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Vital Moreira está sempre "à coca" e já percebeu que isto tem uma estratégia, vai já no meio da "pirueta" política, passo(s) ante passo(s) já está a aproximar-se do governo.

"Nunca alinhei na ideia da ruptura do euro ou da saída de Portugal. Essa saída não é opção. E penso que, embora com hesitações e atrasos, a União respondeu bem à crise e, no caso de Portugal, penso que estamos no bom caminho. No fundamental, não temos de nos queixar de a Europa não nos ter dado a mão quando precisámos dela.

No bom caminho como?

Para permanecer no euro, para consolidar as contas públicas e para recuperar a competitividade económica. Isso não é para amanhã, ninguém espera isso…

Reconhece algum mérito ao trabalho que este governo tem feito nesse sentido. É isso que está a dizer?

Independentemente do juízo que eu faça sobre as políticas em concreto deste governo, as coisas não lhe estão a sair mal. Uma parte por mérito próprio, outra por factores exteriores que lhe têm sido favoráveis. A convicção e a determinação são importantes quando se trata de responder em termos de credibilidade e confiança. E o governo tem uma estratégia clara: fazer o mal todo de uma vez, de modo a poder inverter a situação a tempo das próximas eleições legislativas."

No bom caminho, estratégia clara, inverter a situação, as coisas não estão a sair mal...

Eu gosto mais dos que se mantêm firmes embora nem sempre com razão...

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publicado às 15:32

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Descubram as diferenças: "O fascismo italiano assumiu que a natureza do Estado é superior à soma dos indivíduos que o compõem e que eles existem para o Estado, em vez de o Estado existir para os servir. Todos os assuntos dos indivíduos são assuntos do Estado." [http://pt.wikipedia.org/wiki/Fascismo]

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publicado às 13:27

Quem ganhou com os milhões da dívida? Na Islândia sabe-se, é preciso também saber-se em Portugal. Quem o diz é um economista que veio às conferências do Estoril . "

O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega diz que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e dos bancos.

"Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu País eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro", diz o responsável.

Nós também sabemos mas não ganhamos nada com isso, ninguém é responsabilizado perante a Justiça.

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publicado às 11:00

Não há incompatibilidade entre estar na administração de uma grande empresa e ao mesmo tempo estar no governo e ser quem negoceia as privatizações? E as Parcerias público Privadas são um caso de ignorância ou trata-se de contratos que tinham em vista calendários eleitorais?

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publicado às 17:00


Primeira baixa no governo

por Luis Moreira, em 12.03.12

O Secretário de Estado da Energia está de saída depois de perder a guerra com os poderosos operadores do mercado da energia.

Em causa estará o estudo de avaliação dos custos das rendas excessivas, encomendado pelo Governo para entregar à ‘troika', segundo o qual o Estado estará a pagar 3,9 mil milhões de euros a grandes produtores de electricidade em rendas excessivas. O objectivo do Governo seria cortar 2,5 mil milhões deste montante.

Fontes próximas do ministério explicam que a resistência das empresas ao corte de custos de interesse económico já tinham levado o secretário de Estado da Energia a ameaçar demitir-se. Em Janeiro, Henrique Gomes voltou a reforçar a intenção do Governo em reduzir estes custos e a necessidade de actuar em todo o sector. Acusou ainda a EDP de ter "excessivo poder de mercado e de influência", disse em entrevista ao Jornal de Negócios.

Era bom que alguém independente explicasse aos portugueses o que na verdade se passa no mercado da energia em Portugal.

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publicado às 22:16


O Ministro Enganado

por Rogério Costa Pereira, em 05.03.12

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"Ministro da Economia saiu hoje da residência oficial do primeiro-ministro sem prestar declarações à comunicação social."

Ninguém terá grandes dúvidas de que Santos Pereira ou ia para reclamar o que é seu -- o QREN, a gestão dos fundos comunitários, as pastas que lhe esvaziaram -- ou ia para se demitir.

Terá saído de São Bento como entrou, sem QREN e ainda feito naquela espécie de ministro em que o transformaram. Esvaziado, diminuído, enganado.

Entretanto, o grilo falante do Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, garantia ser demasiado cedo para uma remodelação, enquanto aproveitava para se recitar. Que este Ministro tem de se ajeitar aos usos e costumes lusos (não foi isso que ele disse, mas é esse o significado das palavras de Marcelo). Esses usos e costumes de tão boa cepa e que a este porto nos trouxeram.

Aguenta mais um pouco, Álvaro, engole mais uns sapos. A bem da nação!, ter-lhe-á dito Passos Coelho. E assim foi. Para alemão ver. A bem duma nação, sim, mas não da nossa.

Ainda assim, Álvaro lá fez o favor de nos deixar uma quase perfeita metáfora deste governo. «O carro onde seguia o ministro saiu de São Bento em contramão, virando à esquerda [esta é a parte do "quase"] numa rua de sentido único.» [fonte]

off-topic ou nem por isso (e aproveitando a boleia do {#emotions_dlg.smile}). Clique nos links

I TERTÚLIA PELA DEMOCRACIA E CIDADANIA: Fundão, 31 de Março de 2012

OUVIR E FALAR - Ciclo de Tertúlias pela Democracia e Cidadania

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publicado às 22:29


Os cumpridores

por Ariel, em 28.02.12

 

 

Esta sequência de declarações da Troika e de Olli Rehn fazem-me lembrar Dupond e Dupont.  Temos de animar o moribundo, diz o primeiro, eu diria mais, temos de animar o moribundo, diz o segundo.

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publicado às 22:43


Vale a pena passar pelo governo?

por Luis Moreira, em 28.02.12

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publicado às 20:00


Governar pelo medo

por Luis Moreira, em 26.02.12

Vamos além da Troika; custe o que custar; só há um caminho: empobrecer; a recessão económica é inevitável; o aumento de desempregados é o resultado da recessão ; emigrem ; não sejam piegas ...

Ou é um doido ou um político! E, se é político, está a dizer exactamente aquilo que quer que nós oiçamos. Tenham medo, muito medo, porque tudo o que não for assim vai ser pior. Ainda não viram nada, e estas medidas é para não verem o que é verdadeiramente mau, olhem para a Grécia que ficou aquém da Troika".

Porque é que esta política neoliberal que começou há trinta anos com Tatcher enganou toda a gente incluindo tantos governos socialistas? Porque não há político nenhum que tenha condições de tomar medidas a curto prazo contra consequências a longo prazo. Ninguém paga mais impostos se não vir, primeiro, o emprego a arder!

A Alemanha é um exemplo deste estado de coisas, vai deixando aprofundar o abismo e, quando o abismo está aí à frente de todos toma mais uma medida que não resolve o problema, dá só mais tempo para que os cidadãos alemães e europeus vejam melhor o abismo. Conscientes que o abismo existe os cidadãos estão prontos para pagarem mais e, assim, sucessivamente. Todos vêem menos Merkel? Estranho, não?

Esta política é, hoje, perfeitamente visivel e notória e começa a ganhar força nos comentários nacionais e internacionais. Os economistas "Prémio Nobel" já disseram tudo , sobre a Teoria Económica, sobre a experiência que o mundo acumulou com as duas anteriores grandes crises mundiais, sobre as causas e os efeitos mas, os políticos, ou antes, os políticos que têm que tomar decisões ( e só esses) é que não viram, nem querem ver.

No mínimo estranho, não?

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publicado às 11:00


Emigrai e multiplicai-vos!

por Ariel, em 24.02.12

"Os diplomatas portugueses "não prestam para nada"[...]  [...] o Presidente da República e o ministro dos Negócios Estrangeiros,  «a única coisa que vêm cá [aos Estados Unidos] fazer é gastar dinheiro e passear»"

 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros  engrossou a voz e declarou, impotente,  que o impacto não é significativo  "150 [vistos] apenas deixam de ser feitos".

 

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publicado às 11:25

Portugal é a Terra, a Pátria, dos Portugueses: os jovens, os trabalhadores, os licenciados, os soldados, os marinheiros (muita da história deste nobre povo é de soldados, marinheiros e missionários) os intelectuais, os indigentes, os empresários, os idosos, a diáspora, numa palavra, Portugal é obra de todos os concidadãos portugueses que vivem em Portugal e os que estão espalhados pelos quatro cantos do Mundo.

Não ter esta visão e este conceito inscrito de Portugal e dos Portugueses, pode ser um grave sintoma de apatia patriótica, e no caso de qualquer governante quiçá uma patologia da mais profunda gravidade que só pode ter uma consequência politica letal, neste nobre país – Portugal.

Ninguém neste Portugal fundado por D. Afonso Henriques está a mais. Todos vivemos e inscrevemos no mais fundo das nossas almas e corações as grandes gestas do nosso povo: a glória da Fundação, a Vitória da Revolução de 1383; os Descobrimentos; a Restauração; o Renascimento de Portugal no 5 de Outubro de 1910; a Conquista da Liberdade e a iniciação do regime democrático em 25 de Abril 74; e ainda os grandes sucessos nas ciências, na arte e na cultura e essa grandiosa e única experiência da nossa diáspora que tanto honra Portugal pelo Mundo. Todas estas gentes e feitos são Portugal.

Este Portugal secular, nobre, valente não pode nunca sucumbir sob as ameaças e garrotes de qualquer natureza, hoje, com mais ênfase o financeiro, de quem nos queira reduzir a semi-escravos; não se pode tornar volátil sem portugueses, por causa de erros de más governações; exploração desenfreada e impiedosa dos braços das mulheres e homens portugueses; desprezo pelo valor e o mérito dos que ganharam competências académicas nas universidades portuguesas ou do mundo; ódio ao diferente, à liberdade e à crítica; abandono de idosos, desempregados e doentes, e, ainda, com maior força, não pode deixar de ser o Portugal dos portugueses (o Portugal que amamos e servimos) só porque, uma percentagem mínima de Portugueses quer que este país seja uma sua quinta, para o retalhar e partilhar com o capitalismo especulativo internacional.

NÃO! ISTO NÃO PODEMOS PERMITIR QUE ACONTEÇA.

Portugal é nosso, e ninguém da gente deste povo, nos pode, por deter riqueza, ou poder conjuntural determinar que desistamos de Portugal, e que, ao invés de lutar pela sua grandiosidade, nos subjuguemos aos ditames estrangeiros da sua destruição, através dos poderes constituídos, que de um modo autista, não ouvem a critica justa e, desesperadamente, apontam, para os que lutam, por mais e melhor Portugal, a porta de saída da Pátria que é nossa.

Portugal é onde nascemos, e a maioria quer viver e morrer nesta nossa terra, isto, é um nosso direito, e quem quiser emigrar, tem esse direito, mas deve fazê-lo, não porque a sua Mátria se tornou madrasta, mas sim porque, um cidadão do Mundo e do Universo, pode fazer-se a qualquer recanto do cosmos.

Sendo um direito dos Portugueses nascer, viverem e morrerem em Portugal, cabe a cada Português fazer o melhor que sabe e pode, para engrandecer e servir o seu país com suor, lágrimas e dor, e todos sabemos que é de um modo quase universal assim.

As vivências de superior sacrifício conhecem bem os mineiros; os trabalhadores da construção civil; as mulheres que trabalham nos serviços de limpeza dos estabelecimentos que logo às 5 h da manhã saem apressadas das camionetas, em direcção aos locais de trabalho; os soldados e marinheiros; os médicos, enfermeiros e outro pessoal do SNS; os investigadores; os bombeiros e polícias; os professores; os voluntários, os empresários competentes e pessoas de bem, isto é, quase todo o Povo, ficando de fora uma minoria de párias, consequentemente, somos um grande Povo que motivado faz das tripas alimento – os tripeiros – para salvar a sua cidade e o seu País.

Sendo historicamente e, hoje, assim, o nosso povo, compete, como dever inalienável aos governos, aos empresários, aos líderes, aos banqueiros, à comunicação social criarem as condições necessárias para que Portugal seja a casa, a Pátria, a Mátria, de todos os portugueses, e só criadas as condições mínimas para a nossa independência, a sobrevivência e o desenvolvimento, cada um de nós poderá questionar-se sobre o que pode fazer pelo seu pais,.

Se os governos enjeitarem esta responsabilidade, à pergunta do que cada um pode fazer pelo seu país, nas circunstâncias dos poderes não cumprirem e rasgarem o contrato social e patriótico que têm com o seu povo, enfatiza-se até ao limite este trágico circunstancialismo, ao povo, neste catastrófico cenário, volta-se a sublinhar este aspecto último de catástrofe, nada mais lhe restará que preparar-se, como em qualquer parte do mundo, desde a Tunísia, à Eslovénia, para a REVOLUÇÂO, para MORRER ou SALVAR PORTUGAL. Historicamente não se vislumbra que outro possa ser o caminho.

Este pacto, este dever, dos governantes para com o país, é ferido quando se aponta aos licenciados o caminho da emigração. O caminho pode e deve ser outro, o do desenvolvimento interno e, ou uma emigração apoiada e acompanhada pelo estado, no sentido da protecção daqueles que partem por causa da nossa exiguidade e politicas erradas que devem ser resolvidas, de modo a trazerem de regresso os que tiveram de em dado momento fazerem uma carreira internacional que integrada num plano de vida e profissional trás vantagens para o próprio e para o país - Assim, sim, de outro modo Não - é um vilipêndio.

Neste mesmo registo não pode o Sr. Ministro da Defesa considerar que estão a mais os que criticam a actual situação militar, como se fossem cidadãos sem vocação para servirem o seu país nas Forças Armadas.

Não o pode, porque é um libelo universal que se torna num insulto, mas também por uma questão de coerência moral. Ninguém o poderá compreender, em nenhuma circunstância seria compreensível, mas muito menos, depois de há tão pouco tempo, ter exaltado tanto a nobreza dos militares que fizeram a guerra, que em muitos momentos morderam a língua, lamberam o pó do chão, para evitar mais mortos e feridos, muitos por falta de meios e má condução da guerra, o que, por activamente criticarem tais erros, os militares, fizeram o 25 de Abril, que muito claramente, na Associação de Deficientes das Forcas Armadas, o mesmo Sr. Ministro, exaltou pelo benefício que trouxe para o país e para a sua pessoa.

O facto do Sr. Ministro não ter ido à guerra, como muitos outros cidadãos, abriu-lhe a grande e feliz probabilidade de ser marido e pai, e, também ministro, o que, na circunstância contrária podia não acontecer, porque qualquer um poderia ter o azar de engrossar a cifra de 10 mil mortos e 30 mil feridos de guerra, para além da cifra desconhecida das vítimas com stresse pós traumático.

Em conclusão, por razões históricas, morais, de justiça e mesmo de coerência o Sr. Ministro da Defesa nunca deveria ter-se pronunciado tão precocemente e de um modo afrontoso sobre as matérias da vocação dos militares e da sustentabilidade das Forças Armadas.

O SR. Ministro tem todo o direito de ter dúvidas sobre a vocação dos militares, ou da sustentabilidade das Forças Armadas, mas antes de se pronunciar sobre tais assuntos, como sobre aspectos da cultura organizacional, tal o caso da antiguidade, tem, antes de mais, de conhecer muito bem e reconhecer o problema. Só depois de clarificadas as sua dúvidas deve agir com determinação, para resolver qualquer que seja o problema e por mais duras que sejam as medidas, se devidamente fundamentadas nos Deveres que tem para com país e as Forças Armadas, fora deste exigente contexto pronunciar-se depreciativamente sobre as Forças Armadas, além de muito grave e insultuoso, é uma originalidade portuguesa, mas por o ser, a torna mais grave, no momento de crise que vivemos, para cuja solução o papel das Forças Armadas é sempre significativo e, poderá mesmo ser determinante.

Nesta pirâmide de “inoportunidades infelizes e infelicidades inoportunas” a referência do Sr. Primeiro-ministro à pseudo pieguice dos portugueses, mesmo no contexto que foi pronunciada e para os objectivos pretendidos, só pode relevar de uma ideia consciente ou subconsciente de mediocridade em relação à generalidade dos portugueses, como é compreensível por todos, em termos lógicos, e psicológicos pelos técnicos, vejamos, se alguém está num meio de sujeitos que considera heróicos, corajosos só por um complexo narcisista diria a essas pessoas nunca sejam cobardes.

Só alguém que se julga com mais provas dadas que a generalidade de nós pode falar em piegas, porque o mais correcto seria exaltar as qualidades de quem nunca se dá por vencido, e ainda as reforçar numa situação de maior dificuldade.

O que o Sr. Primeiro Ministro disse, faz também sentido em relação à valorização pessoal que dá ao seu trajecto, que todavia não é a excepção, mas é a regra, por tudo isto, sendo piegas, somente os que nada fazem e só gritam as suas dores, o Sr. Primeiro Ministro, deu mais uma mensagem errada para o país, no sentido de ser interpretado de que, quem não seguir o seu voluntarismo e crença, é um piegas.

De facto a crença e o voluntarismo do Sr. Primeiro Ministro são EXTRAORDINÁRIOS, só que as suas politicas não são justas em muitos domínios, não têm futuro, e apontam para um maior endividamento por causa do serviço da divida, empobrecimento do país, e, perante este cenário, esqueceu o Sr. Primeiro-Ministro, que o lamber o chão, o cerrar os dentes, a determinação têm de ser postas nos gritos e nas lutas contra estas politica de desastre Nacional e europeu.

Será um erro de matriz totalitária pensar que a critica é falta de vocação por Portugal, ou profissional; ou que todas as criticas são instrumentalizadas pelos partidos, subentenda-se o Partido Comunista (PCP) e Bloco de Esquerda (BE) - eventualmente seria também o Partido Socialista (PS), mas não se deve sequer equacionar esta hipótese, porque de facto o PS está perdido em combate.

O poder parece estar numa atitude que muitos têm referido de recordação, ou pesadelo sobre um renascimento do PREC, no sentido de que este foi o produto da instrumentalização do Movimento das Forças Armadas pelo PCP, o que, levou ao que todos conhecemos, com o afastamento de militares aprioristicamente listados como membros ou afectos ao PCP.

Acusação que foi um erro ignóbil, porque cumprir missões em condições concretas, com a justiça possível, ao serviço dos que precisam de pão, habitação e dignidade, não é estar ao serviço de nenhum partido, mas das Forças Armadas, no seu contrato umbilical com o povo, o que, então, ainda era mais notório ao nível dos jovens capitães e tenentes que cumpriam as directivas dimanadas dos Governos para o Comando das Forças Armadas e deste para os militares, em geral.

PORTUGAL E OS PORTUGUESES VENCERÃO, MAS A CONDIÇÃO NÚMERO UM É SERMOS DIRIGIDOS POR UM GOVERNO AO SERVIÇO DE PORTUGAL E DE TODOS OS PORTUGUESES; E QUE NA SUA SOLIDARIEDADE COM OUTROS PAÍSES ALTERE AS MÁS POLÍTICAS DO EIXO BONA-PARIS, SOBRETUDO DE BONA QUE, EM ALTURA DE CRISE, NEGOCIOU DESPESA ODIOSA COM A GRÉCIA E PORTUGAL, LOGO NÃO SE PODE QUEIXAR MUITO. IMPORTA RECORDAR O DIREITO INTERNACIONAL - O CAPÍTULO DA DESPESA ODIOSA – QUE JÁ FOI ACCIONADO PELOS EUA, E LIBERTA OS PAÍSES DE A PAGAREM AOS CREDORES, POR TEREM AVALIZADO NEGÓCIOS ESPECULATIVOS E, OU PARA ALÉM DAS COMPETÊNCIAS DO EXERCÍCIO NORMAL DA GOVERNAÇÃO – EXEMPLO PRIVATIZAÇÔES, NÂO REFERENDADAS PELAS POPULAÇÔES.

9 de Fevereiro 2012

andrade da silva

 

PS: Na próxima sexta, se entretanto, outros acontecimentos não surgirem falarei da formação de um governo constitucional de emergência na pré-situação de crise grave. Na situação de crise muito grave provavelmente o governo de Emergência Nacional far-se-ia numa situação atípica, de estado de sítio, desde que a Constituição ainda vigore. Obviamente que não passa por aqui nenhuma arte de adivinhação, mas de reflexão e de alerta para mudar o RUMO das coisas, sem perder a Direcção.

 

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publicado às 17:00

 

 Essa anedota da meia-hora de trabalho a mais, a ir para a frente, vai dar num fartote de produtividade tal que há mesmo que ter cautela com o superavit que nos vai cair em cima, não nos vá rebentar algum tímpano ou isso por causa da diferença de pressão. Deste arremedo para boche ver virá apenas isso mesmo. Uma ridícula vénia macaca de uma voz ao respectivo dono. Os "mestres do privado" guiam-se pela bitola do público; só podia dar merda.

Eis, pois, a medida mais idiota deste governo marioneta, ex aequo com umas dezenas de outras. A começar pelo lamber dos tomates à igreja, pontuado (pentelhado?) pelo fim de dois feriados marcantes em vez de acabar com duas tangas beatas que nada podem significar num Estado Laico. Essa da igreja ter chegado a acordo, então, é demais para mim. Pura e simplesmente não concebo, não aceito e essa merda não pode ficar assim. Mandam o 5 de Outubro às malvas por causa de uma espécie de mênstruo esquisito? "Não é o que tu pensas, José!"? Chocam-vos, as minhas palavras? Pois assim mas dita a vossa acção.

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publicado às 22:20


O que quer Cavaco? O mesmo que quer Merkel?

por Luis Moreira, em 30.01.12
O que quer Cavaco Silva quando o acordo que tanto influenciou está a ser cumprido? Quer ser ele a mandar sem ter a correspondente responsabilidade como sempre fez na vida política? Quer mais autonomia para Portugal ou quer o mesmo que quer Merkel, substituir-se aos governos nacionais?
As razões de Cavaco Silva são insondáveis, já deu muitas provas que pensa sempre nele em primeiro lugar. Quer deixar Belém com os seus apaniguados em S. Bento? Sabe-se que Cavaco Silva e Passos Coelho não morrem de amores um pelo outro, mas não é altura de Cavaco "deixar trabalhar quem tem a responsabilidade de cumprir?"
Esta frente que apoia e ataca Cavaco foca-se nele porquê? Aliviar a pressão sobre o governo ou dar mais protagonismo a Cavaco? O que é certo é que não é o momento para vaidades e protagonismos, deviam estar todos a remar para o mesmo lado. O que se pretende?
Nós que tudo pagamos temos direito a saber!
Entretanto o feroz neo-liberalismo de Vitor Gaspar mostra bem que está como ministro a cumprir uma função técnica tal como seu os "compagnos de route "estão a fazer em Atenas e Roma. Explica-se agora a não condução de Catroga e outros que estavam na calha para Ministros das Finanças? É o que Cavaco que contrabalançar? Catroga além de colega de curso sempre esteve com Cavaco e este não perdoa.
Não são boas notícias!

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publicado às 13:00

„Tudo o que precisas para desfazer um dilema, é a coragem de permitir mudanças. Então a resposta irá ter contigo” Kurt Hüsniye

Quando se pretende alterar estruturas incrustadas, não há nada melhor que um bom dilema: criar um foginho debaixo do rabo e oferecer saídas promissoras. Se não houver saídas, o tiro poderá saír pela culatra.

Correio da Manhã

20 Janeiro 2012 - 03h35

A Voz da Razão

Monstrinhos

Existia em Portugal um reino encantado a que os trabalhadores se referiam como ‘o quadro’. Sempre que alguém começava a trabalhar, o objectivo não era fazer mais ou melhor. Era entrar no ‘quadro’. Quando se atingia esse reino, o trabalhador sabia que podia desligar os motores e apodrecer em paz. Só a morte, ou a reforma, o tiraria de lá.

Exagero? Admito. Mas a caricatura ajuda a explicar a realidade: a rigidez e a segmentação do mercado de trabalho não eram apenas um obstáculo ao crescimento económico. Eram uma clamorosa injustiça geracional, onde trabalhadores blindados e mancebos precários tinham um muro a separá-los.

O acordo celebrado entre o Governo e os parceiros sociais tem o efeito de acabar, na prática, com ‘o quadro’. Mas seria ingenuidade pensar que uma reforma liberal no trabalho se sustenta sem uma reforma liberal na economia e no Estado. Sem alterar a dimensão e a predação fiscal do nosso monstrinho, a reforma no trabalho servirá para nada.

João Pereira Coutinho, colunista

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/

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publicado às 20:00


As “natas” Santana Castilho *

por Luis Moreira, em 21.01.12
A relação entre a consciência individual e a lei é abordada por Peter Singer no livro “Ética Prática” (Gradiva, 2002). A dado passo (p. 317), o autor formula esta pergunta: “Temos alguma obrigação moral de obedecer à lei quando a lei protege e sanciona coisas que achamos totalmente erradas?” Peter Singer responde a si próprio pela escrita de Henry Thoreau (Civil Disobedience: Theory and Practice, Nova Iorque, 1969, p. 28), assim: “Terá o cidadão de entregar a sua consciência ao legislador, nem que seja por um só momento ou no grau mínimo? Para que terá então todo o homem uma consciência? Penso que devemos ser em primeiro lugar homens e só depois súbditos. Não é desejável cultivar o respeito pela lei nem pelo direito. A única razão que tenho o direito de assumir é a de fazer sempre aquilo que penso ser justo”.
A questão levantada não é só teórica. Pode tornar-se prática quando a democracia se confunde com penúria e miséria moral. Não se afirmando o Estado sem a marca da autoridade, é imperioso que os seus agentes não a exerçam ultrapassando as baias do escândalo e atirando na lama a ética mínima, como se vem fazendo em Portugal.
Acusado de dar guarida aos fiéis, remunerando-os a preceito, é confrangedor ver Passos Coelho afirmar que está a fazer o que prometeu, exibindo um gráfico de nomeações e questionando se é crime ser-se filiado num partido político. Não se trata da lei. Trata-se da consciência. Os documentos são abundantes e mostram, sem hipótese de controvérsia, como enganou os eleitores. Bom para ele que a consciência não lhe pese. Mau para a democracia que assim seja. 

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publicado às 18:00


Sindicatos afastam-se da decisão da UGT...

por Luis Moreira, em 18.01.12

«Não entendo a lógica de orientação das cedências da UGT em nome da competitividade nacional. Se isso é o nosso valor supremo, podemos fazer do ponto de vista sindical muitos sacrifícios desde que haja alguma perspectiva de compensação ao acordo, a médio e longo prazo, de parte do trabalho relativamente ao capital», afirmou Alan Stoleroff, em declarações à TSF."

"Eu não sei quem mais admirar: se a persistência do ministro da Economia e das pessoas que o ajudaram nisto ou se a coragem do dr. João Proença", admitiu ontem Daniel Bessa, economista e ministro da Economia no Governo de Guterres. "Acho que é preciso uma coragem enorme num lugar como o dele para aceitar estas coisas que, do meu ponto de vista, são mais importantes e mais sérias que a meia hora", defendeu."

Temos ou não acordo?


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publicado às 19:15


O estado de graça do governo acabou

por Luis Moreira, em 17.01.12

Diz Rangel e bem! As nomeações para a EDP e para as Águas de Portugal deram a machadada final no que restava da esperança. Já ninguém acredita que este governo, no que toca aos compadrios, seja diferentes dos anteriores e, isso, na presente situação, é muito grave.

Porque o povo que vai suportar medidas duríssimas tem que acreditar que vale a pena, mas após esta semana horrível deixou de acreditar. É o pior que poderia ter acontecido a este governo que revelou uma insensibilidade muito grande em relação à maioria da população que já vê o seu nível de vida baixar todos os dias.

"Paulo Rangel diz que o "caso das nomeações caiu francamente mal na opinião pública e publicada", o social-democrata aponta este caso como a gota de água, mas lembra que "havia já o embalo anterior do incómodo e da perplexidade pelo affair da loja Mozart e pelo surto maçónico que aparentemente atingiu as estruturas do PSD (e do CDS)".

Estes dois casos destruiram grande parte da credibilidade do governo!

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publicado às 13:00


Renovar o gabinete e a frota automóvel

por Luis Moreira, em 16.01.12

A primeira preocupação de um político ou da maioria deles é, logo que chega ao gabinete, renová-lo. Normalmente os gabinetes governamentais são amplos, com mobiliário de bom gosto e confortável. Mas como não custa nada "já agora" (é a política do "já agora") e até porque ainda vagueia por ali o fantasma do inquilino anterior, vá de dar um "toque pessoal" que custa sempre uns milhares largos de euros.

Antes disso, até porque se faz com mais facilidade e em menos tempo, renova-se a "frota automóvel" que conta sempre com pelo menos dois carros de alta cilindrada. Aproveita-se para empurrar um dos "pópós" para um qualquer instituto a criar e compra-se uma "bomba" !

Depois vai-se sempre renovando, mais uma cadeira para ali, uma mesa de "trabalho" ( tudo o que se compra para os gabinetes é descrito na factura como "de trabalho"), não esquecendo casa de banho privativa ( já viram um governante sair da casa de banho a fechar a braguilha?) e tudo se repete para o chefe de gabinete, assessores e adjuntos, tudo rapaziada do partido que há que tratar bem. 

E isto é a multiplicar por N ministérios, cada um com um ministro e pelo menos dois secretários de estado, cada um deles com chefes de gabinete, assessores e adjuntos...

A forma como José Magalhães desvaloriza uma renovação do gabinete que custou mais de 62 000 euros mostra bem como estes senhores se preocupam com o dinheiro do contribuinte.

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publicado às 11:00

Estamos entrar no oitavo ano de governo de Frente Ampla (coligação de socialista, comunistas, tupamaros e sociais democratas) e no terceiro ano de do segundo período de um governo que mudou o nosso país e continua firmemente o caminho das transformações sociais, algumas das quais estão-se no bom caminho e outras estão-se a concretizar.

Para facilitar a integração escolar das crianças mais pobres, foi distribuído gratuitamente a cada aluno do primário um portátil*.

Continuam a ser surpreendentes os avanços em matéria de economia de um governo que teve início em março de 2005 e que se deparou com um país que vinha de uma das maiores crise da sua história.

Os uruguaios deparavam-se com uma situação que não prognosticava qualquer futuro: o Uruguai estava com um endividamento nunca visto, a dívida era superior a 110% do PIB, o endividamento ao FMI era de 2 mil milhões de dólares, com toda a pressão que isso acarreta; apenas um terço dos gasto do Estado destinavam-se ás políticas sociais.

Num país com 3 milhões de habitantes, havia 1 milhão de pobres (35%), o desemprego era de 14% e a inflação rondava os 40% ao ano, metade das crianças eram pobres, algumas chegaram ao extremo de ter de comer relva...

Podíamos citar mais números e dados, e encher páginas inteiras deste semanário (Acción Informativa) lembrando como se vivia nessa altura no Uruguai. Mas para além das de algumas coisas que ainda podem ser melhoradas no que diz respeito à gestão, o país continua a diminuir o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, melhorando a distribuição da riqueza.

É interessante recordar alguns avanços concretos.

No ano passado, pela primeira vez nas últimas décadas, começaram a regressar mais uruguaios de que a emigrar; a dívida com o FMI foi suspensa desde há três anos e foi renegociada, melhorando os prazos de pagamento, oxigenando assim habilmente a nossa economia; estamos em pleno processo de desdólarização da nossa dívida, passando a mesma para a nossa moeda, o que permite avançar no sentido de ter uma dívida soberana.

Quase 45% dos gastos do Estado destinam-se ás políticas sociais; houve uma grande redução da pobreza (14%), estamos agora com meio milhão de pobres; o desemprego continua a diminuir, estamos hoje com 5,5% de desempregados; todos os sectores da economia recuperaram a perda salarial ocorrido nos últimos 7 anos; a inflação média nos últimos 7 anos passou para 7,1%; o salário mínimo quase triplicou (passou de 2 000 pesos para 7 500 pesos) e pensa-se que poderá atingir no fim da legislatura 10 000 pesos, ou seja cinco vezes mais desde que a Frente Ampla chegou ao poder.

Seguiremos esta linha, aprofundando cada vez mais as transformações da nossa sociedade. O Uruguai fez uma muito boa escolha na eleição de outubro de 2009.

Tradução de Octopus de um texto do Prof. Gustavo Guerreiro, Presidente da Junta do Movimento de Participação Popular de Tacuarambó (Uruguai).

Publicado no semanário "Acción Informativa" (13 a 19 de Janeiro de 2012)

*Actualmente o Uruguai é um dos países com maior PIB per capita da América do Sul, o primeiro em qualidade de vida/desenvolvimento humano, o segundo menos corrupto, o primeiro a legalizar a união entre pessoas do mesmo sexo, o primeiro a permitir a adopção gay, foi o primeiro país do mundo a oferecer um portátil a cada criança do ensino primário, o ensino é gratuito até ao superior, a taxa de analfabetismo é praticamente nula.

 

         

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publicado às 18:00

Um portal com várias informações interessantes. "O Governo anunciou esta segunda-feira o lançamento de um novo portal, a eliminação dos sites ministeriais e a poupança de «milhares de euros». Em comunicado, o portal é descrito como um «instrumento dinâmico da relação com os portugueses» e tem até uma secção onde é possível ver para onde vão os seus impostos.
Num simulador é possível inserir o seu rendimento bruto, saber quanto desse rendimento vai para impostos e onde é gasto esse dinheiro, «até ao último euro», promete o Governo, que elimina ainda todos os sites ministeriais, para congregar toda a informação num só portal.

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publicado às 22:07


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