De João Simões a 22.02.2012 às 15:38
não aprecio isto. porque se isto é verdade, então, o que fez o "nosso leitor" para denunciar estes crimes (porque é disso que se trata) às autoridades?
e por que não se identifica?
e por que não identifica os autores dos crimes, se for o caso de os conhecer?
assim, é canalhice, ainda por cima anónima.
De Luis Moreira a 22.02.2012 às 16:12
João, ele não acusa ninguém. Levanta questões que se calhar valem a pena serem olhadas com mais cuidado.
De João Simões a 22.02.2012 às 20:25
acusa, acusa, Luís... sem acusar ninguém em concreto, o que significa que está a lançar uma acusação generalizada para com as pessoas que trabalham no meio, e onde existe muita gente séria, seguramente a generalidade são pessoas sérias..
ou se objetiva ou está calado, assim nem dignidade de bufo se tem. já nos basta o marinho pinho.
e como diz um comentador acho que não se enquadra no nível a que nos habituámos a escrever e ler neste blogue.
De João Simões a 22.02.2012 às 20:28
corrijo: não é pinho mas pinto. pinho era o outro.:)
De Pimba a 22.02.2012 às 21:25
Em primeiro lugar gostava de esclarecer que o texto que escrevi foi a resposta a um comentário, não pedi nem sugeri que fosse um tópico para debate. Reconheço que o tema é duro demais para quem está habituado a discutir o sexo dos anjos, mas o problema existe e é serio e não é só com Museus, sempre que eu falo dos bens publicos à guarda da Igreja e de assuntos relacionados com Mesericordias parece que acaba o mundo. E existe muito mais coisas que ninguem fala, como por exemplo das toneladas de papel timbrado que é colocado no lixo sempre que muda um Ministério e o seu respectivo logotipo, da utilização de bens publicos para uso particular, da prevaricação continua que é feita nos sectores que não se vêm, do poder instalado, das beneficios heriditários.
Enquanto você estava sentado no seu sofá lisboeta a ver nas noticias da TV o país a afundar-se nesta crise e a comer aquilo que lhe davam para comer, a fazer a suas elações e a discutir nos blogs os problemas inerentes, eu andava a fazer a minha investigação porque razão chegá-mos aqui e porque razão em algumas pessoas a crise não fazia qualquer efeito. Eu não o vou incomodar com pormenores porque não sei até que ponto os merece saber, Mas gostava que soubesse que a minha investigação é pessoal e privada e vale exactamente aquilo que vale... agora não lhe admito que duvide da minha capacidade intelectual e que coloque na minha boca palavras suas, respeito da mesma maneira que o caro amigo as pessoas competentes, e posso dizer mais, elas existem!
Se não aprendeu aprendeu a ler nas entrelinhas ainda está a tempo de o fazer e se ler o texto com atenção vai reparar que exitem situações que se aplicam a vários sectores portugueses e provavelmente até conhece alguns casos semelhantes, o que está aqui em causa não é os Museus mas a mentalidade portuguesa.
Se quer saber mais pormenores, provavelmente um dia destes vai ter que comprar o livro.
... não me precisa de indicar o caminho para sair, que eu sei sair sozinho, quer que apague a luz?
De João Simões a 22.02.2012 às 22:01
«Enquanto você estava sentado no seu sofá lisboeta»
não diga disparates, porque:
primeiro, não sou lisboeta nem percebo o que o leva a supor que o seja, embora goste muito de Lisboa, onde passei alguns anos da minha vida profissional, e também goste muito dos lisboetas.
segundo, e o mais importante, nunca me "sentei" em merda nenhuma, nem me sentarei e detesto quem se senta.
por último, passei a vida a "meter gente na cadeia" agindo no local próprio e não de forma anónima num blogue, muito menos fazendo acusações de forma genérica.
se tem factos, e ninguém aqui disse, muito menos eu, que o que diz não possa ser verdade, então, tenha "tomates" e denuncio-os no local próprio. é assim numa sociedade civilizada. caso contrário, fala, fala, mas nada diz.
De João Simões a 22.02.2012 às 22:03
acrescento, assunto encerrado esta (des)conversa. fique com a sua opinião, porque não me arrogo aqui em moralista de coisa nenhuma. dei a minha opinião e você deu a sua. ficamos assim. fique bem.
De Pimba a 22.02.2012 às 16:54
Não tem que apreciar! apenas deve ler e pensar um pouco, porque isto apenas é o fio da meada. Não me compete a mim fazer as denuncias desdes casos, até porque todos estes casos e mais alguns que eu não escrevi já foram todos devidamente denunciados pelas pessoas que por direito o deviam fazer, se algum foi resolvido? uns sim! outros também não! Muitos deles até sairam na comunicação Social o caro amigo provavelmente é que não esteve atento na altura ou então não era do seu interesse e de repente passou a ser do interesse de todos. Ultimamente o gozo que os portugueses têm em ver rolar cabeças está muito apurado, principalmente se forem funcionários publicos. O que está aqui escrito não é uma denuncia é uma chamada de atenção, nos ultimos tempos está a passar ao lado de toda a gente a gestão do nosso patrimonio, que em ultima analize é a nossa herança, assuntos como a gestão do património dos Museus, os bens publicos à guarda da Igreja e a negociata das doações às Mesericordias parece ser um assunto em que ninguem quer falar e se pensar bem vai descobrir porquê.
Um dia destes estava a ver um antigo programa do Professor Hermano Saraiva que decorria em uma pequena aldeia do interior e perante o meu espanto e o do Professor a velhota vai ao quarto buscar uma Custódia de sec. XVIII em prata massiça de valor incalculável que era pretença por doação da comunidade e andava levianamene de casa em casa sem qualquer segurança. O Professor pediu desculpa e não identificou a terra em questão por questões de segurança, não da peça mas das pessoas.
Uma vez que está tão indignado com as minhas questões será que me pode informar alguma coisa sobre o resultado da investigação do roubo do Tesouro Português na famosa exposição de Bruxelas, aqui à uns anos atrás?
De Eduardo Nobre a 22.02.2012 às 18:31
Este Pimba nao existe pois nao? E apenas um personagem inventado para diversao do leitor, aposto...(Pelo menos para um leitor que presume a seriedade deste blogue e dos bloggers que nele habitualmente escrevem)
De Luis Moreira a 22.02.2012 às 19:10
Não sabemos Eduardo. É alguém que comenta aqui há muito tempo e que se chama Pimba, ou antes assina assim. Mas deste lado sabemos tanto dele como de outro qualquer. Desde que não difame, que não seja caceteiro, que não venda banha da cobra partidária e não atente a inteligência de quem nos lê para nós está bem. Veja o texto dele sobre o ouro publicado ontem. Bem interessante!
De Pimba a 22.02.2012 às 22:43
Se quiser que eu me retrate não tenho o minimo problema em o fazer.
De Luis Moreira a 22.02.2012 às 22:56
Não há problema nenhum. Foi uma discussão, ninguém ofendeu ninguém, a maior parte das vezes na blogoesfera as discussões, por não serem presenciais, levam a algum exagero, mas não valem a pena zangas. Passar à frente e preparar para a próxima.
De Pimba a 22.02.2012 às 21:38
Sim eu não existo, nem sequer sou bloguista, caí aqui por acaso, imagine que por causa do Bacalhau da Noruega, mas não se preocupe muito comigo eu já estou de saida...
Pimba,
Não sabia nada disso. E você, se sabe, ponha nomes aos bois e aproveite, indique o seu nome. Uma coisa é você dar a sua opinião sob pseudónimo, outra bem distinta é acusar sem nomear. E sem nome. Um bufo anónimo que bufa menos que zero.
Espero ter-me feito compreender.
De Pimba a 22.02.2012 às 22:32
Não tenho nada que identificar pessoas, ou locais se o fizesse aí é que seria bufo, o caro amigo dá o credito que quiser e até me pode chamar demagogo, mas se parar um pouco e olhar para trás e para os lados e começar a dar atenção a outros pormenores, se começar a questionar porque é que na instiuição X a direcção nunca muda, porque é que a biblioteca Y está sempre fechada, provavelmente vai encontrar muita coisa semelhante ao que eu digo no texto.
Vou-lhe contar uma pequena história. Quando eu andava no liceu necessitei de fazer um trabalho sobre a República e o meu pai levou-me a um amigo um velho médico de provincia que tinha uma biblioteca imensa, uma casa cheia, anos e anos a juntar livros, edições magnificas, primeiras edições, um paraiso. Consultei dois livros e fiz um trabalho fabuloso. Passou um eternidade de anos e soube que o velho médico tinha morrido, fiquei curioso em saber o que tinha acontecido a tão fabulosa colecção, mas passou e nunca mais pensei no assunto, algum tempo depois necessitei de algumas informações e lembrei-me da tál bilioteca, tirei umas pequenas férias e fui investigar o que tinha acontecido aos livros, a casa já tinha sido vendida e descobri que a biblioteca tinha sido oferecida à junta de freguesia, eu perguntei Toda? e responderam-me, Sim toda! Fui à Junta de Freguesia perguntar se a poderia consultar, foram muito evasivos e criaram várias dificuldades ou fim de 2 dias consegui realmente ter acesso à dita, como deve calcular fiquei espantado por só existir uma pequena estante com uns escassos livros ranhosos, Mas isto não é nada? o resto dos livros? o que me responderam foi, só veio para aqui isto. Que raio aconteceu aos livros? que aconteceu no caminho entre a casa do Doutor e a Junta de Freguesia? Nunca consegui descobrir. Mas uma coisa é certa só eu e o ladrão é que sabemos que os livros foram roubados, eu denunciei o caso e por pouco não fui entalado. tal como nesta história os casos que apresento no texto em muitos deles só eu e os intervenientes é que sabemos o que se passou, aqueles que puder provar seram denunciados no local devido, não aqui, os outros apenas nos podemos contentar em saber que existem ou existiram e você como já disse dá-lhes o crédito que quiser.
Com respeito ao facto de escrever anonimamente já está absolutamente explicado em outros posts colocados neste blog não vou voltar a repetir o que já disse.
De Luis Moreira a 22.02.2012 às 22:36
A discussão foi bonita, pá! Ficamos todos a saber mais algumas coisas. Um abraço