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Cá está um bom exemplo. Que interessa que as agências de emprego sejam públicas ou privadas? O que interessa é encontrar uma colocação para quem não a tem. E, a ser assim, o Estado pagaria por cada desempregado que encontrasse trabalho.

O Instituto de Emprego, ou melhor, as pessoas que lá estão para conhecer o perfil do desempregado e encontrar trabalho compatível, fazem algum esforço extra para atingir esse objectivo? Claro que não!

Aquelas senhoras não levantam o rabinho das cadeiras, chamam lá uma e outra vez o desempregado, fazem uns cursos absolutamente ridículos ( eu tinha saído de Director-Geral de um Ministério e armado em tanso fui para o desemprego em vez de aceitar um tacho numa qualquer empresa pública) em que ao meu lado havia gente que era empregado de mesa em restaurantes. A matéria dada no curso era para mim ou para quem mal sabia ler?

Por isso meus amigos, vamos pagar a quem resolver a situação dos desempregados, incluindo às empresas que criem emprego. Na passada acabem com o Instituto de Emprego que, pelo menos nesta vertente, não serve para nada. As senhoras até passavam a ganhar muito mais!

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publicado às 09:00


1 comentário

De António Leal Salvado a 25.02.2012 às 15:12

Aí está o velho problema: Os serviços do Estado têm toda a possibilidade de prestarem o serviço de uma agência de emprego, melhor que as agências privadas (porque suprimindo o lucro - legítimo - destas e o risco de empresa). Mas a verdade é que não têm conseguido prestá-lo com a mesma eficiência com que uma empresa cuja sobrevivência depende dos bons resultados conseguidos.
Nos países da Europa Central as agências de emprego funcionam bem e prestam um bom serviço aos seus clientes (candidatos a emprego). Porque estão sujeitas a disciplina legal rigorosa. porque a eficiência e a clareza dos seus métodos técnicos e contratuais dá garantias a ambas as partes da futura relação de trabalho - e porque a cultura empresarial é, nos domínios do rigor técnico e da clareza contratual, muito evoluída. E é aqui que bate o ponto, connosco, portugueses.
Creio que a solução ideal é híbrida: Um IEFP a funcionar melhor (com profunda revisão de métodos e de cultura dos serviços) e a regulamentação rigorosa dos aspectos técnicos e éticos das empresas que operem no domínio privado.

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