Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Estou fascinada

por Isabel Moreira, em 28.10.10

Há imensa gente, por exemplo aqui, que SABE quem culpar pelo falhanço das negociações sobre o OE. Estavam lá, ouviram os intervenientes, ajuizaram calmamente cada proposta e contraproposta, leram nas entrelinhas de tudo quanto foi apresentado e zás. Deuses.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:04


Condenados

por Rogério Costa Pereira, em 27.10.10
Quatro investigações de Sofia Pinto Coelho sobre o tema em título. Quatro programas na SIC. O primeiro passou hoje. Por todos os motivos - todos! - vale a pena ver. Nunca achei - não acho! - que uma investigação jornalística possa substituir uma investigação judicial. Sou contra os trial by newspaper. Não me parece ter sido essa a intenção de Sofia Pinto Coelho. Pegou em factos e apresentou-os, tal como os viu e investigou. Vale o que vale, sendo certo que não vale por uma sentença. Não num Estado de Direito. Sobre o caso em concreto, o que foi tratado hoje, é esta a minha «declaração oficial». A minha convicção, essa, guardo-a para mim, embora não possa evitar dizer que o princípio in dubio pro reo é dos mais pisoteados nos tribunais portugueses, em que bastas vezes o arguido se vê colocado na posição de ter de provar a sua inocência. Quanto ao programa, vi este e não vou perder os próximos. Aconselho-vos a fazer o mesmo, sim, mas com um olho no burro e outro no cigano.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:12

Se é assim

por Isabel Moreira, em 27.10.10

Se o Governo e o PSD falharam as negociações relativas ao OE, tenho para mim que o CDS perdeu uma grande oportunidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:23


Conclusão óbvia

por Rogério Costa Pereira, em 27.10.10
Nem o PS nem o PSD querem que o Orçamento passe.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:48

Inês

por Isabel Moreira, em 27.10.10

 Nunca nem uma, nunca nem uma, para cima, para baixo, há um corredor feito de árvores que se encontraram, arranha as pernas passar ali, entre a minha casa e a tua, e levo ali, ali, quem gosto, gosto muito, e passo as minhas pernas pelo corredor ameaçado ou ameaçador de ramos que cortam, dou uma risada e digo não tenham medoe chego à tua casa em cima da minha, tão bonita a vista, todos dizem isso, minha querida, e eu falo sobre a C., e eu falo sobre o meu avô, muito encarnado, muito aflito com a perda de tempo: despachem-se, são sete e meia da manhã, que tarde que é, a esta hora tanta coisa que poderia ter sido feita, e figos comidos inteiros, sem cuidar de os cortar em quatro, tudo por uma gargalhada, um cancro a matar o meu avô, naqueles tempos eu acreditava em Deus e acreditava em sacrifícios: avô, meu anjo, um Verão inteirinho sem comer gelados e a outra um Verão inteirinho sem comer bolos da Piriquita.

O meu avô morreu e parecia-me vivo quando o abracei, ainda tão ruivo, tão encarnado, tão irlandês, tão pronto a pegar num avião pequeno e a deslizar por baixo da Ponte de Vila Franca: suspenso. Letras e letras sobre ti, ainda cheiras a alfazema, cheguei a escrever, sei o que não escreverei sobre ti, mas não entendo porque não escrevo uma vez que seja sobre ela, aquela criança que me foi a primeira morte. Passava então pelo canudo de ramos que ferem até hoje as pernas, ontem as minhas pernas canivetes, hoje as minhas pernas estas, as dos meus amigos, os de agora, os que não chegaram a lá ir, que pena que tenho, que sinto, que pecado venial mortal, tudo isso, que pecado perder um amigo, perder um amigo que nunca fiz ver aquilo, um castelo que ladeia a lua a nascer cai sobre nós, em baixo a vila. À esquerda o mar, musgo, musgo, musgo, e o cheiro, o cheiro, pode ter-se medo de tudo, sobretudo de se amar, mas nunca de se cheirar, é tanto o cheiro e eu nunca falei daquela morte, para quem não havia uma dança para uma esperança, era só uma prima que vivia comigo no Verão, tinha mais seis anos do que o meu corpo, parecia-me grande, uma mulher de 13 anos.

Era loira e tocava viola e doía-lhe a perna e um dia a dor da perna era um cancro, um cancro antes do do meu avô, e todos nós vimos a menina tocar viola sobre duas pernas, depois sobre uma perna, sorrindo sempre, tocar viola sem cantar, um dia, rouca de vomitar à noite, cansada de não respirar, uma fita na cabeleira e uma menina careca sem o ser, um dia caí e com toda a força dos meus 7 anos espalhei-me em cima do que restava da perna dela. Lembro-me de parar de respirar quando vi a minha prima transformada no verbo dor e quis morrer de culpa e quis chorar até me diluir enquanto as crianças em redor gritavam comigo. A minha prima espetou a dor num lugar desconhecido e do alto dos seus 13 anos deu ordem de silêncio a todos dizendo que estava tudo bem, que nada sentira, assim, sem que o seu corpo tivesse espaço para tanta dor.

Um dia foste embora das nossas casas, eu não entendia nada, não sabia de um Deus que nos levasse uma menina, uma filha de alguém, uma prima, uma criança que tocava viola e que dizia ser cool ter perdido a perna porque assim usaria jeans para sempre – morte às saias!

Há uma estrada de saibro, em Sintra, há, havia, há, e nós e os pinhões e chegava uma carta tua, e a carta era sempre um sorriso e na última rabiscaste aquele dito: sorri, ainda que o teu sorriso seja triste, porque mais triste que um sorriso triste, é a tristeza de não saber sorrir.

Tinhas 13 anos e morreste sufocada, sem ar, e martirizada pela dor. Sorrindo. Nunca escrevi uma linha sobre ti. Lembrei-me de ti quando o meu avô morreu, e agora por tanta gente. Mas hoje lembro-me de ti porque hoje a menina de 13 anos que não podia ir ao mar e jogava às areias comigo no toldo faz quarenta anos. Têm-me dito assim: a Inês faz 40 anos. Não me dizem que faria. Ando atrapalhada. Tens sempre treze anos. Na minha cabeça, tens sempre treze anos e, tal como aconteceu com a C., foi difícil perceber que um dia seria mais velha do que tu.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 12:02

Cavaco: também eu gostava de saber

por Isabel Moreira, em 27.10.10

"Em que situação se encontraria o país sem a acção intensa e ponderada, muitas vezes discreta, que desenvolvi ao longo do meu mandato?"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:23


Resumo da cerimónia anunciada pelo professor Marcelo

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10
Não posso fazer nada mas se pudesse garanto-vos que isto melhorava. No entretanto, prometo uma magistratura activa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:23


Alto!

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10
Cavaco Silva tem um mandatário digital.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:04


Querem ver que me vai espetar com um cartaz na despensa?

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10
«Não colocarei um único cartaz exterior».

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:45


Não percebi

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10
Ele disse «move-me a consciência» ou «morde-me a consciência»?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:40


Uma grande verdade

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10
IMG00679-20101026-2030.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:32


2 packs faxavor

por Rogério Costa Pereira, em 26.10.10

negociador

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 00:18


Para ti

por Rogério Costa Pereira, em 25.10.10

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:31

Dinheiro sujo - por Vasco Pulido Valente

por Isabel Moreira, em 25.10.10

Ler a Palmira e ter lido ou reler isto do VPV:

O Governo de José Sócrates, com o seu usual oportunismo e a sua absoluta falta de escrúpulos, resolveu anular os benefícios fiscais de instituições religiosas e de instituições particulares de solidariedade social (IPSS). Mas deixou conspicuamente de fora a Igreja Católica Apostólica Romana. Este privilégio é em parte justificado pelo papel dessa Igreja na formação histórica de Portugal (que nem sempre, como é sabido, foi papel benéfico e muitas vezes foi, sem a menor dúvida, um papel nocivo). De qualquer maneira, é improvável que o nosso bem-amado primeiro-ministro se tenha deixado guiar por considerações dessa espécie. Muito prosaicamente, Sócrates não quis juntar a Igreja (ainda poderosa) à sua longa lista de inimigos, pensando sobretudo no voto católico em 2011.

As comunidades religiosas de outras denominações (ou seja, as que para seu azar não são católicas) nem sequer mereceram ao Governo a simples cortesia de serem previamente informadas. Sem grande influência, não valem nada para um político da envergadura moral e intelectual de Sócrates. Que se arranjem ou que se lixem, para ele é o mesmo. Infelizmente, existe em Portugal uma Lei de Liberdade Religiosa (de 2001) e a presunção, seguramente estabelecida, que o Estado não deve estabelecer distinções no tratamento de qualquer igreja. Claro que nunca ninguém se lembrou de cumprir seriamente essa regra. Basta ver a ridícula quantidade de feriados que celebram episódios centrais da narrativa evangélica, puros pontos de doutrina ou até tradições devotas sem o mais vago significado doutrinal, para perceber quem o Estado protege ou não protege.

O que não impede a discriminação grosseira e sistemática a favor da Igreja Católica (aliás, constitucionalmente proibida) de ser uma vergonha para a presumível democracia portuguesa. Não me custa a acreditar que o eng. Sócrates não perceba que a liberdade é indivisível (como dantes, com ingenuidade, se dizia) e que há um risco em eximir uma particular igreja ao peso fiscal, que outras forçosamente suportam. Convém, por isso, explicar a esse distinto rebento do PS que os direitos do homem e do cidadão não devem estar à mercê das conveniências do Orçamento ou do interesse eleitoral de um partido. Ignoro se o dinheiro que o Estado vai arrecadar com esta medida de intolerância e cegueira é muito ou pouco. É, com certeza, um dinheiro sujo.

 

(ontem no Público)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:12


Beata putaria em jangada podre

por autor convidado, em 25.10.10

Passei décadas num optimismo humanista e numa ascese cristã demasiado nefelibatas e extasiadas, na proximidade palpável de um Cristo Humano e Divino, para aceitar, sem morder ninguém, o inferno em que lentamente mergulha o meu País e com ele, jangada-de-podre, todas aquelas pessoas de quem gosto e mesmo aquelas pelas quais me posso compadecer, não as conhecendo de lado nenhum.

O velho núcleo dos interesses estabelecidos — Media, Banca, Política (com a sua indústria de brochistas dedicados ao marketing da salsicha-que-parece-erecta quando fala), Empresariado Chulante —,  amálgama que não tem rigorosamente cor nenhuma, a não ser listras de zebra róseo-laranja-emerdado, fez espesso silêncio, barragem de fumo, enquanto as coisas se degradavam no cerne.

Agora todo esse Zoo de Cevados pelos Orçamentos abriu-se-em-flato num brado de alarme, saltou para as costas de Coelho a clamar pela nudez do rei e a meretrizocracia da rainha, tanto bastou que as coisas más, mas ocultas, do défice, da dívida, da mortiça economia, se declarassem no seu viscoso odor a ultra-Grécia.

O Orçamento parece o derradeiro orgasmo do Regime, recompensa a que se chega numa coreografia extrema sado-parola sobre os pobres, essa gente sebosa para a qual não existe Governo nem Lei. Só fisco. Só lábia. Só saque.

Não sei se tais cabrões passentos, coniventes, aquela tal amálgama de interesses, à Esquerda, à Direita, pelo entre pernas desidiologizado do Regime, não merecem um mandato de captura para internamento compulsivo no hospício mais próximo.

Aliás, sei e digo-o. Está dito. Trata-se de uma multidão de coirões que culmina com o lamentável Primadonna-Sócrates mas não esquece todos os maneirentos passarellistas das últimas décadas.

A Catarse de o pensar e escrever está feita por agora, pelo que agradeço ao Rogério a mudança de púlpito.

Entretanto, angustia-me conceber a magreza da juventude que efectivamente desaprende de se alimentar.

E temo. Temo o meu salário risível, a minha precariedade crónica e a dos demais como eu e as putarias público-privadas, os neo-aeroportos, o de Beja às moscas, TGV, em troca da dignidade miserável e endividada das nossas gentes.

Temo ainda mais perante a ousadia simbólica e prospectiva de a minha filha com dois anos raptar uma revista do Ruca, em pleno Supermercado, reparar que eu o notei, desatar a correr em fuga pela peixaria, chapinando pela gosma húmida de gelo e peixe, correr ainda pelo talho, sob o baque dos cutelos, voltar à direita, para a secção dos pensos higiénicos e das fraldas, correndo, correndo sempre, numa fuga risonha e linda, dobrar à esquerda, na secção dos vinhos...

Alcanço-a. Era a brincar.

E se o futuro for isto, investidas furtivas por pão? A falta de tudo como parede fria, último reduto de esperança aonde ir bater com os cornos?

Perguntarão um dia de quem fora a culpa. Eu, que cuspilhei para cima disto, que insultei isto e me insurgi muito cedo contra o esterco imoral no cerne da decisão e da influência político-económica, não terei tido nem culpa nem o consolo de ter podido evitar o mal.

A culpa, difusa, anónima, mas também concreta nos seus actores pífios, resume-se neste tripé escachado: ignorância popular, mistificação política, extensa sofreguidão da velha putaria beata público-privada.

Joaquim Carlos

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:01


Não vou ajudar a limpar o lixo

por autor convidado, em 25.10.10

Existe por ai quem adore etiquetas e, pior ainda, adore auto-etiquetar-se. Um camarada de Esquerda, um fulano de Direita, um gajo de Centro. Depois existem a adaptações: centro-esquerda, centro-direita, extrema-direita, extrema-esquerda, faneca, sardinha, cherne e afins.

Não sou de nenhuma dessas posições, mas sou de todas elas. Ao contrário dos ferrenhos adeptos futebolístico-partidários, de todo o lado se podem tirar boas ideias, como em todo o lado se podem encontrar más ideias.

Por aqui, blogosfera portuguesa, o sentido é ainda mais clubístico. Em vez da sã troca de ideias, temos troca de insultos entre claques. Que o fulano tal disse aquilo e é um grande filho-da-mãe, que o camarada defendeu aquilo e é um grande filho-do-pai. Talvez se contem pelos dedos de uma mão os blogues de onde se podem tirar umas ideias e fazer uma discussão saudável.

Claro, depois também há os "Daniéis", que, no seu espírito participativo e cívico, conseguem ser censurados na Direita e na Esquerda. Certo, Rogério?!

Uma coisa é certa: o mundo dá muitas voltas. A blogosfera e a politica também. Um dia, os de cima cairão do cavalo. Teremos um grande 31 armado, pois o lixo vai ser imenso e eu não estou, nem estarei, disponível para ajudar na limpeza.

Daniel Santos

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00


Mais dois itálicos

por autor convidado, em 25.10.10

Já de seguida entram mais dois itálicos: Daniel Santos e Joaquim Carlos. A ambos já censurei comentários, sendo certo que já andei à estalada virtual (calhou não os encontrar cara-a-cara) com um e outro, particularmente com o segundo. Têm uma coisa em comum, e por isso os convidei no mesmo dia e, no creo em brujas, ambos me remeteram os respectivos textos praticamente ao mesmo tempo. São umas melgas, como são todos o que acreditam. Como eu sou. Mas estas melgas têm algo de especial: são daquelas que a blogosfera primodivisionária decidiu ignorar. A velha questão dos filhos-da-puta e dos filhos-da-mãe.

Quanto a nós: o que foi dito, foi dito. Lá está. Já não se apaga e nem tal é saudável ou desejável. Não me converti a eles, nem eles a mim. Não assino por baixo os textos que se seguem, mas, concedo, concordo com muito do que ali vai dito. A ambos agradeço a disponibilidade. A porrada há-de continuar.

Cada vez menos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:59


Operação Orçamento 2011

por Rogério Costa Pereira, em 25.10.10
Os partidos ainda não chegaram a um consenso e o público vai ser chamado a votar. Para optar pelo óleo a 6% ligue 112, se preferir a margarina tecle 112. Quanto ao leite achocolatado a decisão já está tomada e será primeiro comunicada ao próprio. Boa sorte a todos os bens de primeira necessidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:16


vai uma apostinha?

por besugo, em 24.10.10

Esta vitória sobre o Rio Ave é muito importante. Nem sequer é por termos ganho o jogo, é porque era fundamental ganharmos um jogo com sorte. E este ganhámo-lo assim, com sorte. Basta o golo ter sido do Abel - e da maneira que foi - para se perceber isso.

A equipa do Sporting suspira por Pedro Mendes. Não havendo dinheiro para mais nada, em Janeiro poupem. Ou poupem-me. Não se metam a comprar cepos como o Zigic, que está muitíssimo bem no banco do Birmingham e parece que gosta de lá estar (aliás, o sérvio já correu bancos de várias equipas, tem esse hábito, que esse hábito o mantenha por outras bandas até se reformar). Basta-nos que o Pedro Mendes regresse a jogar o que sabe e que não volte a aleijar-se. E, claro, que o Maniche se aguente nas canetas. E mais uma ou duas coisas, concedo. 

Vou mais longe: com o Pedro Mendes, se ele voltar bem e, entretanto, com sorte ou sem ela, formos ganhando os jogos que são de ganhar - estes jogos todos que vai havendo contra equipas "ronhudas", destas com Gaspares, Zés Gomes, Nunos Santos, Joões Tomáses e Tarantinis - o Sporting vai ser o próximo campeão nacional.

Quem não acreditar em mim mas quiser quedar-se, apesar de tudo, a matutar um bocadinho no que afirmo, faça o favor de pensar assim: é o Pedro Mendes a entrar na equipa e o André Santos a sair dela que nem um foguete. Já viram bem isso? Pois, então é verem isso bem, se fazem o favor.

E boa semana para todos.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:30

Mia cansada.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:13



página facebook da pegadatwitter da pegadaemail da pegada



Comentários recentes

  • Anónimo

    Olá, você precisa de um empréstimo de emergência o...

  • Hugo Lopee

    251432300

  • Ashwani Paswan Ashwani Paswan

    Loans for individuals and companies. Loans from 5,...

  • Anónimo

    Necessita de um empréstimo com taxa de juro de 2%,...

  • Anónimo

    BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...

  • Anónimo

    Philip Mark Financial Corporation, Inc.Somos credo...

  • Anónimo

    eu preciso de um empréstimo urgente em fredlarrylo...

  • Anónimo

    RELIABLE PRIVATE ONLINE INVESTIGATIONS Have you ev...

  • Anónimo

    Olá a todos, Meu nome é janice albert, sou do Alab...

  • Anónimo

    Mettiamo a vostra disposizione un prestito da 1000...


Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

Pesquisar no Blog  



subscrever feeds