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...mas na sua reconhecida qualidade de especialista em contratação pública, e estando na posse de todos os elementos daquele contrato, contestado por um consórcio perdedor, representado por José Miguel Júdice, que viu todas as suas pretensões de ilegalidade do contrato frustradas em Tribunal, ainda não percebeu que é impossível ter uma discussão de fundo sobre um dossier tão complexo à base de bocas em blogues?  E, mais importante, para quem tanto repudia ataques de carácter, insinuações pessoais, ainda que mal pergunte, o que quer dizer Miguel Abrantes acerca da Sociedade Sérvulo Correia e da sua relação com Paulo Portas com a seguinte frase: "Tendo o escritório de Sérvulo Correia assessorado oDr. Paulo Portas Estado neste negócio  será pedir de mais que se saiba se este conceituado escritório alertou para este alçapão do contrato?"


 Os ataques pessoais quando nascem são só para alguns?


 


 

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publicado às 16:25


7 comentários

De Rogério da Costa Pereira a 05.04.2010 às 21:19

bem observado.

De Marcelo do Souto Alves a 06.04.2010 às 11:30

Muitíssimo bem observado, sim, mas da parte de Miguel Abrantes! Não é tolerável que um prestador de serviços seja pago pelo Estado, a peso de ouro, para fazer um trabalho tão incompleto e tão defeituoso, permitindo até fundadas suspeitas sobre muitos outros e bem mais graves adjectivos. O Estado, neste caso, foi representado por Paulo Portas, e logo enquanto Ministro (não é um Funcionáriozinho Público qualquer), e a pergunta de Miguel Abrantes não só não me parece um "ataque pessoal" (baseia-se em factos comprovados e ó, que factos!), como não é de todo pedir de mais, mas sim de MENOS: quantos e quantos contratos disto e daquilo não terão assim sido negociados pelo Estado, pelos Institutos Públicos, pelas Regiões Autónomas e pelas Autarquias Locais? Com a inestimável garantia de "qualidade" conferida pela "nata" (azeda?) da nossa Advocacia? Pedir contas por tudo isso nunca será pedir "demais"! Eu conheço os casos da minha "capela" (onde João Cravinho tentou intervir, sem sucesso, quando esteve à frente da defunta J. A. E.), homens bem intencionados como o Dr. Paulo Morais perceberam tudo em poucos meses e viraram costas com hombridade, mas sem provas temos de aguentar e calar. Aguardar... E estulto aqui será perguntar, cândidamente, o que "quer dizer" Miguel Abrantes: pois se calhar é mesmo exactamente aquilo que todos nós, que convivemos diáriamente com a incompetência e a corrupção a todos os níveis, não podemos mais sufocar!

De Lins a 06.04.2010 às 12:39

O que terá de especial o escritório do Dr Sérvulo Correia para a autora?
É certo que o JJ não é um exemplo. Mas haverá algum escritório que o seja?

De MAria Almeida a 06.04.2010 às 13:50

Isabel Moreira

Muito Bem! É que de facto em Portugal só se fala do "mais grave caso de corrupção existente em Portugal depois do 25-A" (ver declarações de Francisco Louçã no útlimo debate quinzenal na AR), quando se trata do alegado envolvimento dos partidos da direita ou centro-direita. Porque para estas pessoas, o caso Face Ocuta que envolve viciação de concursos nas empresas públicas (nossas empresas também) para favorecer um sucateiro não é um grave caso de corrupção; e quando falamos da entrega de um negócio "Magalhães", por ajuste directo, isto é, sem concurso a uma determinada empresa, isto já não é um grave caso de corrupção; ou se quando falamos da entrega de um negócio "Cais dos Contentores de Alcantara" a uma determinada empresa de nome Mota Engil, por um período de 25 anos, isto já não é um grave case de corrupção.
Chega de nos atirarem areia para os olhos. Não venho defender nem Paulo Portas, nem Durão Barroso, apenas quero lembrar aos que se intitulam "arautos da verdade" que é melhor termos os mesmos critérios para classificar o que qualquer português já entendeu: os graves casos de corrupção que envolvem um estado gigantesco, burocrático e sem controlo.

De Isabel Moreira a 06.04.2010 às 17:13

lá vem mais um inquisidor. o meu comentário seria o mesmo - pasme-se - se Júdice tivesse sido o advogado do Estado e Miguel Abrantes tivesse feito este post que representa tudo o que ele combate em termos de insinuações pessoais, de acusações veladas, etc. eu não ataquei Júdice . recordei que perdeu em tribunal.
a Sérvulo correia que eu conheci já não existe. juntou-se a uma outra sociedade. tenho 34 anos e fiz o meu estágio, com 23 anos, na antiga Sérvulo Correia e associados, no velho e pequeno escritório da Artilharia Um. Nunca fui aluna de Sérvulo Correia. Uma pena. Pelo que li dos seus manuais, uma cabeça. Pelo que trabalhei com ele, uma cabeça. Isto consta do meu CV, publicado num jornal quando eu fui assessora do Gabinete do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Aliás, foi primeira página, porque acharam giro, entre outras coisas, averiguar da minha paternidade. Desse CV também consta o meu percurso académico, a minha data de nascimento, a nota que obtive no meu mestrado e o que mais o o senhor Lins que tanto sabe de mim e do qual eu sei tão pouco queira averiguar. pode causar-lhe espanto, senhor Lins , mas há quem escreva sem má fé, não tenho nada a ver com este caso, não tenho nada a ver com o escritório em causa, tive, sim, e por isso tenho uma memória, fui embora pelo meu pé, fazer um livrito que se chama mestrado, e mesmo que tivesse tudo a ver com a Sérvulo correia, posso saber o que lhe permitiria pôr em causa a honestidade da minha crítica? E o que tenho a ver com Sócrates quando defendo a não divulgação das escutas? E o que tenho a ver com Inês de Medeiros quando defendo a sua versão dos factos? E o que tenho a ver com Pedro Lomba quando critiquei o ataque que o Abrantes lhe dirigiu? E quando critiquei Portas pelas propostas penais e pelo que disse sobre o RSI estaria a ser paga por quem? badamerda .

De Lins a 07.04.2010 às 14:57

Credo! Que resposta tão rude.
Sabe: eu não sou inquisidor, e (surprise!) nem sei nada de si. Peço muita desculpa, talvez devesse saber, mas não sei nada de si (por cortesia não direi: nem me interessa).
Perguntei verdadeiramente por "interesse desinteressado", se quer saber.
E, se quer saber, não me interessa mesmo saber se tem algum interesse de outro tipo. Fiquei a saber que é uma espécie de admiração por SC. Óptimo. Só lhe fica bem.
Suponho que seja também uma espécie de "desadmiração" por JMJ.
A minha questão, embora partisse do caso particular, visava o universal, na verdade.
Não é que o seu CV não seja interessante, mas confesso que é o que menos me interessa neste caso.
Obrigado em todo o caso por ter respondido.
Pedro PS Lins

De Isabel Moreira a 07.04.2010 às 21:02

penso que me perguntou em tom de insinuação "o que terá de especial o escritório do Dr sérvulo para a autora"? perdeu a memória? como vê nada tenho a esconder e o que é vergonhoso é este clima de suspeição generalizado sobre quem escreve, claramente presente na sua pergunta. tenho admiração intelectual por Sérvulo correia como todos os juristas que já o leram têm. bravo. e que raio de desconsideração especial retira do meu texto por Júdice? é um excelente advogado. excelente. neste caso perdeu. não se pode ganhar sempre. e fez uma declaração chocante, a meu ver, como escrevi noutro texto. há dias infelizes. tenho lá muitos amigos que dão o seu melhor todos os dias. vá passear, sim?

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