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| No dia 27 de Novembro de 1955 morreu, em casa, em Paris, de ataque de coração, o compositor Arthur Honegger. Tinha nascido em Le Havre, França, no dia 10 de Março de 1892. | ![]() |
Um dia afirmou: “Sempre amei locomotivas apaixonadamente. Para mim, são criaturas vivas e gosto delas como outros gostam de mulheres ou de cavalos.” O seu poema sinfónico “Pacific 231”, um retrato de uma locomotiva a vapor, deu-lhe notoriedade em 1923.
Inicialmente, estudou harmonia e piano em Paris e, depois de uma breve estadia em Zurique, voltou à capital francesa, para estudar com Charles-Marie Widor e Vincent d'Indy. No princípio dos anos 20, Honegger adquiriu fama com o seu salmo dramático “O Rei David”, que ainda hoje faz parte do repertório coral. Entre as duas guerras mundiais, Honegger foi muito criativo. Escreveu nove bailados e três obras vocais, entre muitas outras composições. Além disso, colaborou com Jacques Ibert, numa ópera e numa opereta.
Após a primeira guerra mundial associou-se, mais por amizade do que por identificação estética, ao Grupo dos Seis, um núcleo de músicos que se propunha, sob a direcção espiritual de Jean Cocteau, a criar uma música autenticamente francesa e desprovida de romantismo. Mas, mais tarde, o estilo do jovem compositor mudou radicalmente. A sua música é mais pesada e solene do que a dos seus colegas do Grupo dos Seis. Longe de reagir contra o romantismo alemão, como fizeram os outros membros do grupo, as obras de Honegger foram influenciadas por ele. Apesar dos diferentes estilos, era amigo íntimo de Darius Milhaud, com quem estudara no Conservatório de Paris. Milhaud dedicou a Honegger o seu quarto quinteto de cordas e Francis Poulenc dedicou-lhe a Sonata para clarinete.
As últimas quatro sinfonias de Honegger figuram entre as mais poderosas obras sinfónicas do séc. XX. Destas, a segunda, para cordas, que, no último andamento, inclui um solo de trompete que toca um coral de Johann Sebastian Bach, e a terceira, chamada “Sinfonia Litúrgica”, evocando a Missa de Requiem, são, provavelmente, as mais conhecidas.
Honegger nunca perdeu o contacto com a Suiça, país de origem dos pais, mas o início da guerra e a invasão nazi impediram-no de deixar Paris. Juntou-se à Resistência Francesa, mas nunca sofreu represálias por parte dos nazis, que o deixaram continuar a trabalhar, sem grande interferência. Em 1953, Honegger escreveu a sua última composição: uma Cantata de Natal.
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