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A Grécia é, por agora, o novo palco

por Luis Moreira, em 13.02.12

No outro dia um amigo nosso que muitas vezes é publicado aqui na PEGADA e que constituiu um grupo de reflexão com economistas , sociólogos e políticos de esquerda, dizia-me desiludido:" não aparecem medidas concretas!" São as mesmas pessoas que estão a fazer a "Auditoria Pública à Dívida", mas não serão todos.

Neste tabuleiro, neste modelo de sociedade, com os mesmos princípios é, claro, que os resultados são os mesmos. Outra coisa seria se mudássemos de modelo.

E, com outro modelo,  podíamos dizer a quem estivesse em má situação. Vocês agora que estão numa situação difícil, congelem a dívida, párem a contagem dos juros e vamos fazer o que há a fazer para saírem dessa situação. Precisam de tantos milhões para injectar na economia, é necessário fazer reformas no sentido de tornar os "sistemas" sustentáveis e, quando estiverem com a cabeça fora de água, pagam o que devem conforme as possibilidades.

Isto é o que qualquer um de nós faria a um semelhante, a um amigo, a um familiar. Com a garantia que seria mesmo ressarcido.

Para que esta abordagem fosse possível, seria necessário que fossem os governos a terem o poder na mão e o usassem a bem dos cidadãos e os bancos centrais a serem a "última instância soberana" e a ditar as regras do jogo.

Algo que estivesse muito mais perto do "socialismo de rosto humano" do que o "capitalismo predador"! E se assim fosse não havia crise, nem sequer tinha começado!

Eu bem compreendo a minha gente que diz com convicção que há caminho alternativo. Haver há, o que não há é vontade política!Veja-se o que se experimenta na Grécia, uns e outros a verem até onde podem ir. Muitas das coisas que não passarem na Grécia não vão chegar aqui.

Enfim, a eterna luta por uma sociedade mais solidária, mais justa e mais democrática!

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publicado às 11:00


É seguro ou mudo?

por Luis Moreira, em 30.01.12
Depois da liderança marcante de Sócrates (goste-se ou não dele) o silêncio de António José Seguro é ainda mais audível. À sua esquerda há muito barulho porque podem fazer as promessas todas, mas é óbvio, para sermos justos, que para o PS não é fácil apresentar alternativas. Dizem alguns que em casos pontuais Seguro terá intervido fora de tempo ou fora de registo adequado, mas soa a pouco. Do que se trata é que as alternativas não se avistam como terra prometida, estamos num tempo de "partir pedra", a "Catedral" está longe de se erguer e lançar sobre nós todos a sua sombra protectora.
Por isso, ao mesmo tempo que se agitam os que acham que sete meses é tempo em política, bastaria olhar para o outro lado, para José Seguro, para perceber que o caminho é estreito e dificil.
Sejamos justos! Não se peça a Seguro alternativas consistentes quando ninguém a nível mundial as apresenta.

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publicado às 16:00


Acorda Portugal

por Rolf Dahmer, em 25.01.12

“Estratégia não é tudo, mas sem estratégia tudo é nada.” Wolfgang Mewes, investigador de sistemas e autor da Teoria da Gestão Cibernética (EKS)

 A alteração da Constituição abaixo referida, situa-se no campo táctico e é sem dúvida um assunto interessante a considerar. Todavia, se este passo não for precedido por uma alteração fundamente da ESTRATÉGIA – New Deal! – o seu efeito será nulo ou quanto muito apenas passageiro.

"Peço a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contatos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.

Em três dias, a maioria das pessoas neste país lerá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.

Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.

2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados ( passado, presente e futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da Segurança Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Nãohaverá privilégios exclusivos.

3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.

4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde atual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.

6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses.

7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

8. Exigência de assiduidade tal como aos restantes portugueses, que até quando vão ao médico lhes é descontado o dia.

9. Juntar a estas exigências O Governo e o Presidente da República.

10. Alterar de 230 para 150 o nr de deputados, um país tão pequeno não precisa de tantos deputados.

O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.

Assim é como se pode  CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE. Senão, PODE DESCARTÁ-LO.

Você é um dos meus 20 contatos.

Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR."

 

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publicado às 17:00


A alternância em Democracia

por Luis Moreira, em 06.11.11

Portugal mudou há cinco meses, o centro-direita ocupou o lugar preenchido nos últimos seis anos pelos socialistas. Em Espanha tudo aponta para uma vitória absoluta do PP e a saída dos socialistas do PSOE. Em França começa a ser muito real o avanço dos socialistas para substituir a direita personificada em Sarkozy. Na Grécia tudo indica que os socialistas vão ser substituídos na chefia do governo...

Embora a alternância não queira dizer que haja alternativa, não é coisa de somenos,  é um balão de oxigénio de que o sistema democrático dispõe para "dar de novo".

Para além do desgaste que o exercício de governar causa, dos compromissos que atam as mãos, das decisões que não deixam margem para recuo, novos actores na governação permitem a renovação dos compromissos, ganhar espaço para retomar a negociação, chamar para a agenda política áreas até aí esquecidas.

A "mexicanização" da governação que teve o seu apogeu com o governo no México que, de forma democrática, se manteve no poder mais de quarenta anos, é um exemplo que deixar "aquecer" o fundo das cadeiras do poder não é sensato. Como se sabe quando, enfim, no México novo governo tomou posse encontrou o país numa situação que o colocou por longos anos como um dos países mais pobres do mundo.

A alternância devia ser aproveitada pelos partidos para desenvolverem uma verdadeira alternativa nas políticas, não me atrevo sequer a sugerir que fosse no sistema, mas para romper com práticas que hoje estão condenadas pelos malignos resultados a que conduzem.

É natural e salutar que a alternância seja praticada democraticamente e sem dramas!

 

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publicado às 18:00


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