De Joaquim Gil a 15.02.2012 às 11:01
Caro "Pimba, Pumba ou Pomba", tanto faz, a primeira coisa que adquirimos ao nascer, é um nome, e é esse nome que nos vai personificar e honrar, até ao fim da vida, escondê-lo, não enobrece ninguém, tão pouco consigo encontrar motivo para a nossa identificação, ser motivo de "coscuvelhice ideológica", o Senhor, ou Senhora, ao divulgar o seu nome, não está a revelar nada de que se possa envergonhar!
Joaquim,
O pimba está a exercer um direito dele. Se não se importar, reserve os seus actos controleiros para outro sítio, pode ser?
De Pimba a 21.02.2012 às 20:41
Não concordo! Não é o nome que nos enobrece ou nos honra, o que ralmente nos honra são os nossos actos, as nossas ideias e as nossas atitudes, o nome é um preciosismo que de pouco serve nestas circustancias, com a agravante de ser uma condicionante ao que eventualmente se possa escrever, pode criar um esterotipo errado, uma ideia errada sobre aquilo que escrevi na base da imagem que criou sobre mim por causa do nome. Vejamos, se eu escrever "Vamos acabar com eles", poderá ter varias interpretações mediante eu me chame José Siva ou Falé N'otonho, Pinto da Costa ou Luis Filipe Vieira, etc. etc. Faça a experiencia de entrar em qualquer blog ou forum com um nome tipico de África, vai passar mais tempo a defender-se de comentários racistas do que a escrever o que realmente pretende.
De Luis Moreira a 21.02.2012 às 20:45
Claro que não é o nome que interessa. Pimba, volte sempre! Abraço
De Joaquim Gil a 21.02.2012 às 21:52
Pimba, em princípio, não sei se é homem ou mulher, mas neste momento e sobre o que vou falar, tanto faz. Cada um dá a importancia e o valor que quiser ao nome que tem, não é isso que está em causa, eu, por exemplo, vou revelar-lhe o que de pior me aconteceu na tropa, trocarem-me o nome por um número, enfim, maneiras de pensar, que, de maneira nenhuma, se torna vinculativa e generalizada!!
De Pimba a 21.02.2012 às 22:30
O professor Agostinho da Silva não tinha nem concordava com o Bilhete de Identidade, para ele bastava dizer quer era português e não forçosamente em português. Não é preciso eu colocar o meu nome aqui para ser uma pessoa, aliás "Pimba" é um nome, podia muito bem ser o meu apelido. Já estou farto desta questão dos nomes, será que tenho que chamar o Fernando Pessoa para resolver este assunto....
De Joaquim Gil a 22.02.2012 às 12:27
O caro Pimba está farto desta conversa, olhe que eu não, gosto de dialogar, sobretudo quando se faz de forma elevada, penso ser o nosso caso. O tema que dabatemos, é uma mera opinião, nem eu quero ter a razão, tão pouco lhe quero tirar a sua, apenas tento justificar o facto de, penso que mundialmente, ao nascermos, a primeira coisa que nos dão, é um nome, se é bem ou mal feito, isso não me cabe a mim julgar, simplesmente eu tenho a minha opinião e o amigo tem a sua, e assim continuaremos. Um abraço!!
De Pimba a 22.02.2012 às 16:11
Eu entrei aqui para falar de viveiros de Bacalhau, a conversa desenvolveu-se até chegar ao tema da utilização de pseudónimos, sinceramente não é sobre este tema que mais me agrada conversar havendo tanta coisa importante para dizer sobre outros assuntos. Mas não fujo a nenhum debate.
O seu nome real, aquele pelo qual é identificado oficialmente que serve para o identificar como individuo é um código neste caso alfabetico com uma representação grafica e uma tradução sonora, a fonética dessa tradução que em português representa Joaquim Gil em chinez ou noutra lingua qualquer pode representar 989907654, portanto qual é a diferença entre um nome e um numero? é unicamente a convenção instituida num dermiado lugar ou cultura. Se eu puser o mome a um filho meu de Nove Oito de Vinte e Quatro só estou a cometer um imbecilidade perante a esterotipos sociais que me rodeiam, não estou a cometer nenhuma ilegalidade e no fundo é um numero... não perece assim tão estranho que meu filho seja tratado pelo sr. Quatro (como sou gente fina, sr. Quattro) e que rubrica dele seja 98/24, acho muito mais estranho e morbido o nome Luis Boa Morte.
No caso dos nomes utilizados aqui todos eles são anonimos até mesmo os verdadeiros, porque só a pessoa que o utiliza é que sabe se é verdadeiro ou não, os que estão do lado de fora apenas presupõem. Nada me garante que o nome Joaquim Gil é verdadeiro tem exactamente o mesmo valor aqui que Pimba, que obviamente é falso, no entanto o nome Pimba não foi escolhido levianamente demorou varios dias a ser encontrado, pode ser masculino, feminino, branco, negro, não cria nenhum estereotipo que o condicione para falar comigo na base daquilo que possa presupôr que eu seja.