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Desta vez fomos descuidados...

por Luis Moreira, em 10.09.11
Foi à porta fechada mas está aqui tudo! O nosso 007  deixou lá a nossa assinatura...

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publicado às 22:30


O Ressabiado - a educação é uma paixão

por Luis Moreira, em 10.09.11

 Um livro que se publica um mês antes de uma eleição legislativa sobre políticas de educação. Convida-se o mais que provável futuro primeiro ministro para apresentar publicamente o livro.

Durante anos a fio escreveu no Público, e escreve no Público sobre Educação, arrasou Maria de Lurdes Rodrigues, sobre Alçada Batista considerava-a, e bem, um interregno, tem um blogue com o seu nome criado por professores a homenegeá-lo pelos contributos que tem dado à causa.

É, lícito, que tenha corrido atrás dos seus sonhos, umas vezes alcançam-se outras vezes não, mas o que parece mal é que após ter sido preterido na escolha para o Governo, a sua escrita se tenha virado para uma crítica sistemática à pessoa do primeiro ministro.O tal que apadrinhou o seu livro sobre educação. Fez mesmo saber que o programa de governo sobre a educação saiu do seu punho.

A verdade é que também tenho seguido há anos, Nuno Crato e, no essencial, a política que defendem é a mesma ou próximas. Nuno Crato é mais coerente, descentralizar do "monstro da 5 de Outubro", maior autonomia para as escolas, avaliação dos professores (com consequências), rankings das escolas e sua publicação, centrar a aprendizagem no sistema, maior liberdade de escolha da escola para as famílias.

Escolher os ministros é tarefa do primeiro ministro, há mesmo personalidades que não aceitaram, mas após a escolha é feio mostrar ressentimento mesmo que tenham sido dados sinais que alimentaram a esperança.

O Prof Santana Castilho, não merece a imagem negativa que está a dar de si próprio.

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publicado às 19:00


Olhar de Pranto

por Adriano Pacheco, em 10.09.11

Procuro-te no lago vazio

entre palavras e silêncios

dum som imaginado

Queixumes soltos

Raio de sol e brumas

Bolas de branca espuma

Sinal de vida sublimado

Procuro-te no lugar vazio

das ruas desertas

Esperança minha

numa presença discreta

Dum som guardado

Sombra bizarra esmaecida

Algo fugaz sem rumo, perdida

Procuro-te no meu peito vazio

Morada dum resistente

Espaço de luz e sombra

Onde escorre o silêncio

Em busca desse mar imenso

Procuro-te nesse olhar de pranto

Mas apenas encontro

e sinto a suave brisa

Casas vazias, desespero e… tanto

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publicado às 17:00


Da perfeição

por Rogério Costa Pereira, em 10.09.11

Tentei agora deitar-me ao lado do meu filhote, que acordava da sua soneca dos sub4

− Posso descansar aqui um bocadinho ao pé de ti?

− Não, eu já estou perfeito para acordar!

− ...

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publicado às 16:58


Ficou caro, disse ela, mas fica-te bem, disse eu

por autor convidado, em 10.09.11

Estive toda a manhã a trabalhar, desde que comecei, lá por perto das onze da manhã. Até que acabei, uma hora depois. E basta. E depois de almoço, uma soneca. E a seguir escrever um poste. E a seguir enviar o poste para o meu blogue com barriga de aluguer. E vinha para aqui. E cruzei-me com duas miúdas. Uma mais velha que a outra, e reparei melhor. Que as miúdas deram nas vistas. Vinha eu na moto e voltei para trás. E fui confirmar.

(Está um dia lindo como só na minha terra, com um sol radioso e uma brisa ligeira, sem a ventania que os transmontanos para aqui trazem quando de férias em Agosto, e ia ali ao bar junto aos barcos ler o resto do livro do Paulo Castilho, que a história, qual história, já me enjoa, mas agora tenho que acabar, que os únicos livros que deixei por acabar de ler são os Lobo Antunes, e que, em boa verdade, mal os comecei, e o Cem Anos de Solidão, do Gabriel Garcia Marquez, também, convenhamos, que cem anos é muito tempo).

E que me cruzei com duas miúdas, sendo que umas delas, há bem pouco tempo, a confundiram com a minha mãe, por duas vezes. Uma da primeira vez. E da segunda vez para confirmar, talvez. Mas acontece que é a minha mulher, na sua, e minha, juventude dos cinquentas. Que ali ia com a minha filha. E eu fiquei baralhado. Mas então, afinal, qual é a minha filha e qual é a minha mulher.

(Ficou caro, disse ela, mas fica-te bem, disse eu. Que se lixe o dinheiro, que está bué de bué de fixe. O cabelo está lindo. Igualzinho. Ao teu cabelo. Mas não o rapes muito, mesmo que fiques careca. Eu gosto na mesma).

Quando sair daqui vou voltar de moto, que foi como vim. Devagar. Que foi como vim. Também. Ou não. Logo se vê. Dá-me um abraço… Não quero mais nada… Já me perdi... Estive longe… Estive tão perto. Canta o rádio. Aqui. Ali. Atrás de mim. E que me aperte sem apertar… É nesse abraço que eu descanso. Diz a Paula que é o Miguel Gameiro, e que tem músicas porreiras. E aconselha que eu vá ao youtube. Mas primeiro tenho que pagar a bica, se bem que se eu sair daqui a duzentos e tais à hora. Na moto. Ninguém me apanha. Nem a Paula.

João José Fernandes Simões

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publicado às 14:24


Manifesto Anti-Dantas

por Rogério Costa Pereira, em 10.09.11

Diseur: Mário Viegas

Basta pum basta!!!

Uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!

Abaixo a geração!

Morra o Dantas, morra! Pim!

Uma geração com um Dantas a cavalo é um burro impotente!

Uma geração com um Dantas ao leme é uma canoa em seco!

O Dantas é um cigano!

O Dantas é meio cigano!

O Dantas saberá gramática, saberá sintaxe, saberá medicina, saberá fazer ceias pra cardeais, saberá tudo menos escrever que é a única coisa que ele faz!

O Dantas pesca tanto de poesia que até faz sonetos com ligas de duquesas!

O Dantas é um habilidoso!

O Dantas veste-se mal!

O Dantas usa ceroulas de malha!

O Dantas especula e inocula os concubinos!

O Dantas é Dantas!

O Dantas é Júlio!

Morra o Dantas, morra! Pim!

O Dantas fez uma soror Mariana que tanto o podia ser como a soror Inês ou a Inês de Castro, ou a Leonor Teles, ou o Mestre d'Avis, ou a Dona Constança, ou a Nau Catrineta, ou a Maria Rapaz!

E o Dantas teve claque! E o Dantas teve palmas! E o Dantas agradeceu!

O Dantas é um ciganão!

Não é preciso ir pró Rossio pra se ser pantomineiro, basta ser-se pantomineiro!

Não é preciso disfarçar-se pra se ser salteador, basta escrever como o Dantas! Basta não ter escrúpulos nem morais, nem artísticos, nem humanos! Basta andar com as modas, com as políticas e com as opiniões! Basta usar o tal sorrisinho, basta ser muito delicado, e usar coco e olhos meigos! Basta ser Judas! Basta ser Dantas!

Morra o Dantas, morra! Pim!

O Dantas nasceu para provar que nem todos os que escrevem sabem escrever!

O Dantas é um autómato que deita pra fora o que a gente já sabe o que vai sair... Mas é preciso deitar dinheiro!

O Dantas é um soneto dele-próprio!

O Dantas em génio nem chega a pólvora seca e em talento é pim-pam-pum.

O Dantas nu é horroroso!

O Dantas cheira mal da boca!

Morra o Dantas, morra! Pim!

O Dantas é o escárnio da consciência!

Se o Dantas é português eu quero ser espanhol!

O Dantas é a vergonha da intelectualidade portuguesa!

O Dantas é a meta da decadência mental!

E ainda há quem não core quando diz admirar o Dantas!

E ainda há quem lhe estenda a mão!

E quem lhe lave a roupa!

E quem tenha dó do Dantas!

E ainda há quem duvide que o Dantas não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem decente, nem zero!

Vocês não sabem quem é a soror Mariana do Dantas? Eu vou-lhes contar:

A princípio, por cartazes, entrevistas e outras preparações com as quais nada temos que ver, pensei tratar-se de soror Mariana Alcoforado a pseudo autora daquelas cartas francesas que dois ilustres senhores desta terra não descansaram enquanto não estragaram pra português, quando subiu o pano também não fui capaz de distinguir porque era noite muito escura e só depois de meio acto é que descobri que era de madrugada porque o bispo de Beja disse que tinha estado à espera do nascer do Sol!

A Mariana vem descendo uma escada estreitíssima mas não vem só, traz também o Chamilly que eu não cheguei a ver, ouvindo apenas uma voz muito conhecida aqui na Brasileira do Chiado. Pouco depois o bispo de Beja é que me disse que ele trazia calções vermelhos.

A Mariana e o Chamilly estão sozinhos em cena, e às escuras, dando a entender perfeitamente que fizeram indecências no quarto. Depois o Chamilly, completamente satisfeito, despede-se e salta pela janela com grande mágoa da freira lacrimosa. E ainda hoje os turistas têm ocasião de observar as grades arrombadas da janela do quinto andar do Convento da Conceição de Beja na Rua do Touro, por onde se diz que fugiu o célebre capitão de cavalos em Paris e dentista em Lisboa.

A Mariana que é histérica começa a chorar desatinadamente nos braços da sua confidente e excelente pau de cabeleira soror Inês.

Vêm descendo pla dita estreitíssima escada, várias Marianas, todas iguais e de candeias acesas, menos uma que usa óculos e bengala e ainda toda curvada prá frente o que quer dizer que é abadessa.

E seria até uma excelente personificação das bruxas de Goya se quando falasse não tivesse aquela voz tão fresca e maviosa da Tia Felicidade da vizinha do lado. E reparando nos dois vultos interroga espaçadamente com cadência, austeridade e imensa falta de corda... Quem está aí?... E de candeias apagadas?

- Foi o vento, dizem as pobres inocentes varadas de terror... E a abadessa que só é velha nos óculos, na bengala e em andar curvada prá frente manda tocar a sineta que é um dó d'alma o ouvi-la assim tão debilitada. Vão todas pró coro, mas eis que, de repente, batem no portão sem se anunciar nem limpar-se da poeira, sobe a escada e entra plo salão um bispo de Beja que quando era novo fez brejeirices com a menina do chocolate.

Agora completamente emendado revela à abadessa que sabe por cartas que há homens que vão às mulheres do convento e que ainda há pouco vira um de cavalos a saltar pla janela. A abadessa diz que efectivamente já há tempos que vinha dando pela falta de galinhas e tão inocentinha, coitada, que naqueles oitenta anos ainda não teve tempo pra descobrir a razão da humanidade estar dividida em homens e mulheres. Depois de sérios embaraços do bispo é que ela deu com o atrevimento e mandou chamar as duas freiras de há pouco com as candeias apagadas. Nesta altura esta peça policial toma uma pedaço d'interesse porque o bispo ora parece um polícia de investigação disfarçado em bispo, ora um bispo com a falta de delicadeza de um polícia d'investigação, e tão perspicaz que descobre em menos de meio minuto o que o público já está farto de saber - que a Mariana dormiu com o Noel. O pior é que a Mariana foi à serra com as indiscrições do bispo e desata a berrar, a berrar como quem se estava marimbando pra tudo aquilo. Esteve mesmo muito perto de se estrear com um par de murros na coroa do bispo no que se mostrou de um atrevimento, de uma insolência e de uma decisão refilona que excedeu todas as expectativas.

Ouve-se uma corneta tocar uma marcha de clarins e Mariana sentindo nas patas dos cavalos toda a alma do seu preferido foi qual pardalito engaiolado a correr até às grades da janela gritar desalmadamente plo seu Noel. Grita, assobia e rodopia e pia e rasga-se e magoa-se e cai de costas com um acidente, do que já previamente tinha avisado o público e o pano cai e o espectador também cai da paciência abaixo e desata numa destas pateadas tão enormes e tão monumentais que todos os jornais de Lisboa no dia seguinte foram unânimes naquele êxito teatral do Dantas.

A única consolação que os espectadores decentes tiveram foi a certeza de que aquilo não era a soror Mariana Alcoforado mas sim uma merdariana-aldantascufurado que tinha cheliques e exageros sexuais.

Continue o senhor Dantas a escrever assim que há-de ganhar muito com o Alcufurado e há-de ver que ainda apanha uma estátua de prata por um ourives do Porto, e uma exposição das maquetes pró seu monumento erecto por subscrição nacional do "Século" a favor dos feridos da guerra, e a Praça de Camões mudada em Praça Dr. Júlio Dantas, e com festas da cidade plos aniversários, e sabonetes em conta "Júlio Dantas" e pasta Dantas prós dentes, e graxa Dantas prás botas e Niveína Dantas, e comprimidos Dantas, e autoclismos Dantas e Dantas, Dantas, Dantas, Dantas... E limonadas Dantas- Magnésia.

E fique sabendo o Dantas que se um dia houver justiça em Portugal todo o mundo saberá que o autor de Os Lusíadas é o Dantas que num rasgo memorável de modéstia só consentiu a glória do seu pseudónimo Camões.

E fique sabendo o Dantas que se todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.

Mas julgais que nisto se resume literatura portuguesa? Não Mil vezes não!

Temos, além disto o Chianca que já fez rimas prá Aljubarrota que deixou de ser a derrota dos Castelhanos pra ser a derrota do Chianca.

E as pinoquices de Vasco Mendonça Alves passadas no tempo da avózinha! E as infelicidades de Ramada Curto! E o talento insólito de Urbano Rodrigues! E as gaitadas do Brun! E as traduções só pra homem do ilustríssimos excelentíssimo senhor Mello Barreto! E o frei Matta Nunes Moxo! E a Inês Sifilítica do Faustino! E as imbecelidades do Sousa Costa! E mais pedantices do Dantas! E Alberto Sousa, o Dantas do desenho! E os jornalistas do Século e da Capital e do Notícias e do Paiz e do Dia e da Nação e da República e da Lucta e de todos, todos os jornais! E os actores de todos os teatros! E todos os pintores das Belas-Artes e todos os artistas de Portugal que eu não gosto. E os da Águia do Porto e os palermas de Coimbra! E a estupidez do Oldemiro César e o Dr. José de Figueiredo Amante do Museu e ah oh os Sousa Pinto hu hi e os burros de cacilhas e os menos do Alfredo Guisado! E (o) raquítico Albino Forjaz de Sampaio, crítico da Lucta a quem Fialho com imensa piada intrujou de que tinha talento! E todos os que são políticos e artistas! E as exposições anuais das Belas-Arte(s)! E todas as maquetas do Marquês de Pombal! E as de Camões em Paris; e os Vaz, os Estrela, os Lacerda, os Lucena, os Rosa, os Costa, os Almeida, os Camacho, os Cunha, os Carneiro, os Barros, os Silva, os Gomes, os velhos, os idiotas, os arranjistas, os impotentes, os celerados, os vendidos, os imbecis, os párias, os ascetas, os Lopes, os Peixotos, os Motta, os Godinho, os Teixeira, os Câmara, os diabo que os leve, os Constantino, os Tertuliano, os Grave, os Mântua, os Bahia, os Mendonça, os Brazão, os Matos, os Alves, os Albuquerques, os Sousas e todos os Dantas que houver por aí!!!!!!!!!

E as convicções urgentes do homem Cristo Pai e as convicções catitas do homem Cristo Filho!...

E os concertos do Blanch! E as estátuas ao leme, ao Eça e ao despertar e a tudo! E tudo o que seja arte em Portugal! E tudo! Tudo por causa do Dantas!

Morra o Dantas, morra! Pim!

Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mas atrasado da Europa e de todo o Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia - se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado!

Morra o Dantas, morra! Pim!

José de Almada Negreiros
Poeta d'Orpheu
Futurista e Tudo

1915

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publicado às 10:30


Quando se vira o bico ao prego

por autor convidado, em 10.09.11

Sói dizer-se que quando se vira o bico ao prego é que sabemos o que dói. Porque ao longo de uma vida profissional intensa e cheia de muitos episódios tive poder sobre os outros. Mas um dia aquele (meu) poder podia cair-me em cima. E caiu. E aqui se sentem as nossas fragilidades. Não as fragilidades de quem não tem a consciência tranquila. Tendo-a. Mas as de quem fica nas mãos dos outros (poderes). E estavam lá todos.

O juiz presidente. E mais outros dois, um e uma, juízes. Num tribunal colectivo. E um procurador. Este último com pose inquisitória. E este último, ainda, em atitude complexada, porque não julga, antes acusa, antes de mais acusa. Este último, ainda, numa acusação preconceituosa, vezes de mais. E este último, ainda, porque está à direita daqueles e não no centro da decisão. O procurador. Subalternizado.

Todos fazendo lembrar «os tempos do bibe infantil». E também os advogados, deste lado e daquele, ou daquele e deste lado, que nem sempre os da verdade.

E ficamos presos num «infantário» que nos aperta os calos, mesmo quando não os temos, sobretudo quando não os temos. Que não tenho calos, mas que já os senti. Apertados. É que, mesmo quando a consciência está tranquila, se ficamos à mercê dos (outros) poderes até os tomates ficam apertados. Tanto, que quase desaparecem. Por muito que se disfarce. E não me venham com tretas. É que pode ser uma espécie de lotaria. E às vezes é. Mesmo que as coisas acabem bem, só que, entretanto, ficam estragos não reparáveis. Quase sempre.

João José Fernandes Simões

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publicado às 10:20

Não me interessa nada que seja o sistema dos três pilares, isso já os ricos têm. Este modelo não trás vantagem nenhuma à grande maioria que recebe pensões de miséria.
É só uma forma de encherem os bolsos às seguradoras e desviarem o dinheiro da Segurança Social!
Preocupem-se com os que recebem pensões acumuladas com vencimentos; atribuam um plafonamento que pode ser igual ao vencimento do Presidente da República; e, especialmente, sublinhe-se o carácter  redistributivo e de solidariedade por forma a que os que menos recebem possam ter uma vida digna.
É isto que é ir mais longe que a Troika?

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publicado às 10:00

Única forma de tirar a burocracia paralisante do Ministério da Educação e dos sindicatos do centro do sistema educativo. Avançar para a autonomia das escolas, devolvendo a dignidade aos professores!

A maioria dos professores é gente capaz, pode trabalhar assumindo a responsabilidade do resultado do seu trabalho, não precisa das circulares diárias, dos regulamentos e mais burocracia com que os burocratas do ministério os mimoseiam permanentemente.

Devolver a dignidade aos professores, são eles que estão no terreno, conhecem melhor que ninguém a sua escola, os seus alunos, o ambiente social onde trabalham. Centrar a aprendizagem no sistema, introduzir o mérito, pagar em conformidade!

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publicado às 02:06

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