Um país...
sem um ensino em condições ou um sistema de saúde que cuide de todos, nos bons e nos maus momentos, é, na verdade, um país deficitário.
sem um ensino em condições ou um sistema de saúde que cuide de todos, nos bons e nos maus momentos, é, na verdade, um país deficitário.
... vamos ter de adiar o particular!
...a decorar o submarino? Era uma forma de assegurar dinheiro para o combustível....
... faz com que as reações sejam tardias. Parece que o Vitor Pereira, sim o homem que é actualmente o treinador campeão nacional e se arrisca a vir a ser um bi-campeão, vai continuar a inventar "soluções" no banco do FCP. É mau? É. Porém até há coisas boas na insistência do erro. Vou ter post´s assegurados na próxima época, a começar pela pré-época, continuando pela Supertaça de Portugal, pela Europa, pelo troféu do Benfica, pelo campeonato, e assim sucessivamente até ao dia...
Quando se anda sete palmos abaixo dos títulos é natural que se faça tudo para aparecer.
585 dias depois o "Planet Solar" completou a viagem à volta do mundo.
... e oferecer ao Alexandre Soares dos Santos, presidente do conselho de administração do Grupo Jerónimo Martins, grupo proprietário daquela cadeia de supermercados, um iPad com apps incluidas dos principais jornais, rádios de informação, e canais noticiosos, de Portugal. Talvez assim fique a saber da próxima...
As fotos da roupa do principal ensaio fotográfico da revista Playboy, a 2ª versão da revista em terras lusas, não estão grande coisa, sensualidade é coisa que também não existe, e, como sempre, exageram no photoshop.
Num ligeiro passeio pelo meu mural de facebook vejo rádios e jornais a informarem que: determinada cadeia de supermercados amanhã vai fazer promoções até 50% e outra cadeia, pasme-se, abre pela primeira vez no 1º de Maio desde 1970.
Vítor,
Somos campeões, parabéns!
Vítor,
Somos campeões a jogar mal!
Vítor,
Somos campeões e nunca fomos convincentes ao longo do ano, talvez o único jogo com princípios FCP foi o que ocorreu no Mónaco contra o Barça para a Supertaça Europeia.
Vítor, agora mais a sério;
É certo, meu caro, que ficaste com o menino nos braços e, na verdade, tentaste dar o teu melhor, mas o teu melhor, pelo menos para mim, não é suficiente e não cumpre em nada os pergaminhos do que deve ser o futebol do FCP.
Espero por isso, e sem mais demoras, que te arranjem um outro cargo na estrutura, ou outro clube com as histórias do costume da imprensa da oferta irrecusável, etc, etc, e que o próximo ano veja de novo futebol à FCP.
No que diz respeito ao futebol apresentado sob o teu comando: fomos pobres, erráticos, e jogamos metade da época sem um ponta-de-lança digno desse nome. É certo que aqui a culpa não é tua! O fantástico Falcao foi à sua vida e ficaste com aquele cara de surfista de quem todos dizem maravilhas e a quem o treinador de bancada não vê qualidade. Foi preciso chegar o alto, algo tosco, e adepto das redes sociais para a coisa se compor. Porém o factor decisivo parece ter sido a chegada, na mesma altura, do Lucho.
Mas sejamos sinceros Vítor, não merecíamos ser campeões.
Um amargo de boca deve estar a percorrer agora os jogadores do Benfica e até mesmo do Braga, equipas que ao longo do ano mostraram futebol, qualidade, e, sobretudo, uma força que nós nunca tivemos. O sentimento de frustração deve ser enorme e a questão vai-lhes perdurar até ao final dos dias: “como foi possível perdermos este campeonato???”. No fundo é a questão que se faz quando se pensa no Benfica de Trapattoni “como foi possível aquela equipa ter vencido o campeonato??”.
E olhando de novo para o nosso umbigo podemos falar dos casos que foram surgindo ao longo do ano, todos baseados na tua alegada falta de pulso.
Podemos falar na insistência do Maicon a lateral, não obstante existirem alternativas. Ou o caso da braçadeira do Hélton, história mal contada e que não cola.
Na memória fica também a eliminação frente à Académica para a Taça e consequentemente o adeus à hipótese de fazer história.
Na memória fica a vergonhosa Liga dos Campeões e o cair da competição frente a um todo poderoso APOEL.
Na memória fica os jogos pobres frente ao Manchester City e como consequência o adeus a uma competição que vencemos das duas anteriores vezes em que a disputamos.
Mas na memória ficam também as vergonhosas declarações de Barcelos, depois de perdermos o estatuto de invencíveis no campeonato algo que tinha sido iniciado durante o consulado de Jesualdo Ferreira, a afirmar que as faixas podiam ser encomendadas em Lisboa. Ai, meu caro Vítor, mais uma vez assumiste que és o homem errado no local certo. Um treinador do FCP não pode ser fraco e não pode entregar os pontos com tanto campeonato para disputar.
Somos campeões? Somos!
Merecemos? Não!
P.S. Agradeço à minha Mãe a notícia e a questão que ela fez de, via telemóvel, me fazer ouvir um bocadinho da festa na Alameda do Dragão.

*Palavras do meu amigo David após o golo decisivo de Fernando Llorente frente ao Sporting.
Abordar Abril sem falar dos clichés do cravo, da liberdade, do querer, do povo na rua, dos capitães, é difícil, mas não é impossível.
Abril e o seu vigésimo quinto dia são cada vez mais uma data longínqua. Na memória dos tempo perdem-se a vontade, o querer, os gritos, as músicas, os poemas daqueles momentos, mas também a dor de quem sofreu, de quem lutou, de quem ousou afrontar um poder instituído, uma guerra, uma noção de país parado no tempo.
Abril e o seu vigésimo quinto dia são hoje marcados por desfiles, com uma chaimite vilipendiada do seu verde azeitona por cravos mal pintados e “vivas abril” a deambular pelas ruas de Lisboa. Com sorte Abril é também uma sessão na Assembleia da República em que os discursos versam o mesmo de sempre e o grande destaque talvez seja a ausência do cravo na lapela de algum casaco ou a ausência de alguém.
Abril é também Grândola e um monumento à entrada da sua cidade em que pouco ou nada possui de bonito. Mas também ainda não vi um monumento a celebrar a conquista de tantos que seja verdadeiramente bonito. Abril não deveria ser bonito?
Porém abril talvez seja um piquenique familiar.
Abril não é ensinado nos bancos da escola da forma que deveria ser.
Abril é, para um jovem, um feriado, nada mais do que um simples feriado. É uma noite de copos. É uma manhã, ou principio de tarde, de cama, com sonhos preenchidos pela última loira, física ou líquida.
De Abril tanto ficou por fazer. De Abril ainda muito há a fazer.
Um Abril cada vez mais necessário. O modelo político/democrático necessita claramente de mutar, de evoluir. Para quando a eleição de nomes e não de partidos. Para quando o fim da brincadeira na casa da democracia portuguesa e lá estarem presentes realmente os representantes diretamente eleitos e não alguns nomeados nas listas e jogos das tricas políticas que nada conhecem da região pelo qual foram eleitos?
Isso seria Abril. Voltemos aos sonhos, voltemos aos de sempre e assim continuemos.
Se tantos anos vivemos em perfeita calma e tranquilidade durante o Estado Novo, mais anos viveremos em perfeita calma e tranquilidade com o estado actual até Abril.
A notícia sobre o aumento do número de alunos nas turmas do ensino básico e secundário de um mínimo de 26 até um máximo de 30 alunos aviva com saudade a experiência pessoal de um ano lectivo numa turma de precisamente trinta alunos. Dizer que a coisa correu mal para 20 dos 30 alunos talvez seja redutor para o que aconteceu.
No entanto fica na memória alguns professores desmotivados, sem capacidade de reacção para apagar trinta incêndios, uns quantos a marimbarem-se completamente para o estado das coisas, e bastantes alunos completamente absorvidos pela situação em que se viram envolvidos.
Vamos andar mais uma vez no caminho errado, parece a sina da Educação!
P.S. O génio, ou os génios, que se lembrou desta medida certamente nunca teve aulas numa turma de 30 alunos!
Em fevereiro escrevia que já andava a pagar dez euros e quinze cêntimos. Permitam-me a atualização do preçário, já são dez euros e vinte e cinco cêntimos.

Montagem/imagem via "Ser Português".
Ninguém pode acusar o senhor de não ter cumprido as suas promessas, mas Portugal é assim. Cheio de propostas, votações, aprovações, truques e esquemas, sistemas, etc, etc, etc...
Questões de ordem técnica só me permitem fazer hoje duas ou três notas sobre o jogo.
- É impressionante como o Vítor Pereira continua a achar que o Maicon rende mais a defesa direito, quando o Rolando impressiona pela lentidão. É impressionante como o Vítor Pereira continua a não perceber o diamante em bruto que é o James Rodriguez e o remete para o banco jogo após jogo, não é devido a este jogo em concreto atendendo à viagem que ele fez antes do jogo. É impressionante a titularidade dada ao Djalma, dele lembro-me de um centro para o... Artur. É impressionante como uma equipa sem treinador e metade da época sem ponta-de-lança digno desse nome lidera o campeonato e rezam os jornais desportivos nunca nenhuma equipa que liderasse isolada à 21ª jornada acabaria por perder o título. A ver vamos.
- É impressionante como o Jorge Jesus não percebeu o jogo do FCP. É impressionante como o Cardozo não aproveitou dois ou três brindes da defesa. É impressionante como o Jorge Jesus não aproveitou o Djalma a defesa direito. É impressionante como uma equipa com qualidade, com o ritmo, com os jogadores, e com um princípio de jogo claramente definido perde em 3 jornadas oito pontos.
- É impressionante como mais uma vez o manto sagrado é violado pelo vil dinheiro da publicidade. Não sou adepto do clube da Luz, mas respeitei e defendi a pressão que os adeptos fizeram por uma camisola vermelha e apenas com as letras de uma marca a branco.
Para quem pensava que eu vinha aqui descascar no homem deixo música, chamo atenção para o homem da bateria, e sugiro a leitura disto.
Conheci recentemente um casal que tem por casa um carro. O local onde fazem a sua higiene diária é uma casa de banho de uma bomba de gasolina. Ele, de reduzidas habilitações literárias, vai trabalhando no que aparece, ela, sem saber ler ou escrever, também. Uma técnica de assistência social pediu-lhes para escreverem uma carta em formato digital para enviarem para um determinado organismo. Porém não podia ser no computador dela nem lhes podia fazer o favor, eles que arranjassem maneira.
Assim vamos neste país tranquilo e à beira-mar plantado. Uns sobrevivem como podem, outros refugiam-se nos conteúdos técnicos, e outros queixam-se de barriga cheia.
Amigos do Sporting; estamos prontos!
Domingos Paciência deixou de ser treinador do Sporting, de acordo com os sítios especializados. Mais um prego no caixão do Sporting. Basta lembrar que Alex Fergunson, andou anos a ver os outros vencerem competições. Nada como ser impaciente, nada como não ouvir "trinta adeptos no aeroporto", nada como querer roma e pavia em menos de uma época.
Hoje vamos imitar A Bola e o Record quando acertam numa das mil e quinhentas possíveis contratações de pré-época/época de inverno. Pergunta o MaisFutebol "Já viu as novas camisolas de Portugal no Euro2012"? Sim, já... em Novembro do ano passado!
Faz um ano, no proximo mês de Março, que por motivos profissionais comecei a utilizar uma empresa de transportes públicos para me deslocar. Na altura pagava pelo bilhete nove euros e cinquenta cêntimos. Em Setembro/Outubro, não sei precisar o mês, o custo do bilhete passou para os nove euros e setenta e cinco cêntimos. Hoje já paguei dez euros e quinze cêntimos. A curiosidade disto nem é o aumento do preço. A piada está no facto de uma parte do percurso do autocarro, que era efectuado por auto-estrada, ser agora efectuado pela estrada nacional. Aguardo pelo dia em que tenha de levar uma roda ou uma biela...