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«PP y PSOE han protagonizado esta semana un nuevo bochorno democrático repartiéndose las vacantes del Tribunal Constitucional para asignarlas a personas de su absoluta confianza. De los cuatro nuevos magistrados designados para integrar el alto tribunal, sólo uno de ellos, Juan José González Rivas propuesto por el Partido Popular, pertenece a la carrera judicial en su condición de magistrado de la Sala de lo Contencioso-Administrativo del Supremo. Los demás son "juristas de reconocido prestigio", según el eufemismo clásico que caracteriza a la más rancia tradición de un órgano envilecido por las continuas injerencias de los partidos mayoritarios.
Con la reforma de la Justicia aprobada por el Gobierno de Felipe González en 1985, los dos grandes partidos pasaron a repartirse también el cupo que la Constitución reservaba para su elección por miembros de la carrera judicial española, situación que perdura hasta hoy sin que ningún gobierno posterior haya puesto fin a esta perversión del espíritu de la Carta Magna, que convierte al más alto tribunal en un negociado más de la clase política para validar sus enjuagues.
De hecho la situación actual es peor, pues a esa ilegitimidad de origen antes descrita el TC suma ahora también la de su mero ejercicio, habiéndose convertido de facto en un tribunal de casación que, sin tener atribuciones para ello, se atreve a desmontar las sentencias dictadas por el Supremo, como ha ocurrido con las que recientemente han legalizado a las sucesivas marcas políticas de la banda terrorista ETA.
Con la desvergüenza política que los caracteriza, PP y PSOE han ofrecido estos días un nuevo argumento para suprimir el Constitucional tal y como algunas voces autorizadas dentro del Partido Popular reclaman ya abiertamente. El Estado de Derecho en un régimen de libertades tiene como principal exigencia la independencia de la Justicia como garantía de los derechos de todos los ciudadanos. El órgano jurisdiccional que ha de dictaminar sobre los recursos de la sociedad civil contra los abusos políticos haciendo una interpretación ecuánime de la Constitución, es precisamente el primero que ha de acreditar su absoluta independencia de esos mismos partidos contra los que deberá fallar en el ejercicio de sus funciones. No ocurre así en España sino más bien al contrario, con un Tribunal Constitucional que no es más que el triste remedo de unas organizaciones políticas que han acabado con la separación de poderes que da sentido a un sistema democrático.
Puesto que PP y PSOE han demostrado ya sobradamente su intención de mantener al TC como una terminal más de sus acuerdos privados, no hay más solución que exigir su cierre inmediato o, como mal menor, su conversión en una sala más del Supremo. La justicia siempre funcionará mejor con jueces profesionales con años de ejercicio que con estos "juristas de prestigio", cuya única fidelidad se reduce a los mandatos del partido que los ha colocado.»
Fonte: http://m.libertaddigital.com/?op=opinion&id=64927

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publicado às 23:36


Pedro Proença e os revolucionários portugueses

por Rogério Costa Pereira, em 01.07.12

Pedro Proença, árbitro de futebol que começou a época com uma ida ao dentista após um adepto do jogo da cobardia lhe ter partido os dentes à cabeçada, arbitrou há algumas semanas a final da Liga dos Campeões. Arbitra hoje o seu quarto jogo no Euro 2012, a final da competição. Lá fora é o melhor do mundo, cá dentro tem de andar de guarda-costas se quiser evitar novas idas ao hospital. Já o cobarde das revoluções dentárias, que tem o perfil dum desses estupores que conduzem falos com rodas nas estradas portuguesas, imagino que use a cabeça para a baixar nas questões em que este Portugal se decide.

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publicado às 21:02


Dulce, parabéns

por n, em 01.07.12

Imagem: Antena1, facebook

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publicado às 16:18


Meritocracia

por Catarina Gavinhos, em 01.07.12

A propósito de um dos títulos do Público de hoje - “ Ser “Excelente” já não basta para vencer” - voltei a pensar naquele discurso irritante dos ultra-liberais que anda por aí a espalhar que a pobreza é um estado de espírito. Quem trabalha, quem não desiste, quem é empreendedor, dizem eles, consegue sempre o que quer. É mentira, há muita gente que trabalha muito, que luta muito e que não consegue sair da pobreza e do desemprego, neste mundo com cada vez mais mercados e menos estado. Os desafortunados precisam de ser protegidos por um estado forte e solidário.

 

Nesta minha primeira intervenção na Pegada, deixo-vos uma Ted talk  de que gostei muito:

 

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publicado às 15:21


Talvez "mansos", mas não tolos

por Francisco Clamote, em 01.07.12

O "Público", que na sua edição de hoje dedica alguma atenção aos protestos inorgânicos, não enquadrados pelos partidos e que, embora tímidos, já vão surgindo um pouco por todo o país, recomenda ao governo, em editorial: "Num momento em que nem o Presidente da República parece ser sinónimo de autoridade ou crédito político, é bom que o poder acorde para a sua fragilidade. E faça por merecer confiança, mas sem truques".

A recomendação faz todo o sentido, mas há aqui um problema, ainda por cima, irresolúvel.

É que o governo actual só chegou ao poder usando descaradamente da mentira e, tendo perfeita noção da sua incompetência, também sabe que só através de truques se mantém no poder. E todos os meios lhe servem, desde a invenção de "desvios colossais" atribuídos aos Governos anteriores até à sistemática fuga em assumir a responsabilidade pelos seus próprios falhanços e por tudo o que o corre mal, que é quase tudo, para não dizer tudo.

Mesmo agora acabamos de assistir a mais um truque: numa altura em que já se tornou evidente para toda a gente que este governo não vai conseguir atingir a meta do défice prevista no OE, Passos/Coelho, que tem defendido com unhas e dentes o cumprimento estrito do acordado com a troika, contra a opinião de toda a oposição que, além do mais, tem pedido insistentemente a renegociação do acordo e, designadamente, o alargamento do prazo, acabou de se lembrar, segundo se escreve na edição do "Expresso" de ontem, que ele, quando ainda na oposição, tentou que o programa de assistência financeira tivesse a duração de quatro anos e não de três, como ficou acordado, porque foi esse o prazo que Sócrates pediu.

Está mesmo a ver-se que, se o governo passista não consegue alcançar os objectivos do memorando que, recorda-se, já sofreu, entretanto, a pedido deste governo, diversas alterações, deixando, muito estranhamente, intocado o prazo de duração, o culpado só podia mesmo ser o Sócrates. Aliás, quando não é o Sócrates o culpado, as culpas pelos sucessivos falhanços do governo (a economia a afundar-se, o desemprego a aumentar exponencialmente, as contas públicas a derrapar para além do imaginável e do previsto) são imputadas ou à crise europeia, ou às condicionantes externas, ou ao diabo a quatro. "Eles" é que nunca têm culpa.

Como confiar nesta gente que é incapaz de assumir as suas próprias responsabilidades ?

Passos/Coelho, compreensivelmente, não se cansa de elogiar e de apelar à alegada "mansidão" dos portugueses. Espero que o editorialista do "Público" ao falar na confiança, que este governo, de todo, não merece, não queira que também façamos de tolos.

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publicado às 14:23

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publicado às 11:11

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publicado às 06:50


A II Tertúlia OUVIR e FALAR na Rádio Cova da Beira

por Rogério Costa Pereira, em 01.07.12
A Rádio Cova da Beira (link para a emissão em directo) vai transmitir a II Tertúlia OUVIR e FALAR no próximo Sábado, dia 7 de Julho, das 11h às 13 horas, com reposição das 21h às 23 horas, do mesmo dia, no programa "Flagrante Directo". Fica o agradecimento à RCB pela disponibilidade e pelo destaque e um bem-haja especial ao Miguel Malaca e ao Paulo Pinheiro.

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publicado às 04:16

No dia 1 de Junho de 1867 estreia, em Nova Iorque, a valsa "Danúbio Azul", de Johann Strauss, Jr., cinco meses depois da estreia absoluta, em Viena. Além de ser a mais popular das suas obras, encontra-se entre as peças mais tocadas daquele tempo.
A fama internacional de Johann Strauss Jr. começou com o sucesso da valsa "O Belo Danúbio Azul”, na Exposição de Paris, de 1867. Os austríacos, ainda a refazer-se da derrota às mãos da Prússia, em Julho de 1866, suportavam apaixonadamente a música de Strauss. Depois do sucesso do “Danúbio Azul”, em Paris, sentiam que tinham mostrado aos franceses que a Áustria, apesar da recente derrota militar, ainda era uma força cultural importante. Alguns escritores até se referiam a Strauss como “o Napoleão entre os compositores”.
Escrita para a Sociedade de Cantores Masculinos de Viena, a valsa “Danúbio Azul”, foi composta para coro e orquestra. Baseada num texto de Josef Weyl, foi nesta versão que o mundo a ouviu pela primeira vez no dia 15 de Fevereiro de 1867, cantada pelo Coro Masculino da Ópera de Viena, acompanhado pela Orquestra do 42º Regimento de Infantaria, sob a direcção de Rudolf Weinwurm.


Danúbio Azul, de Johann Strauss, Jr.
Orquestra Filarmónica de Viena
Maestro: Franz Welser-Möst

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publicado às 00:01


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