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Haja Musica (19)

por Herculano Oliveira, em 23.10.13

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publicado às 14:57


Haja Musica (18)

por Herculano Oliveira, em 22.10.13

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publicado às 23:55


Haja Musica (17)

por Herculano Oliveira, em 22.10.13

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publicado às 16:39


A urgência de empobrecer.

por Manuel Tavares, em 22.10.13

Porque esta urgência em reduzir salários e tão pouca em relançar a economia? Não é isto um claro indicador que nos estamos a tornar escravos de alguém? Esperemos pela resposta dos "iluminados de serviço", ou seja, os economistas ligados à mais conservadora e ineficaz escola económica do planeta, a chamada "Escola de Chicago", que sempre se revelou uma arma, essa sim eficaz, na destruição das economias e equilíbrio social nos países onde eram aplicadas essas doutrinas.

Quem beneficiava com isso? Os suspeitos do costume, a alta finança mundial, e geoestrategicamente, o universo anglo-saxónico (nomeadamente os EUA, que promoveram o subdesenvolvimento de toda a América Latina). No entanto a nível internacional há novos poderes emergentes... A China à cabeça (que convém lembrar, é credora da maior parte da dívida dos EUA), e a Rússia possuidora de fabulosas reservas de gás e petróleo, actualmente nas mãos de meia dúzia de oligarcas milionários, que detêm de igual modo o poder político.

 

É nesta nova lógica mundial que a Europa, quando necessitava de estar mais unida, abate por dentro numa espécie de suicídio impensável e ilógico. Em vez de se tornar em mais um pólo nesta nova organização multi-polar, recua na absolutamente necessária consolidação de uma União Europeia, que todos julgavam em marcha imparável. Temos assim este triste espectáculo de uma Europa que cedeu aos caprichos criminosos das agências de rating do outro lado do Atlântico (sendo que uma das mais importantes já foi posta em tribunal pelo próprio governo americano), cedendo sucessivamente o que considerava ser os seus "elos mais fracos", não vendo que isso a fragiliza como um todo, transformando o que antes era um "anão" político, num novo "anão" económico.

A chave da traição reside curiosamente no próprio coração da Europa, no eixo Franco-Alemão. O Reino Unido não pode verdadeiramente entrar nessas contas por várias razões, primeiro porque nunca foi um país de charneira na construção de uma ideia de Europa, precisamente porque os ingleses não se consideram europeus coisa nenhuma, consideram-se quando muito, primos dos americanos. Depois porque nem sequer fazem parte da união monetária, elemento fundamental e aglutinador de uma (eventual) política económica comum, que hoje sabemos não passou de uma distribuição cínica de fundos, e que beneficia actualmente sobretudo o comércio alemão. Sendo assim é no eixo Franco-Alemão que residia a principal responsabilidade de defender o ideal "Europa", não só pelo seu peso económico no conjunto da União, mas pela sua responsabilidade histórica como beligerantes em duas guerras mundiais, que deixaram a Europa em ruínas e cheia de feridas psicológicas para resolver.

A França resolveu seguir uma lógica de repartição do "bolo" do mercado Europeu com a Alemanha, grosso modo, eu (França) fico com o grosso da agricultura e vós (Alemanha) com o grosso da indústria. A tradicional arrogância cultural gaulesa não previu a chegada de uma tal senhora Merkel, que num ápice rasgou acordos de "corredor" (aqueles que de facto valem) deixando a França fragilizada e posta perante a irresponsabilidade das suas escolhas, tornando-a numa inesperada candidata às eventuais garras dos credores.

No entanto, talvez assustados com velhos fantasmas, a ajuda inesperada veio mais uma vez do outro lado do Atlântico (não sei a que custos), com a manutenção artificial da França em ratings elevados, desviando ainda mais a pressão para a periferia que viria, pouco depois, a atingir em cheio pesos pesados como a Itália e a Espanha.

Sendo assim este ataque ao sul da Europa será, talvez, a desesperada tentativa, sobretudo da Alemanha, de manter a hegemonia económica (muito mais "barata" que a geopolítica, e com custos emocionais reduzidos para "ocupante" e "ocupado" mas com resultados bastante idênticos na práctica), desta feita compensando a quebra de receita proveniente dos seus depauperados mercados latinos e helénicos, com a promoção de "saldos" salariais nesse mesmo "imenso sul", que ajudarão, não a relançar por exemplo a inexistente economia portuguesa, mas a fornecer mão de obra especializada a preços de um normal cantoneiro alemão (se é que existem cantoneiros alemães). 

 

Esta é sobretudo a visão de "sofá" de um mero músico e professor de guitarra clássica que decidi partilhar. Se encontrarem algo de útil fico feliz, se acharem delirante por favor digam, sejam solidários e não se fiquem a rir sozinhos, adoro rir-me das minhas "patacoadas" :-)

 

@ manuel tavares 

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publicado às 15:57

António Pires de Lima, ministro da Economia, foi a Londres anunciar que o governo quer negociar um novo programa de assistência, contando iniciar  as negociações nos primeiros meses de 2014.

Esta declaração tem o inquestionável mérito de acabar com todas as dúvidas: o governo português assume, sem disfarces, que Portugal, no final do actual programa de assistência, não estará em condições de financiar-se junto dos mercados financeiros, tendo forçosamente de recorrer a nova ajuda para se poder financiar a juros aceitáveis. Em boa verdade, notícias  como esta nem sequer permitem que o governo possa acalentar outra alternativa. 

Qualquer que seja a forma que o novo programa de assistência venha a tomar (novo resgate, ou programa cautelar) um dado é certo: Portugal, ao contrário do que Paulo Portas tem vindo a proclamar, não se verá livre do "protectorado". Duma forma ou de outra, Portugal continuará sujeito ao condicionalismo que os "assistentes financeiros", sejam eles quais forem, quiserem impor. Isto, pelo menos, enquanto em Portugal estiver no poder este governo de marionetas.

Se o país, ao fim de três anos de assistência financeira, sob o controlo datroika,  não só não consegue ver-se livre de uma qualquer forma de "protectorado", como está e vai estar, no fim do programa, mais pobre, mais endividado e com um número muito mais elevado de desempregados, então forçoso é concluir que os actuais governantes (Cavaco incluído) não se limitaram a "queimar"  12 ou 13 mil milhões de euros, para utilizar a expressão de Pedro Adão e Silva a que me refiro  aqui. Os incendiários são também responsáveis por, em pura perda, terem lançado à fogueira três anos das nossas vidas.

Não admira, por isso, que os incendiários se tenham vindo a esquivar, até agora, ao julgamento popular, mas o dia do julgamento da tragédia por que são responsáveis, há-de chegar. Queiram ou não queiram.

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publicado às 12:37


Grandes cargos trazem grandes responsabilidades ...

por Manuel Tavares, em 22.10.13

O Medina Carreira, que tantos põe num pedestal, ontem num programa de TV quando questionado se não achava que a factura da austeridade deveria ser distribuída de forma justa, disse, "en passant", fugindo do assunto como diabo da cruz, que isso eram "pormenores sem importância".

Só se forem para ele. Essa é a questão central neste problema da dívida, problema esse que uns poucos criaram para muitos, mas que agora todos têm de resolver.

Num país evoluído grandes cargos não implicam só grande mordomias, mas sobretudo grandes responsabilidades, e anda por aí muita gente, incluíndo comentadores que aparecem nos media todos os dias, que são capazes de ter um bocadinho mais de responsabilidades nesta crise que um cantoneiro de Carrazedas de Baixo ...

@ manuel tavares

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publicado às 10:03


Porreiro, pá; mas continuo a não gostar de ti

por Rogério Costa Pereira, em 21.10.13

photo.jpg

E lá me convenci a ler a entrevista que o Sócrates deu ao Expresso. Seria fanatismo não o ter feito. Só não comprei o jornal por uma questão de Princípio. Um dia, ainda no tempo do "arquitecto", assim decidi. E assim tenho feito. E farei, até que decida o contrário. O que não me parece que esteja para breve. 
Quanto à entrevista. Com uma ou outra excepção, gostei do que li, embora tenha embirrado com aquela novidade irritante na apresentação das perguntas. "Ele isto, ele aquilo". E depois cai uma resposta. Deve ser mais alguma coisa "que está a dar" só porque algum jornal estrangeiro de nomeada faz assim. Não há provincianismo tão puro como o de uma certa Lisboa. Mas a esse pormenor Sócrates é alheio. Adiante.
Porrada que ferve. E língua bem afiada. Impossível eu não gostar do tom geral. 
Porrada no rodinhas das finanças boches, um dos mentores do que nos está a acontecer agora. Não é novidade mas gostei de o ver confirmado.
Porrada no Santana. Nesse, só se perdem as que não lhe acertarem em cheio no focinho. Essa puta que joga mais baixo do que barriga de crocodilo e com quem um dia o país terá de ajustar contas. 
E porrada nesta coisa que nos governa. A acreditar no Sócrates, e neste ponto acredito, foi o próprio Barroso, entusiasta do PEC4, que o avisou que o PSD iria votar contra. A razão nem carecia de ser dada. Apenas para ganhar as eleições. Nada de novo, portanto, não ser nos detalhes contados. E o diabo está mesmo nos detalhes. Valeu ao menos por isso. 
Não gostei mesmo nada da parte "filosófica" da entrevista, com citações de 5 em 5 linhas. Mas o homem sempre gostou de citar. Nada a fazer. E agora que é mestre o diabo que o ature. Foi tanto ismo e ista que cheguei ter vontade de levantar o dedo e pedir para sair mais cedo. Sócrates está baralhado e ainda não sabe como vai juntar tanta filosofia da moda com a política à qual claramente vai regressar (ele acaba por dizer que já está algo cansado de apenas contemplar). Aquela resposta ao caso da tortura de Estado num caso hipotético em que Lisboa estivesse sobre ameaça terrorista é um novelo. Sócrates sabe bem o que faria e percebeu bem a pergunta. Mas fugiu a ela, enrolado em citações.
Quanto à origem do dinheiro, fiquei como devo ficar. Com a ausência de uma condenação penal pelo que quer que seja. E com a minha opinião em relação ao caso Freeport. O homem até poderá ter metido a unha aqui ou ali (e apenas digo isto para melhor me explicar), mas não tem a ponta de um corno a ver com o Freeport.
O tema da homossexualidade é patético. Desde logo, porque sempre me serão indiferentes as opções sexuais de cada um, só não me sendo indiferente que alguém seja prejudicado pelo que faz dentro de portas. Desde com consentimento esclarecido dos intervenientes, claro. Nunca perceberei a homofobia e tendo a reduzi-la a uma imensa vontade de experimentar e sentir que o melhor é lembrar e provar a cada momento que se é muito macho. Ou então uma auto-repulsa que se projecta nos outros. Em qualquer caso, graves indefinições sexuais. Que raio tenho eu a ver com as opções sexuais do outro é algo que me ultrapassa. E voltamos de novo ao Santana, filho de carne e que não degenerou, do queirosiano Dâmaso de papel. Os pormenores da origem do boato já os conhecia. Apenas não pensei que Sócrates viesse um dia a falar deles. E também não vejo a razão para se justificar, a não ser o facto de estar em pré-campanha. 
Em suma, gostei da entrevista, gosto das ganas do homem, não gosto do homem. Não me incomoda que volte à política, ainda para mais se vier para chamar os bois pelos nomes, mas não voltará a contar com o meu voto (já expliquei as razões e as ditas não são agora para aqui chamadas). De resto, dá-me imenso gozo sentir toda a tralha de direita a bater o dente de cada vez que o homem está para falar e a lamber as feridas depois da faladura. Uma última coisa. A minha decisão de não voltar a não comprar o Expresso saiu reforçada. Aquela cena de ser o líder que a direita sempre quis foi puro sarcasmo. E o pasquim não tinha o direito de tirar a frase do contexto e de a pôr a circular. Diz que é uma espécie de "jornalismo".

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publicado às 03:23


Haja Musica (16)

por Herculano Oliveira, em 20.10.13

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publicado às 22:33


Capítulo XVII

por Rogério Costa Pereira, em 20.10.13

Era uma segunda-feira.

Ortega, vindo dos infernos, entrou pelo quarto de Simão adentro e atirou-lhe com um jornal à cara. Assim o acordou, assim lhe perguntou: – Foste tu que escreveste isto, Cabrão? Simão, já nada estremunhado, tal o estranho por rever o seu carrasco, ergueu o diário e, com surpresa, viu escritos os pensares que, com tanto afinco, guardava. Com chamada de primeira página, sob o título “Correio de Leitor Ignoto – um caso de polícia”, e entremeando estranha imagem, assim se dizia:

 

«M. Ortega: descrente que mas publiquem em jornal de tamanha tiragem, dirijo-te estas palavras sabendo que o faço a alguém cujos neurónios entraram em guerra fratricida e bastarda ao ponto de só te restar um (o mais escasso e ligeiro) — lamentavelmente, o que te sobrou está meio metro acima do habitat natural, desfruta de cauda acelerante e tem como ambição única irromper em merda por cagar. Ciente disso, mas porque te quero mostrar ao mundo, avanço.

Perante o espelho aldrabão que te dá as trombas a ver, munido do tal espermatozóide mascarado de neurónio, ousaste querer fazer a minha história. Por fortuna minha e essência tua, não o conseguiste. És uma espécie de rei midas da merda: transformas em trampa tudo aquilo em que tocas. Fui a excepção à tua regra, não me pudeste assemelhar à tua essência estéril. Entraste em mim, mas não pela alma.


És uma peçonha, sim. Porém, essa dor que te atenta e que tentas, para te aliviar a mágoa, passar para os outros, nesse corrilho que lideras e de que me fizeste sócio, esse beliscão na alma que não tens, são só teus. Olha para trás. Olha para o teu reles viver e para tempo que levas desde o nascer. Traduzes-te num zero abaixo da nula referência. Algo numericamente impossível. Não chegas a ser nada, portanto. Um dia que te atinjam com um espelho fiel, morrerás em agonia — envenenado pela verdade que a representação te dá.

O teu problema, bobo das cortes dos meus tempos, é que tu próprio não receberás dos teus apaniguados mais do que o do vento malcheiroso dos cus que profanaste.

No entanto, verdade seja dita, estás cada vez mais acompanhado – não partiram o cabrão do molde. E pudeste deixar apóstolos. Que farão por fazer a outros o que me fizeste a mim.

Porém, nem eu sou Quixote nem tu és moinho de vento. Ousaste pensar que tudo ficaria assim? Menosprezaste-me!, serei o teu degredo, professor!»


Simão, sereno, ergueu-se – ia de cãs, porém, o gaiato de quinze anos –, e olhou aquele corpo sem-cabeça que, de pé, se rastejava pela barriga. – Não, garnisé, sendo minhas, não são minhas estas palavras. Fizeste demasiados inimigos. Agora sai do meu quarto, como há muito saíste de dentro de mim. Em menos de um ai tenho aqui quem te mate, se eu próprio não o fizer. Foge enquanto podes, infame. Fá-lo por mim, que a tua vida é minha. Deste desabafo impresso que me atiraste à cara, retiro que tenho concorrência. Matar-te ou mandar-te matar já aqui seria como perder-me por metade. Foge de mim, cão, e esconde-te de quem tão bem te relatou. Dou-te um ano de avanço. E faz por te manter vivo, criatura do demo, que como me quiseste para ti, quero-te agora só para mim.


Quando Brigantia entrou, estranhou a janela aberta. Que se havia peidado, disse-lhe Simão. E por ali ficou a história, com Simão a tentar adivinhar quem seria o seu competidor. Dois matadores e um só homem para matar.

Capítulo XVII ("cadáveres esquisitos", com Joshua)

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publicado às 18:11

La plus grande expo street art: Tour Paris 13 (cliquem no linkl)

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publicado às 00:17



Esquerda Europeia lança candidatura de Tsipras à Presidência da Comissão Europeia

Dirigentes do PEE, reunidos em Madrid, consideram que o líder do Syriza é o melhor símbolo da luta contra a troika e as políticas de austeridade. Esquerda Europeia quer fazer uma campanha “alternativa às políticas de austeridade dos dirigentes europeus e às políticas populistas e nacionalistas”. [Esquerda.net]

 

Obviamente, nem o PCP, nem o KKE (Partido Comunista Grego) integram o PEE (Partido da Esquerda Europeia). O KKE por motivos já sobejamente conhecidos, ou não fossem os comunistas gregos os principais responsáveis por o Syriza não ter logrado vencer as legislativas gregas. Preferiram manter-se "orgulhosamente sós", e dar a vitória à direita troikista, a unir-se à restante esquerda liderada por Tsipras. Já o caso do "nosso" PCP está aqui "bem explicado" nesta Resposta a um Convite: "o PCP presta uma grande atenção a iniciativas e formas de articulação e cooperação no plano europeu e mundial. Fá-lo evidentemente com completa independência de juízo, respeitando opiniões diferentes da sua, mas não acompanhando e contrariando processos e projectos que considere inapropriados e negativos. Tal é o caso do «Partido da Esquerda Europeia», acerca do qual o XVII Congresso se pronunciou criticamente."


Tsipras não vai ganhar, lamentavelmente, e não é só pelo facto de não ter o apoio dos partidos comunistas acima referidos, que preferem ver a direita no poder a apoiar aquele que é, notoriamente, o homem que mais perto esteve de derrotar a Troika e aquele que mais condições tem para a derrubar. E a questão passa, assim, a ser (também) outra. O PCP e o KKE são assumidamente forças de bloqueio a uma esquerda unida. E provam-no diariamente. Preferindo perder a ganhar, por mais patético que isso possa parecer. 

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publicado às 20:41


As manifs do Arménio

por Rogério Costa Pereira, em 19.10.13

photo.jpg


Ó Arménio, parabéns, homem. Parece que a coisa foi um sucesso. Para a Lusoponte e para as transportadoras (bem visto pela Maria Fátima Soares). Mas se a ideia é mesmo dar uma mãozinha ao governo, que tal fazer a próxima de riquexó? O coelho senta-se e tu puxas.

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publicado às 19:00

Tristemente atual

por Sofia Videira, em 19.10.13

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publicado às 11:34

O que faz falta...

por Sofia Videira, em 19.10.13

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publicado às 11:33


The Night I was going to Die, by Charles bukowski

por Rogério Costa Pereira, em 19.10.13

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publicado às 04:08


Roll the Dice, Charles Bukowski (na voz de Bono Vox)

por Rogério Costa Pereira, em 19.10.13

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publicado às 03:27


(just) IMAGINE

por Rogério Costa Pereira, em 19.10.13

(obrigado pela pérola, Joana)

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publicado às 00:19


Haja Musica (15)

por Herculano Oliveira, em 18.10.13

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publicado às 23:46


Para Angola... com meiguice

por Rogério Costa Pereira, em 18.10.13

O fim da parceria estratégica entre Angola e Portugal irá afectar a corrupção estratégica, o tráfico de influências estratégico e a lavagem de dinheiro estratégica que eram sustentados pela dita parceria... estratégica? É que nesse âmbito estávamos claramente perante uma parceria com um grande passado, um presente próspero e um futuro sorridente.

Custa-me muito ver os negócios de sucesso estratégicos ruírem assim, da noite para o dia, e tudo por causa da casmurrice duma cena que não lembra ao diabo e que é velha c'mó arco. Essa coisa da separação de poderes que empecilha o caminho a quem pretende fazer pela vida, furando pelas vidas dos outros adentro.

Tomem mas é juízo. Há elites para sustentar. Há crianças, mulheres e homens a morrer de fome para que as cúpulas de além e aquém mar possam manter-se vivas e saudáveis e no poder. Vá lá, ganhem mas é juízo. Vão lavar o dinheiro onde? À ribeira com cal?

Repensem mas é isso, sim? Não se brinca com coisas sérias.

E nós, egoístas!, que raio estamos a fazer parados?, enquando este colorido mundo de clandestinidade perfeita aparenta moribundar? Toca mas é a pegar nos talheres e a bater com eles nos pratos e nos copos... vazios.

Beija, beija, beija...

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publicado às 20:06





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publicado às 19:24



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