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Ontem estive até muito tarde ao telefone uma das pessoas mais importantes da minha vida. Quando eu nasci ela já tinha percorrido o mundo, já tinha acabado os estudos, já tinha sofrido a perseguição política, já tinha enterrado amigos, já tinha amado, já tinha sido abandonada, e eu estava a respirar pela primeira vez..
Essa pessoa brinca comigo, por eu ter nascido no dia, no mês e no ano em que foi aprovada a nossa Constituição democrática. A democracia é jovem, diz-se; então eu também sou, pois. Andamos a par e passo. O meu aniversário aparece todos os anos no jornal. Em todo o caso, dizíamos, são 33 anos, isto a propósito dos meus, e não dos da democracia, e há uma idade para tudo.
Aos vinte, quando precisamos desesperadamente do afecto de tudo o que mexe, perdoamos o impensável, somos pisados, cospem-nos em cima, esmurram-nos e depois ouvimos um desculpa lá e corremos que nem uns gatinhos assustados para o colo do afecto.
Mas há um tempo e uma idade para isso. Para esses compromissos que nos degradam. Acontece a quase toda gente, penso eu. Há um dia em que se diz: basta. Ofendem-nos, pisam-nos, caluniam-nos, mentem-nos cospem-nos em cima e nós viramos as costas. Pessoas que nos fazem coisas horríveis e que se agarram que nem uns taradinhos a uma falha nossa, uma, uma só, e só dela falam, esquecendo cinquenta episódios de violência, de mentira, de calúnia, de cobrança, de vitimização e de cobardia.
Ficam no cantinho de uma sala de malucos a pensar que terão o seu acontecimentozinho para a posteridade das conversas com terceiros ouvintes que desconhecerão a taradice da maldade daquele ser.
São os passivo-agressivos. É dessa gente que eu falava ontem. Gente muito perigosa. Apresentam-se como gente boa, honesta, calma, mas depois magoam, insultam, violentam, invejam e cobram.
Só há uma medida possível a tomar contra esses passivo-agressivos: cortar relações com eles.
Mas eles são tão obsessivos que certamente se dedicam, após o corte de relações, a tentar fazer parecer que foram eles que cortaram as relações connosco. Para eles, esse contencioso é importante.
Por exemplo: eu cortei relações por mail com uma pessoa assim, explicando-lhe que não me enviasse mais mails porque os apagaria sem ler. Contei um minuto para receber um mail. Apaguei sem ler. Mas não é difícil adivinhar o conteúdo do maníaco.
É importante cortar relações. E é importante, às vezes, não perdoar. Nada há de arrogante, nisso. Chama-se dignidade e auto-estima. Uma pessoa ganha isso com a idade.
E (já agora) a democracia também.
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