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Pedro Proença, árbitro de futebol que começou a época com uma ida ao dentista após um adepto do jogo da cobardia lhe ter partido os dentes à cabeçada, arbitrou há algumas semanas a final da Liga dos Campeões. Arbitra hoje o seu quarto jogo no Euro 2012, a final da competição. Lá fora é o melhor do mundo, cá dentro tem de andar de guarda-costas se quiser evitar novas idas ao hospital. Já o cobarde das revoluções dentárias, que tem o perfil dum desses estupores que conduzem falos com rodas nas estradas portuguesas, imagino que use a cabeça para a baixar nas questões em que este Portugal se decide.

Imagem: Antena1, facebook
A propósito de um dos títulos do Público de hoje - “ Ser “Excelente” já não basta para vencer” - voltei a pensar naquele discurso irritante dos ultra-liberais que anda por aí a espalhar que a pobreza é um estado de espírito. Quem trabalha, quem não desiste, quem é empreendedor, dizem eles, consegue sempre o que quer. É mentira, há muita gente que trabalha muito, que luta muito e que não consegue sair da pobreza e do desemprego, neste mundo com cada vez mais mercados e menos estado. Os desafortunados precisam de ser protegidos por um estado forte e solidário.
Nesta minha primeira intervenção na Pegada, deixo-vos uma Ted talk de que gostei muito:
O "Público", que na sua edição de hoje dedica alguma atenção aos protestos inorgânicos, não enquadrados pelos partidos e que, embora tímidos, já vão surgindo um pouco por todo o país, recomenda ao governo, em editorial: "Num momento em que nem o Presidente da República parece ser sinónimo de autoridade ou crédito político, é bom que o poder acorde para a sua fragilidade. E faça por merecer confiança, mas sem truques".
A recomendação faz todo o sentido, mas há aqui um problema, ainda por cima, irresolúvel.
É que o governo actual só chegou ao poder usando descaradamente da mentira e, tendo perfeita noção da sua incompetência, também sabe que só através de truques se mantém no poder. E todos os meios lhe servem, desde a invenção de "desvios colossais" atribuídos aos Governos anteriores até à sistemática fuga em assumir a responsabilidade pelos seus próprios falhanços e por tudo o que o corre mal, que é quase tudo, para não dizer tudo.
Mesmo agora acabamos de assistir a mais um truque: numa altura em que já se tornou evidente para toda a gente que este governo não vai conseguir atingir a meta do défice prevista no OE, Passos/Coelho, que tem defendido com unhas e dentes o cumprimento estrito do acordado com a troika, contra a opinião de toda a oposição que, além do mais, tem pedido insistentemente a renegociação do acordo e, designadamente, o alargamento do prazo, acabou de se lembrar, segundo se escreve na edição do "Expresso" de ontem, que ele, quando ainda na oposição, tentou que o programa de assistência financeira tivesse a duração de quatro anos e não de três, como ficou acordado, porque foi esse o prazo que Sócrates pediu.
Está mesmo a ver-se que, se o governo passista não consegue alcançar os objectivos do memorando que, recorda-se, já sofreu, entretanto, a pedido deste governo, diversas alterações, deixando, muito estranhamente, intocado o prazo de duração, o culpado só podia mesmo ser o Sócrates. Aliás, quando não é o Sócrates o culpado, as culpas pelos sucessivos falhanços do governo (a economia a afundar-se, o desemprego a aumentar exponencialmente, as contas públicas a derrapar para além do imaginável e do previsto) são imputadas ou à crise europeia, ou às condicionantes externas, ou ao diabo a quatro. "Eles" é que nunca têm culpa.
Como confiar nesta gente que é incapaz de assumir as suas próprias responsabilidades ?
Passos/Coelho, compreensivelmente, não se cansa de elogiar e de apelar à alegada "mansidão" dos portugueses. Espero que o editorialista do "Público" ao falar na confiança, que este governo, de todo, não merece, não queira que também façamos de tolos.
No dia 1 de Junho de 1867 estreia, em Nova Iorque, a valsa "Danúbio Azul", de Johann Strauss, Jr., cinco meses depois da estreia absoluta, em Viena. Além de ser a mais popular das suas obras, encontra-se entre as peças mais tocadas daquele tempo.
A fama internacional de Johann Strauss Jr. começou com o sucesso da valsa "O Belo Danúbio Azul”, na Exposição de Paris, de 1867. Os austríacos, ainda a refazer-se da derrota às mãos da Prússia, em Julho de 1866, suportavam apaixonadamente a música de Strauss. Depois do sucesso do “Danúbio Azul”, em Paris, sentiam que tinham mostrado aos franceses que a Áustria, apesar da recente derrota militar, ainda era uma força cultural importante. Alguns escritores até se referiam a Strauss como “o Napoleão entre os compositores”.
Escrita para a Sociedade de Cantores Masculinos de Viena, a valsa “Danúbio Azul”, foi composta para coro e orquestra. Baseada num texto de Josef Weyl, foi nesta versão que o mundo a ouviu pela primeira vez no dia 15 de Fevereiro de 1867, cantada pelo Coro Masculino da Ópera de Viena, acompanhado pela Orquestra do 42º Regimento de Infantaria, sob a direcção de Rudolf Weinwurm.
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