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Juntaram-se uns quantos nomes conhecidos e atiraram-se aos feriados. Os feriados têm significado histórico e como tal devem ser festejados. É capaz!
mas a partir daí metem-se em atalhos que têm pouco de históricos. A produtividade não depende do número de horas de trabalho; que um trabalhador relaxado e satisfeito produz mais; perdem-se migrações turísticas internas...
Nem Salazar se atreveu a acabar com o 5 de Outubro. E os historiadores não deviam meter-se na economia, bastava falarem do valor histórico dos feriados.
É, óbvio, que o factor mais importante na produtividade é sempre o factor homem. O que acontece é que em diferentes estágios da economia esse valor torna-se mais ou menos importante. Num país em que existem pequenas e médias empresas com 4/5 trabalhadores, não equipadas devidamente, sem capacidade de investir na renovação dos equipamentos e na formação de gestores e técnicos, trabalhar mais é o que nos resta.
Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano
"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
Outono doce Outono
Das brisas suaves e quentes
E tempestades frequentes
Das folhas leves amarelecidas
Pendentes nos amores findos
Em tardes longas esquecidas
Outono doce Outono
Dos vendavais desaparecidos
E campos rejuvenescidos
Nos amores renovados
Nos cânticos acabados
Outono doce Outono
Réstia de luz e suave cor
Dum Verão quase acabado
E na minha alma perdida
Se aninham folhas desbotadas
No Outono ninguém se ficou
Para um Inverno que cedo chegou
Paxiano
Esta crise trás várias lições uma delas é que há muito quem estrabuche mas a verdade é que ninguém apresenta alternativa consistente. Depois do que se passou na União Soviética e "noutros lugares" a alternativa ao capitalismo é o primado da Lei, mercados regulados...
"Segundo Sampaio, "o capitalismo não tem alternativa depois do falhanço do socialismo soviético e de coisas parecidas" e, definiu, "o grande problema que se coloca é não haver um outro sistema "home made"".
Mas, alertou, "tem que haver uma transição com o mínimo de razoabilidade" porque, disse, "as pessoas não podem de repente ficar sem sistema".
Jorge Sampaio apontou como "grave" o facto de as "pessoas que decidem" olharem para "todos" como "números" o que, afirmou, "faz desaparecer a classe média americana e que faz com que as desigualdades se alarguem".
Aliás, tanto Jorge Sampaio como Allan Kratz realçaram a importância de "reduzir as desigualdades" como prioridade.
"Para mim sucesso é eliminar as desigualdades económicas no mundo", explicou Kratz.
O caminho para isto é, segundo Sampaio, "através de uma visão multilateral" para o mundo.
Christopher Hitchens
(13 de Abril de 1949 – 15 de Dezembro de 2011)

Christopher Hitchens, morreu ontem no “M. D. Anderson Cancer Center” em Houston.
Tinha 62 anos de idade.
Um excelente obituário pode ser visto no «New York Times»

Enquanto aqui em Portugal o "caso" dos submarinos submergiu e não voltou à superfície na Alemanha há justiça e pessoas a responder em tribunal. Na conciliação para evitar o julgamento, o tribunal ouviu a confissão de dois funcionários da empresa Alemã que vendeu os submarinos, dizer que pagaram "comissões" de milhões. Na Grécia e em Portugal!
Na Alemanha há quem pague comissões mas em Portugal e na Grécia não há quem as tenha recebido. isto sim, é uma Justiça, célere e eficaz.
Um verdadeiro serviço público!
Diz o "barriga de cerveja" que os países com problemas de dívida são como os alcoólicos. E, em certa medida até são, vão bebendo e quando dão por isso estão com uma "carraspana". Mas há uma diferença subtil, para quem como ele tem que beber a "zurrapa" lá da terra. É a qualidade do que se bebe. Nós cá no cantinho bebemos do melhor, faz bem ao coração, às artérias, às amizades...
Haja quem lhe explique!
Depois de ter visto na TV um cangalheiro identificar-se, profissionalmente, como "TÉCNICO DE TURISMO FINAL", acrescentem mais esta, agora que estamos em época de tecnocracia: A PALAVRA "APOSENTADO" JÁ ESTÁ EM DESUSO,"TÉCNICO SUPERIOR DE LAZER" É MAIS APROPRIADO E MAIS ACTUAL.
As rosas
Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites tranparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.
O jornal i pregou-lhe a partida de o entrevistar, revelou a fotografia do que ficou depois de retirado o capacete e redundou com a maldade de lhe revelar o próprio nome na 1ª página. Tragédia consumada. Bastou a caixa - uma só frase.
"O Estado não tem vocação para gerir instituições sociais".
Perguntar a este indivíduo o que é então o Estado poderia ser tão néscio, tão perverso e tão sinistro como a própria afirmação do interpelado.
Fizeram-no ministro. Chega a vir-nos vergonha de desmascararmos a indecência perguntando para que sente ele a tal vocação "pública".
Não se sabendo ao certo a data de nascimento de Beethoven, presume-se que tenha sido no dia 16 de Dezembro de 1770, já que foi baptizado no dia 17, na Renânia do Norte, Alemanha. Foi um compositor do período de transição entre o Classicismo e o Romantismo. É considerado um dos pilares da música ocidental, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. “O resumo da sua obra é a liberdade,” observou o crítico alemão Paul Bekker, “a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, a sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida.”
Goethe definiu-o como "Uma criatura completamente indomável."
Nunca teve estudos muito aprofundados, mas sempre revelou um talento excepcional para a música. Com apenas 8 anos, foi confiado a Christian Gottlob Neefe, o melhor mestre de cravo da cidade, que lhe deu uma formação musical sistemática, e lhe deu a conhecer os grandes mestres alemães da música. Numa carta publicada em 1780, Neefe afirmava que o seu discípulo, de dez anos, dominava todo o repertório de Johann Sebastian Bach, e apresentava-o como um segundo Mozart.
Beethoven compôs as suas primeiras peças aos 11 anos, iniciando a sua carreira de compositor. Em 1784, já era organista-assistente da Capela do Eleitor e, pouco tempo depois, foi violoncelista na orquestra da corte e professor, assumindo, nesta altura, a chefia da família, devido à doença do pai - alcoolismo. Em 1787, com o patrocínio do Conde de Waldstein, a quem mais tarde dedicou algumas das suas obras, foi para Viena, para estudar com Joseph Haydn. O Arquiduque de Áustria, Maximiliano, subsidiou os seus estudos. No entanto, teve que regressar pouco tempo depois, devido à morte da mãe. A partir daí, com apenas 17 anos, teve que lutar contra dificuldades financeiras, já que o seu pai tinha perdido o emprego, devido ao elevado grau de alcoolismo.
Inscreveu-se num curso de literatura, durante o qual teve o primeiro contacto com os ideais da Revolução Francesa, com o Iluminismo e com o movimento literário romântico “Tempestade e Paixão”, do qual faziam parte Schiller e Goethe. Em 1792, já com 21 anos, mudou-se para Viena onde permaneceu até ao fim da vida. Tornou-se um pianista virtuoso e começou então a publicar as suas obras.
Foi nesta cidade que Beethoven começou a sentir os primeiros sintomas da sua grande tragédia. Aos 26 anos, foi-lhe diagnosticada uma congestão dos centros auditivos internos, o que lhe transtornou bastante o espírito, levando-o a isolar-se e a ter grandes depressões. Consultou vários médicos, fez curativos, usou cornetas acústicas, mas os seus ouvidos permaneciam entupidos. Desesperado, entrou em profunda crise depressiva e pensou em suicidar-se. Durante os anos seguintes, a doença continuou a progredir e, aos 46 anos, estava praticamente surdo. Nem por isso deixou de compor.
As suas obras, criadas sem a menor preocupação em respeitar as regras até então seguidas, são aclamadas por todos. Beethoven inaugura a tradição do compositor livre, que escrevia música para si, sem estar vinculado a um príncipe ou nobre. Tudo, em Beethoven, traz a marca da liberdade; era solitário, não tinha vínculos nem responsabilidades com ninguém senão consigo mesmo. Em 1827, no dia 26 de Março, às 17h45, durante uma tempestade, Beethoven morreu, vitimado por cirrose crónica - herdada, talvez, do pai - brandindo a mão fechada contra o céu, num último gesto de rebeldia. Conta-se que cerca de dez mil pessoas foram ao seu funeral, entre elas Franz Schubert.
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