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Leio esta caixa de comentários e não acredito. Naturalmente não está, nem pode estar, em causa o estafado pseudo-caso das ajudas de custo da Deputada Inês de Medeiros para Paris, cidade da sua residência, ajudas de custo que, como é sabido, nunca pediu e que foram objecto de um parecer, de uma decisão que lhe atribuía y, sendo que a Deputada renunciou a esse direito. Caso arrumado.
Nada disto seria possível, naturalmente, se a residência de Inês de Medeiros não fosse em Paris. Isso atesta-se pelos documentos fiéis para o efeito, e não por aqueles que dão jeito a quem caluniou a Deputada, já se vê. Não se imagina os serviços do Parlamento debruçados sobre a lacuna que existe no normativo disponível numa situação como a de uma Deputada ter sido eleita pelo círculo de Lisboa, embora com residência em Paris, se, à partida, os dados da equação não estiverem correctos, não é verdade, isto é, se a Deputada não tiver sido eleita pelo círculo de Lisboa e se a Deputada não tiver residência em Paris.
Foi difícil e continua a ser difícil explicar a pessoas com cérebro activo e com capacidade de ler normas elementares que é normal, possível, nada da conta delas, uma decisão dos Partidos, uma Deputada ter residência no estrangeiro, no Porto, na Coina, onde for, e ser eleita por Lisboa. Foi o caso. Naquela caixa de comentários, Helena Matos acha-se no direito de perguntar e de indagar implicitamente da boa fé de Inês de Medeiros quanto ao sucedido, pelo que é bom que se perceba que, como o assunto Inês de Medeiros está arrumado, o que aqui está em causa é só e apenas a acrobacia aflita de Helena Matos.
Diz a colunista que não fala de fés. Eu falo da boa e da má fé, e a má fé de Helena Matos na caixa de comentários é de levar algumas pessoas menos avisadas ao Júlio de Matos. Não é, certamente, o meu caso, nem o de Inês de Medeiros, de certeza, estou em crer.
O que se passou, afinal?
É simples. Helena Matos escreveu esta coisa caluniosa: "Na verdade, a deputada Inês de Medeiros recorreu a um estratagema muito comum quando se quer iludir o Estado: dá-se outra morada. Há quem o faça para que os filhos vão para uma determinada escola pública ou para serem integrados num centro de saúde onde exista médico de família. Dando outra morada, Inês de Medeiros conseguiu eleger-se por Lisboa. Mas agora a senhora deputada quer ainda ser compensada por essa sua esperteza e diz que não paga as viagens".
Quando escreveu isto, dia 30 de Março de 2010, eu própria, como se pode ver na caixa de comentários dessa peça, perguntei directamente a Helena Matos em que é que se baseava para afirmar que Inês de Medeiros "deu outra morada", para além, claro, da nojenta notícia citada e desmentida pela Deputada. Helena Matos não piou. Não piou.
Desde então, como não é acéfala, deu pelos desmentidos, deu pelos documentos entregues por Inês de Medeiros aquando da candidatura, que são os documentos assinados por ela, portanto esses sim os que podem levar alguém a dizer o que a Deputada declarou ou não declarou, esses sim os documentos que fazem fé. Ou, volto à minha, nada disto seria possível, não é? A AR, através dos seus serviços, enganada até aos cabelos, mas, Helena Matos, no dia 30 de Março, com base numa notícia de um jornal que me custa citar, iluminada, descobriu um crime, caso não saiba: o crime de falsificação de documentos públicos. É que foi disso que acusou, com leviandade, Inês de Medeiros. Eu, se acusasse alguém de um crime desses, não me ficaria pela citação de um jornaleco, mas a Helena Matos lá sabe. E como sabe...
Sabe tão bem o disparate monumental que fez que andou caladinha desde 30 de Março. A tentar o quê? Corrigir o erro? Pedir desculpas? Admitir que se precipitou? Não. Toca de, no dia 26 de Maio, ir a uma caixa de comentários do Jugular dizer que descobriu uma alegada lista onde consta que Inês de Medeiros vive em Lisboa. Deve estar a suar em bica a esta hora. Dois meses à procura de um papel que limpasse a cara de caluniosa que foi e que continua a ser.
Este gesto só agrava e só demonstra em tom gritante a má fé de Helena Matos. A consciência que tem da ilicitude do seu acto é tão aguda que levou dois meses a escarafunchar o que conseguiu até citar o raio de um papel que contivesse um erro.
E então, Helena Matos? Isso significa que "Na verdade, a deputada Inês de Medeiros recorreu a um estratagema muito comum quando se quer iludir o Estado: dá-se outra morada. Há quem o faça para que os filhos vão para uma determinada escola pública ou para serem integrados num centro de saúde onde exista médico de família. Dando outra morada, Inês de Medeiros conseguiu eleger-se por Lisboa. Mas agora a senhora deputada quer ainda ser compensada por essa sua esperteza e diz que não paga as viagens"? Só significaria se essa listinha fosse uma declaração da Inês de Medeiros, certo? Se essa listinha fosse um "estratagema" dela, certo? Se o que relevasse não fosse a morada que a Deputada indicou nos documentos para o efeito entregues no TC, certo? Falamos todos a mesma língua, certo? Se queria acusar a Inês de Medeiros de "dar uma morada falsa", de um "estratagema" para o efeito legal que invocou na sua calúnia, ia consultar os documentos idóneos para o efeito, certo? Até porque era facto público e notório que a Deputada vivia em Paris, nunca deu por isso?
Eu espero que a Helena Matos continue a comentar, como tem feito, as suas próprias declarações. Tem sido uma confissão perfeita.
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