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Este anúncio vale o que vale. Está numa pequena dependência de um banco pouco relevante. Num contexto que pode ter muitas leituras e em que provavelmente esta não seria a desejada. Mas pode ser lido como um excelente epitáfio. Estamos no fim de uma era que começou nos anos 70, com a trágica ascensão de Reagan e Thatcher ao poder e com o triunfo dos boys de Chicago. Esta agonia ainda vai causar o caos na Europa e nos EUA. O caos que se resume bem numa frase de um político medíocre que o destino colocou à frente do nosso governo: "só vamos sair da crise empobrecendo". Ou seja, antes problemas de liquidez do que de consciência. Mas a história ensina-nos que tudo tem o limite. E que o milagre do neoliberalismo ter sobrevivido à crise de 2008, que deveria ter provado a sua falência ideológica, não durará muito mais. Só não digo que estou optimista porque ainda vamos sofrer demasiado. Mas quando leio a frase deste anúncio percebo que é a soberba que vai pôr fim a esta loucura.
Meia Noite em Paris é então uma história de amor, entre Gil, Allen (e o espectador) e Paris. Allen não se esconde por trás de nenhum simbolismo ou metáfora para levar o personagem numa viagem no tempo de volta à Idade de Ouro dessa cidade, durante a década de 20, cheia de escritores, artistas e personalidade que, sem exagero, deram o pontapé inicial para muito do que hoje existe em termos de arte.
A não perder (e, depois do "the end", fique na sala escura a ouvir a música)
O mundo às avessas na cimeira ibero-americana em Paraguay: pela primeira vez Espanha e Portugal se apresentam junto das suas
antigas colónias no papel de peticionários. Os outrora suprimidos fazem mostra de uma consciência do seu valor completamente nova. [artigo original em alemão]
"Os egoistas extinguem-se" Konrad Lorenz, 1903 - 1989, investigador de comportamento austríaco e Prémio Nobel de Fisiologia/Medicina 1973.
Esta grande vergonha é da União Europeia no seu todo e não apenas de Espanha e Portugal. Num sócio-sistema são e intacto, com objectivos claros e extrovertidos, essas coisas não acontecem. Assim, a UE mostra sinais claros de um processo acelerado de erosão sócio-económica, política e cultural, perdendo paulatinamente o respeito do mundo. Só uma viragem da UE para fora, no sentido da minha proposta estratégica New Deal, poderá inverter esta marcha, desbravando ainda o caminho para uma união política da Europa. Só assim todas essas cimeiras espectaculares e de emergência da UE e todos esses malabarismos financeiros farão sentido e um efeito positivo.
Acho inacreditável que a Zon me desactive o cartão que me permitia receber de borla um bilhete de cinema na compra de outro. E não me venham com a desculpa esfarrapada que é por eu já não ser cliente há uma porrada de tempo. Não fosse o "jetleg" que me está a dar na perna esquerda, por causa da mudança da hora, e eu era gajo para escrever sobre isso. Qualquer coisa como: foi a última vez que tentei uma esperteza saloia convosco. Mééeôô. [este post não é baseado numa estória verídica, foi só algo que me veio à cabeça]

Na FNAC de Coimbra, um livro em castelhano (por sinal, de um autor nascido em Cartagena) e uma série de internacionais traduzidos em francês fazem de uma estante com alguns livros franceses uma estante de "Littérature Française / Castellana". Assim não!
Lá longe se esconde o sol
Num poente deslumbrante
E os meus olhos dolentes
Esperam um dia crescente
Num horizonte bem distante
Todos os dias têm a sua luz
Como o sol tem o seu poente
Todo o amor tem a sua cruz
Leito de rio, água fluida
Na fraga de fogosa nascente
Na marcha lenta diurna
Todos os sóis têm seu poente
Na foz se afundam as águas
Na fraga brota a nascente
Neste ciclo alucinante
Caminhamos tão distraídos
Levados por ecos perdidos
Indignarse es poco (Ignacio Escolar*)
Los europeos vamos a volver a salvar a la banca privada con dinero público para que el cielo no se desplome sobre nuestras cabezas. Es la segunda vez en tres años donde las opciones que se nos presentan son dos: rescatar a la banca y a sus bien pagados directivos o, como ironiza un blog de The Wall Street Journal, "pasar la próxima década empujando un carrito de supermercado con todas nuestras posesiones dentro mientras escapamos de hordas de caníbales que se quieren comer a nuestros hijos".
Y eso que esta decisión tramposa, donde toca elegir entre lo malo o lo peor, no podía suceder otra vez. "Nuestros ciudadanos no permitirán que vuelva a pasar, la reacción política a un segundo rescate sería tan fuerte que pondría en riesgo a algunas democracias", profetizó hace dos años el entonces director del FMI, Dominique Strauss-Kahn. No era el único "perroflauta" con ese discurso. "Nuestras ciudadanos no permitirían, por segunda vez, que los gobiernos movilizaran el 27% del PIB para salvar al sistema financiero", aseguraba en mayo Jean Claude Trichet, presidente del BCE.
El segundo plan de rescate de la banca europea, provocado en gran medida (pero no sólo) por esa herida griega que la UE ha sido incapaz de sanar, costará 120.000 millones de euros, aunque otros cálculos multiplican esa factura por veinte si Grecia se declara en quiebra. Después será ese mismo sector financiero rescatado el que exija "austeridad" al sector público, como es habitual.
Ante esta situación, ¿a alguien le sorprende que cientos de miles de personas de todo el mundo en cerca de mil ciudades en todos los husos horarios posibles, desde Tokio a Santiago de Chile, salgan a la calle para pedir un cambio global? ¿De verdad son tan difíciles de entender las causas de este gran cabreo mundial?
*Ignacio Escolar (Burgos, 20 de diciembre de 1975) es un blogger y periodista español. Columnista del diario Público de Madrid. 17.10.11
Regressei a este livrinho que tanto nos diz sobre a natureza humana. Muito do que encontramos podemos ver no comportamento dos mercados, accionados pela ganância dos homens e pela cumplicidade dos estados. Não há off shores se os estados estiverem para aí virados, têm que estar todos de acordo, de outra forma os off shores existirão sempre!
Como sempre o fez Maquiavel desenvolve uma visão pessimista sobre a natureza humana."Os homens são ingratos, voluvelmente cobardes, cobiçosos e invejosos. Enquanto tiver êxito estarão completamente do seu lado...mas logo que se apercebam que nada lhes dá para satisfazer os seus desejos, virar-se-ão contra si. Os desejos do homem são insaciáveis. A sua natureza impele-os a desejarem todas as coisas, mas o destino apenas lhes permite ter algumas. Isso faz com que vivam permanentemente num estado de descontentamento que até os faz desdenhar aquilo que têm"
Outros filósofos de Platão a Santo Agostinho, abordaram também no passado esta visão pessimista da natureza humana. Mas o seu pessimismo foi temperado pela possibilidade de uma redenção (através do idealismo ou do cristianismo).
Tendo testemunhado o comportamento de alguns Papas, Maquiavel achou por bem dispensar esses lenitivos.
Há por aí exemplos muito reveladores em como Maquiavel tinha razão.
Ingénuo, sem emenda, lá fui eu a correr a comprar o Expresso, o Costa tinha ideias alternativas sobre o que fazer à falta, fartura ou desperdício, conforme o ângulo e o local onde precisar de transporte.
Ainda ofegante, lá estava: "acho lamentável que estes assuntos não sejam tratados comigo e que saiba isto pela comunicação social!"
Uf! e eu a pensar que o António Costa estava preocupado com os transportes de Lisboa!
Sempre que se fala em cortar no desperdício logo saltam os "mas". Mas ,a malta do Bairro Alto e Santos que bebem até às tantas? Às sextas e aos Sábados sim, é até às tantas, mas restam mais cinco dias que não têm malta ou têm pouca até de madrugada. Mesmo esses precisam de um Metro a 100%?
Outros dizem que os turistas vão ler no rodapé da publicidade a Lisboa* "atenção, Metro só até às 23 h" e, é assim, os turistas já não vêm.Os cortes ao desperdício são tomados como cortes nos direitos (eu tenho o direito de ter o Metro até às 2 h) não interessa nada saber que o Metro e a Carris andam com lotações de 30% e a fazerem o mesmo percurso. Interessa lá o desperdício, não me tirem é o Metro para eu usar quando me apetecer...
Cá c'a gente é tudo à fartazana!
Nestes dias, em Portalegre, decorreu a 25ª Baja e decidiu-se o campeão da Taça do Mundo de Bajas FIA. Por outras palavras, coisa pouca e sem interesse algum no que ao jornalismo português - especialmente o online - diz respeito. Procurar na edição online do Jornal de Notícias* sobre por exemplo quem venceu a competição ou quem é o vencedor da Taça do Mundo de Bajas FIA é uma desafio.
Apenas duas notícias sobre o evento estão disponibilizadas: uma na secção de Desporto, da referida edição Online, que relata que "Seis Pilotos Feridos na Baja Portalegre". A segunda notícia, surge na secção País, destaca que um "Espectador da Baja de Portalegre morre em despiste de Moto". Em ambos os casos as notícias possuem a marca Agência Lusa.
Procurar respostas a questões como: Quem venceu a prova? Quem é o novo Campeão da Taça do Mundo de Bajas FIA#? Pois...
*mero exemplo ilustrativo. A RTP, por exemplo, na secção Motores, publicou a última notícia sobre o Evento no passado dia 28.
#Leonid Novitskiy foi o vencedor

Para compensar a falta destaque a que temos votado os nossos pares blogosféricos, hoje, em vez de um, destacamos dezoito blogues. São praticamente todos mais velhos que a pegada. Dinossauros blogosféricos, portanto. Têm em comum, para além do óbvio que será reconhecido por quem os ler, o facto de nenhum deles estar, até hoje, na nossa lista de links. Tal mácula, para além de nos empobrecer, traduzia-se numa injustiça.
Dito isto, adianto também que quase todos os blogues que hoje se destacam podem ser lidos diariamente, e de forma cómoda, no "escolhedor" de opinião do Paulo Querido, o já imprescindível agregador PluralMag. Com a hoje extinta weblog (a que ora existe nada tem a ver com o que por lá se passava há meia-dúzia de anos), o Paulo Querido foi o primeiro a dizer blogosfera em português, com a PluralMag concretiza uma ideia muitas vezes tentada (por outros) e tantas outras falhada. A PluralMag é, como comprovará quem não conhece, um magazine diário de opiniões escolhidas, que tem como fonte principal a blogosfera portuguesa. Para além da estética irrepreensível (que os olhos também comem), as escolhas raramente desapontam. E assim se agrega parte da opinião de parte bloga (para mim, a que realmente interessa) num só sítio.
Em suma, um excelente local para começar o dia, antes ou após a ronda diária pelos jornais. Eu assim faço. Termino -- Paulo, o meu NIB continua o mesmo ;) -- dizendo que a PluralMag é hoje um exemplo de cidadania, anti-situacionismo e inconformismo. E agora ide, meus caros; ide ler o magazine dos blogues e todos os blogues que em baixo vos deixo (obviamente, há por ali muito boa opinião, para além da que a PluralMag escolhe – mau sinal seria se, em vez de um "escolhedor" de opinião, tivéssemos um enfardador de blogues).

...bl-g- -x-st-
Hoje há conquilhas...
A Forma e o Conteúdo
A Terceira Noite
Defender o Quadrado
Der Terrorist
Entre as brumas da memória
Esquerda Republicana
Hoje há conquilhas...
Ladrões de Bicicletas
Machina Speculatrix
Margens de Erro
No moleskine
O Jumento
Pedro Lains
Sem Embargo
Tinta Permanente
Vai e Vem

... o Arsenal já lhe pôs o laçarote e o Abramovich já lhe terá dito: "depois desta, vais de cadeirinha [de sonho]".
Agora a sério, o Villas-Boas deu um passo maior que a perna. Ao ir, nas condições em que foi, para o Chelsea (com o Porto a propor-lhe algo semelhante), só demonstrou que não tem confiança nele próprio. Para os bons, a água passa duas vezes debaixo da mesma ponte. Havia que esperar, ganhar mais uns títulos (e calo) e depois, sim, marchar. Mas, ainda que ele venha a ser dispensado do Chelsea (bem sabemos que o Roman não é conhecido pela paciência), Villas-Boas não deixa, só porque o petróleo fala mais alto, de ser um excelente treinador. Terá é dado um passo atrás na caminhada como treinador (e dez à frente na conta bancária...). Nada que o t€mpo não resolva.
Olá, sou Sergio Paula DA SILVA ASSUNCAO, apresento...
SaudaçõesEstás à procura de financiamento? Você pr...
Você precisa de crédito, você é rejeitado pelos ba...
Você precisa de crédito, você é rejeitado pelos ba...
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Olá eu souCamila pelo nome e moro em Portugal, est...
En una palabra, ¡guau! No puedo creer que los fond...
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