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Com juros a 44% algum país se safa? Isto é uma ajuda?
Que vai ser da Grécia com aqueles governantes que tudo prometeram e tudo pagaram com empréstimos, como se fosse possível, ad eternun? O que vai ser da Grécia, berço da civilização, com uma economia que não funciona, um PIB que não cresce ?
Ora a ajuda era para conter os juros na linha vermelha ( a tal que Teixeira dos Santos indicou a tempo - 7%) mas que os que sabem tudo ignoraram. Há países que já anunciaram a sua recusa em continuar a ajudar a Grécia e a próxima tranche do empréstimo, está muito tremida.
Compare-se os juros que nós estamos a pagar (12%, praticamente em todos os prazos) com os 44% da Grécia!!! Só resta à Grécia anunciar falência, não cumpre, não paga, reescalona a dívida, fica fora dos mercados financeiros, é o empobrecimento acelerado do povo!
Ninguém gosta que estranhos estejam a mandar no nosso país, mas ainda há dúvidas quanto à situação?
...os banqueiros para já não têm para onde se virar."O mercado do ouro é pequeno e volátil. As obrigações Chinesas continuam indisponíveis.Divisas de segundo plano, como o franco suíço, o dólar canadiano ou australiano, são apenas um anão um pouco maior, quando combinadas."
"...não será o momento para alargar o papel dos SDR? Porque não emitir mais? Porque não desenvolver mercados onde possam ser transaccionados? "Não será esta uma oportunidade única para nos afastarmos de um mundo em que a Reserve Federal Americana e o Banco Central Europeu deixam com o coração nas mãos a liquidez internacional?"
Infelizmente nenhuma destas condições se observa e os SDR continuam a não ser uma alternativa.
"... e a razão é óbvia depois de um momento de reflexão: a quota combinada do dólar e do euro está perto dos 80% do cabaz de divisas que os SDR incluem."
Incluir outras moedas no cabaz seria uma ajuda, mas pequena, porque apesar de tudo, os Estados Unidos e a Europa representam metade da economia mundial e mais de metade dos seus mercados financeiros.
"Os SDR dariam pouca protecção se o dólar e o euro perdessem valor com o tempo"
SDR - Direitos de Saques Especiais.
livro (Privilégio Exorbitante : ascensão e queda do dólar) do autor
Paulo revelou, avisada e abalizadamente, que os seguros valem muito.
Pedro conveio: os seguros valem muito.
Paulo esclareceu que os seguros valem tanto, tanto, que deixá-los à gestão do Estado seria delapidar um bem que vale tanto, tanto…
Pedro conveio que rapidamente passaria a valer nada ou menos que nada.
(Paulo lembrou que o Estado não sabe gerir e Pedro conveio que o Estado – que é Paulo e Pedro – é néscio, ignaro, incapaz de gerir).
Paulo alertou que a troika é que manda. Pedro conveio que a troika quer os seguros vendidos depressa, já e ontem.
Paulo observou que aquilo que o Estado não sabe gerir é uma evidente ruína. Pedro conveio que os seguros, sendo do Estado, são uma ruína que, como todas as ruínas, não vale nada.
Paulo contra-redundou que os seguros não valem nada. Pedro conveio que os seguros, que não valem nada, têm que ser vendidos pelo preço que valem, que é o preço de nada.
Paulo reforça que os seguros que não valem nada devem ser vendidos a quem tenha a rara capacidade de os gerir e se preste a receber o que não vale nada. Pedro convém que os seguros que não valem nada têm de ser vendidos a preço abaixo de nada, compensado com garantias e benesses para o comprador que se dispõe a comprar o que não vale nada.
Paulo vai regozijar-se pela venda a preço abaixo de nada a quem aceitou comprar com a única contrapartida de umas compensações e benesses.
Pedro convirá que a entrega dos seguros a quem se dispõe a gerir bem tornou os seguros um activo de valor incalculável.
Paulo orgulhar-se-á de ter afirmado desde início que os seguros valem muito.
Pedro convirá que o Estado deve legislar, apoiar, proteger os seguros.
Porque ele foi o primeiro a convir que os seguros valem muito.
O Estado Neo
os néscios governam
os valores ignoram-se
os sensatos dispensam-se
os sábios ostracizam-se
as dúvidas evitam-se
as perguntas rechassam-se
os escrúpulos desconhecem-se
a vergonha perde-se
os lugares distribuem-se
o mérito subestima-se
os talentos desperdiçam-se
as desculpas inventam-se
as justificações forjam-se
os compadres entendem-se
os afilhados ajeitam-se
os oportunistas seduzem-se
a mentira proclama-se
os iníquos vangloriam-se
os ministros favorecem
os deputados aproveitam
os autarcas enriquecem
e todos se corrompem
os interesses dissimulam-se
os interessados compactuam
a promiscuidade instala-se
os cinzentos calam-se
os mansos conformam-se
os fracos rendem-se
os espertos vendem-se
a propaganda especializa-se
as premissas baralham-se
os disparates sonegam-se
os resultados inventam-se
a fraude aceita-se
a prosápia acata-se
o embuste decreta-se
as influências traficam-se
os lobbies apressam-se
os direitos usurpam-se
os deveres incumprem-se
o passado salda-se
o presente liquida-se
o futuro hipoteca-se
a ambição descontrola-se
a vaidade desnorteia-se
os ávidos promovem-se
os ávidos ratificam-se
os ávidos aplaudem-se
os ávidos compensam-se
e recompensam-se
os ávidos rivalizam
os esbirros traem
os cúmplices desmarcam-se
os mandaretes desmacaram-nos
as línguas desprendem-se
e a marosca revela-se
os ombros encolhem-se
os injustiçados cansam-se
os honrados indignam-se
os corajosos revoltam-se
o escândalo rebenta
a barca abandona-se
as culpas assobiam-se
e a vida continua
Antes do poema vem o silêncio
Angústia que se desfaz na dor
Espaço agonizante do grito
Tempo de espera e rumor
Vento suave que será dito
Antes do poema vem o som
Som levado pelo vento
Antes de tudo e do tempo
Não é a mim que vai ser dito
Mas no espaço que foi escrito
Antes do poema vem o soluço
Suspiro, esforço para dizer
Um tempo cheio para criar
E a vontade imensa de fazer
Antes do poema vem o momento
Rumoroso e arquejante
Arfar ruidoso no semblante
Denúncia solene do sentimento
Antes do poema vem o sofrimento
"É natural também que muitos de V. Exas. tivessem curiosidade em conhecer o Ministro das Finanças… Aqui está e é, como vêem, uma bem modesta pessoa.
Tem uma saúde precária e nunca está doente; tem uma capacidade limitada de trabalho e trabalha sem descanso.
Porquê este milagre? Porque muito boas almas de Portugal oram, anseiam por que continue neste lugar.
Represento nele determinado princípio:
represento uma politica de verdade e de sinceridade, contraposta a uma politica de mentira e de segredo.
Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesado quanto mais tardios.
Advoguei sempre a politica do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma politica de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa – política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos.
(…)
Têm os trabalhadores direito a uma melhoria na sua vida, na sua condição? a melhor casa? a mais e melhor instrução?
Sem dúvida alguma. O operário português é sóbrio, inteligente, disciplinado, vigoroso, trabalhador, mas inferior muitas vezes sob o ponto de vista técnico.
Daqui provém uma reduzida produtividade, também resultante da inferioridade técnica de muitas indústrias.
Para que o trabalho possa ser mais bem retribuído, é pois necessário organizar, intensificar, valorizar a produção e obter nesta mais elevado rendimento, numa palavra, resolver o problema económico, aumentando as riquezas, para que a todos caiba maior quinhão.
Sem isso a legislação de carácter social e de protecção operária será quasi inútil ou poucas vantagens trará.
(…)
De modo que toda a questão está em pedir sacrifícios claros, que podem salvar-nos, ou disfarçados, que custam o mesmo e em geral não resolvem nada.
De mais, não se pense que o Ministro das Finanças os pode evitar e fazer sozinho as economias necessárias: ele pouco mais pode fazer do que cortes. As economias têm de ser feitas por todos os que estão à frente de serviços, quem quer que sejam: grandes economias provenientes de reorganizações ou pequenas economias provenientes do aproveitamento de pequenas coisas.
São estas pequenas economias, multiplicadas por milhares, por milhões, que permitirão ao Ministro das Finanças manter os mesmos serviços com menores despesas.
Mas não tenhamos ilusões: as reduções de serviços e despesas importam restrições na vida privada, sofrimentos, portanto.
Teremos de sofrer em vencimentos diminuídos, em aumento de impostos, em carestia de vida.
Sacrifícios e grandes temos nós já feito até hoje, e infelizmente perdidos para a nossa salvação; façâmo-los agora com finalidade definida, integrados em planos de conjunto, e serão sacrifícios salutares.
É a ascensão dolorosa dum calvário. Repito: é a ascensão dolorosa dum calvário.
No cimo podem morrer os homens, mas redimem-se as pátrias!"
António Oliveira Salazar – Condições da reforma financeira
Discurso no acto da posse do Ministro das Finanças, 27 de Abril de 1928
Dos últimos dias radiofónicos e televisivos ficou para minha memória futura: tuente, tuenta, tventa, tvente, tuventa, tuvent e tuvente.
Então, agora, eu recebo cá em casa uma factura, escondo-a, não a pago e o fornecedor fica de bico calado, não diz nada, e ficamos assim? Esta adorava que me explicassem o que se ganha em esconder facturas de terceiros...
Ou serão facturas pagas em duplicado e que no meio da contabilidade se espera que não sejam encontradas? Ou serão facturas para ir meter aos bocadinhos e que não respeitam a fornecimentos realizados ? É que se o fornecedor não está metido na tramóia até paga IVA e fica de mãos a abanar.
Andam a mexer com o meu bolso e com a minha, digamos, inteligência...
Em puto eu queria ser abduzido mas agora o meu sonho era ser cooptado.
Quando os povos vieram para a rua combater os ditadores, não faltou quem logo apontasse o dedo aos americanos e ao petróleo e à Irmandade Muçulmana, uma vez mais agitando os fantasmas que lhes povoam os pesadelos. Sabem quem é que escreve o que vem a seguir, hoje no Público?
"Uma primeira conclusão acerca das revoluções árabes é que elas são corajosas - e tenazes....No Egipto as multidões na Praça Tahrir tiveram de enfrentar cargas policiais, fogo real, intimidação e violência durante semanas. No Bahrein a revolução foi implacavelmente esmagada. Na Síria, a ousadia de sair para a rua paga-se com a vida; no entanto, eles continuam a sair à rua, mês após mês.
É quase inimaginável para nós, mas "lutar pela liberdade" não é uma proposta confortável; o medo não é uma coisa teórica para esta gente; a luta não é uma coisa que possam fazer num dia para abandonar no outro.
O respeito que devemos a esta gente assim, depois de décadas em que se perorava sobre os "árabes" ou os "muçulmanos" como se eles fossem cartadas trocadas nos jogos de salão entre teóricos ocidentais, implica reconhecer que estes movimentos democráticos são deles, e a eles lhes pertencem."
Os mesmos de sempre nunca conseguem ver, nas palavras e acções dos outros, por mais heróicas e democráticas, algo que não os converta em "marionetes". Mas, claro, como sempre são eles que têm razão!
Estes "visionários" que apontavam estas lutas dos povos árabes como cenários menores e "ocidentais", deveriam perceber que a maioria das pessoas procura atingir objectivos nobres e que não são, necessariamente, os mesmos que eles procuram.
PS: o autor do artigo de opinião no Público "Líbia: a história continua" é o Eurodeputado Rui Ramos!
Está tudo doido, agora temos os milionários a pedirem para serem taxados, querem pagar impostos.Não são todos, claro, que os portugueses estão de férias e na praia não se ouve nada.O único que ouviu foi para dizer que é um assalariado!
Mas trata-se de uma doença do tipo "degenerativo", quando alguém começa a acreditar em algo que não tem a ver com a sua natureza, é certo e sabido que está a enlouquecer ou a envelhecer ou ambas as coisas .
Isto se for mesmo uma coisa que leve os "nossos" milionários a deixarem de ser milionários, é extremamente preocupante.Já não há, ou está prestes a extinguir-se a "classe média", aquela classe que servia de almofada para os problemas sociais, ficamos com os ricos que "investiam" em iates, jactos, acções e títulos do Tesouro. Sem eles ficamos com o quê? Com pobres?
Cá na minha, e depois de ter passado por alguns países na América do Sul, onde as diferenças sociais são muito grandes, com as portas em ferro das casas, os filhos ricos, coitados, andarem com segurança pessoal e, os próprios, não porem um pé na rua, comecei a desconfiar. Estes gajos, espertos como são (sim, se os gajos são milionários não é por serem estúpidos) já perceberam que é melhor ter menos um pouquinho e andarem descansados do que terem muitíssimo e, um dia, levarem com uma chusma de pobres lá na piscina...
Quem diz aos políticos que os ricos não se zangam nem fogem se lhes aumentarem os impostos? Os gajos estão em pânico.Saem do governo e vão para onde? Para os ricos que tornaram pobres?
Para que raio estão a olhar? Carreguem na bola e sigam... E depois vejam aquilo de cabo a rabo. Feito isso, podem voltar aqui!

Que raio de bichos são estes?

BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
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I wanna say a very big thank you to dr agbadudu fo...
Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...
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