C. Hitchens vs Sean Murphy.
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3 comentários
Muito bom este excerto do texto de Hitchens:
"The accusations, intoned Ratzinger, were only treatable within the church’s own exclusive jurisdiction. Any sharing of the evidence with legal authorities or the press was utterly forbidden. Charges were to be investigated “in the most secretive way ... restrained by a perpetual silence ... and everyone ... is to observe the strictest secret which is commonly regarded as a secret of the Holy Office … under the penalty of excommunication.” Nobody has yet been excommunicated for the rape and torture of children, but exposing the offence could get you into serious trouble. "
De Paula R. a 01.04.2010 às 14:04
“In 1979, an 11-year-old German boy identified as Wilfried F. was taken on a vacation trip to the mountains by a priest. After that, he was administered alcohol, locked in his bedroom, stripped naked and forced to suck the penis of his confessor. (Why do we limit ourselves to calling this sort of thing “abuse”?) The offending cleric was transferred from Essen to Munich for “therapy” by a decision of then-Archbishop Joseph Ratzinger, and assurances were given that he would no longer have children in his care. But it took no time for Ratzinger’s deputy, Vicar General Gerhard Gruber, to return him to “pastoral” work, where he soon enough resumed his career of sexual assault.” Christopher Hitchens: The great Catholic cover-up
Há uns dias , numa entrevista na rádio João Gobern, terá respondido quando questionado sobre como irá a igreja sair-se deste escândalo da pedofilia, qualquer coisa como : mais uma vez a força da igreja se vai fazer notar e ela sairá intacta deste escândalo. A igreja a sair-se incólume só pode ser por força da sua capacidade de obstrução à verdade, justiça e moral . Numa prova de, onde a fome ( da igreja pela sua sobrevivência ) se junta à vontade de comer( de todos quantos não conseguem prescindir de uma igreja guia na sua vida ) obrigando-se a si próprios a fechar os olhos, para não verem o que não lhes dá jeito ver.
Não sou católica, mas tenho para mim, uma ideia de igreja totalmente diferente desta . Os católicos ao começarem por reconhecer e muito bem, que a igreja é feita de homens também eles imperfeitos e portanto pecadores, só têm na minha opinião de ir até ao fim da linha nesta sua análise e assumir todas as consequências, … sejam elas quais forem. Como é possível apontar o dedo a quem praticou o crime e ignorar o crime de quem o ocultou ??? Deus a existir por certo não aprova estes caminhos da igreja !!!!!!!!!
De António a 01.04.2010 às 14:27
Sou cristão, não católico. E também penso que a hierarquia da Igreja Católica não se deve eximir às suas responsabilidades, se as tiver, no encobrimento dos crimes de abusos sexuais de menores. Do que li da " Crimen Sollicitationis" , parece-me que essas responsabilidades existem e são graves.