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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


Resposta ao mail de uma amiga:

“ Olha lá já que consegues ver (adivinhar) tanta coisa a longo prazo, responde-me qual a maneira de mandarmos o mercado chinês para fora do mundo ocidental. É possível agora que chegámos a este ponto? Só vejo uma maneira: aumentar o preço da mão de obra na China. Como? Há-de chegar essa altura. Num futuro não muito distante aquela gente (povo) acordará! O mundo ocidental acordou tarde para este perigo, não se preparou, isto é a minha visão de leiga!”

“O que faz um homem de ciência não é a posse de conhecimento, mas a busca obstinada e audaciosamente crítica da verdade.”

Sir Karl R. Popper, filósofo e teórico da ciência

Sim, costumo ver (adivinhar não) as consequências das actuais tendências e dos nossos actos a longo prazo – mas logo quando aparece um novo conhecimento contrário à tendência ainda a decorrer, corrijo. Sempre de acordo com o “critério da verdade” do saudoso filósofo da ciência, Sir Karl Popper. (Exemplo: a afirmação “todos os cisnes são brancos”, constitui uma verdade relativa até o momento em que aparece um cisne preto. Então a nova verdade será: “nem todos os cisnes são brancos”). :-)

Quanto à China, não nos devemos preocupar. Será precisamente a tendência bastante agressiva para a supremacia mundial deste país e o seu egocentrismo primário, que o fará abrandar. De facto, a China, presumivelmente, tropeçará nas suas próprias contradições internas e acabará “amaciado” – oxalá sem maiores perturbações sociais. Por outras palavras: a actual ascensão sócio-económica do país – grandes camadas da sociedade transitam para uma classe média em rápido crescimento –, fará com que aquelas camadas exigirão cada vez mais direitos civis. E como a plena liberdade sócio-económica, cultural e ecológica – é esta a tendência! – só pode existir em democracia, os chineses nos próximos anos ou décadas, terão que enfrentar muitos revéses. Ficarão então conscientes sobretudo do desastre ecológica que estão a causar e que acabará por limitar a sua liberdade de movimentos. Oxalá que tenham sorte e encontrem, tal como outrora os espanhóis em 1975, uma transição pacífica para a democracia.

Qual a maneira de mandarmos o mercado chinês para fora do mundo ocidental? Ora bem, em primeiro lugar nunca devemos perseguir este objectivo, pois este levar-nos-ia a grandes e perigosas tensões.

Aqui vale por um lado: os custos com a mão de obra na China, devido à enorme expansão económica, já estão a subir em flecha – automaticamente. (Portanto, aumentar os preços da mão de obra, p.ex. por ordem do governo, não é necessário – e, aliás, todas essas tentativa que possa ter havido no mundo, acabaram por fracassar, pois trata-se de uma acção cibernética entre oferta e procura que não deve ser perturbada). Portanto, com os preços dos produtos chineses a subrir, a procura abrandará.

Por outro lado vale: com a UE (e os EUA) em vias de crescente declínio, a procura de produtos chineses também abrandará – apesar dos preços ainda relativamente baixos. De facto, os consumidores irão pensar duas vezes antes de comprar seja o que for, mesmo que seja um artigo barato. Além disso, o mais importante são as nossas medidas – obviamente não agressivas – que deveremos implementar. Uma vez que a era da governação dos “carapaus de corrida” e a respectiva tendência de consumo fácil e fútil se encontra em vias de acabar, as nossas indústrias deverão – forte e feio! – começar a desenvolver produtos que deixando de servir o mero objectivo de acalmar os “nervos em franja” através do consumo (escrevi sobre o tema em 2008) , servirão simplesmente para viver.  Na verdade, porventura, os chineses em 2020 poderão lançar no mercado cópias perfeitas do VW, Mercedes e do BMW a metade do preço, mas quem vai querer comprá-los se nós, o ocidente, entretanto nos encontramos – pressumivelmente forçados para tal - num novo e diverso paradigma com prioridades e necessidades totalmente diferentes ? (Os poucos com dinheiro, que então ainda vão querer adquirir esses produtos, comprarão o orginial – se as respectivas fábricas e gamas de produto ainda existirem, claro).

“Quem compra o que não precisa, venderá o que precisa.” (Provérbio Árabe)

Sim, o mundo ocidental e não só ele, acordou tarde perante aquilo que actualmente se nos apresenta como perigo – precisamente por causa da nossa maneira linear de pensar e agir. Se não fosse assim, teríamos visto no alegado “perigo amarelo” uma oportunidade.

Como podes ver, tudo no mundo se encontra sujeito a forças superiores que incansavelmente só visam uma coisa: manter e/ou restabelecer o equilíbrios dos sistemas. Assim, se alguns chicos espertos – governantes e líderes económicos – se excedem, serão corrigidos de forma mais ou menos violenta – infelizmente também nós que nos encontramos por perto. É exactamente isso que actualmente sentimos na própria carne. Existe, contudo, uma maneira para sobreviver, a nível individual e empresarial, estas situações, sem sermos lesados pelos “ricochetes”:

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publicado às 16:03



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