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A UGT ameaça que se o governo não implementar por inteiro o Acordo de Concertação Social rasgará o acordo. Até agora, acusa, o governo foi célere a implementar as medidas que mais afectam os trabalhadores.
"O Governo foi rápido e célere a implementar as medidas do mercado de trabalho e de alterações do Código do Trabalho, tendo-se esquecido das restantes", afirmou, defendendo a necessidade de o Governo "arrepiar caminho e, rapidamente, adotar um programa e um calendário que permitam a implementação das medidas de crescimento e de emprego".
O secretário-geral da UGT, João Proença, disse, por sua vez, que a central sindical assinou o acordo tripartido "em defesa" das oito horas de horário máximo de trabalho diário, do Estado Social e do emprego.
"Exigimos respeito por este acordo tripartido, o seu cumprimento integral", afirmou.
„Tudo o que precisas para desfazer um dilema, é a coragem de permitir mudanças. Então a resposta irá ter contigo” Kurt Hüsniye
Quando se pretende alterar estruturas incrustadas, não há nada melhor que um bom dilema: criar um foginho debaixo do rabo e oferecer saídas promissoras. Se não houver saídas, o tiro poderá saír pela culatra.
Correio da Manhã
20 Janeiro 2012 - 03h35
A Voz da Razão
Monstrinhos
Existia em Portugal um reino encantado a que os trabalhadores se referiam como ‘o quadro’. Sempre que alguém começava a trabalhar, o objectivo não era fazer mais ou melhor. Era entrar no ‘quadro’. Quando se atingia esse reino, o trabalhador sabia que podia desligar os motores e apodrecer em paz. Só a morte, ou a reforma, o tiraria de lá.
Exagero? Admito. Mas a caricatura ajuda a explicar a realidade: a rigidez e a segmentação do mercado de trabalho não eram apenas um obstáculo ao crescimento económico. Eram uma clamorosa injustiça geracional, onde trabalhadores blindados e mancebos precários tinham um muro a separá-los.
O acordo celebrado entre o Governo e os parceiros sociais tem o efeito de acabar, na prática, com ‘o quadro’. Mas seria ingenuidade pensar que uma reforma liberal no trabalho se sustenta sem uma reforma liberal na economia e no Estado. Sem alterar a dimensão e a predação fiscal do nosso monstrinho, a reforma no trabalho servirá para nada.
João Pereira Coutinho, colunista
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