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À bon entendeur...

por Francisco Clamote, em 29.11.11

... un demi mot suffit:

"O dilema que as autoridades europeias - governos e BCE - têm hoje pela frente é um dilema moral (...). Se persistirem na recusa do risco de inflação - actualmente desprezível, mais distante no tempo, de consequências mais controláveis, e, por tudo isso, o mal menor - estarão a escolher o caminho de uma generalizada crise bancária, de uma provável depressão económica e da desintegração europeia - com consequências mais iminentes, próximas, profundas e irreversíveis, ou seja, portanto, o mal maior. Não haverá meio termo. Este é um dos raros momentos históricos em que os protagonistas não conseguirão passar sem registo. Seja qual for a escolha que façam - activa ou passiva - a História não os isentará da responsabilidade moral e inscreverá os seus nomes na memória futura."
Quem deixa o aviso é Vítor Bento, nas páginas do "Económico". Do que duvido é que o destinatário (Passos Coelho) seja un bon entendeur. Melhor dizendo, sei que não é, pois limita-se a ter na cabeça umas quantas ideias fixas enfiadas a martelo.

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publicado às 19:03

Comparem e digam da vossa razão. Para mim é complicada, é como um texto

mal acabado e não acrescenta nada ao culto. Marreca, virada para dentro, sem alegria...

 

                                                                                                

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publicado às 18:52

Realmente não há dinheiro porque o gastaram em estudos e pareceres que nada produziram, no TGV e no aeroporto foram muitos milhões para a sarjeta.

"

A RAVE, cuja extinção já foi anunciada, foi constituída em 2000 para desenvolver o projecto da rede de alta velocidade ferroviária portuguesa, tendo como accionistas o Estado (60 por cento) e a REFER -- Rede Ferroviária Nacional (40 por cento).

No Plano Estratégico de Transportes (PET), o Governo anunciou o abandono do projecto de alta velocidade ferroviária Lisboa-Madrid elaborado pelo anterior Executivo e a aposta numa linha de mercadorias que ligue os portos portugueses à capital espanhola e, dali, ao resto da Europa.

A Comissão Europeia autorizou Portugal a aplicar os fundos que estavam destinados à alta velocidade ferroviária na ligação em bitola europeia dos portos portugueses ao resto da Europa, segundo o primeiro-ministro.


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/tgv-8364146-milhoes-gastos-so-em-estudos=f690993#ixzz1f7IsXbrw

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publicado às 17:31


UM ENTRE OS DEMAIS

por Adriano Pacheco, em 29.11.11

Trovão que no horizonte

deflagra

Que ribomba no eco das serras

Ressoa, fustiga e amedronta

E na gota que ao longe

desponta

Cai a tempestade que medeia

Ventos fortes que semeia

 

A fúria que aos poucos

se acalma

Refúgio que no espaço

nos acolhe

Tornado que se despenha

e desaba

Nuvem que aos poucos

se dissolve

 

Este tempo do tudo e do nada

Das pedras frias e metais

É um, entre muitos

Muitos dos poucos

Poucos, muito poucos, entre os demais

 

Sou do tempo que não espera

No tudo que nos move

Sou átomo que se dissolve

Nas gotas que vêm da serra

 

 

 

 

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publicado às 16:30


Tiro ao alvo - Taxas liberatórias quando?

por Luis Moreira, em 29.11.11

Diz o PS, o PCP e o BE que se substituirmos os subsídios de férias e/ou natal por taxas liberatórias sobre as mais valias e rendimentos de capital temos o assunto resolvido.

Ora, sabemos que o problema é em 2011 e 2012, justamente os anos em que as bolsas estão a ter comportamentos negativos com enormes perdas. Então onde estão as mais valias em 2012 para taxar? Não estão, não há! Para além disso, os 2/3 de corte nas despesas versus 1/3 subida de impostos não se mantinha.

Eu, a quem vão sacar tudo e mais alguma coisa, adorava que arranjassem uma solução, mas por favor deixem de fazer tiro ao alvo.

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publicado às 15:30


Com quem casamos a EDP?

por Luis Moreira, em 29.11.11

O pretendente Chinês tem muito dinheiro mas não tem nome de família; o pretendente Alemão tem-nos a nós família chegada (suposta) da noiva e tem tecnologia o que dá garantias de uma prole vasta e prendada; o pretendente Brasileiro tem lá na terra deles as irmãs da noiva (Galp, PT, EDP..) e a felicidade destas pode passar pelo casamento em terras lusas.

Os Brasileiros estão em plena juventude com uma economia pujante mas há interesses contraditórios. Os Alemães são um poderoso aliado e quanto mais empresas alemães cá tivermos melhor protegidos estamos da sogra irascível a Sª Merkel. E, claro, temos a prima tecnologia que faz pender a balança para os braços do pretendente alemão.

Há outras empresas para serem vendidas, esperemos que, já que as temos que vender em tempo de "vacas magras" então, que o poder político equacione a questão a longo prazo e não faça do dinheiro a oferenda mais apetecível. Afinal, tudo junto e comparado com o que devemos tem o peso de um recém nascido...

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publicado às 14:20


Mais valia deitar-lhes fogo, não?

por Rogério Costa Pereira, em 29.11.11
Falo dos restaurantes e da subida do IVA para 23% na restauração. Uma coisa é certa, quando este Governo acabar de nos tratar da saúde dará conta que já estamos todos mortos.

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publicado às 13:20

vocês já viram como anda tudo mortinho por uma revolução? a picar, a picar, parece que estão a desafiar a que alguém se chegue à frente e organize uma festa. eu, por mim, gosto muito que os vinte e cinco de abril tenha sido assim, uma festa, uma revolução pacífica, de flores em vez de tiros, mas acho que em geral, por definição e experiência, as revoluções tendem a não ser isso, a ter pouco de festivo, é mais luta e tiros e mortos.

se faz falta, faz-se, mas não se fica em casa a gritar faça-se. isso também eu! é tão fácil como estar em frança a gritar façam.

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publicado às 13:00


Subject: bófia

por joao moreira de sá, em 29.11.11
o outro admira-se que o pessoal se comece a revoltar - também - contra a policia, já viste?. mas depois vem com aquela do ver a polícia como o braço armado do governo e percebo que está a milhas, está noutra, ou então está a fazer-se de parvo, essa parte é que eu não chego a perceber. se ele sabe, como tu e eu sabemos, como estamos fartos de passar a vida a ser parados em mega operações stop em estilo todos culpados, todos alcoólicos até prova em contrário enquanto assaltam ali casa ao lado ou temos medo de deixar andar os putos na rua porque a polícia não a vemos, estão numa mega operação aguenta-aí que vamos só aqui cortar a A1 - que sendo uma estrada privada, suponho que tenha sido dada a devida autorização por parte da Brisa e que para isso seja necessário que eu e todos os circundantes que somos parados sejamos suspeitos de algo mas isso já é outra manga e outro pano, do das leis e disso percebe outra gente daqui.
e da prepotência, e do autoritarismo e devidos excessos e impunidades, e da sensação de impotência, e por serem braço armado do governo sim ao pactuarem na caça à multa fazendo-a imposto - porque orçamentado - proveito de estado.
que nós estamos, todos, fartinhos da polícia, é de há muito, que agora estamos fartinhos dr tudo e começamos a ter vontade de o mostrar e fazer saber é que talvez seja novidade para eles mas o estarmos fartinhos deles isso não devia ser novidade. se é, são parvos. e eu, por mim, preferia que os policias não fossem, parvos.

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publicado às 11:30

Se este montante fosse gasto numa das infra-estruturas existentes aqui à volta de Lisboa ( Sintra, Montijo, Alverca ) tínhamos conseguido um aumento exponencial da oferta do Aeroporto da Portela.

O que não se gasta em Planeamento gasta-se no terreno é um principio fundamental da Gestão. Se soubéssemos o que queremos para Lisboa, para o país, qual vai ser o papel que a TAP pode assegurar no concerto das grandes empresas transportadoras europeias, não tínhamos andado a deitar dinheiro fora. Se bem nos lembramos, foi preciso que um comandante da TAP fosse a um programa televisivo para dizer que eram eles que iriam pilotar os aviões, mas que nunca tinham sido ouvidos. E o que tinha para dizer era muito importante .É que o corredor aéreo de descida e de subida na OTA era o mesmo, devido à morfologia do terreno.

E, ali, o sonho de 30 aviões a aterrar e a subir por hora terminou...

Esta telenovela vinha de há vinte anos atrás, e nunca ninguém tinha percebido que os aviões andariam aos círculos por cima de Lisboa a aguardar vez para aterrar, isto se as previsões do aumento de tráfego se cumprissem, coisa que nem por sombras.

Este exemplo mostra bem a quem estamos todos entregues!

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publicado às 11:00


As grandes ideias

por Luis Moreira, em 29.11.11

 

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publicado às 10:00


Poesia ao nascer do dia - Neruda

por Luis Moreira, em 29.11.11
 
 
Pablo Neruda . sempre.
ao contrário de ti
não tenho ciúmes.
vem com um homem às costas,
vem com cem homens nos teus cabelos.
vem com mil homens entre os seios e os pés.
vem como um rio
cheio de afogados
que encontra o mar furioso,
a espuma eterna, o tempo.
trá-los todos
até onde te espero:
estaremos sempre sozinhos.
estaremos sempre tu e eu.
sozinhos na terra.
para começar a vida.
in "poemas de amor de Pablo Neruda"
ilustração:
dance me to the end of love.
Jack Vettriano
(londres. 1951)

 

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publicado às 08:00


X - As opiniões sobre a forma de Governo *

por Rogério Costa Pereira, em 29.11.11
«(...) O comércio está arruinado. A lavoura está decadente. A propriedade está hipotecada.
Só prosperam, só se procriam, só se reproduzem indefinidamente as instituições de jogo e de usura, as casas de penhores e os bancos!(...)»
* Ramalho Ortigão, As Farpas IV, O Parlamentarismo.
Texto não datado, na minha edição de 1989, mas que será da década de 70 ou 80 do século XIX. Em bom rigor, a data é aqui mera curiosidade. Todo o Tomo é intemporal e podia ter sido escrito a semana passada ou, temo, daqui a 10 anos. 100 anos? 130 ou 140 anos, como os que já tem? Remai, remai..., que o círculo termina já ali, ao virar daquela esquina, para começar de novo, com e da mesma forma. Eu cá vou a nado, mas para fora dele.

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publicado às 01:02

Agostinho da Silva com a sua agudeza de espírito na observação dos humanos, as suas reacções, as formas como se relacionam, acerta no alvo como poucos o fazem e tão frequentemente. Então, em política, senão fores um activista cego, um tipo que não vê mais que a cor da camisola, já sabes, levas com o "carimbo".

É raro, mesmo muito raro, encontrar-se uma pessoa que seja capaz de despir-se dos seus preconceitos ideológicos e olhar com neutralidade ideológica para uma boa medida, uma boa decisão, enfim, olhar com os olhos de quem vai beneficiar com a decisão.

Foi isso que Agostinho da Silva percebeu muto bem, o difícil, é reconhecer que quem não pensa como nós é alguém que merece ser ouvido e que tem todos os direitos de que nós próprios gozamos. Foi, por esta razão tão simples que, muito cedo na história da Humanidade, apareceu o conceito de democracia!

Eu sou de esquerda arrota-se entre dois subsídios;eu sou de direita, arrota-se entre dois whiskies; eu sou do centro arrota-se entre duas Avés Marias.

Um certo dia discutia-se o direito das famílias escolherem a escola para os seus filhos. Eu perguntei, "mas uma boa escola , fecha-se"? onde os professores são felizes, as crianças aprendem e os pais confiam? Houve quem me respondesse :"são da padralhada"! Argumento último para se fechar uma boa escola! Fiquei esclarecido!

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publicado às 23:00


Festejos em São Bento

por Francisco Clamote, em 28.11.11
Logo que Passos Coelho tomou conhecimento de que, segundo as previsões da OCDE, em 2012, a economia portuguesa deverá recuar 3,2%  e o número de pessoas desempregadas atingirá, no próximo ano, 13,8% da população activa, convocou de imediato uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, onde a  notícia deu azo a largos festejos regados com champanhe.
Um ministro retardatário, ao deparar com a libação em curso, perguntou a Passos Coelho o que é o Conselho de Ministros estava a festejar, tendo Coelho retorquido de pronto: como sabe e é público, pois já o anunciei ao país, a política deste governo tem como primeiro e único objectivo empobrecer o país. Ora, as previsões da OCDE indicam que Portugal vai empobrecer ainda mais rápido do que o previsto. Não acha o meu amigo que há boas razões para comemorar?
Bom, sendo assim, disse o ministro retardatário, venha daí mais uma rodada!
(imagem daqui)

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publicado às 21:29


Novos Lobos?

por n, em 28.11.11

Em conversa com um amigo, sobre a actualidade, a dado momento ele, em jeito de questão, diz «será que a distinção do fado como património imaterial da humanidade, vai provocar nos papás deste país o mesmo que aconteceu com o efeito Lobos, aquando do Mundial de Rugby, e vão todos a correr colocar os filhos em escolas de guitarra portuguesa...»

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publicado às 21:07

Em Londres é à vez, num dia entram os carros com matrícula par, no outro os de matricula ímpar. E, os cidadãos acham bem, de outra forma é impossível viver na cidade. Na última vez que lá estive para entrar na cidade, avisa o condutor, estávamos  mais ou menos a 30 Kms. Mas andou bem e rapidamente estávamos no meio da cidade. Lá entram e saem um milhão de pessoas por dia, aqui  em Lisboa 400 000 pessoas e 200 000 carros.

Com esta alteração, dia sim dia não, alivia-se a entrada em 50% dos carros privados ( a mais das vezes com uma só pessoa) por dia. Convenhamos que é uma medida de grande impacto. Mas, claro, aumentam os passageiros nos transportes públicos em cerca de 200 000 pessoas. Como responder a esta procura? Há "almofadas" nos comboios, no metro e nos autocarros? Também ganham as empresas de transporte, transportando mais gente a pagar e ganha o ambiente. Ganham todos! Até a bolsa das pessoas que passam a gastar menos dinheiro em transportes.

E, o chamado transporte "partilhado" com os vizinhos e amigos a acertarem transportarem-se no mesmo carro?

A super ministra Assunção Cristas anda a pensar nisto! Que não lhe falte a vontade, a coragem e a paciência para os "não" do costume!

Disse também que quanto à energia, em tempo de "vacas magras", mais importante que fazer barragens e dar subsídios a "energias alternativas" é apoiar a manutenção da rede e evitar o desperdício! Quem está contra?

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publicado às 19:20


Capa de hoje da revista DER SPIEGEL - E agora?

por Rolf Dahmer, em 28.11.11

 

 

E agora?

 

“Precisamos de algumas pessoas malucas, que vejam só para onde as pessoas normais nos levaram”

George Bernhard Shaw

 

„E agora?“ é o título do magazine alemão DER SPIEGEL nº 48/2001 e a imagem da capa fala por si. O subtítulo do respectivo artigo reza: “Só restam duas hipóteses de salvar o euro – ambas são terríveis”.

A tal “terceira via”, na certeza adquirida com razão de que não funciona, nem sequer é referida. Todavia, como já referi, ela existe mesmo e funciona perfeitamente mas apenas “sob o pensar e o agir virado para fora e sóciocêntrico”, uma hipótese que pelas “pessoas normais” que nos levaram para o atoleiro pelos vistos não é considerada.

Seja como for: num futuro próximo iremos ter “pessoas malucas”, sendo apenas uma questão delas surgirem em consequência de uma mudança benéfica da estratégia à ultima da hora ou se surgem, tardiamente, depois da eclosão do caos. Acredito que vale a pena empenhar-se na já referida 3ª via porque aquelas pessoas “malucas” que tomarão conta da situação se não fizermos nada, podem ser mesmo malucas, radicais e perigosas.

 

  PS: Estamos com sorte. Desta vez o referido artigo de capa do DER SPIEGEL já se encontra na integra em língua inglesa em SPIEGEL ONLINE INTERNATIONAL, com o título “Euro Zone on the Brink - A Continent Stares into the Abyss”.

http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,800285,00.html

Abraço

Rolf Dahmer

 


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publicado às 18:00


Feriados e coisas que não existem

por Luis Moreira, em 28.11.11

É uma boa ideia esta de reduzir os feriados e encostá-los aos fins de semana. A interrupção dos trabalhos no meio da semana é altamente prejudicial para a produtividade das empresas, muito especialmente para as industriais.E o banco de horas também é muito importante, é preciso trabalhar quando há encomendas, prazos a cumprir. Acerta-se quando há pouco trabalho.

Agora não percebo é como se podem acabar com coisas que não existem, como é o caso das pontes e das tolerâncias de ponto. Não existem nem estão previstas em lado nenhum, foi a imaginação preguiçosa de uns e o interesse eleiçoeiro de outros que os inventou.  Se não existem, não é preciso fazer nada, o trabalhador não espera por eles e o patrão ou o dirigente não os permite, ponto final!

Outro assunto muito importante são os falsos certificados médicos, uma fraude que deve ser tratada como fraude e dar despedimento. Não se pode esquecer a dimensão que esta fraude pode tomar ao sabermos que de Outubro de 2010 a Fevereiro de 2011 os professores meteram 73 041 certificados médicos, isto é, metade da classe esteve doente. Em termos estatísticos podemos dizer que num ano cada um dos professores mete um atestado médico (são perto de 150 000). E, quantos dias de trabalho perdido representam estes certificados?

Deixem-se de reuniões e de perdas de tempo! Apoie-se quem trabalha e meta-se na ordem quem pisa o risco!

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publicado às 16:30


QUE DURA PENA

por Adriano Pacheco, em 28.11.11

Que silêncio criou este vale

Junto do murmúrio das águas

Levou o pendor das mágoas

De amor suavizou os ventos

E calou a verdade dos tempos!

 

Quem soltou o vento na serra

E libertou água no riacho?

Quem teceu o verde dos montes

E fez crescer água nas fontes?

 

Quem fez este caminho sinuoso

Em redor desta montanha

Quem deu esta pena tamanha

Quando tudo no campo é viçoso?

 

Toda a pena tem um tempo

e um fim

Esta por ser tão dura

Cresce e morre dentro de mim

 

 

 

 

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publicado às 15:30



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