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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


No dia 27 de Março de 1927 nasceu, em Baku, capital do Azerbaijão, o violoncelista e maestro russo Mstislav Rostropovich. Começou a aprender piano aos quatro anos e, aos oito, o pai foi o seu primeiro professor de violoncelo. Teve uma passagem brilhante pelo Conservatório de Moscovo: o jovem Slava, nome pelo qual Rostropovich era conhecido pelos amigos, foi aluno de Prokofiev e Shostakovich, ganhou concursos e figurou em circuitos de programação.
É quase unanimemente apontado como o maior violoncelista do séc. XX, com uma “aura” a que só se compara a do mítico catalão Pau Casals. Deu-se mal com o regime soviético: depois da contestação que fez ao regime, a propósito dos direitos humanos e do seu apoio a dissidentes (como o escritor Aleksandr Solzhenitsyn) fugiu da União Soviética, onde só regressou na “era Gorbachev” – e como cidadão americano. Tinha perdido a nacionalidade soviética em 1978, quatro anos depois de ter fugido.
Dedicando-se cada vez mais à direcção de orquestra, assumiu, em 1977, a da Orquestra Sinfónica Nacional, de Washington, integrando no seu repertório obras do século XX, muitas compostas para ele. Disso são exemplos as obras de compositores como Benjamin Britten, Sergei Prokofiev ou Dmitri Shostakovich. Rostropovich actuou com frequência em duo com músicos lendários como Yehudi Menuhin, Vladimir Horowitz ou David Oistrak, em diversos palcos internacionais, entre os quais figuram, desde 1990, os de alguns países do Leste Europeu. Mstislav Rostropovich faleceu no dia 27 de Abril de 2007, em Moscovo.

Prelúdio da Suite nº 1, para violoncelo, de Johann Sebastian Bach
Violoncelo: Mstislav Rostropovich

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