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Não sei se foi na Noruega mas sei que foi num dos países nórdicos. Vi o que aqui se conta quanto ao tratamento dos imigrantes hispânicos ( o meu caso) e o de uma cidadã africana. Após terem passado todos os louros e de olhos azuis sem qualquer revista quiseram-me revistar. Neguei-me! Disse-lhes, "ou me tratam como os anteriores que já entraram no país, ou não saio daqui, e apanho o avião de volta logo que possível."
Hesitaram e mandaram-me esperar. Voltaram-se para a mulher negra a quem humilharam de forma revoltante. Eu acabei por entrar sem mais problemas.
Um sobrinho meu, estudou em Lemper (julgo que é assim que se escreve) cidade universitária Finlandesa. Conta vários episódios de racismo de que foi vítima ( e ele é louro e branco embora não tenha olhos azuis).
Tudo isso é verdade.
Mas também vi as cidades cheias de negros e Italianos com as suas pequenas mercearias e restaurantes a vender pizas, completamente integrados.E, vi muçulmanos com as suas vestes a passearem na rua sem qualquer problema.
Como se sabe, nos países árabes é bem pior, como ainda o é nos países da antiga União Soviética, ou na China ( um polícia e um militar por habitante, passe o exagero) e em muitos países "onde se celebram "manhãs que cantam".
O ser humano é o ser humano ! Uma vez vi, a sair da Rússia, uma mulher que tinha um capachinho, (por ter perdido o cabelo a curar o cancro da mama), a ser tratada de maneira abominável por uma vaca comunista. Porquê? Não estava parecida com a foto do passaporte! Era a minha mulher!
Só estamos todos mais chocados porque o que aconteceu, aconteceu onde menos esperávamos!É verdade que o capitalismo trás competição desenfreada e ganância, mas também é verdade que o comunismo não trouxe o homem novo!
Fernando Gonçalves, inventor multi-premiado no estrangeiro e desprezado na insignificância da sua cidade, lançou o ‘anúncio’ no Facebook, com a imagem do edifício pombalino que hoje é de dos Paços do Concelho:
“Com boa localização, óptimas vistas, lista de clientes certinhos, com passivo ‘pequerrucho’. Motivo: Não poder estar à testa do negócio.”
Em menos de nada, aparece um comentário:
O Dr. José Eduardo pediu-me, em nome de sua filha, para pedir esclarecimentos: 1) O Estado está disposto a doar seis vezes o valor que for oferecido? 2) O Estado põe na rua 750 pessoas que lá estejam empregadas? 3) O Estado garante que o valor da compra possa ser recuperado em apenas meio ano de actividade?
Se as respostas forem afirmativas...
O Gaitán diz que o grupo está forte e o Benfica vende Roberto por 8,6 milhões de euros.
Entre o liberalismo americano e a ditadura soviética cresceu o mais extraordinário feito social do homem. A Social Democracia!
"Depois de Tony Blair, que levou a internacional socialista para o pântano, não se vislumbra saída da crise. É preciso colocar a política no posto de comando a dirigir a economia". Isto só será feito voltando aos principios da Liberdade e da solidariedade, com mais democracia. Isto é, voltar à social democracia, com uma economia social de mercado devidamente regulada pelos estados. Não há alternativa!
" Nessa altura, a Europa ganhava pujança económica e força política estratégica renascendo das cinzas da Segunda Guerra Mundial como um modelo social alternativo, a meio caminho entre o estatismo soviético e o liberalismo americano, assente principalmente no peso político e nas receitas ideológicas da social-democracia europeia. A Europa democrática lavara-se das suas devassas colonialistas e imperialistas e assumira-se como paladina da democracia, da solidariedade, e do Estado promotor do bem-estar social. Homens como Willy Brandt, Olof Palme, Helmut Schmidt, Jacques Delors, Mitterrand ou Mário Soares, entre outros, protagonizaram este projecto europeu. "
Quem antes desta crise acreditava de boa fé, numa alternativa política, está na hora de abrir os olhos à realidade e apoiar o modelo político e social que por mais tempo sustentou, a um nível de qualidade de vida, nunca visto, milhões de pessoas.
As remessas dos emigrantes continuam a ser uma botija de oxigénio para o país que não soube dar-lhes uma oportunidade de vida decente.
"José Cesário sublinhou que a importância dos emigrantes para o país "ultrapassa o plano económico". Mas sublinhou que, para além desta injecção directa de dinheiro na economia portuguesa, os emigrantes protagonizam, cada vez mais, "um investimento enorme no país" em vários sectores, como o imobiliário e o turismo."
Seguindo a linguagem dos negócios, o secretário de Estado disse ainda que "o primeiro activo" de Portugal no estrangeiro são "os portugueses", fazendo referência ao facto de o país ter quase cinco milhões de cidadãos espalhados pelo mundo. "É isso que nos dá dimensão a nível mundial" reconheceu José Cesário.
O secretário de Estado comentou ainda o facto de muitas comunidades portuguesas serem já constituídas por pessoas que nasceram fora do país, entre os quais "empresários com uma dimensão idêntica aquela que têm aqueles que nasceram ao seu lado, nos países onde estão." Segundo o governante , esta é uma dimensão "que é preciso compreender e aproveitar".
Todos têm direito ao benefício da dúvida. Até um governo fabricado por Cavaco Silva, que soube dramatizar a crise, conspirar contra o mandato, o país e o povo que fez dele presidente da república, liderar a campanha eleitoral e assumir o papel de chairman da agência publicitária que tenta seduzir 9,9 milhões a irem para a agricultura para os outros 100 mil poderem continuar na praia.
Quem, sendo bom e genuíno português, levou o benefício da dúvida além daí e apesar disso, estremeceu quando Cavaco, o arregimentador das massas “à rasca” para se revoltarem na rua contra o Governo de Portugal, apareceu com aquele ar grave e kitsch que o caracteriza, a dizer às mesmas massas e ás demais que afinal é preciso, imperioso e urgente é comer, calar e dar vivas ao casal Coelho-Portas (ele afiança que é mesmo um casal, o centro de uma família perfeita – cujo padrinho se dispensou de citar, por questão de redundância e modéstia.
Ainda o estremecimento não era muito diferente de um ataque epilético, veio o “onze” inicial da Caixa Geral de Depósitos (dos depósitos, melhor falando). O senhor professor doutor não precisou de argumentar – e não duvidamos de que o faria tão eloquente e brilhantemente como sempre. Deve ter pensado, no seu português Nokia (depois da invenção da escrita SMS, Nokia não é uma marca de telemóvel, é um candidato a PALOP) “isso eu nunca fiz, nem faço, nem ‘fazerei’” – isto, para o citarmos mais que ipsis verbis, ipsis literis. O ‘onze’ ainda não entrou em campo – nem é para entrar, a bem dizer – e já a CGD prolongava o estremecimento popular num autêntico ataque tónico-clónico.
Já nem vale a pena lembrarmos a assalto ao subsídio de Natal – inevitabilidade para um verdadeiro cristão ou sacristão como aparenta ser Cavaco e como ele assevera que somos todos. Não vale a pena lembrar – que isso é mesmo para esquecer.
No serão deste domingo, ao mesmo tempo em que se desvendava que para comprar o BPN havia melhor que a tal proposta de 100 milhões (havia a segurança de 40 milhões, com mais de metade dos trabalhadores para o olho da rua e os 5 mil milhões dos contribuintes a terem o
destino habitual), o marketing cavaquistanês enviou o adjunto do sr. prof. desfazer equívocos: rivalizando com o circo que na SIC Notícias faz brilhar o crespo cuspidor de fogo, o momento de publicidade ‘institucional’ de domingo à noite na TVI trouxe-nos o professor Marcelo a explicar, naquele seu insuspeito cariz de verdadeiro independente, que ninguém deve ter dúvidas da isenção, da ética e da prodigiosa mais-valia que são os “onze magníficos” da eficientíssima Caixa dos depósitos. Não há lá quem saiba de banca, mas também ninguém veja que existam favores, negócios conflituantes ou conflitos de interesses.
Que ninguém duvide disso. Nem sequer – e muito menos – com o Pedro, irmão do comentador independente, isento e (vade retro!) livre de conflitos de interesses.
Somos feitos dessa ausência
Onde a luz se deflagra
Fica depois em permanência
No beco escuro da tua morada
Deixa-nos a força das palavras
O som das sílabas demoradas
Num tempo quase esquecido
Solto, sem rumo, sem sentido
Somos a geração do silêncio
Que explode fora do tempo
Somos a história da ausência
Prontos calados, penitentes
Agarrados ao sonho andando
Perdidos vamos caminhando
Mas é p’las rimas que nos tocas
Pela música que nos elevas
E no tempo que nos embalas
Deixas a pergunta inquieta
E depois te fechas e… te calas
Após a camarilha que levou o banco à falência, com negócios fraudulentos, veio um governo que se apressou a nacionalizar os prejuízos.Agora temos outro governo que vende por 40 milhões de euros o banco, montante que não chega sequer para pagar as indemnizações aos 750 empregados que vão para o desemprego e que são encargo do estado segundo a comunicação de hoje.
"O ministério refere ainda que o "custo do Estado com o BPN, descontando do preço de venda, ascende nesta data a cerca de 2,4 mil milhões de euros".
João Semedo do BE diz: O deputado do Bloco de Esquerda João Semedo classificou hoje de "catástrofe para as contas públicas" a venda do BPN ao BIC.
Catástrofe é, mas quem dá mais? Dava o NEI ( núcleo de empresários investidores) mas pelos vistos não entra nas contas da "diplomacia económica" que Paulo Portas andou a vender em Angola e Brasil. É preciso não esquecer que vêm aí mais privatizações e é necessário chamar quem tem dinheiro fresco .
Grandes negócios !
Alberto João, faz esta cena há mais de trinta anos e outras parecidas que têm em comum serem uma espécie de chantagem. Independência para a Madeira é outra. O Álvaro, o que está ministro, num dos seus livros já escreveu que o melhor mesmo era dar a independência à Madeira, coisa que nenhum Madeirense aceitaria, principalmente os que antes da autonomia andavam a "vender retretes" e, hoje, são donos de várias empresas e ganham todos os concursos públicos .
Isto tudo, agora, e não depois nem antes, porque a "crise" vai cortar no orçamento e o Alberto João deve muito dinheiro e ainda tem meio Funchal para pôr de pé. O que ele quer está aqui: "No seu habitual tom acusatório, Alberto João Jardim deixou ainda um recado para os socialistas a quem acusou de terem “roubado” a Madeira em cerca de mil milhões de euros em seis anos de governação."
Nós os "cubanos do continente" é que pagamos tudo!

Se Passos Coelho nada fizer, se Passos Coelho nada disser, as conclusões são óbvias, ou não fosse o indivíduo da imagem o líder regional do partido que Passos Coelho encabeça a nível nacional. Se o Primeiro Ministro nada fizer é porque não vê nada de censurável no gesto (aqui, não há cinzentos!, ou é preto ou é branco). É capaz de já ser hora de o PSD (falo do nacional, que a outra coisa não será exactamente um partido) se definir, ainda que isso implique perder as eleições na Madeira. Não vale tudo, não pode valer tudo. Quanto ao tipo da imagem, de pirete em punho, para além de asseverar que não tornarei a pôr os pés na Madeira enquanto o seu eterno "mandato" não teminar, apenas lhe digo na única linguagem que ele domina: "pá!, mete-o no cu!". Já chega!
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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