Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
A Grécia caminha rapidamente para uma situação incontrolável. Perante os protestos violentos na rua, Papandreou, numa jogada de mestre, coloca a questão nas mãos do povo. Querem ou não ajuda? E, se não querem qual a alternativa?
Mas o referendo leva algum tempo a organizar embora o resultado seja previsivelmente o sim, porque perante problemas concretos as pessoas percebem rapidamente. Mas é muito interessante ver que num momento, é a Grécia que dá jogo, elevando a fasquia e obrigando o eixo alemão-francês a decidir.
Vamos ou não deixar cair o euro? Quem diria!
Apesar de ser o dia delEs, não me atrevo a colocar aqui o que elAs fizeram à música (fica o link). Em baixo, o original e a prova de que, pelo menos de música, os santinhos (mesmo em versão "todos") não pescam nada. Go Kiedis!
HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação - Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br
De silêncio em silêncio
Chego ao murmúrio das águas
Ao som que deixou brado
Às serras vales e fragas
Num tempo morno acabado
Longe do tempo segue a brisa
Em busca das vagas do sonho
São luzes de vagos sinais
Vêm de perto ou de longe
E perdem-se nos vendavais
Perto bem perto soa o clarim
Dum tempo já acabado
Mas o murmúrio do riacho
Lembra-me o som doutro lado
De silêncio em silêncio
Lentos, vazios, caminhamos
Sem sabermos… para onde vamos
O ministro Gaspar é o mensageiro. De uma forma sincopada, de quem raramente erra e poucas vezes se engana, traça um caminho e não sai dele.Só podemos rezar que esteja no caminho certo e que contribua para o país sair desta situação. Porque ouço muito barulho mas nenhumas alternativas. O problema é o seguinte. Não temos dinheiro e não temos quem o empreste. Que fazer? Convencer os credores que vale a pena ajudar-nos.
Dizer que há que fazer que os bancos paguem a crise não leva a lado nenhum, pelo menos agora. Além de estarem sem liquidez e a cair-lhes em cima milhões de crédito não recuperável, também não têm quem lhes empreste dinheiro. Estamos pois na boca do lobo. Ou os convencemos que damos luta ou a curto prazo estamos como a Grécia.
Cada vez há quem clame que a saída é pelo desenvolvimento da economia e, com isso, criar emprego. Sem dúvida mas onde está o dinheiro para injectar na economia?
Para já há dois exemplos. A Grécia e a Irlanda. A grécia caminha rapidamente para a bancarrota e já falam num referendo para aceitarem mais ajuda externa. Terão eles consciência da tragédia social? A Irlanda vai de vento em popa. Temos a sorte de ir atrás e poder optar entre esses dois exemplos.
O ministro Gaspar, honra lhe seja, anuncia as más notícias, bate-se por elas e tudo indica que depois de ter feito o seu trabalho vai à sua vida. Admiro-o por isso.Conhecemos montes de políticos que para salvarem a pele andaram a enganar-nos todo o tempo.
Compreendo a inquietação, a injustiça de irmos pagar o que outros lapidaram mas, digo-o com humildade, não vejo alternativa. Oxalá a tivesse que a não guardaria para mim.
Uma coisa eu sei. Quem grita nas ruas, nos jornais e nos blogues não apresenta alternativa credível. A curto prazo não há alternativa!
Não ouso insinuar que estava errado, Professor. Limito-me, com mais factos (todos ignóbeis) e 21 anos depois, a afirmá-lo. No entanto, gostava muito, deuses à parte, de o ouvir falar desta Europa de hoje. Deste nosso Portugal de gaspares. Do que fizeram à sua "guerra do homem contra o homem", como ideal económico que o Professor alegorizava com a, hoje, lengalenga do "lápis mais perfeito". Uma coisa é certa, foram os portugueses que fizeram de Portugal aquilo que ele (não) é hoje. Ontem, quando via o "Meia-Noite em Paris", de que o Luís já aqui falou, imaginei-me numa mesa, de trinco na boca, a ouvir Pessoa e Agostinho. A falar de Portugal. Sabendo de antemão o quanto vos deixámos mal. É uma pena haver horas, Professor; é uma pena haver portugueses que insistem em rumar contra Portugal. E alguns, veja bem, nem são ministros ou deputados. São o Dantas do Almada. E, assim sendo, eu quero mesmo ser Espanhol!
Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas aves que voam no olhar de uma criança,
Pela limpeza do vento, pelos actos de pureza,
Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
Pela branda melodia do rumor dos regatos,
Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas flores que esmaltam os campos, pelo sossego dos pastos,
Pela exactidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos aromas maduros de suaves outonos,
Pela futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre as portas da História,
deixa passar a Vida!
Natália Correia, in "Inéditos (1985/1990)" 
Olá, sou Sergio Paula DA SILVA ASSUNCAO, apresento...
SaudaçõesEstás à procura de financiamento? Você pr...
Você precisa de crédito, você é rejeitado pelos ba...
Você precisa de crédito, você é rejeitado pelos ba...
Você precisa de apoio financeiro ou tem um problem...
SalutationsCherchez-vous un financement? Vous avez...
Olá eu souCamila pelo nome e moro em Portugal, est...
En una palabra, ¡guau! No puedo creer que los fond...
Sérias oferecem empréstimos a particulares - 100.0...
Olá a todos, aqui vem um empréstimo acessível que ...