caso da França, 681 milhões de euros no caso da Suíça."

Os que não tiveram lugar nem oportunidades na sua terra não a esquecem e continuam a enviar as suas poupanças. Angola está a crescer fortemente resultado da recente emigração de jovens quadros.

 

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publicado às 20:05

Veja o que deve fazer para encontrar trabalho no estrangeiro.

Angola a crescer a 6/7% ao ano está sequiosa de quadros. A língua comum é uma grande vantagem para os jovens portugueses. Turismo, construção civi, gestão dos recursos humanos, informátiva, engenharia são actividades que abrem grandes oportunidades.

"

José Bancaleiro destaca como os sectores que procuram mais mão-de-obra, "a construção civil, a manutenção, a metalomecânica, o petróleo e a hotelaria." O ‘managing partner' da Stanton Chase frisa ainda que "em termos de competências, os profissionais ganham, obrigatoriamente, flexibilidade, resiliência, capacidade de adaptação, de gestão da mudança, de gestão intercultural." Um dos principais desafios que vão encontrar é que "têm de estar sempre a procurar soluções para tudo."

A adaptação pode não ser fácil, mas compensa, diz ainda José Bancaleiro. "É difícil a adaptação a Angola, as pessoas têm de ser resilientes", opina Bancaleiro. Porém, "a vantagem é que os salários compensam", lembra. "As pessoas vão ganhar pelo menos o dobro líquido do que ganham em Portugal", garante José Bancaleiro.

E ir trabalhar para Angola compensa também para "ganhar experiência numa sociedade diferente, em rápida evolução e onde se vê que podemos contribuir com a nossa experiência de vida e trabalho e acelerar o desenvolvimento económico e social", diz Francisco Botelho, director executivo do Sol Angola."

Não vá para Angola sem ter no território uma base firme de apoio, isto é, com contrato de trabalho e com contactos com outros portugueses já a viverem no país. 

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publicado às 13:45

O grande problema de aceitarmos como sócios países não democráticos e sem estado de direito é que os novos sócios, rapidamente, olham para o nosso país como olham para o deles. Tudo se compra, podem fazer tudo, não há limites à trafulhice nem à ganância. E. claro, a carne é fraca e aí temos senhores muito importantes e independentes a quem damos o supremo direito de nos investigar, a trocar a carreira por um lugarzinho na administração de um banco.
O convite resultou, como é bom de ver, da experiência do magistrado enquanto banqueiro.
Estou a ver o magistrado a folhear o processo em que o banco era suspeito e a ouvir do dono : olhe, senhor magistrado, estou tão inocente que até lhe ofereço um lugar no próprio banco para ter o tempo todo e ter acesso a todos os documentos!
É, realmente, um argumento irrecusável!

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publicado às 19:30

Eu até estou de acordo com os Alemães mas não é pelas mesmas razões! Merkel tem razão quanto aos túneis e às autoestradas. O dinheiro deveria ter sido dirigido para as PMEs , para a inovação, investigação e produção de bens transaccionáveis e exportáveis de que a Alemanha é a nossa melhor cliente.

Quanto ao dinheiro Angolano na verdade se é só pelo dinheiro é uma opção catastrófica. Os Alemães  sabem que os Angolanos não põem cá um "tusto", e que a Caixa Geral de Depósitos empresta e eles pagam "com o pêlo do mesmo cão"! E, também sabem que a GALP tem em Angola importantes negócios na área do petróleo e que temos muitos milhares de nossos compatriotas a fazerem pela vida naquele país africano.

Mas compreenderão mal que a China esteja a comprar tudo com muito dinheiro sem outra razão aparente. A verdade é que a Alemanha para além de ser o nosso melhor cliente tem em Portugal, há muitos anos, empresas fundamentais para a nossa economia, como a AutoEuropa e a Siemens. Estas empresas, criaram à sua volta "clusteres" de saberes, envolvendo empresas e jovens técnicos, muito contribuindo para o desenvolvimento da tecnologia em Portugal.

Isto é mais do que suficiente para podermos compreender porque em apenas dois dias dois políticos alemães de primeira linha mandaram recados para o governo.

Afinal as linhas estratégicas com que Portugal se coze, orientam-se para a UE ou para África e Ásia? Os alemães gostavam que não houvessem dúvidas quanto a essa questão central!

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publicado às 09:00


BCP - um fim anunciado

por Luis Moreira, em 28.01.12

Só quem não queria ver é que não via, o BCP um banco de sucesso foi sendo destruído pelas guerras entre accionistas. O golpe fatal foi-lhe dado pelos políticos.Afastou-se a Opus Dei e entrou a Maçonaria pela mão do anterior governo. Angolanos e Chineses preparam-se para abocanhar o maior banco português, desfeito por erros de gestão e por muitos milhões em parte incerta.

Há muito que o disse em sucessivos textos: O BCP é outro BPN? ; Quem anda a comprar acções do BCP aos milhões? ; O BCP tem a administração em risco - uma bomba prestes a rebentar.

E muitos outros textos que pode encontar aqui na Pegada ( basta procurar em BCP). Não era dificil!

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publicado às 12:00

Os portugueses que rumam a Angola vêem-se confrontados muitas vezes com situações bizarras, como seja serem impedidos de entrar com o pretexto de não terem "visto" mesmo que este tenha sido passado pela embaixada angolana em Lisboa.

"Mais de duas dezenas de portugueses foram barrados à entrada de Angola. Dezanove foram mesmo obrigados a regressar a Portugal no mesmo avião que os tinha levado ontem à tarde. Entretanto esta manhã, já em Lisboa, contaram à equipa de reportagem da SIC que mal chegaram ao aeroporto de Luanda foram levados para uma sala onde ficaram fechados à chave."

Sem apoios sólidos no terreno é uma aventura. Estar quinze minutos no aeroporto sem que alguém nos espere pode dar lugar a chatices a que não estamos habituados. Atenção, pois!

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publicado às 16:00


Agência nacional de ajuda ao emigrante

por Luis Moreira, em 21.12.11

Diz o Rangel. Não se trata de empurrar as pessoas mas de as ajudar, detectando oportunidades de emprego junto dos países de língua Lusófona, acompanhar as pessoas até total integração.

"Segundo Paulo Rangel, a emigração pode ser, não "uma primeira solução", mas "uma segunda solução" para "pessoas que têm condições para isso, que ainda não têm a sua vida montada, que são mais jovens, mais ligados à aventura", porque "pode ser uma forma de as pessoas terem rendimento, de terem uma experiência, de terem uma ligação ao País feita de outra maneira, de servirem também o País".

Ontem jantei com um amigo emigrante em Angola que me falou da grande quantidade de jovens quadros portugueses que estão a chegar ao país. Oxalá, que seja uma boa solução para muita gente nova naquele pais imenso, que fala português e que precisa de quadros, agora e não mais tarde!

E atenção, os chineses estão a "invadir" Angola com trabalhadores e dinheiro!

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publicado às 16:00

Até há quem diga que Passos Coelho foi a Angola numa viagem relâmpago só para tratar deste assunto. Por outro lado o Banco de Portugal já deu autorização para a Sonangol chegar aos 20% no capital do banco. Ora o BCP tem interesses em muitas e importantes empresas Portuguesas. Contudo, há uma nebulosa à volta do BCP. Ninguém sabe como realmente está o banco depois da intervenção da Caixa Geral de Depósitos e os sinais que vêm da Bolsa não são para sossegar ninguém.

Claro que Portugal está muito interessado em exportar para  Angola, técnicos, tecnologia, produtos e serviços, há a língua, o conhecimento mútuo, os investidores Chineses e Brasileiros que andaram por lá não deixaram saudades. Pede-se reciprocidade aos grandes investimentos que Angola tem efectuado nas grandes empresas portuguesas, foi bem audível o pedido de Passos Coelho, "precisamos de tempo".

O próximo Presidente da República vai sair de um destes três candidatos - Jose - Eduardo- Santos- por isso não há surpresas, o equilíbrio vai manter-se por mais alguns anos.

Cada empresa deverá aquilatar o que será melhor para si na sua estratégia de internacionalização, mas Angola tem potencialidades enormes e quase tudo está por fazer!

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publicado às 13:28


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