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Morreu a 13 de Novembro de 1868, em Paris – e a última grande obra que fez não foi musical: Deixou toda a sua fortuna ao governo francês, com o objectivo de ser criada uma residência de condigno apoio a músicos na reforma.
Gioachino Antonio Rossini recebeu as suas primeiras lições musicais do pai, que tocava trompa e trompete na orquestra local. Aprendeu piano rapidamente e em 1806 entrou para o Conservatório Musical de Bolonha.
Mas parece que a aridez do contraponto não cativava o jovem Rossini, que sentia jorrar dentro de si um turbilhão de ideias musicais e ansiava por lhes dar vazão. Em 1810 abandona o conservatório e segue para Veneza, onde estreia a sua primeira ópera, La Cambiale di Matrimonio.
Com um estilo e uma sonoridade que fazem lembrar o seu admirado Mozart, Rossini fez sucesso na Itália e fora dela. O próprio Beethoven se declarou admirador dele, augurando-lhe o reconhecimento que o mundo da Música já lhe tributava em vida e que ainda hoje lhe é devido.
O século XX consagrou-o como nome maior da ópera cómica, “obrigatoriamente” inscrito no repertório dos maiores intérpretes.
Rossini compôs “O Barbeiro de Sevilha” em menos de 15 dias, quando tinha apenas 24 anos de idade. Muito embora a sua primeira apresentação tenha sido um retumbante fracasso, veio a tornar-se no maior sucesso da carreira do autor lírico.
A acção decorre em Sevilha, no século XVIII, e conta a história do velho Doutor Bartolo, empenhado em casar a sua pupila Rosina. No entanto, Rosina está apaixonada pelo jovem Conde Almaviva que, com a cumplicidade do barbeiro Figaro, surge disfarçado de soldado bêbado, pedindo guarida em casa de Bartolo...
A par da elegância e da ligeireza da orquestração, o realismo com que representa a sociedade aristocrática, a linguagem irónica que autoriza todas as insolências, a simplicidade de estilo, e ainda a jovialidade desta comédia divertida e cheia de espirito são, sem dúvida, os segredos do êxito desta obra prima da ópera bufa italiana.
A estreia ocorreu no Teatro Argentina, em Roma, em 20 de fevereiro de 1816.
Largo al Factotum, de ‘O Barbeiro de Sevilha’. Tenor: Luciano Pavarotti

A REN accionou um seguro para cobrir as despesas com advogados e acções de Justiça dos seus empregados que respondem por corrupção. Não está aqui em jogo se são ou não culpados, isso é com a Justiça, mas uma empresa, ainda por cima pública, pode "cobrir" as acções que nada têm a ver com a actividade normal da empresa, praticadas pelos seus empregados? Sejam eles administradores, directores ou contínuos?
A ver se percebo. Um administrador da REN passa os fins de semana a fazer negócios privados ( que no caso levantaram suspeitas de favorecimento) e, a empresa, depois, tem um seguro para cobrir a actividade que a Justiça considera suficientemente grave para o levar a tribunal?
Estão a mexer no meu bolso!
1. Vídeo de M. Jackson censurado nos EUA, Impressionante mesmo.
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.
http://sorisomail.com/email/12091/clip-censurado-nos-eua--mickael-jackson-.html
"Os donos do capital incentivarão a classe trabalhadora a adquirir, cada vez mais, bens caros, casas e tecnologia, impulsionando-a cada vez mais ao caro endividamento, até que a sua dívida se torne insuportável."
Karl Marx, 1867
Estão a ser substituídos políticos eleitos por tecnocratas nomeados pelos mercados financeiros!
"A democracia européia se converteu em uma democracia de banqueiros. A vontade das maiorias foi substituída por dirigentes saídos do coração dos bancos e que jamais se expuseram ao voto nem conquistaram nunca um mandato eletivo. O medo das urnas, ou seja, que o eleitorado rejeite os ajustes e a guilhotina social, conduz a colocar marionetes dos bancos à frente do Estado. Nunca como agora a ditadura dos mercados havia forçado o destino dos povos. As agências de qualificação desfazem as maiorias eleitas e as substituem por representantes da racionalidade financeira, as contas sem déficits e artesãos da decapitação social. "
- Setum!
- Santinho!
Nesses tempos, em que os jogos raramente passavam na televisão, eu ouvia os relatos com o meu avô, benfiquista ferrenho. Tudo acontecia no 1º andar da velha casa do Castelejo; ele num sofá, dizendo mal da vida pelo neto que não tinha conseguido converter, e eu noutro. Rivais por duas horas. Era um Domingo à tarde (nessa altura, os jogos eram todos ao Domingo à tarde). Eu tinha por hábito descer ao andar de baixo, para anunciar as minhas alegrias à minha avó. Nesse dia, ela sabia que se jogava forte lá em cima. Avô contra neto; um neto que chorava quando o Sporting perdia (muito chorei, por esses anos). Nesse dia eu desci sete vezes. Numa das minhas sete explosões de alegria lá em baixo (em cima, limitava-me, quase invisível, a descer do sofá de-va-ga-ri-nho), ela disse "já desceste tantas vezes, filho, quem é que vai aturar aquele homem?" Ninguém o aturou, que ele deitou-se logo de seguida. Que saudades que eu tenho. Não do Sporting, não dos sete golos. Que saudades que eu tenho, meus amores. [Nesse ano, ficámos em 4º lugar, a 11 ponto dos lampiões; mas quem se lembra disso?]
Já com o pé no estribo, Manuel Maria Carrilho que era companheiro de Sócrates nas maratonas até ir para Paris, diz que "Sócrates foi determinado na asneira".
Sendo verdade, fica-lhe mal a ele dizer isso, porque também comeu da gamela. Agora também já está contra os megainvestimentos, comparando Sócrates a Cavaco.
Daqui a uns tempos jura que sempre esteve com Seguro! E, é assim, sempre no cavalo que passa no poder, uma dose de paciência e com uma coluna vertebral flexível, chega-se ao cimo da montanha.
Diz o povo que ao cima da montanha só chegam dois animais. A águia e a serpente. Uma voa a outra rasteja!
O nosso principal problema é os bancos não terem dinheiro diz o gestor. E, assim sendo, não há dinheiro para apoiar a economia. Este é um problema de liquidez de curto prazo, o que também tira um activo muito importante - tempo!
A banca mandou (manda?) em governos, está cheia de benesses, mal acostumada, fica com os lucros para si e para os seus accionistas e atira com os prejuízos e com o risco do negócio para cima dos outros agentes do mercado.
Agora que os mercados não estão interessados em meter dinheiro nos bancos, vão levar com o Estado como accionista e vão deixar de fazerem o que querem, mas isso é como arrancar os dentes aos banqueiros. A banca não pode estar acima da Lei nem dos poderes eleitos democraticamente!
Quem não tem dinheiro não aluga "palhaços"! É bom que a banca perceba isso de vez!
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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Saudações da temporada, eu sou David e sou um hack...
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I wanna say a very big thank you to dr agbadudu fo...
Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...
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