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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


Nuno Crato não abdica das quotas e os sindicatos fazem finca pé. Os sindicatos, que começaram por não aceitar avaliação nenhuma, vão sempre tentar que a avaliação que tiverem que aceitar a contra gosto, seja o menos possível vinculativa e invasiva.

Como exemplo, do que seria uma avaliação sem quotas, são os magistrados na Justiça que apresentaram 97% de excelentes, estando a Justiça no estado miserável em que está.

Descredibilizar a avaliação seria o primeiro passo para a tornar irrelevante e é nisso que os sindicatos apostam.

"Nuno Crato, não querendo desvendar tudo o que vai fazer, vai avisando desde já que as "quotas são a regulamentação para toda a administração pública". É o mesmo que dizer que os professores não são casos especiais nem merecem regimes de excepção: "Se calhar temos de regulamentar até como uma forma de incentivar os melhores."

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publicado às 12:16


10 comentários

De Aespumadosdias a 31.07.2011 às 16:31

Há Profissões e profissões. Enfrentar os juízes nem pensar, já os professores é outra história.

De Luis Moreira a 31.07.2011 às 17:05

Tornar a avaliação irrelevante é a grande meta.

De MCosta a 01.08.2011 às 16:32

Desde quando que com as quotas, rão os melhores a emergir? Quem será melhor professor, aquele que ensina alunos de classe média/alta (daquelas turmas especiais de filhos de professores e afins) ou um professor de uma escola situada numa zona de pobreza em que consegue que os ses alunos não abandonem a escola e simultaneamente enveredem por percursos académicos/profissionais? Há quotas para este tipo de professor?

De Luis Moreira a 01.08.2011 às 16:40

Isso é uma questão importante mas resolvida.Para cada escola factores de correcção segundo o ambiente escolar. Essa é uma das milhares de razões para que a escola seja autónoma e entregue a quem nela trabalha.

De Miguel Cardoso a 02.08.2011 às 15:41

A questão estará sempre na definição dos critérios para avaliar o professor: Aprovação dos alunos? (Isto quando a maioria das escolas definiu já a meta de 85% de aprovações e os alunos estúpidos - ooopppsss, termo que não se pode usar - vão desaparecendo milagrosamente até à inevitável extinção); Desvio da classificação de exame face à classificação interna? (Critério incompatível com o anterior, como se vê quando o grau de dificuldade de um exame aumenta um pouco, ou porque nem todas as disciplinas estão sujeitas a exame nacional); Envolvimento com a comunidade? (Sim, é verdade, participar ou não em jantares de Natal já serviu como factor de desempate na avaliação de professores); Relação pedagógica com os alunos? (Permitindo todos os excessos em benefício da boa camaradagem - porque professores e alunos são amigos - e afastar assim o estigma do professor que tem problemas disciplinares); Aulas assistidas? (Quando a maioria dos professores se sente na obrigação de ser muito inovador e divertido em cada aula, sem descartar a utilização das TIC, é claro, porque é isso que é suposto fazer-se, uma boa aula já não pode ser expositiva, não sei como muitos de nós sobreviveram a aulas assim e manuais sem bonecos, nem sequer entendo como consigo pensar quando fui alvo de um tipo de ensino tão desumano e chato). Não penso que a autonomia das escolas adiante muito na definição dos critérios de avaliação, regra geral, cada escola ainda é um pequeno feudo onde a antiguidade e a amizade (e não a competência) imperam. Entre um professor de História com 25 anos de casa burro-que-nem-uma-porta e o tipo novo com mestrado não bolonhês que domina claramente as matérias que lecciona, quem terá melhor classificação? Quem ficará na escola? (Veja-se o que sucede nas autarquias). Penso que poderemos incluir alguns dos aspectos referidos atrás numa avaliação, mas o essencial deverá ir sempre de encontro à avaliação científica do professor, proporcionado-lhe uma formação rigorosa (e avaliada) na sua área e não nos novos trabalhos manuais, como as TIC, em que há professores com meia dúzia no currículo e para os quais o rato do computador continua a ser um enigma. Saber bem a matéria não implica uma boa aula ou um bom professor, mas não saber daquilo de que se fala resulta sempre num mau professor.
E alonguei-me com isto...

De Adriano Pacheco a 02.08.2011 às 15:59

Meu caro, tudo assuntos com importância mas nada diferente de todas as outras organizações. E, deixo-lhe a questão: na sua escola quais são os bons professores? Ninguém melhor do que os professores sabem responder a essa pergunta.Ao fim de algum tempo as coisas estão afinadas.

De Miguel Cardoso a 02.08.2011 às 17:50

Boas,
O tempo não serviu para afinar as coisas nas autarquias ou nos sucessivos governos e nada indica que as escolas funcionem de forma diferente. Concordo que os professores são capazes de distinguir os bons dos maus, em qualquer escola haverá meia dúzia que todos identificam como maus e, no entanto, continuam... Apesar de não pensar que exista um sistema perfeito, deve ser o mais objectivo possível, quem é avaliado deve saber com o que conta e que está em circunstâncias de igualdade (as possíveis, pelo menos) com o tipo do lado.

De Adriano Pacheco a 02.08.2011 às 19:21

Nem mais, Miguel, é isso mesmo. Um modelo objectivo, aceite por todos e mensurável, tão simples quanto isto.

De Luis Moreira a 02.08.2011 às 19:24

Os dois comentários acima do Adriano Pacheco, são meus.Luis Moreira

De Miguel Cardoso a 02.08.2011 às 22:32

Certo Luis

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