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Trovão que no horizonte
deflagra
Que ribomba no eco das serras
Ressoa, fustiga e amedronta
E na gota que ao longe
desponta
Cai a tempestade que medeia
Ventos fortes que semeia
A fúria que aos poucos
se acalma
Refúgio que no espaço
nos acolhe
Tornado que se despenha
e desaba
Nuvem que aos poucos
se dissolve
Este tempo do tudo e do nada
Das pedras frias e metais
É um, entre muitos
Muitos dos poucos
Poucos, muito poucos, entre os demais
Sou do tempo que não espera
No tudo que nos move
Sou átomo que se dissolve
Nas gotas que vêm da serra
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