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Exemplo prático

por Francisco Clamote, em 01.03.12
Tendo em conta toda a encenação feita por Alberto João Jardim, no seguimento da descoberta do "buraco"  nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira,  o convite endereçado ao dito cujo para ser um dos mandatários da recandidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD, só pode ser encarado como altamente surpreendente. 
Soube-se hoje, no entanto, que há, pelo menos, mais dois mil milhões de razões para a surpresa ser maior ainda. Com efeito, sabe-se agora que a dívida global da região da Madeira que, segundo o antes anunciado pelos governos da Madeira e da República, andaria pelos 6328 milhões de euros no final de Junho passado, vai ultrapassar a barreira dos 8000 milhões.
Mas tudo tem, afinal, a sua explicação e, neste caso, é o próprio Alberto João quem se prontificou a apresentá-la: “É uma altura de unidade partidária e foi por essa razão que eu aceitei ser o mandatário do líder nacional do partido”. 
Perante isto e se nos recordarmos que Alberto João não vai ter que pagar, até ao final do seu actual mandato, nem um tostão do empréstimo concedido pelo governo presidido por Passos para cobrir as loucuras do líder da Madeira, será ainda preciso explicar como funciona uma pandilha?

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publicado às 22:35


A Madeira sempre vai para a independência?

por Luis Moreira, em 25.01.12

Passos e Jardim chegaram a acordo depois de cinco horas de reunião. Do pouco que se sabe "a Madeira honrará as suas dívidas", como não pode deixar de ser. E não vai nada para a independência, nem para referendos, paga como todos os outros portugueses!

"Fonte do gabinete do primeiro-ministro, citando Alberto João Jardim, disse aos jornalistas que o presidente do Governo Regional afirmou “que a Madeira pagará as suas dívidas”.
A mesma fonte acrescentou que foi reconhecido na reunião o princípio de responsabilidade da Madeira pelo capital em dívida e pelos seus juros."

As crises têm destas coisas, o que tem que ser tem muita força, é o momento da verdade, só gasta dinheiro quem o tem ou quem o pode ir buscar a qualquer lado. Ora a Madeira não tem dinheiro e não tem quem lho empreste. Assunto resolvido e de enfiada fica a chantagem da "Madeira independente" resolvida!

Não está mal após trinta e tal anos de "basófia" de Jardim e de cobardia por parte dos "cubanos"!

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publicado às 21:55


O Alberto João hoje vai assinar. Mas cumpre?

por Luis Moreira, em 25.01.12

O Alberto João assinar, assina, mas cumpre? Vai ficar até ao fim do acordo como presidente da Madeira? Ou vai assinar e a seguir deixa o lugar a um "sobrinho" que depois vem dizer que não assinou nada e, por isso, não cumpre? Perdeu autonomia? Sem dúvida, todos os países da Zona Euro perderam autonomia, é natural que a Madeira também perca.

E, com este resgate financeiro, há alguma alteração de políticas ou vai continuar a fazer túneis, autoestradas e obras inúteis? E encher a "barriga" aos  agora empresários milionários que vivem dos neg´cios com o governo regional?

É preciso que o acordo hoje assinado à tarde contenha limites, orientações gerais, estratégias e prioridades sem o que, daqui a meia dúzia de anos, estaremos na mesma situação. A pagar! 

Porque o "regabofe" não foi só culpa do Alberto João, os governos nacionais tiveram muita culpa na cobardia como (nunca) enfrentaram o homem, e o PSD mais que todos por ter medo de perder os votos dos "deputados madeirenses acorrentados" !

Logo à tarde, com gente como esta, é só uma formalidade!

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publicado às 09:00

Alberto João Jardim

Aos naturais custos da insularidade, os madeirenses lograram somar mais um, que eles próprios inventaram. Tem nomes próprios e apelido: Alberto João Jardim. Eleição após eleição, a Madeira permitiu-se acreditar que o "é-fartar-vilanagem" que lhes ia prometendo (e cumprindo) o seu sempiterno chefe não teria um fim. Que a factura de tamanha inconsciência seria sempre paga pelos cubanos...ou então...!

Ou então, nada; bem se vê agora no rugido miado de quem tão alto troava. Acabou-se o pagode; a Madeira dançará de ouvido o bailinho de anos de folia, que a banda já não toca a crédito. Não me dá prazer nenhum alinhavar estas palavras, embora haja que reconhecer que a Madeira se limita ao inevitável, alcançando-o, deitando-se na cama que tão afincadamente fez.

Conheço razoavelmente a realidade madeirense e bem sei que a frase "os cubanos que paguem a crise" era uma espécie de pirete apontado aos céus usado por quase todos, erguido a cada despautério, a cada túnel, a cada obra sem tino ou razão. Apenas porque sim e "aponta a conta no tecto, que alguém há-de pagar"; eles pagam!

Pois "eles" já não pagam mais. Agora, as contas da Madeira, a tal gota no oceano do défice português, serão (também) pagas por quem as avalizou a cada eleição, pelos madeirenses. E como é apenas uma gota, não devia custar nada. Mas vai custar, bem sei que vai; sei-o porque vivo numa ilha chamada interior, onde nunca houve pão para malucos, bem mais distante e esquecida do que a ilha da folia.

Tudo isto para dizer que as maiorias absolutas de Jardim não cairam do céu aos trambolhões. Tudo isto para dizer que não há almoços grátis. Agora somem as parcelas, peguem na lista telefónica da ilha e digam o nome completo do responsável pelo fim da autonomia da Madeira. Será mais rápido e fácil decorar o nome de todos os habitantes da Madeira do que recuperar o que hoje se perde. Os culpados são todos os madeirenses que se limitaram a olhar para onde ele apontava. Sem nunca questionar, sem nunca ter a decência de reconhecer a indecência. Sem nunca dizer não. E são também os continentais que nunca ousaram pisar o risco que havia que ser pisado: uma mera limitação de mandatos teria sido suficiente.

A Madeira perdeu a autonomia mas ganhou a independência tantas vez alarvemente usada à laia de ameaça. A independência de quem se faz homem e paga as suas contas no fim do mês.

Bem-vindos ao mundo real!

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publicado às 23:44


Grandes lesmas!

por Francisco Clamote, em 08.11.11
Alberto João Jardim não podia encontrar melhor maneira de insultar os funcionários públicos da Madeira do que dar-lhes três horas (!) para se sentarem no sofá para o verem, pela televisão, pela enésima vez, a tomar posse como soba da Região.
De facto, se o seu despacho concedendo aos funcionários tolerância de ponto a partir das 14 horas para  assistirem à posse do governo regional, marcada para as 17horas, não é um insulto, não estou a ver bem que outra coisa poderá ser.
A não ser que ele julgue que estamos na época do Carnaval e esta seja mais uma forma de gozar com quem lhe paga o salário e a pensão. E, se calhar, é.

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publicado às 23:16


Alberto João levou um par de lambadas...

por Luis Moreira, em 09.10.11

Em tempos, já assim alguém o fez. Recordemos. Nos finais da década de 70, invectivando contra o Conselho da Revolução, Jardim proclamou: «Os militares já não são o que eram. Os militares efeminaram-se». O comandante do Regimento de Infantaria da Madeira, coronel Lacerda, envergou a farda número um, e pediu audiência ao presidente da Região Autónoma da Madeira. Logo-assim, Lacerda aproximou-se dele e pespegou-lhe um par de estalos na cara. Lamuriou-se, o homenzinho, ao Conselho da Revolução. Vasco Lourenço mandou arrecadar a queixa com um seco: «Arquive-se na casa de banho».

É verdade! Contou-me um dos intervenientes!

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publicado às 12:00


Independência para a Madeira?

por Rogério Costa Pereira, em 24.09.11

«O presidente do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, disse nesta sexta-feira que se o Estado português olha para a Madeira e o Continente como “dois países”, então que dê a independência ao arquipélago madeirense.»
Há que não ir na cantiga deste indivíduo. Os meus desprezos estão todos centrados nele, nunca na Madeira, mesmo porque as razões para esta estar como está são indissociáveis do ser em questão. Não confundo um toco de árvore com a floresta. A Madeira não é Jardim.

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publicado às 13:19


Meias-verdades, omissões, fintas e outros truques

por António Leal Salvado, em 21.09.11

Passos Coelho fez-se entrevistar na RTP, muito a propósito do que se sabe de Alberto João, muito a propósito de tanto se falar de Alberto João. E, aplaudido pelo frenesi de Maria João Avillez ou encoberto pela deturpação de Moita Flores, disse coisas, não disse outras, nem disse nem deixou de dizer muitas outras, não confirmou nem desmentiu. Disse o que podia para ver se esta má onda atlântica passa ao largo, não disse o que devia para responder às perplexidades e esclarecer as ignomínias. Entre o que disse, o que quase disse e o que quase não disse, ficaram e ficam factos.

Apenas factos:
1.       A. J. Jardim fez e tem em vigor uma lei (excepcional no país e inconstitucional) que permite aos membros do seu Governo Regional e a ele próprio acumularem os lugares no Executivo com a administração de empresas privadas e ao Governo Regional fazer negócios com essas empresas (e contrair dívidas do Governo para negócios com essas empresas e esconder essas dívidas com a cumplicidade dessas empresas);
2.       A. J. Jardim fez e tem em vigor uma lei (excepcional no país e inconstitucional) que confere imunidade por prática de crimes e responsabilidade civil aos membros do seu Governo Regional e a si próprio;
3.       A lei sobre responsabilidade dos titulares de cargos políticos prevê responsabilidade criminal (punível com prisão) para a prática dos actos cometidos por A. J. Jardim; e o Código Penal tipifica como crime punível com prisão a gestão danosa;
4.       Passos Coelho não irá à Madeira fazer campanha por A. J. Jardim – como nunca dirigente algum do PSD nacional lá foi;
5.       Passos Coelho não imiscuirá o PSD nacional na avaliação de oportunidade ética e política da recandidatura de A. J. Jardim – tal como é conveniente para que ele possa ser reeleito pelos seus, tal como é conveniente para que os ‘laranjas’ do continente possam formal e publicamente “lavar as mãos” da sujeira que lhes dá jeito;
6.       Cavaco nada diz institucionalmente quanto à Madeira, tal como nada disse quanto aos Açores noutro ensejo – mantendo assim a coerência do vazio, neste caso de ‘indiferença’ que objetivamente encobre um protegido, como no outro de espalhafato que em interrupção das férias tocou as antenas a rebate para prejudicar um adversário;
7.       Cavaco não incomoda A. J. Jardim – também nisso sendo coerente com o respeitinho que lhe guardou quando foi ‘proibido’ de receber os líderes políticos da Oposição madeirense e se ajustou a falar com eles num hotel;
8.       Quem pagará os desvarios do dinheiro-de-mão do A. J. Jardim correligionário de Cavaco serão os mesmos dez milhões de bolsos que pagarão os desvarios do dinheiro-de-mão do Dias Loureiro sócio de Cavaco.

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publicado às 15:20


O Jardim de pecados mil

por António Leal Salvado, em 18.09.11

Depois de exceder o admissível, o Bokassa excede o imaginável. E Passos Coelho? Igual a si próprio: oco, cinzento, cúmplice de não lhe importa o quê.

Nesta sombra de Pátria lusitana, o despautério só pode culminar - aposto que vai - com a reeleição de Alberto João, com o dinheiro de todos nós bem (di)gerido pelo cabecilha formal do seu partido e graças à supina influência do mais influenciável-influenciador da famiglia: o perdigoteador de bolo-rei.
Emigrar? É contra-senso. Já vivemos num local muito distante da gloriosa Pátria amada!

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publicado às 19:02


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