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Haja Musica (8)

por Herculano Oliveira, em 13.10.13

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publicado às 23:14


A fasquia dos 300

por Francisco Clamote, em 13.10.13
Com a introdução do Euro desapareceram as lojas dos 300 . Em substituição surgiu agora, pela mão deste governo, numa espécie de revivalismo, a fasquia dos 300. Creio não estar a cometer, com esta atribuição, nenhuma injustiça, pois, se bem me lembro foi o INE a entidade que anunciou, aqui há uns tempos, que os salários pagos nos novos empregos entretanto criados nos últimos meses e de que o governo tanto se ufana, apesar de a descida do desemprego se cifrar em escassíssimas décimas, andam à volta dos 300 euros por mês. O "mérito" cabe por inteiro a este governo, que, desde que tomou posse, outra política não tem seguido que não seja a de forçar a baixa de salários em nome da competitividade que, sabe-se lá se por pura "malvadez", não tem correspondido às "boas" intenções do governo: a  dita cuja, em vez de subir, tem baixado.

Se este governo não tem vergonha de estar a promover salários à volta dos 300 euros por mês, não tem nada de surpreendente o facto de o mesmo governo ter vindo a proceder a cortes em salários e pensões acima dos 600 euros e de se propor continuar pela mesma senda. Para um tal governo é óbvio que quem aufere rendimentos de tal montante é "gente rica" que, ainda por cima, na perspectiva do primeiro-ministro Coelho, tem vivido "acima das suas possibilidades" e bem merece os castigos que este governo lhe tem vindo a proporcionar. Com imenso gosto.

E é claro que, para um governo como este ("de delinquentes", como diz e bem, Mário Soares), falar de "direitos adquiridos" é pura perda de tempo, pois "direito" e "direitos", são termos que não fazem parte da novilíngua que este governo tem vindo a inventar. Mas não só. Basta ouvir ou ler os Gomes Ferreiras que há por aí para concluir que funcionários públicos, reformados e pensionistas não têm direitos. Nem sei mesmo se ainda se poderá falar em legítimas expectativas. Não desesperem, porém, os funcionários públicos, os reformados e pensionistas. Como esta gente fala muito em caridade, talvez ainda possam contar, no futuro, com umas esmolas na fasquia dos 300.

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publicado às 22:13

Pablo Picasso#La Danse#1967#tapisserie d'après une peinture de 1925#atelier de tissage de Jacqueline de la Baume et René Dürebach

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publicado às 19:01


Nilo

por Rogério Costa Pereira, em 13.10.13

Vou ter saudades tuas. Da forma trôpega como descias aquelas escadas, que perdem o sentido sem ti. Para que raio servem agora aquelas escadas? Bem sei o quão egoísta é dizer isto, que não te resumes às saudades que terei de ti e ao nó que me torce a garganta a estas desoras. O meu pai fez o que tinha de fazer. E agradeço a quem depois o poupou, ao meu pai, àquela parte mais dolorosa. Nunca morri, mas sei que é bem mais doloroso deitá-la do que levar com ela em cima. Hoje morreu um cão e ainda um dia hei-de perceber a razão de ser insultuoso chamar cão a um Homem -- aqui há dias morreu-me um homem que não merece ser chamado cão. Fossem todos os homens como o cão que hoje deixou de subir e descer aquelas escadas...

Nilo, o nome que te deram nunca será o do rio que encima este este texto, mas o de um cão.

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publicado às 04:31


haja musica (7)

por Herculano Oliveira, em 13.10.13

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publicado às 01:19


Os piratas da ilha dos “Trolls”.

por Manuel Tavares, em 13.10.13

 

O facebook é um local curioso... Faz a malta perder muito tempo mas é sem dúvida um bom laboratório social, e um claro exemplo que das intenções à práctica vai um mundo de caminho.

 

Todos nós sabemos que existem inúmeros grupos cuja temática principal é a política. Eu próprio fui administrador de um durante largos meses, e estava numa equipa que levava a coisa a sério. Quase tudo era moderado (às vezes em excesso), e havia tolerância zero para insultos e as "trolladas" habituais. No fundo tratava-se de aplicar a uma pequena escala, aquilo que hoje acusamos os políticos de não aplicar, as regras básicas de um Estado de Direito.

 

Infelizmente reparo que isso não acontece dessa forma em inúmeros grupos, ou seja, somos convidados para algo que está... abandonado. (Muitas vezes sem qualquer informação prévia, o que se impõe já que não estamos a falar de um grupo de música, cinema ou culinária mas noutro tipo de culinária que costuma dar "molho"... a política)

 

Os resultados variam obviamente de pessoa para pessoa. Quem publicar mais ou for mais polémico ou independente nas suas posições sabe que vai levar nos queixos de todas as direcções possíveis e imaginárias. Ok, tudo bem desde que a coisa aconteça dentro da normal urbanidade... mas aqui é que a porca torce o rabo.

 

Vemos grupos com enormes parangonas, “anti isto, anti aquilo”, "agora é que vai for", "segurem-nos que vamos a eles", "quantos são, quantos são?" e pensamos, "he pá, malta rija, aqui deve haver imparcialidade, respeito pela opinião alheia e coisa e tal, administradores honestos, malta que está nisto porque quer fazer diferente... e etc, etc, etc...”

 

Não ... Errado ... Pior que uma ilha de Piratas por vezes. Todos os defeitos que apontamos nessa coisa distante chamada "eles" e os "outros" estão lá.  A mesma chico-espertice, falta de cultura geral, legal e democrática, desconhecimento total das regras básicas de boa educação, analfabetismo funcional ou mesmo do real aos pontapés, tudo isto obviamente a necessitar de... moderação ... Mas nada... Nada vezes nada e muitas vezes (mais que as desejáveis) quando alguém avisa a pseudo-administração do que se passa ainda leva o carimbo de desestabilizador... e isso se tiver com sorte.

 

Porque malta ao pontapé verbal, com perfis falsos, sem dar a cara ou dando a cara ... de parvo não destabiliza ... É como trânsito em hora de ponta, uns “piretes” detrás da vidraça,  uns vai pra ali vai pra acolá e tá tudo normal.

 

E por aqui se vê como uma sociedade não funciona, funciona mal ou só funciona com medinho... Porque soltinhos são piores que pombos... não há quem escape à chuva alada de presentes.

 

Seremos todos assim? Obviamente que não. Mas eu desconfio que esta gente de que falo são os tais 50% que aquele estudo diz que são permissivos com a corrupção em Portugal, mas que nas redes sociais se indignam muito com isto e aquilo mas que votam certinho nos “Isaltinos” desta vida.

 

© manuel tavares 

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publicado às 01:05


Gosto disto :)

por Celia Correia, em 13.10.13

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publicado às 00:58


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