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Para aí há uns seis anos, estava, como estou agora, a ocupar o tempo em conversa com o meu computador, estando a meio caminho entre Lisboa e Nova Iorque, sentado na secretária, aliás, na cadeira da secretária, do gabinete que me tinham dispensado para as tarefas que são a um Inspector acometidas.
Estava a meio da primeira das duas semanas em que por ali andei a fazer estrago e reparei na minha agenda que, naquele dia, terminava o prazo para pagar a electricidade ou o telefone ou outro calote qualquer, daqueles de que não nos livramos todos os meses, se bem que no caso da electricidade, agora, pode ser de dois em dois, e que, já na altura, eu pagava através do caixadirecta.cgd.pt.
Os blogs ainda não se tinham massificado, pelo menos, de tal eu nunca tinha ouvido falar, por isso lia os jornais e espreitava algumas páginas da Internet, sempre com aquele meu feitio metódico, tudo bem organizado com atalhos, para ir directo a quem gostava de ler, alguns ainda sobrevivendo hoje nos mesmos jornais como comentadores e que me ficaram como referências de leitura obrigatória.
Por ali, as coisas até estavam muito bem quanto a equipamento informático, graças à carolice de um estudante de engenharia, que fazia autênticos milagres à época, que até a ordem de serviço já ia, como se fosse hoje, no comboio da Vodafone ou no kanguru da Optimus, sem necessidade de tal serviço se fazer por conta de resmas de papel transportadas em motociclo, e que melhor uso este servia para o serviço de vigilância.
E habituado a recolher a informação para os relatórios, tendo apurado, com a experiência, a criação de matrizes onde condensava a informação que mais tarde analisava já na capital, foi com surpresa que me entregaram duas disquetes, quando este suporte era ainda de uso corrente, já que hoje os portáteis já destas prescindiram, tal a vulgarização das penes amovíveis com capacidade para armazenar informação superior à do disco rígido do meu primeiro computador.
Que um dia deixei cair e que me deixou saudades pela suavidade do seu teclado, quase sensual, tal o prazer que ambos sentíamos em que nos amaciar, era um Toshiba cinzento, com meio giga de disco.
E a minha surpresa, quanto ao motivo de duas disquetes para uns escassos caracteres que cabiam em duas folhas A4, quando me foi respondido que era por não caber apenas numa folha, se tornou deliciosa e gratificante.
Porque aquele profissional quis resolver um problema e, de facto, seria muito aborrecido se, por falta de uma disquete para a segunda folha, a informação de que necessitava viesse incompleta.
(Escrito no Funchal em 5 de Outubro de 2007 e publicado às 01:44)
João José Fernandes Simões
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