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Estamos entrar no oitavo ano de governo de Frente Ampla (coligação de socialista, comunistas, tupamaros e sociais democratas) e no terceiro ano de do segundo período de um governo que mudou o nosso país e continua firmemente o caminho das transformações sociais, algumas das quais estão-se no bom caminho e outras estão-se a concretizar.
Para facilitar a integração escolar das crianças mais pobres, foi distribuído gratuitamente a cada aluno do primário um portátil*.
Continuam a ser surpreendentes os avanços em matéria de economia de um governo que teve início em março de 2005 e que se deparou com um país que vinha de uma das maiores crise da sua história.
Os uruguaios deparavam-se com uma situação que não prognosticava qualquer futuro: o Uruguai estava com um endividamento nunca visto, a dívida era superior a 110% do PIB, o endividamento ao FMI era de 2 mil milhões de dólares, com toda a pressão que isso acarreta; apenas um terço dos gasto do Estado destinavam-se ás políticas sociais.
Num país com 3 milhões de habitantes, havia 1 milhão de pobres (35%), o desemprego era de 14% e a inflação rondava os 40% ao ano, metade das crianças eram pobres, algumas chegaram ao extremo de ter de comer relva...
Podíamos citar mais números e dados, e encher páginas inteiras deste semanário (Acción Informativa) lembrando como se vivia nessa altura no Uruguai. Mas para além das de algumas coisas que ainda podem ser melhoradas no que diz respeito à gestão, o país continua a diminuir o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, melhorando a distribuição da riqueza.
É interessante recordar alguns avanços concretos.
No ano passado, pela primeira vez nas últimas décadas, começaram a regressar mais uruguaios de que a emigrar; a dívida com o FMI foi suspensa desde há três anos e foi renegociada, melhorando os prazos de pagamento, oxigenando assim habilmente a nossa economia; estamos em pleno processo de desdólarização da nossa dívida, passando a mesma para a nossa moeda, o que permite avançar no sentido de ter uma dívida soberana.
Quase 45% dos gastos do Estado destinam-se ás políticas sociais; houve uma grande redução da pobreza (14%), estamos agora com meio milhão de pobres; o desemprego continua a diminuir, estamos hoje com 5,5% de desempregados; todos os sectores da economia recuperaram a perda salarial ocorrido nos últimos 7 anos; a inflação média nos últimos 7 anos passou para 7,1%; o salário mínimo quase triplicou (passou de 2 000 pesos para 7 500 pesos) e pensa-se que poderá atingir no fim da legislatura 10 000 pesos, ou seja cinco vezes mais desde que a Frente Ampla chegou ao poder.
Seguiremos esta linha, aprofundando cada vez mais as transformações da nossa sociedade. O Uruguai fez uma muito boa escolha na eleição de outubro de 2009.
Tradução de Octopus de um texto do Prof. Gustavo Guerreiro, Presidente da Junta do Movimento de Participação Popular de Tacuarambó (Uruguai).
Publicado no semanário "Acción Informativa" (13 a 19 de Janeiro de 2012)
*Actualmente o Uruguai é um dos países com maior PIB per capita da América do Sul, o primeiro em qualidade de vida/desenvolvimento humano, o segundo menos corrupto, o primeiro a legalizar a união entre pessoas do mesmo sexo, o primeiro a permitir a adopção gay, foi o primeiro país do mundo a oferecer um portátil a cada criança do ensino primário, o ensino é gratuito até ao superior, a taxa de analfabetismo é praticamente nula.
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