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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



Um país "à medida" das nossas possibilidades

por João de Sousa, em 17.06.13
Castelo de Almourol: a nova capital

O Governo está a analisar a hipótese de nos "mudarmos" todos para um país mais pequeno, com menos território e, consequentemente, menores custos de infra-estruturas. Este país onde temos vivido está francamente acima das nossas possibilidades (além de mais endividado que aquele Espírito Santo que partiu uma fortuna de 1 milhão de contos no Casino).


A história completa está disponível aqui

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publicado às 01:37


Sondagem

por João de Sousa, em 07.06.13

 

 

 

Estou a preparar um parecer de Investimento para uma Instituição alemã e preciso do vosso conselho sobre um aspecto essencial.

Algum de vós tem ideia de como vai estar o clima no próximo semestre?

Por vezes há quem tenha um "osso" ou umas "cruzes" com dotes meteorológicos e preciso dessa competência para finalizar o relatório.

Os alemães foram peremptórios: sem previsão do "tempo" não há investimentos para ninguém. E tem de prever bom tempo!

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publicado às 22:45


OFENSAS AO PRESIDENTE

por João de Sousa, em 01.06.13

Cavaco Silva está a sofrer em fase terminal da síndroma de presidente de opereta, general sul-americano, monarca malaio-polinésio e filho de Putin.

Já o caso dos seus assessores é mais grave - parece evidente que se dedicam a práticas de onanismo institucional durante as horas de serviço no palácio de Belém.

Chamar "palhaço", "escultor", "cirurgião cardiovascular", "merceeiro", "empresário em nome individual" ou "fadista" a alguém, incluindo ao presidente da república, não é, obviamente, uma ofensa. É uma analogia laboral, um desabafo de inspiração técnico-profissional.

É um pouco como chamar a Cavaco Silva "coveiro" (uma profissão de enorme mérito e alguma profundidade conceptual, a não ser que se tenha enterrado a economia portuguesa). Ou como dizer que tem a credibilidade política de um "vendedor de carros em segunda mão" (actividade plena de relevância até no plano das exportações, por exemplo para os PALOP). Pessoalmente acho que Cavaco Silva tem ainda facetas de prestidigitador de autocarro, gourmet especializado em bolo rei, técnico de supervisão bancária incompetente e economista ridículo.

Se eu dissesse e escrevesse que, ao longo das últimas três décadas, foi "o mais temível líder de pandilha em Portugal", que "traiu os interesses do país e enriqueceu de forma ilegal" isso sim, poderia configurar uma ofensa. Ou ser a mais pura das verdades e merecer uma investigação da PGR.

 

Um texto de Miguel Szymansky, que eu subscrevo!

 

João de Sousa

ergo res sunt

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publicado às 15:38


Gordinhas ou escritorazinhas?

por João de Sousa, em 27.08.12

NB: O texto, de resposta a um artigo obsceno publicado pela visada, está assinado pelo autor, mas gostaria de deixar claro que subscrevo na íntegra o seu conteúdo!


João de Sousa

As escritorazinhas e as outras

por Fernando André Silva
Serve esta crónica para retratar e comentar um certo elemento que existe frequentemente em órgãos de comunicação social e que responde pelo nome genérico de "Escritorazinha".
Escritorazinha é aquela intelectual companheirona que desde o liceu cultivava o estilo "eu é que sou boa", tinha graves défices de atenção por parte das outras raparigas, era usada e abusada pelos rapazes e os professores teimavam em dizer-lhe que tinha um belo futuro como escritora, só porque era boa de pernas. Ora acontece que a Escritorazinha é geralmente burra e sem ideias, sempre pronta para escrever asneiras e alinhar com a malta em jornais mais sensacionalistas que a revista Mariana, para além de escrever livros onde nem sequer sabe descrever propriamente uma personagem, e raramente os seus escritos se tornam apetecíveis a alguém com meio palmo de testa, a não ser em noites longas regadas a mais de sete vodkas, nas quais o desespero comanda o sistema intelectual, transformando qualquer Pipoca Mais Doce numa Bessa Luís, mesmo que seja uma peixeira com bigode do Mercado da Ribeira.
Escritorazinha é porreira, é fixe, é divertida, quer sempre ir a todo o lado e está sempre bem-disposta, portanto a Escritorazinha torna-se numa espécie de mascote do jornal que todos protegem, porque, no fundo, todos sabem que ela já foi comida por muito barão dos média, e no fundo, alguns até têm um bocado de pena dela, e uma grande dose de remorsos por já se terem metido com a mesma nas supracitadas funestas circunstâncias. E é assim que a Escritorazinha acaba por se tornar muito popular, até porque, como quase nunca escreve nada de jeito, está sempre disponível para os mais variados Órgãos de Com. Social, nem que seja o jornal Sol.

À partida, não tenho nada contra as Escritorazinhas, mas irrita-me que gozem de um estatuto especial entre os média. Às Escritorazinhas tudo é permitido: podem insultar os outros nas crónicas, processar em tribunal quem vai contra as suas ideias, consumir cocaína, podem inclusive ir a programas dizer que só têm 3 ou 4 dias para preparar a sua crónica, por isso não lhes podem pedir mais do que aquilo que escreve, porque como são do "grupo", toda a gente acha muita graça e ninguém condena.

Agora vamos lá ver o que acontece se uma escritora a sério faz alguma dessas coisas sem que surja logo um inquisidor de serviço a apontar o dedo para lhe chamar calaceira, irresponsável, pouco profissional e até mesmo burra. Uma escritora a sério não tem direito a esse tipo de comportamentos porque não foi levada ao colo pelas cunhas: é uma escritora e, consequentemente, se não consegue preparar uma crónica por semana, é imediatamente despedida. E o que mais me irrita é quando as Escritorazinhas apontam também elas o dedo às escritoras a sério, quando estas se comportam de forma semelhante a elas.

Ser escritora a sério dá trabalho e requer inteligência e sagacidade, para além de muita cultura. Que o digam as minhas amigas escritoras a sério, que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca conseguiram que elas fossem trabalhar para os seus jornais e as Escritorazinhas que teriam gostado de ser convidadas para esses mesmos jornais, mas só conseguiram depois de se oferecerem. Uma escritora a sério não pode escrever sobre tudo, sob pena de censura. Já uma Escritorazinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque conquistou um inexplicável estatuto de impunidade.

Porquê? Porque não é vista como uma escritora? Porque todo têm pena dela? E, já agora, porque é que quando uma Escritorazinha debita merda, as explicações bacocas para o sucedido são aceites sem despedimento, mas quando é uma escritora a sério a escrever sobre algo inoportuno, ninguém se coíbe de comentar.

Como dizia o François René: «O escritor original não é aquele que não imita ninguém, mas sim aquele que ninguém pode imitar.

E quanto às Escritorazinhas, o melhor é arranjarem outro trabalho.

Ou um frasco de cianeto. Ou as duas coisas.

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publicado às 01:10


Ode ao Futebol, do Tossan

por João de Sousa, em 20.08.12

Agora que recomeçou o campeonato... isto vem mesmo a propósito!

 

ODE AO FUTEBOL

“Rectângulo verde, meio de sombra meio de sol

Vinte e dois em cuecas jogando futebol

Correndo, saltando, ziguezagueando ao som dum apito

Um homem magrito, também em cuecas

E mais dois carecas com uma bandeira

De cá para lá, de lá para cá

Bola ao centro, bola fora.

Fora o árbitro!

E a multidão, lá do peão

Gritava, berrava, gesticulava

E a bola coitada, rolava no verde

Rolava no pé, de cabeça em cabeça

A bola não perde, um minuto sequer

Zumbindo no ar como um besoiro,

Toda redonda, toda bonita

Vestida de coiro.

O árbitro corre, o árbitro apita

O público grita

Gooooolllllooooo!

Bola nas redes

Laranjadas, pirolitos,

Asneiras, palavrões

Damas frenéticas, gordas esqueléticas

esganiçadas aos gritos.

Todos à uma, todos ao um

Ao árbitro roubam o apito

Entra a guarda, entra a polícia

Os cavalos a correr, os senhores a esconder

Uma cabeça aqui, um pé acolá

Ancas, coxas, pernas, pé,

Cabeças no chão, cabeças de cavalo,

Cavalos sem cabeça, com os pés no ar

Fez-se em montão multidão.

E uma dama excitada, que era casada

Com um marinheiro distraído,

No meio da bancada que estava à cunha,

Tirou-lhe um olho, com a própria unha!

À unha, à unha!

Ânimos ao alto!

E no fim,

perdeu-se o campeonato!”

                                                     Tossan 

 

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publicado às 23:10


Passos Coelho: putativo Nobel da Economia?

por João de Sousa, em 20.08.12

1º artigo de uma série de 3 dedicada ao pensamento económico de Passos Coelho (na foto)

Por João de Sousa

Muito se tem dito, e escrito, acerca das opções de política financeira e económica do 1º ministro Passos Coelho, alguns elogiando outros denegrindo. A meu ver, todos estão errados.

É comum, entre as mentes menos esclarecidas, aceitar de forma acrítica ou rejeitar sem fundamento, as teorias verdadeiramente revolucionárias e que representam um vigoroso salto em frente no pensamento e conhecimento humanos. Passos está a ser vítima deste tipo de inércia tão característico das pessoas vulgares. Vejamos mais detalhadamente as razões que me assistem na formulação de tão categórica asserção.

Começo por esclarecer os mais cépticos sobre as razões que me têm tolhido o verbo na análise dos aspectos macro-económicos da crise que afecta a zona Euro, em particular, e a União Europeia, em geral. Tal facto deriva apenas do “encolhimento”dos meus rendimentos – assoberbado pelas necessidades do dia a dia, as minhas atenções têm recaído sobre questões cada vez mais pequenas, isto é, micro económicas, como a renda da casa, a alimentação, a conta da farmácia, etc.. Aliás, este processo de shrinkagem tem-se estendido paulatinamente à maioria dos aspectos da minha existência, gerando o interessante paradoxo de as minhas atenções incidirem sobre questões cada vez mais pequenas na razão inversa do tamanho que os meus problemas vão adquirindo.

Mas, retomando o Passos, e o erro de paralaxe dos seus apoiantes e detractores: o que acontece é que o país, e até mesmo o mundo, não estavam preparados para a revolução que este precursor está a introduzir nas Teorias Económicas. Passos Coelho acaba de fundar uma nova escola do pensamento económico que, por razões adiante explicadas, denominarei de Neo-neo-Liberalismo neo-Keynesiano. E que, se houver justiça neste mundo, vai granjear-lhe o merecido reconhecimento à escala planetária, e, porque não, também da Academia Sueca, premiando-o com um justo Nobel da Economia.

É vox populi entre os leitores atentos de “An Inquiry into… Wealth of Nations”, vulgo “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, que a beleza metafísica, quase poética, do fenómeno da regulação dos Mercados resulta da acção de uma “mão invísivel”. E é aqui, pasme-se, que Passos dá início à sua revolução epistemológica. Defensor acérrimo da transparência, Passos inova, articulando, qual demiurgo, as suas convicções morais com o punctus saliens da crença liberal. Com Passos eis que a “mão” se torna não apenas “visível” como até é publicada em Diário da República.

As nomeações para cargos públicos, os sucessivos escãndalos do BPN, do Lima, do Loureiro e restante quadrilha, da sua entourage onde brilha como eminence grise o Cardeal Richelieu, digo o Ângelo Correia, as privatizações do sector energético a favor do Estado Chinês, o ministro Relvas e a sua Angola’s connection, o Álvaro, que deve ter fumado parte do relvas, confundindo-o com Erva, a protecção dos especuladores e da banca, etc. etc. Poderíamos ficar aqui a tarde toda a elencar exemplos de como Passos, apesar de Liberal, rompe com o paradigma mater e faz um upgrade teórico para a “mão visível”, como regulador do sistema.

O mesmo se diga quanto ao domínio Público: é conhecida a aversão dos liberais e neo-liberais aos Impostos, em particular, e ao Estado, em geral. Subindo os impostos e empregando os amigos no Governo, Passos estabelece uma nova fronteira no ideário Liberal – o Estado grande é nocivo excepto quando o tamanho resulta de albergar os correlegionários políticos. Os impostos são sempre maus, excepto se contribuírem para redistribuir a riqueza, quer dizer, para empobrecer a larga maioria e enriquecer alguns poucos.

Provar que Passos é Liberal, mesmo que heterodoxo, não representa dificuldade de maior. Mas como sustentar que Passos é, ao mesmo tempo, Keynesiano?

Como se tem dito, qualquer pessoa que tenha lido o “Economics”, do Samuelson, percebe as implicações Keynesianas de algo que Samuelson denomina como “efeito multiplicador”. A introdução de um input externo na economia (por exemplo investimento público) vai gerar Emprego, com impacto no Rendimento das Famílias, logo na Procura Interna e, assim, nos Lucros das empresas, no rendimento do capital traduzido nos Juros e, por fim, nas Rendas. Isto é, o PIB aumenta, o Rendimento Disponível aumenta, logo, a cobrança de impostos cresce igualmente, equilibrando o investimento inicial e permitindo reiniciar o ciclo num plano superior. Daí o nome “multiplicador”!

Um neo-liberal vulgar, fugiria a sete pés desta formulação. Já com um Neo-neo-Liberal como Passos, a coisa fia mais fino, sobretudo, se, tal como o nosso 1º, tiver o arrojo de romper com as ideias feitas e os preconceitos próprios das mentes ordinárias e piegas.

Passos não recusa liminarmente a ideia do “efeito multiplicador”. Pelo contrário, adopta-o, mas introduz-lhe inovações teóricas apenas ao alcance do entendimento dos mais dotados. Tal como qualquer neo-Keynesiano, Passos aceita que a introdução de um input externo na economia vai produzir um “efeito multiplicador”. É por esta razão que o classifico como neo-neo-Liberal neo-Keynesiano. Só que, diferentemente dos restantes Keynesianos, Passos elege como input externo a investir, não capital mas… Trabalho! E Trabalho à borla: é aqui que reside a genialidade de toda a ideia!

Introduzindo o factor de produção Trabalho à borla, Passos obtém igualmente um efeito multiplicador, neste caso, multiplicador da pobreza, do desemprego, das falências, do incumprimento, da infelicidade e da miséria de um modo geral. Estes efeitos, que podem ser considerados indesejáveis pelos mais piegas, não tiram o sono ao nosso 1º uma vez que a substância do seu pensamento político é de natureza… moral. Que querem? O tipo acabou o curso já tarde e não teve tempo de ler aquelas 50 páginas iniciais dos manuais das cadeiras, onde se distinguem os diferentes objectos das ciências, e os digest que constituem a base da sua formação intelectual não abordam este assunto.

Sendo a questão moral e não política… todo o crime merece punição. E, como somos todos culpados – preguiçosos, piegas e culpados, muito culpados – logo, qualquer castigo é merecido! Custe o que custar!

Custe o que custar, bem entendido, aos investidores eleitos por Passos: os Trabalhadores!

Para aqueles que acharem o texto acima tendencioso, sempre lhes digo que o Passos poderá sempre invocar em sua defesa a condição que partilha com muitos colegas seus como, por exemplo, todo o elenco dos Marretas!

Afinal, se também vocês tivessem uma mão enfiada pelo rabo acima, seria muito natural que um destes dias perdessem a voz de barítono e passassem a dizer, em tom de contralto: Achtung! Schnell! Schnell! Deutschland, Deutschland, über alles!

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publicado às 14:00


 

 

 

 

 

 

 

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