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Eurobonds, sim, mas não agora. Não é o momento adequado! E, como é que o jornal titula o assunto? Com uma mentira.
"Van Rompuy discorda da emissão de "eurobonds"! O que Rompuy disse foi:
Numa entrevista à rádio pública belga (RTBF), Van Rompuy explicou que a Europa deveria esperar que as suas economias e objectivos alcançassem uma maior convergência antes de avançar com a emissão de obrigações do tesouro europeias.
"Não é o momento!"
[Zita com Alegre]
- Adeus, ó Cesário cor-de-rosa!
- Adeus, ó troca-tintas!
Olhou para mim com o ombro esquerdo e o pescoço meio torcido para a mesma banda. E confidenciou num sorriso meio irónico que lhe apetecia desopilar. Já nos conhecemos de há mais de vinte anos em lides de prende e solta. Eu prendendo. E ele soltando. E compreendi que o bafio dos processos era um bom argumento para arejar, em jeito de mudar de vida. Vinha acompanhado dos apaniguados, em jornada eleitoral. Em dia, em noite, de conjuntos musicais e de ranchos folclóricos em ritmos de acordeões com músicas e cantares de vira para aqui e de vira para lá.
Em algumas tertúlias ouvia falar de chapeladas com votos que mudam de secção no mesmo dia e à mesma hora e de quotas pagas a propósito, num dom de omnipresença que é de espantar. Mas não ligava muito, estava ali com alguns amigos para conviver e votava em quem me apetecesse. Em boa verdade, confesso, já não votava sequer, porque tinha, e tenho, um certo despeito pelos políticos. Que não pelas suas pessoas, pois não será por tal defeito que se desapegam de algumas virtudes. E alguns, se bem que cada vez mais poucos, são boa gente. E, afinal, há gente boa em todo o lado, e má também.
Mas foi com surpresa que vi em papel de político o magistrado judicial que conheci por terras de outras bandas, só mais tarde sabendo que nascemos no mesmo ano, e na mesma terra. E na mesma maternidade, e, quem sabe se não nos conhecíamos já de tempos mais idos mas que a memória, por muito precoce que possa ser, é de impossível reminiscência. Com surpresa, pois foi. Que o vi. Em papel de político. E com surpresa maior porque foi como independente. Mas. Apenas após ter saído do partido da concorrência umas escassas semanas antes. Coisas que me espantam mas que já não me surpreendem.
E ambos conhecemos um rapaz com carreira na delinquência. Que eu prendia. E ele soltava. E que eu soltaria se fosse ele a ter que o prender. Andaria hoje pela casa dos trintas, não fora um voo mal planeado que o levou a estatelar-se. De um quarto andar. De um elevador que apenas tinha a porta e um buraco até ao piso térreo. Directo lá de cima. Mas sobreviveu àquele voo. Como um gato com sete vidas. E, afinal, ele era um sobrevivente de algumas vidas, que resgatou com fome, tantas vezes ou quase sempre. Uma fome de falta de ter que comer e que satisfazia com a astúcia do saber dos que sabem enganar gananciosos. A vender de tudo, sempre surripiado a alguém, e sempre com a arte de saber enganar os que sabem que o que compram pode ter sido surripiado mas que não deixam de comprar ao preço de mixórdia.
O rapaz que ambos conhecemos sobreviveu àquele voo, de um quarto andar, de um elevador que apenas tinha a porta e um buraco até ao piso térreo, directo lá de cima. Até que um voo mal planeado o levou desta para melhor ou sabe-se lá para aonde. Um voo mal guiado por adentro da veia já sumida. Começou por cheirar e depois por meter. Na veia. Na veia já sumida. Até que se sumiu. Eu gostava daquele rapaz. E o presidente. Da câmara. Hoje desembargador. Também. Quem sabe se, por estas coisas, decidimos ambos mudar de vida.
João José Fernandes Simões
Faz lembrar os meus tempos de Desporto Escolar em que também levávamos um árbitro para os nossos jogos. Mas não éramos tão correctos, o árbitro ia mesmo no nosso autocarro.
De ausências me vesti
Num espaço de vida e cor
Nuvens grossas se aproximam
Num horizonte cor
de chumbo
Flores estiolam de calor
E eu descalço moribundo
No sentido mais profundo
Ventos fortes céu toldado
Desfeito o amor sonhado
No horizonte cor de chumbo
Aves se levantam e planeiam
Sem sentido vão voando
Desfeito o que iam sonhando
Tão só, agora vagueiam
Descalço e quase moribundo
Levito num céu cor de chumbo
O cardeal não é de modas. Abusar de crianças nuns tantos colégios não é comparável a fazer abortos.
Esclarecimento: eu sou, sempre fui, pela avaliação das escolas e dos professores, tal como em qualquer outra organização. Pode ser dever de ofício (há trinta anos que sou avaliado e avalio outras pessoas) mas é também a certeza que com todos os problemas inerentes é, de longe, a forma mais eficaz e mais justa de administrar uma organização, seja ela comercial, industrial ou de serviços.
Depois de tantos anos a defenderem que a escola e os professores não podiam ser avaliados, os sindicatos preparam-se para aceitar a avaliação.Com um custo muito grande para a sua credibilidade junto dos professores. Quarenta mil dos professores não vão ser avaliados (os que já estão no topo) o que quer dizer que cerca de cem mil vão ser objecto de avaliação.Estes anos todos de recusa obstinada da "não avaliação" criou uma grande injustiça, como se pode constatar nos comentários dos blogues de professores. Muitos dos excelentes professores percebem agora que a "não avaliação" só serve a quem é medíocre .
De que se tratará, agora, nas reuniões entre Ministro e Sindicatos? Trocar "o bodo aos pobres" pelas quotas!
Quer dizer, para todos os que reúnem as condições para chegar ao topo sem avaliação, sejam bons ou maus, também não há quotas; todos os que vierem a seguir, mesmo excelentes, muitos ficarão pelo caminho. A esses aplicam-se as quotas.
Depois de este tempo todo a lutar contra o inevitável, apresentando "vitórias atrás de vitórias até à derrota final" a corporação instalada é, "apreciada" pela velhice e pela antiguidade; todos os outros vão ter que mostrar mérito.
Mas, contudo, ainda bem que se chegou a este consenso. Pois, não é só a avaliação que está sobre a mesa é , também, a dignidade!
O Brasil acabou de empatar mas o "Vai miúdo!" (sem sotaque) é o que mais se ouve, aqui no Carvoeiro. Ver um jogo destes, ver o sorriso deste miúdo a telefonar para a mãe ou para a namorada, lembra-me um jogo que antigamente se praticava. Chamava-se futebol. Vestia de organdi.

NOTA: Acabámos de sofrer um golo e, em terras portuguesas pontualmente habitadas por súbditos da majestade deles, os eternos vassalos uivaram das respectivas bocas buzinadeiras (o que levará, um inglês em Portugal, a torcer pelo Brasil?; há quanto tempo os bifes não nos ganham um jogo?)
NOTA II: Empatámos! A reacção teve menos buzinas, mas mais vozes.
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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