Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Vem Vasco Graça Moura explicar, em tom de triunfo, na sua guerra contra o acordo ortográfico, que "Angola já não é nossa!!.
Relata que segundo um dos membros da delegação angolana à conferência da CPLP, o deputado Luís Reis Cuanga, Angola que, tal como Moçambique, ainda não ratificou o acordo, solicitou três anos "para que se possa implementar na totalidade este instrumento", pois entende "que deve haver reciprocidade na sua aplicação, defendendo que haja integração do vocabulário angolano no comum". Mais afirma, com enorme solidariedade para com quem, imagina, entende que o acordo deveria ter ido para o lixo, que "quem manda em Angola são os angolanos". É outra aberração neo-colonialista pretender-se que bastaria o segundo protocolo modificativo ser assinado por três países da CPLP para se tornar obrigatório para os restantes".
O que deveria, com calma, dizer Vasco Graça Moura é que a língua é de todos nós, portugueses, angolanos, brasileiros, etc. O que deveria, com calma, dizer Vasco Graça Moura é que quem "manda" nos tratados - esse é o ponto - são os Estados.
Sem fazer um juízo de valor sobre o acordo ortográfico, talvez fosse útil recordar a Vasco Graça Moura que o chamado segundo protocolo modificativo, que veio prescrever, para além da abertura à adesão da República Democrática de Timor-Leste, que o acordo ortográfico "entrará em vigor com o terceiro depósito de instrumento de ratificação junto da República Portuguesa "(depositário) foi assinado pelo Brasil, por Cabo-Verde, pela Guiné Bissau, por Moçambique, por Portugal, por São Tomé e Príncipe por Timor-Leste e, pasme-se, por Angola.
Sim, Angola quis esta "aberração". Angola e todos os outros. Depois, tal como Portugal, no momento da sua ratificação, isto é, no momento em que tem de cumprir as formalidades internas para dar sequência à conclusão internacional de uma convenção, depara-se com dúvidas que, concordo, deveriam ter sido equacionadas antes.
Mas se Portugal optou por esta solução dos seis anos, após a discussão que toda a temática gerou, Angola que faça o que entender. Agora, tomar as dúvidas póstumas a uma assinatura livre de uma convenção internacional por apelos ao grito "quem manda em Angola são os angolanos" não é, exactamente, duvidar da liberdade da assinatura referida e, assim, gritar exactamente o contrário?
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Saudações da temporada, eu sou David e sou um hack...
MARTINS HACKERS have special cash HACKED ATM CARDS...
I wanna say a very big thank you to dr agbadudu fo...
Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...
God is great i never thought i could ever get loan...
I am Edwin Roberto and a construction engineer by ...