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Nem a Grécia pode viver sem o euro nem a Europa pode estar unida sem a Grécia!
"Em primeiro lugar, a Grécia não está preparada para sobreviver por si mesma. Sem as ajudas da Europa e do Fundo Monetário Internacional (FMI), em breve o dinheiro faltará para pagar os salários dos funcionários públicos e para comprar ao estrangeiro aquilo de que necessita para sobreviver, a começar pelos produtos alimentares e pelo petróleo.
Em segundo lugar, após as reestruturações impostas aos credores privados, atualmente quase metade da dívida grega está nas mãos da Europa ou do Fundo Monetário Internacional. Portanto, se a Grécia não pagar, serão sobretudo os contribuintes da zona euro, ou seja, todos nós (mil euros por cabeça, numa estimativa sumária), quem irá desembolsar.
Em terceiro lugar, o regresso ao dracma só seria vantajoso na imaginação de economistas pouco informados, quase todos americanos. Soube-se recentemente que o governo de Georges Papandreou tinha encomendado um estudo que concluía que mesmo os dois setores que proporcionam à Grécia os seus rendimentos principais, o turismo e a marinha mercante, não beneficiariam com uma moeda desvalorizada.
Em quarto lugar, a verdade desconhecida é a dos prejuízos colaterais – para além do incumprimento da dívida – que uma eventual bancarrota da Grécia causaria aos outros países da zona euro. O diferencial em relação aos títulos do tesouro alemães [spread] não deixaria de crescer. Certamente, as consequências não teriam o mesmo peso para todos. Seriam mais pesadas para os países fracos, a começar por Portugal, em seguida a Espanha e a Itália, e mais leves para a Alemanha."
Há tipos que têm sempre um nome a acrescentar ao do batismo. Ingénuo é um deles. Não vi, não ouvi, não sei, mas continuam a usufruir de tudo a que têm direito. Sou o governador do Banco de Portugal, ganho mais que o meu congénere norte - americano que lida com problemas mil vezes mais dificeis, mas que só pode ter um nome : "competente".
Perguntamos todos quem é que vai pagar os 6 mil milhões que nos vai custar o BPN. Há os que assaltaram o banco a partir da administração ; os que deixaram assaltar a partir do banco de Portugal ; e os que nacionalizaram o banco sem cuidarem de saber a enormidade do buraco que iam encontrar.
A SNL onde estão os activos do grupo não foram nacionalizados porquê? Os administradores, accionistas e clientes que fizeram negócios tóxicos com o banco não devolvem o que ganharam ? E os senhores governadores, administradores e directores pagos principescamente para fiscalisarem a actividade do banco não são chamados a ressarcir os contribuintes?
Ou são todos "ingénuos" e "prudenciais? "
Não é mesmo possível compatibilizar o Douro Vinhateiro com a Barragem do Rio Tua? Palavra? A água vai continuar a perder-se no mar quando todos sabemos que a falta de água é um dos maiores problemas com que a terra se vai defrontar no futuro? A palavra dos cidadãos:
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Cucos e Subjetividades!.... |
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É bonito mas é falado, trabalhado é outra conversa |
... vamos ter de adiar o particular!
A economia está a aguentar-se muito melhor do que o expectável. Caíu forte no último trimestre de 2011 mas no 1º trimestre de 2012 melhorou bastante embora em terreno negativo. A variação dos stocks no último trimestre de 2011 e a contração da procura interna estabilizaram em 2012 e a explicação estará aí. O comportamento muito positivo das exportações explica o resto : A quebra menos acentuada da economia portuguesa no primeiro trimestre do ano surpreendeu os economistas, que apontam para a possibilidade de a recessão em 2012 ser menos forte do que o esperado.
"É surpreendente, a queda em cadeia foi muito inferior ao esperado. Para o conjunto do ano, a contracção poderá ser menor do que a antecipada pela generalidade das instituições internacionais e situar-se em redor dos 3 % estimados pelo Governo", afirmou Paula Carvalho, economista do BPI, em declarações à Reuters.
O PIB português terá caído 0,1% nos três primeiros meses de 2012 face ao trimestre anterior e 2,2% por comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o que traduz uma desaceleração significativa do ritmo de degradação das condições económicas, de acordo com a estimativa rápida do INE.
A economista do BPI lembra que houve um contributo muito negativo de variação de “stocks” no último trimestre de 2011, que poderá ter sido revertido nos primeiros três meses de 2012.
Já Rui Constantino, do Santander, assinala que “houve um ajustamento bastante forte das despesas das famílias no quarto trimestre de 2011, em antecipação às medidas de austeridade que foram aplicadas, e que começa a encontrar um patamar de estabilização".
Destacando que os números hoje divulgados pelo INE são “melhores que o esperado”, Constantino refere, também em declarações citadas pela Reuters, que “por outro lado, as exportações continuam a crescer, com as empresas a realizarem um esforço para se encontrarem novos mercados e ganharem competitividade".
Filipe Garcia, da IMF, também destaca que "o motor de crescimento da economia - e que justificará estes resultados - continua a ser a procura externa líquida, que tem tido uma evolução muito satisfatória”.
A economia não é uma ciência exacta mas também não é "uma roleta russa"! Já há algum tempo que apontava para esta possibilidade de o comportamento da economia ser muito melhor do que o esperado .
Consequências imprevisiveis :
“Dessa forma, não seria a Grécia se desligando do euro como padrão monetário. Seria a Grécia sendo expulsa, praticamente, da União Europeia. Uma série de consequências desagradáveis teriam lugar a partir daí, sendo a primeira uma onda de jovens gregos, desempregados e prontos para deixar o país”, disse Hugh. A jornalista do diário britânico The Guardian Julia Kollewe pintou um quadro obscuro desta situação:
“Uma massa de desempregados, formada por jovens e bem preparados trabalhadores, formariam uma espécie de êxodo da Grécia e, se dezenas de milhares de pessoas chegassem às fronteiras do país, estas teriam que ser fechadas, com patrulhas de soldados gregos nas estradas, portos e aeroportos para manter seus cidadãos dentro do país. Isso não é impossível”, avalia Kollewe.
Hugh, então, se espanta com a situação a que chegou a Europa, diante da possibilidade de ruir o principal fundamento da União Europeia, que seria o fim das fronteiras físicas e econômicas.
“Aí, eu pergunto a mim mesmo: É essa a Europa sobre a qual falávamos, ou isso será algum tipo de pesadelo? Foram esses os altos ideais que nos moveram até chegar ao ponto de a Grécia trancar seus jovens, como nos velhos dias da União Soviética? É isso que a eleição de François Hollande como presidente da França significou?”, questiona Hugh. E ele mesmo responde: “Espero que não”.
Avisa o Banco de Portugal : "Os riscos em torno da implementação do Programa permanecem significativos" avisa a instituição. Em termos internos, destaca a "resistência expectável de alguns agentes económicos à concretização do vasto conjunto de reformas previsto na área estrutural". As áreas que têm sido mais problemáticas são as rendas no sector da energia – tema que deverá ser central na próxima avaliação da troika – e o aumento da concorrência nos sectores não transacionáveis.
O BdP reconhece que a adopção de reformas estruturais é um caminho espinhoso e que pode exigir tempo até se conseguirem as melhores soluções. Mas avisa que se estas não forem implementadas, o esforço de ajustamento pode não dar resultados. "A concretização efectiva de reformas estruturais que aumentem o nível e o crescimento da produtividade no médio prazo deve assumir um papel proeminente", lê-se no relatório.
É nestas reformas que se joga muito do país que queremos ser. O estado, as empresas do regime, a banca, as empresas públicas.
Vamos ver a opinião mundial virar-se para Portugal e para os outros países em dificuldades. Mas o mais estranho de tudo é que a Grécia sai do euro para pedir dinheiro, muito e depressa aos países europeus! Pode ser de outra maneira? Se não tem pede a quem? E, no curto prazo, paga como se não tem dinheiro?
Já para não dizer que a saída do euro não está prevista. Está prevista a saída da União Europeia que está longe de ser a mesma coisa.
Sem uma união monetária, económica e política a União Europeia não tem capacidade para se impor.
Mas a senhora Merkel não quer!
O euro:
Esqueça o dilema de austeridade ou crescimento: o futuro da moeda única joga-se no setor bancário. Com a crise, os Estados e a banca tornaram-se tão interdependentes que acabam por se enfraquecer mutuamente.
Não é possível tirar o crescimento da produção de uma cartola, como por magia, e não há de facto dinheiro para investimentos. Por isso Daniel Gros ficou estupefacto com a forma como os políticos europeus, encabeçados pelo novo Presidente francês, martelam uma simples palavra: crescimento.
Para o economista alemão do grupo de reflexão de Bruxelas CEPS, a dicotomia "austeridade ou crescimento" é um "falso debate", que não faz avançar um passo na solução da crise do euro. O verdadeiro debate, segundo ele, deve centrar-se nos bancos, especialmente os do Sul da Europa, que estão muito pior do que se pensava.
"Os bancos gregos e espanhóis estão sentados numa pilha crescente de dívidas”, explica Gros. “Só a Europa os pode salvar, os Governos grego e espanhol são demasiado fracos. É um problema europeu da maior importância."
No ano passado, depois de forte pressão política, os bancos europeus aceitaram cortes no pagamento da dívida do Estado grego, através de um perdão parcial. Depois disso, os mesmos bancos retiraram-se do Sul da zona euro, antes de novos cortes. Espanha, Itália e Portugal foram massivamente abandonados pelos investidores estrangeiros. Na Grécia, a fase seguinte já começou: até os gregos colocam o seu dinheiro no exterior. De acordo com Gros, trata-se de uma imensa fuga de capitais. "Quatro, cinco, seis mil milhões de euros por mês. Ninguém os consegue travar."
Esta evolução acompanha a par e passo outra, igualmente prejudicial: devido à saída dos bancos do Norte da Europa, os do Sul vão-se afundando cada vez mais em dívidas. As obrigações de que os investidores estrangeiros se estão a livrar são compradas precisamente por bancos europeus do Sul. Fazem-no por pressão dos governos, mas também porque ganham dinheiro com isso. É que, em troca desse favor, os governos contratam novos empréstimos, a taxas de juros mais interessantes para os bancos.
Taxas de juro mesmo muito vantajosas. No inverno passado, o Banco Central Europeu concedeu créditos muito baratos para mil milhões de euros, a fim de manter as trocas de empréstimos europeus. Os bancos da Europa do Sul aproveitaram estes créditos de muito boa vontade, a uma taxa de juro de 1%, para depois emprestarem aos governos cobrando-lhes 6% ou mais. Um ato patriótico que lhes permite ir tendo grandes lucros. Parece ser uma solução, mas cria uma dinâmica perversa: os bancos e os governos tornam-se de tal modo interdependentes que se enfraquecem mutuamente.
Segundo Daniel Gros, "os bancos gregos estão absolutamente desgraçados". Parece ser um problema nacional. Mas isso é uma ilusão de ótica. O que vai acontecer se, de repente, os bancos do Sul não pagarem (não conseguirem pagar) os seus empréstimos ao BCE? "Por causa do euro, estamos todos no mesmo sistema", explica Thierry Philipponnat, do grupo de pressão Finance Watch.
Indiretamente, o BCE somos nós. Todos nós, de todos os países do euro. Se as coisas correrem mal no Sul da Europa, outros países da zona euro terão de ajudar, para salvar a união monetária europeia. O BCE está, pois, sob forte pressão da Alemanha e da Holanda, no sentido de impedir esses empréstimos especulativos. O mercado financeiro interno é a base do euro. A fuga de capitais do Sul para o Norte destrói esse tecido. "A integração financeira da Europa está a recuar, pela primeira vez desde o início dos anos 1980", explica Ignazio Angeloni, conselheiro do BCE em Frankfurt.
Os franceses têm uma palavra maravilhosa para isso: “détricotage” [desfazer o tricô]. Os bancos retiram-se para as suas fronteiras, como um tricô a ser desmanchado: para serem mais fortes num país, deixam de conceder empréstimos a outro.
Os bancos centrais são mais rigorosos no Norte do que no Sul. "Subitamente, a geografia ganha importância", salienta o lobista Philipponnat. Um banqueiro de Londres observou isso mesmo recentemente, durante a visita de uma delegação chinesa. A primeira questão dos chineses foi: "Como podemos distinguir uma nota grega em euros das alemãs?"
Há muito quem diga que só uma união bancária europeia pode livrar a banca e os governos deste sufocante abraço. Uma união bancária com um fundo de salvação alimentado pelos próprios bancos, de modo a que os governos deixem de estar obrigados a compensar falências: isso permitiria resolver o dilema atual do "too big to fail" [demasiado grande para cair], que faz com que os grandes bancos façam o que lhes apetece, porque têm a certeza de serem salvos pelo governo quando a situação lhes correr mal. Se forem penalizados pelos seus atos, passam a avaliar os riscos de forma diferente.
A Comissão Europeia preparou uma proposta. Mas a sua publicação já foi adiada dois anos porque os Estados-membros não a querem. Porque implica uma vigilância europeia forte. Isso equivale a uma transferência de soberania nacional, o que é, para muitos países, difícil ou tema tabu.
A Europa não sabe como dar a volta à situação. Como os governos não querem um sistema europeu de forte regulação financeira, aumenta o risco de o contribuinte levar com uma série de faturas europeias, sob a forma de ações de recuperação financeira, no valor de muitos milhares de milhões de euros. E resta muito pouco dinheiro para estimular o tal crescimento económico de que François Hollande é atualmente o paladino.
"A maior ameaça para a estabilidade financeira da Europa é o facto de os países da zona euro serem financiados por bancos que, se forem à falência, estarão dependentes dos governos aos quais emprestam dinheiro", defendeu recentemente Philipponnat, numa conferência organizada pelo BCE. "Todos sabemos que isso não tem futuro.
A estratégia do governo de José Sócrates para os corredores ferroviários foi uma mentira ou um erro?
"O Ministro da Economia português, Álvaro Santos Pereira, e a Ministra de Fomento espanhola, Ana Pastor, voltaram a confirmar o projecto de construção do Corredor Ferroviário do Atlântico, que vai permitir o transporte internacional de mercadorias portuguesas e espanholas, em bitola europeia, para o resto da Europa, de uma forma eficiente e competitiva.
O Corredor Ferroviário do Atlântico vai efectuar a ligação França-Irun-Valladolid-Palencia, que bifurca para três direções: Vilar Formoso-Aveiro, que inclui o Eixo Norte-Sul de Portugal e o porto de Leixões, Galiza e Madrid por Ávila. Através da capital espanhola até Badajoz e do novo troço Poceirão-Caia, será efectuada a ligação, em bitola europeia, para mercadorias e passageiros, à região de Lisboa e aos portos de Setúbal e Sines."
A confusão é muita, a falta de informação é maior, os interesses financeiros ultrapassam tudo e todos. Nós, na verdade, não vivemos em democracia! Eu que leio tudo o que apanho destes assuntos nunca encontrei esta solução. Esconderam-na ? Vagamente ouvia falar dos problemas que a bitola europeia levantava por causa da "nossa" bitola Ibérica. Até se dizia que os nossos comboios chegariam a Badajoz e do outro lado não havia correspondência de bitola , como se coisa tão evidente passasse aos técnicos...
Enfim, mais uma monumental mentira que tem sido levada até quase ao ponto de não retorno. Depois pagamos indemnizações milionárias às empresas interessadas, e coisa e tal...
Aqui está a "clara estratégia" para a ferrovia nacional :
Ao contrário de ti
não tenho ciúmes.
Vem com um homem
às costas,
vem com cem homens nos teus cabelos,
vem com mil homens entre os seios e os pés,
vem como um rio
cheio de afogados
que encontra o mar furioso,
a espuma eterna, o tempo.
Trá-los todos
até onde te espero:
estaremos sempre sozinhos,
estaremos sempre tu e eu
sozinhos na terra
para começar a vida.
Pablo Neruda, in "Poemas de Amor de Pablo Neruda" Tema(s): Amor Ciúme Ler outros poemas de Pablo Neruda
No dia 15 de Maio de 1567 nasceu, na cidade italiana de Cremona, o compositor Claudio Monteverdi.
Fez estudos musicais na sua cidade natal e foi depois, entre 1590 e 1612, violinista, organista e depois maestro da corte de Mântua. Em 1613 foi nomeado maetro do coro da Basílica de São Marcos, em Veneza. Depois da morte da sua mulher, ordenou-se padre, em 1632.
Foi contemporâneo da música polifónica (em que predominava o nome de Palestrina) e da ainda embrionária ópera florentina.
Mas o ponto de partida de Monteverdi foi o madrigal renascentista. Entre 1587 e 1638 publicou oito colecções de madrigais e deu o passo decisivo da polifonia para o canto instrumental. A sua ópera Orfeo, de 1607, foi um feito pioneiro: a primeira ópera que ainda hoje pode ser ouvida com interesse mais que histórico e a primeira obra de música com ampla participação orquestral, sobretudo de instrumentos de cordas.
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...
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