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* Colaboração de António Filipe

O interminável rol de nomeações, jobs e tachos está a tornar difícil anotarmos todos os nomes que na Declaração de IRS devemos inscrever na rubrica "Pessoas a Cargo".
O movimento não pára, deste e do outro lado do oceano, milhares de jovens querem que os responsáveis paguem o mal que fizeram.
Apetece dizer que nós portugueses também temos edificios de bancos para ocupar mas em vez disso estamos a pagá-los! Serão estes os tais "brandos costumes"?
Também é verdade que nós quando nos chateamos a sério fazemos uma revolução. Em 900 anos já fizemos 3 ou 4! Não pisem o risco!
O meu nome é PAULA CRISTINA CURRALO AZEVEDO, tenho 43 anos,sou Portuguesa, solteira
EU-Repórter: www.algarve24.pt/eu-reporter/apro.php?show_id=54
Há matérias sem importância em que às vezes ocorrem assuntos com importância. E o contrário também acontece. E por vezes sucede até que em matérias sem importância ocorrem assuntos importantes a que não devia ser dada importância. Numa destas categorias inscrevo eu o tema sobre que se debruça a crónica que cito – uma clarividente opinião de Ferreira Fernandes, como de resto o são geralmente os seus avisos.
Trata de futebol, uma matéria que, não sei eu porquê, nos dias que correm produz mais ódios e sublimações, lágrimas e orgulhos, patriotismos e promoção social do que a evidência de se ter um primeiro-ministro portador de sinistro atraso mental, ou a desilusão por um presidente da república que apadrinha e acoberta uma associação de ladrões, ou o fatalismo de gramar um grupo de banqueiros que por paranóide ganância rebenta de falências um continente inteiro para depois o reduzir à escravatura.
A matéria é futebol, em suma. Nada mais que aquele jogo que os ingleses inventaram e conservam como um desporto de fina habilidade e geniais talentos, num espetáculo que tem inegável beleza nessa mundividência e que comportou variantes de quase sublime arte, como no aproveitamento das suas regras básicas para um bailado de samba em que os corpos são balizados por um esférico objeto que paradoxalmente os condiciona e valoriza. A matéria é este espetáculo, que por outro lado serviu de pretexto para ‘profissionais’ polemistas, analistas, comentadores e sábios do dia seguinte, assim como quem resolve os problemas da humanidade enterrado no sofá em frente do plasma ou à mesa do café entre duas cigarradas.
Mas a crónica que para aqui chamo, tratando de futebol e não falando de assunto especial, traz “à colação” muito mais do que isso. Porquê e em que medida, não sou eu apto a dizer. É ler-se.
Mas está tudo parvo ou quê?
Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço...
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado... é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos.
* é o 3º treinador e permanece, quase sempre, nas mãos do adjunto
A marcada centralização do Estado criou uma aristocracia que impede as reformas estruturais necessárias e a boa gestão da coisa pública.
""Lá para o Verão, com a contestação no auge, com a rua ocupada por milhões de norte a sul, vamos ter uma solução à grega ou à italiana. Primeiro-ministro novo, livre do ónus das piores medidas de austeridade, com perfil de tecnocrata rigoroso, liderará um Governo de Salvação Nacional que preparará eleições antecipadas para 2013. Daí sim, sairá uma nova arquitectura de poder para uma década de recuperação e crescimento. Aí estaremos nós. Os cultos, os preparados, os nobres."
Sem partidos, sem sindicatos, sem Maçonaria, sem Opus Dei, sem grupos de interesses organizados, sem corporações, sem negócios onde o estado perde sempre!
E sem Democracia?
Em Lisboa, Sete Rios, na central de autocarros, permanece, junto ao bar e à venda de livros, o autor do único romance em que todas as letras começam pela letra “a”.


Aproveitando os bons ares que hoje se respiram em Coimbra, a pegada foi à pesca no Mondego. Coisa meramente recreativa, claro. Apanhámos várias tainhas (que imediatamente foram convidadas para assessores do Governo por um senhor ministro que fa-la-va du-ma for-ma pau-sa-da e que, após me pedir uns trocos-ó-chefe, me deitou uns olhos de “é servido do pouco que mal me chega, que a vontade de dar não é nenhuma e que só aceita quem é desavergonhado?”), um bacalhau-correio (que trazia uma mensagem tatuada na pata direita a avisar-nos que urge empobrecer o país), uma truta, uma lata vazia de atum em lata, um salmão fumado a contas com a justiça e − atenção agora − uma Joana Patrício. Devolvida a bicharada de guelras às águas, convidámos a Joana (que afinal não tinha sido pescada das águas; teve apenas o azar de passar no sítio errado à hora certa e de levar com o anzol – vai aproveitar para um piercing) para escrever na pegada.
A coisa, nada fácil, foi mais ou menos assim: "Joana, queres entrar para a pegada?" E ela:"agora não me dá muito jeito, que tenho de ir ouvir Nina Simone". Ouvida a "música do diabo", discutida a cláusula de rescisão, assinado o contrato, só possível após a minha mulher ter dado um pontapé no Pinto da Costa que insistia em convidar a Joana para treinar o FCP, é pois com imenso agrado que vos anunciamos: temos mais uma menina entre nós.
Agora a sério, que aquilo da truta é uma descarada mentira: a Joana aceitou o nosso convite para deixar por aqui as suas pegadas. Joaninha, como já te disse em privado (embora por outras palavras), esta casa é agora também tua. Os tempos, os temas, os quês, os porquês e os quandos são também teus.
Sê muito bem-vinda e diverte-te.
PS – e não te assustes com a dezena e meia de posts sobre futebol que antecedem este, que isto é coisa que só nos dá aos fins-de-semana.
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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