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Défice público? 'Apenas' a tomada do poder

por António Leal Salvado, em 03.01.12

O Ensaio “Compreender a Dívida Pública”, condensado num curto filme (aprox. 10 minutos) e divulgado ontem por Luis Moreira na Pegada é um documento fundamental para a compreensão da realidade actual, não só das finanças públicas, mas de toda a questão de tomada do poder nas nações europeias por um cartel financeiro, servido por ‘marionetas’ políticas.

A estratégia de poder resume-se a quatro fases – que em Portugal são linearmente visíveis:
...... Na “fase zero”, os monetaristas liberais erigiram a máxima "menos Estado, melhor Estado";
...... No primeiro passo, serviram-se dessa tese de minimalização do Estado, para reduzir a pó - destruir - o Estado-Nação (a Pátria feita de território e povo, que é origem e destino da soberania);
...... O segundo passo foi a execução do sujo embuste: o Estado-Nação foi destruído para dar lugar ao Estado-Burocrata, uma máquina de poder que o capital ganancioso usa para se locupletar, como se os meios do Estado-Nação (nomeadamente dinheiro e forças armadas) fossem capital próprio.
...... Na fase final, o terceiro e conclusivo passo, deu-se a consolidação: um poderoso cartel financeiro serve-se de políticos sem carácter nem escrúpulos para usar em seu benefício (e como coisa privada e sua) a soberania que por natureza e definição pertence ao Estado-Nação. Gera uma enorme crise económica e financeira, assalta os poderes constituídos nas nações acusando-os de incompetentes como se a crise fosse devida a eles - e impõe governos fantoches, constituídos por gente que não é mais que serventuária desse capital que a suborna... para depois agir em nome da crise e como se esta não tivesse acontecido antes.

É claro que, para conservar essa usurpação, a quadrilha que assaltou a Pátria tem necessidade de manter a Nação sob opressão. Corta-lhe regalias, impõe-lhe tributos e cargas, sufoca a sua capacidade de autonomia e de participação no jogo económico.
Como que por ironia, para fazer este miserável e hediondo saque, a quadrilha usa a voz de poder dos seus subornados para apregoar que faz tudo isso para “democratizar a economia”.
Como diria Mestre Gil, “assim se fazem as cousas”…

O FILME (10 min.)

 

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publicado às 18:30



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