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A arte, a criação e a cidade, enquanto viviam

por António Leal Salvado, em 03.11.11

Arquivos do umbigo

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publicado às 23:59


Epifania

por Luís Grave Rodrigues, em 03.11.11

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publicado às 22:59


Tomates gregos

por António Leal Salvado, em 03.11.11

"Perante as reações indignadas de tanta gente à decisão de devolver ao povo grego o veredicto sobre o seu futuro fica evidente uma coisa: anda por aí muito muito "democrata" que odeia a democracia. Porque ela pode travar a imposição de um programa ideológico que nunca seria sufragado pelo povo sem estar debaixo de chantagem. A Grécia deu o primeiro passo para travar esta ditadura perfeita. Se for até ao fim, pode salvar a Europa do caos político para onde se dirige. Pagará um preço alto? Mas ainda tem alguma coisa a perder?

Se os gregos aprovarem mais este plano de destruição do seu futuro - coisa nada improvável, perante o cenário que a Europa e os "mercados" lhes vão impor pelo seu atrevimento - pelo menos terão tentado dar um sinal de dignidade em tempos que ela parece ser um bem escasso."

* Abaixo a Democracia!, Daniel Oliveira, blogue Arrastão

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publicado às 22:48


Vou ali atirar-me da janela, já volto

por Rogério Costa Pereira, em 03.11.11
Rodrigues dos Santos.jpg

Santos...! Rodrigues dos Santos! Assim terminou esta alminha o telejornal, depois da apresentação da notícia do início das gravações do último James Bond. Como se não bastasse a austeridade...

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publicado às 21:27


O Estado estranho, Estado do alheio

por António Leal Salvado, em 03.11.11
O cartaz grita uma ironia certeira. Infelizmente certeira.
É certeira, sim, quando pensamos neste Estado, o Estado que vemos, afinal o Estado que temos.
É o Estado corporizado por uma casta (geração?) de políticos corruptos - e digo corruptos, na pior acepção do adjetivo: são corruptos na alma, na alma social, na consciência que deviam ter e não têm tido do que é a mais nobre missão humana, a de servir o seu semelhante e contribuir para o bem-estar do coletivo que é constituído por cada homem com o próximo.
Infelicidade, sim, é o que sentem todas as almas que tenham pelo menos o elementar sentido social de ver no Estado um cérebro generoso que comanda um corpo uno - que é dizer solidário. Não concebo uma sociedade sem Estado - ou melhor, não existe sociedade sem Estado. E o Estado pode ser a imanente síntese do sentir da comunidade de seres naturalmente iguais, ou a estranha máquina conquistada e sitiada por uma casta ou corja que a utiliza para se privilegiar injustamente, tão injustamente quanto o faz com o contraponto de prejudicar o tal corpo que é a única razão de ser do cérebro dirigente.
*
Nada mais perigoso do que estabelecer a maldosa confusão entre ESTE Estado tomado de assalto por oportunistas que se servem dele para se governarem e à sua classe, com QUALQUER Estado, incluindo o Estado verdadeiro, que é o legítimo órgão coordenador de todos os esforços para resolver todas as necessidades.
Este Estado que o mundo ocidental tem atualmente vive, sim, acima das possibilidades do cidadão comum. Este Estado de cliques, súcias e mafias que se arranjam - as mais das vezes clamando por "menos Estado" - o que quer dizer menos regras para travar o abuso dos fortes sobre os fracos. Mas o Estado enquanto forma superior de organização de um coletivo, esse não vive acima das possibilidades do seu Povo (que afinal é ele próprio, universalizado) - e não vive assim por natureza e por definição. O Estado que organicamente seja constituído por pessoas competentes, sérias, servidoras dos princípios da solidariedade entre seres iguais e do bem comum, esse Estado vive sempre abaixo do que proporciona aos cidadãos.
A esse Estado incumbe gerir competentemente os recursos valiosos (maxime os recursos naturais essenciais e aqueles que podem proporcionar riqueza ou mais-valia excecionais) para com o respetivo superavit assegurar a harmonia e o equilíbrio na utilização universal e igualitária dos bens indispensáveis à dignidade humana (como a Saúde, a Educação, a Segurança, a Justiça e a Previdência) sem possibilidade de serem aproveitados por uma só classe à custa de outra ou outras.
*
Que o grito de indignação contido no cartaz se entenda, portanto, assim. Que seja um grito contra os farsantes que usam a máscara do Estado para conseguirem locupletamento infundado à custa de dominação injusta - e, portanto, grito de defesa do verdadeiro Estado, cérebro da solidariedade e da dignidade do ser humano.
Afinal, o Estado traduzido no sonho de Marx, lido sem maniqueismos nem abjurações ou heresias - o Estado "de cada um segundo as suas capacidades, para cada um segundo as suas necessidades".

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publicado às 21:11

Em função de uma entrevista no magazine DER SPIEGEL, resolvi escrever a seguinte carta aberta ao Ministro das Finanças da República Federal da Alemanha, Wolfgang Schäuble. Os anexos abaixo referidos, entre eles o esboço estratégico “New Deal”, já são do conhecimento dos meus leitores e amigos; por isso os omito neste post. 

“A história da filosofia, das ciências, da religião, mostra que as opiniões têm uma divulgação em massa, ganhando contudo sempre a primazia aquela opinião que for a mais compreensível, isto é, mais de acordo e mais cómoda ao espírito humano no seu estado comum. De facto, aquele que tenha evoluido num sentido superior, poderá sempre partir do princípio de que tem a maioria contra ele”.

Johann Wolfgang von Goethe, Obras – Edição de Hamburgo, tomo 8, Romances e Novelas III, Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister

Exmo. Sr. Schäuble,

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publicado às 18:00


A25A - Museu do fado

por Luis Moreira, em 03.11.11

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publicado às 17:06


NUVEM PERDIDA

por Adriano Pacheco, em 03.11.11

De novo o verso vagueia
sobre as ondas
Um olhar distante se estende
No areal da praia ou no deserto
Onde silêncio ou vento agreste
se instalam
Na planura do lugar mais perto
 
Vivemos sonhos entre muralhas
Quotidianos de todos os dias
Das mais remotas cruzadas
Resto dum amor que se calou
E nos deixou
na vaga de ondas alteradas
 
Estamos entre força e o querer
Como sempre
Vivemos presos num amanhã
presente
E sem conhecermos o caminho
O vento leva-nos de mansinho
 
Da onda que se afastou erguida
Ficou imagem da nuvem perdida

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publicado às 16:00


O dinheiro não é tudo...

por Luis Moreira, em 03.11.11
E, realmente, não é. Um porche amarelo, uma casa sobre o mar, um iate na baía de Cascais e uma namorada ajudam muito.

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publicado às 14:00


Federação europeia - sim ou sopas

por Luis Moreira, em 03.11.11

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publicado às 14:00


Porque será que ninguem chateia a Bélgica?

por Luis Moreira, em 03.11.11

Já há uns tempos o Rui Tavares levantou a lebre. A Bélgica tem a economia que mais cresce (várias vezes mais que a Alemanha), executa o Orçamento de dois anos antes, por duodécimos, não tem medidas restritivas nem expansionistas, trabalha,  não perde tempo nem dinheiro com a classe política e, esta, avisada, também não consegue chegar a acordo para formar governo.

E, tem, na sua população, valões e flamengos que não podem nem ver-se mas que distinguem o essencial do acessório! Os mercados que chateiam países muito maiores e poderosos, com a Bélgica nem piam, tem uma economia forte e estável, não muda de estratégia por dá cá aquela palha, dá garantias aos credores, tem os seus deficits controlados...

Os anarquistas já tinham provado que o governo não serve para nada, agora é a Bélgica a provar que se vive melhor sem governo!

Parece fácil quando há competência e liderança...

 

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publicado às 12:00


O subsídio merecido!

por Luis Moreira, em 03.11.11

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publicado às 10:30


Não esqueças!

por Luis Moreira, em 03.11.11

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publicado às 10:00


Poesia ao nascer do dia - Jorge de Sena - 2

por Luis Moreira, em 03.11.11
A Portugal

Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.
Nem é ditosa, porque o não merece.
Nem minha amada, porque é só madrasta.
Nem pátria minha, porque eu não mereço
A pouca sorte de nascido nela.

Nada me prende ou liga a uma baixeza tanta
quanto esse arroto de passadas glórias.
Amigos meus mais caros tenho nela,
saudosamente nela, mas amigos são
por serem meus amigos, e mais nada.

Torpe dejecto de romano império;
babugem de invasões; salsugem porca
de esgoto atlântico; irrisória face
de lama, de cobiça, e de vileza,
de mesquinhez, de fatua ignorância;
terra de escravos, cu pró ar ouvindo
ranger no nevoeiro a nau do Encoberto;
terra de funcionários e de prostitutas,
devotos todos do milagre, castos
nas horas vagas de doença oculta;
terra de heróis a peso de ouro e sangue,
e santos com balcão de secos e molhados
no fundo da virtude; terra triste
à luz do sol calada, arrebicada, pulha,
cheia de afáveis para os estrangeiros
que deixam moedas e transportam pulgas,
oh pulgas lusitanas, pela Europa;
terra de monumentos em que o povo
assina a merda o seu anonimato;
terra-museu em que se vive ainda,
com porcos pela rua, em casas celtiberas;
terra de poetas tão sentimentais
que o cheiro de um sovaco os põe em transe;
terra de pedras esburgadas, secas
como esses sentimentos de oito séculos
de roubos e patrões, barões ou condes;
ó terra de ninguém, ninguém, ninguém:
eu te pertenço. ƒÉs cabra, és badalhoca,
és mais que cachorra pelo cio,
és peste e fome e guerra e dor de coração.
Eu te pertenço mas seres minha, não


                                Jorge de Sena

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publicado às 08:00


Um Grego em Cannes

por Rogério Costa Pereira, em 03.11.11

Mandaram-no entrar. Que se sentasse, disseram, ignorando-lhe a mão que havia estendido em cumprimento. Sentou-se. Ele deu-lhe um copo com água e dois comprimidos, um azul e um amarelo. Ela ordenou-lhes que os tomasse. Os comprimidos!, com a água! O Grego resistiu; nem pensar, disse. Demokratía, no pills! Sentiu uma outra presença na sala. Atrás de si. Soube sem virar; era ela. A mulher-Lagarto abriu a boca e todos os vidros se partiram. Em menos de um fósforo, já os comprimidos iam goela abaixo. A seco. Acordou com o coração a caminho de outro mundo. Agarrou-o a tempo e acendeu a luz. Bebeu água. Havia sido só um pesadelo. Só um sonho mau, pensou, mesmo apesar do ataque de tosse que lhe fazia subir algo dos pulmões em chamas. Levou a mão à boca e puxou, puxou, puxou. E outra vez. Liberto, olhou aquilo com medo e repulsa e atirou-o para o lado. Pegou no telefone. Stop Demokratía!, Stop Demokratía!, gritou antes de desmaiar. A um palmo do seu nariz, ainda molhada das entranhas do grego, jazia uma madeixa de cabelo branco platinado.

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publicado às 01:35


Música na Madrugada - The Shadows

por Luis Moreira, em 03.11.11

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publicado às 00:55


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