Criar emprego! por Elias o sem abrigo, de R. Reimão e Aníbal F
JN
O Núcleo Estratégico de Investidores (NEI) é um grupo de investidores de que se desconhece a maioria dos seus membros, mas parece ser quem mais está disposto a comprar o BPN!
Já anunciaram que a ideia é, a partir do BPN, "oparem" um dos bancos da praça, o que reforça a ideia que não é nenhum dos bancos a operar em Portugal. A marca BPN seria então, para desaparecer.
Após a saída da corrida do BIC o NEI veio de imediato anunciar que estaria disposto a subir a parada.Estamos assim, perante uma jogada estratégica para outros vôos e, perante pessoas com muito dinheiro e que querem a alto custo, se preciso for, entrarem no negócio bancário.
Numa palavra, mais que os activos do banco procuram uma base de credibilidade necessária para entrarem no sector.
"A aposta na economia social, "ainda mais importante devido à conjuntura do país", é o trunfo que o NEI apresenta, na opinião de José Fernandes, que apontou para a focagem do banco no apoio às PME e no microcrédito e reforçou a intenção de mudar a marca do BPN mas manter o banco "na sua universalidade"."
Oxalá!
O orgasmo no homem é natural "como a sua sede", não há cá disfunções nem dinheiro para viagras, está tudo na "tola" esse é que é essa. Múltiplos aonde?
Diz quem sabe: "Os mitos que existem sobre o orgasmo são na verdade sobre o orgasmo feminino, como o múltiplo ou o simultâneo entre os parceiros, fenómenos que criam expectativas difíceis de atingir e podem criar insatisfação ou ansiedade. "
E, não há discussão, leis são leis!
Contra a ideia feita que no SNS não é possível fazer uma gestão lucrativa e com qualidade, aí está uma grande notícia . Durante décadas a administração hospitalar foi um feudo de gente que não dava explicações a ninguém e que saia de uma administração para outra sem ninguém perguntar se tinha ou não mérito.
Com a introdução de novos métodos de gestão, com a concorrência dos privados foi possível dar a volta à situação e começam a aparecer resultados.
Manter sectores fechados sobre si sem avaliação e sem reconhecimento do mérito nada funciona. Os que pugnam por um SNS forte e capaz devem congratular-se com este resultado!
Interior, é preciso combater a desertificação do interior desenvolvendo a economia e fixar as pessoas.
Impresa, de Balsemão em situação dificil, com milhões de prejuízos
Habitação, subida recorde na prestaçã a rever em Agosto
Maddie, será que há milagres?

O avô (Victor) para a avó (Adélia) : então, trago dois pregos?
Vasquinho: avó, o que é um prego?
Avó: é pão com bife
Vasquinho: avô, então trás três.
Verdade seja dita que Correia de Campos foi quem primeiro tentou racionalizar os custos no Serviço Nacional de Saúde. Foi cilindrado pela imprensa apoiada nas corporações que se alimentam do SNS e que, se as deixarmos, essas sim, destruirão a maior conquista do PS!
Maria Jorge, avançou com uma ideia que é preciso levar a todo o país e aprofundar. Criar Centros Hospitalares onde hospitais e centros de saúde de uma dada região, se harmonizam, racionalizam meios e cortam no desperdício.
Um dos exemplos, são os Hospitais Centrais de Lisboa, velhos de séculos, onde se enterram milhões a restaurar velhas paredes, a construir pavilhões que se tornam definitivos com o agravamento correspondente dos custos operacionais. E, todos, com uma ou outra excepção, por mais especializados, têm as valências médicas todas, com pessoal médico e equipamentos.
O novo hospital de Lisboa "O Hospital de Todos os Santos" com 800 camas, irá substituir todos estes hospitais, com melhores instalações, melhores equipamentos e com muito menores custos e sem duplicações de valências. Esta reforma é, para além disso, uma condição para melhorar os serviços prestados, reunindo saberes e experiências.
Outro exemplo, são os hospitais da zona centro do país, Tomar - Abrantes- Torres Novas que distam um dos outros umas dezenas de Kms e que, obviamente, não podem manter valências médicas em duplicado ou mesmo em triplicado. O disparate é de tal ordem que são considerados "o hospital com os corredores mais compridos do mundo" já que as ambulâncias andam para lá e para cá conforme as necessidades do doente.
Apesar dos óbvios erros e desperdício continuam-se a construir hospitais em parcerias público privadas.
Ao corte deste desperdício junte-se-lhe uma central de compras com o inerente corte de custos (comprar em quantidade e reduzir os princípios activos usados), uma política de medicamentos ( aumento dos genéricos para níveis europeus), um controle apertado da actividade e sua comparação entre iguais e, o ministro, fará mais pelo Serviço Nacional de Saúde do que aqueles que todos os dias, piamente, se pronunciam pela sua defesa.
Lembram-se que com Correia de Campos até telefonemas em directo ouvíamos nas televisões? Atreveu-se a mexer nos interesses instalados das corporações que se alimentam do Estado.
É verdade que o Benfica comprou muitos jogadores e também é verdade que tem três excelentes reforços: Guarda redes, defesa central e defesa esquerdo a que se poderá acrescentar o médio Belga, tudo o resto é mais do mesmo. Muito iguais, sul-americanos com técnica mas muito longe do futebol que se joga na Europa. Rápido, com desdobramentos defesa-ataque que exigem esforço e capacidade física. Tal como o ano passado quando começarem a perceber isso terão o campeonato perdido.
Se o médio Belga (com poder e capacidade física) entrar naquela equipa talvez o sintoma (sul-americano) não seja tão evidente, mas desconfio que o "rei da táctica" vai arranjar corda onde enforcar-se. Não tem coragem de tirar o Aimar ou o Saviola.
E, a prova que Jesus não se apercebe da questão está aqui nas suas declarações.
De vez em quando aparece um estudo a dizer que não, seguido de outro, que diz que sim. Isto mostra bem que não há certezas. E, pior, nem sequer sabemos se não são as empresas interessadas a pagar os estudos.
Há muitos exemplos na história que nos mostram que é preciso cuidado. Há aí umas águas famosas que durante muito tempo e, até há pouco, se vangloriavam, nas garrafas, que era radioactiva. Hoje já não consta, o conhecimento da radioactividade veio mostrar que a vantagem em ser radioactiva não é nenhuma.
Os da minha geração ainda se lembram que quando íamos ao médico éramos submetidos à radiocospia, hoje só utilizada em ambiente hospitalar. A nossa sorte é que raramente íamos ao médico, mas os médicos que a usavam diariamente, tiveram problemas.
As empresas e os grandes negócios como são as telemunicações, são muito capazes de manter a dúvida porque o negócio tem que continuar.
Esperemos que não, há funções que só o Estado deve e pode fazer. Emagrecer o Estado pode corresponder a uma oportunidade de canalizar energias e meios para defender o Estado Social, que é o que importa. Melhorar a Justiça, a segurança...
É no binómio, Estado/sociedade Civil, na justa medida, que os países encontram soluções para os problemas cada vez mais complexos da vida actual.
Durante trinta anos os Estados, cada vez mais assoberbados com funções que não são do seu mister, deixaram e foram, mesmo, cúmplices activos da desregularização dos mercados que destruiu grande parte das economias. Também nós destruímos a agricultura e as pescas para jogar no casino com que nos acenaram. Trocamos a economia, a produção de bens, por obtenção de crédito para comprarmos tudo a quem nos emprestou o dinheiro. Hoje, não temos nem indústria, nem agricultura, nem pescas e quem nos emprestou o dinheiro quero-o de volta. E, foram os Estados que fizeram esta troca miserável pela mão dos vários governos.
Isto é, pois, inevitável: "Vítor Gaspar prometeu implementar uma melhoria na “eficiência e eficácia da Administração Pública e consequentemente nas áreas consideradas como de actuação própria das administrações públicas”, salvaguardando que será necessário “conseguir prestar bons serviços aos cidadãos portugueses, conseguindo poupar recurso e custos”.
Quanto à intenção de proceder a uma redução drástica das entidades públicas, Gaspar também recusou detalhar, mas salientou a necessidade de “repensar as funções do Estado”. Exemplificou que há “áreas onde o sector público deve estar presente e outras onde “o sector público não deve estar presente”.
Deste modo, será necessário “pensar quais as funções próprias da administração central” e as que, continuando no sector público, deverão ficar fora da administração pública."
Questão prévia. Eu concordo que compete ao Estado assegurar a educação a toda a população.
O Ministério da Educação administra : 11 000 instituições, 200 000 funcionários: 1,6 milhões de alunos. É um trabalho impossível de fazer bem feito como mostram os resultados.
Há que caminhar para a autonomia da escola, entregá-la a quem nela trabalha, aos professores, pais, funcionários, poderes locais e regionais.Com cada uma delas estabelecer contratos definindo objectivos, meios técnicos, humanos e financeiros necessários. E, com uma avaliação isenta e profissional, pagar segundo o mérito do trabalho produzido.
Num tempo em que nos vários países da Europa a escola privada e com contrato de associação, cresce em número e obtém resultados, não podemos nós, os últimos dos últimos manter, por razões ideológicas, um sistema que não funciona.
Desde que estejam asseguradas as mesmas condições, e que o custo a pagar por aluno seja o mesmo, não podemos fechar boas escolas por serem privadas e manter más escolas por serem estatais. Como não podemos desperdiçar recursos a construir novas escolas em locais onde já as há. Tudo isto é uma questão de boa gestão dos dinheiros públicos!
Acresce, que a existência destas escolas, com modelos e sistemas de gestão diversos da escola estatal permite comparar e introduzir correcções que melhorem a gestão . Veja-se o que está a acontecer na avaliação dos professores.
Há , por aí, quem em nome da ideologia, tenha coragem de fechar boas escolas onde os professores se realizam e os alunos se educam?
A questão não é escola estatal/escola privada. A questão que interessa é boa escola/má escola.
Enquanto não se transformar a nossa floresta num negócio que leve os proprietários a interessarem-se pela limpeza das matas e por abrirem bons acessos, por mais meios de combatem que se comprem, todos os anos vamos ter esta sina. Fogo posto ou não arde sempre.
O que é curioso é que as extensas manchas de eucalipto e pinheiro, pertencentes às celuloses, não ardem. Porquê?
Porque são plantadas segundo as boas práticas, têm acessos escorreitos e que chegam a todos os lados e têm os seus próprios meios de combate.
Sabe-se que o fogo nos primeiros 50 metros anda a uma velocidade de 20Kms/hora, a partir daí anda a 100Kms/h. Isto mostra como são importantes as condições prévias a introduzir numa mata.
Já há algumas tentativas de organizar actividades de produção de energia a partir da biomassa, mas a pequena propriedade, a dispersão de proprietários e as dificuldades financeiras das autarquias para apoiar estas iniciativas, tendem a que o êxito seja relativo.
Aí está uma função a que o estado deveria deitar mão e não deita!

“Chegou a hora da independência da Palestina” afirmaram os representantes dos territórios palestinianos ao Conselho de Segurança da ONU. 120 países do Médio Oriente, África, Ásia e América Latina apoiam a iniciativa. Israel e EUA opõe-se veementemente. Avaaz.org tem petição que já recolheu mais de 500.000 assinaturas em apenas quatro dias. http://www.esquerda.net/artigo/entregue-p
Para além de outras razões, todas elas estimáveis, aqui está uma que é muito importante no que diz respeito ao ensino privado: sistemas e modelos de gestão diferentes que podem ajudar à melhoria substancial da escola estatal.
"Dar liberdade às escolas para decidir como avaliar os seus professores é a grande virtude do privado, reconhecem sindicatos e associações" e que também é corolário da autonomia de que estas escolas usufruem em contraponto à centralização e burocratização da escola estatal.
É, claro, que isto agora é reconhecido depois de anos de paralisação e mesmo de não aceitação da avaliação. Lembram-se de quando os sindicatos desciam a avenida a gritarem que a avaliação não era possível por as escolas serem todas diferentes? Questão há muito resolvida na esfera das empresas privadas.
Retirar aos professores a responsabilidade de avaliar os colegas é outra "virtude" do privado cobiçada no ensino público. "Este é também o caminho que a rede pública deve seguir", defende o sindicalista Carlos Chagas. Atribuir notas aos colegas com graduação superior foi aliás um dos grandes motivos que levou boa parte da classe a contestar o actual modelo. Ao delegar essa tarefa a uma comissão composta por docentes do mesmo departamento curricular e ainda pelo director parece ser um mal menor que sindicatos e associações estão dispostos a aceitar. "O que não podemos ter é por exemplo como aconteceu com o meu caso. Sou professor de História e fui avaliado por uma colega de Filosofia. A única vantagem que isso tem é poder lançar uma discussão filosófica sobre o meu desempenho", ironiza Jaime Pinho.
É, agora, necessário que os sindicatos vejam na escola privada e de associação não um concorrente mas um operador que pode contribuir, em muito, para a melhoria do ensino
O Presidente da República defendeu ontem o contributo das misericórdias e outras instituições para um novo conceito de serviço público centrado nas "necessidades dos cidadãos" e não no "ponto de vista obsoleto e ideológico da exclusividade da produção pública".Cavaco só se esquece de dizer que, para garantir a sustentabilidade das instituições de “cariz social”, o dinheiro sai do Orçamento do Estado."
E, de onde sai o dinheiro para as instituições de "cariz estatal?" E de onde vem o dinheiro do Orçamento do Estado? Do bolso dos contribuintes, que exigem que seja gasto onde se fornece melhor e mais barato serviço público .
Este Abrantes quer convencer-nos que o dinheiro gasto pelas instituições estatais cai do céu!
Como o dinheiro é gasto por instituições estatais é um fartar vilanagem. É isso?
Vejo o teu nome escrito no céu
Bordado nas rendas do véu
No cabelo e nas tranças
Nos passes doutras danças
Nas luzes que bem sublima
Se descrevem outras marés
Mas na onda que vem de cima
Surge o poente que diz quem és
Quem és quem fostes e serás
Qual enigma cintilante
Se te vejo não te conheço
Se te adivinho na força das marés
Não sei se te mereço
Senhora! Diz-me quem és
Não sei como te chamas
Senhora do meu destino
Teu nome vem nas marés
Virás sempre em desatino
No mar que trazes por dentro
Luz e força do pensamento
Os professores nomeados para outros serviços vão voltar a ensinar. Boa notícia!
"Os docentes requisitados são, segundo os números da tutela, cerca de 4 mil. Os professores em mobilidade estão em todo o lado - nas escolas privadas e públicas, nas associações culturais e desportivas, nas autarquias, nas instituições privadas e até nas fundações. A maioria, porém, ocupa cargos nos serviços e nas entidades sob a alçada do MEC, onde três em cada dez docentes (600) estão nas direcções regionais ou centrais do ministério."
Bem diz o Nuno Crato " o ministério é o dono da educação".
"Por outro lado, o dirigente da Federação Nacional do Ensino e Investigação, Carlos Chagas, acredita que o ministério vai reforçar as disciplinas de Português e Matemática com os docentes que voltarem ao ensino: "É preciso que estes docentes sejam um trunfo para combater o insucesso escolar e apoiar os alunos com maiores dificuldades."
É preciso tirar do centro do sistema o ministério e os sindicatos, reforçar a autonomia das escolas, devolver a dignidade aos professores.
Nada disto custa dinheiro, bem pelo contrário!
Novo conceito de serviço público, que nada tem de novo mas que tem andado muito esquecido.O fundamental é ajudar as pessoas aproveitando os equipamentos e as competências que existem no país.
Para o Presidente, "impõe-se repensar o conceito de serviço público às áreas da saúde, às áreas da protecção à infância e à área da solidariedade social, colocando o acento tónico, de uma forma clara, na satisfação das

necessidades dos cidadãos e não na concepção ou ponto de vista obsoleto e ideológico da exclusividade da produção pública".
Quem precisa, espera medidas concretas imediatas e não discussões ideológicas que não levam a lado nenhum, custam tempo e dinheiro que não temos.
"Se pode ser feito o serviço na saúde, no apoio à infância, no apoio aos idosos, de forma mais barata, com mais humanidade, e mais eficaz por parte das Misericórdias ou das instituições de solidariedade social porque é que não se aproveita em pleno os seus equipamentos, a sua experiência, a sua vontade de servir o País?", interrogou.
Não interessa quem diz isto, nem a cor política, interessa que tem razão. Os que necessitam agradecem!
Desburocratizar, em equipamentos e instalações sociais num tempo de crise, em que muitas pessoas e agregados familiares precisam de ajuda imediata, não só é uma boa medida como não precisa de aumentar a despesa.
"É hoje possível simplificar regras de creches, aumentando uma, duas vagas em muitas salas, garantindo uma resposta maior. Equipamento a equipamento poderemos estar a falar, a nível nacional, de qualquer coisa como quase mais 20 mil vagas, do ponto de vista da resposta que podemos dar em creches", disse Pedro Mota Soares, em declarações aos jornalistas, no final da sessão solene do 107.º aniversário do Hospital Ortopédico de Sant´Ana (HOSA), em Cascais.
De acordo com o ministro, a medida insere-se no Plano de Emergência Social(PES) e pressupõe que não se mexa na atual capacidade instalada dos equipamentos, mas que se maximize essa mesma resposta através da simplificação de regras burocráticas sem aumento da despesa pública.
“Há muitas regras que hoje não se justificam e quem conhece as instituições conhece vários casos em que, por eventualmente o pé direito ser 1,97 metros e não ser 2 metros como é exigido nas regulamentações, o que acontece é que equipamentos ficam fechados”, exemplificou Mota Soares, sublinhando que simplificar regras significa aumentar a capacidade de resposta."
O mesmo se passará com outros equipamentos sociais como Lares de idosos.
Três administradores executivos, três, como afirmou Passos Coelho antes de ser primeiro ministro.
O que ele não disse é que, além desses três administradores, teríamos mais oito, mas todos os oito são tachos. Assim repartidos: cinco ficam na reforma ( o ainda presidente e a sua equipa) mas com ordenado de activo (não há como nós para inventar); e mais três numa comissão de observação da administração e que trabalham em part-time (não há ninguém como nós). Estes vão representar os seus clientes dos seus escritórios particulares ( a gente sabe que eles conseguem separar o trigo do joio. Se sabem!)
Uma vergonha, do pior que se tem visto!
Um Eurodeputado Italiano, aliado de Berlusconi, admite que concorda com muitas das ideias do assassino.
"Um eurodeputado italiano, eleito por um dos partidos aliados do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, admitiu hoje concordar com algumas das ideias do autor dos atentados terroristas na Noruega, excetuando a violência."
É, claro, antes da violência concorda-se com as ideias!
O advogado de defesa diz que o assassino está louco, o que sendo visível, faz parte de uma estratégia de defesa. Mas todos, incluindo assassinos, têm direito a serem defendidos por um advogado.
É, assim, o Estado de Direito!

Os Estados têm que responder à altura, regulando os mercados, diz "O prémio Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, veio ao Fórum Social do 15-M para analisar a situação política e económica actual"
"O autor de “O mal-estar da globalização” considera que a bola se encontra no telhado dos governos e que são eles quem deve responder a uma série de necessidades que, de momento, não estão a suprir. Entre elas, destacam-se a pobreza ou a má utilização dos recursos laborais, dois aspectos que para o prémio Nobel da Economia resultam num paradoxo: que haja “gente sem tecto e, por sua vez, hajam espaços que não estão a ser utilizados”.
A "mão invisivel" é a mão do mais forte!
Os Estados, na sua dimensão gigante, na distância a que estão dos cidadãos,são capazes, em nome da Justiça, de enormidades sem nome.
A Florida, mantem um desgraçado preso durante 33 anos, no corredor da morte, todos os dias à espera do momento e, este chegado, tornam a adiar tudo porque os seus advogados estão preocupados com os eventuais danos colaterais que um novo anestesiante pode causar ao preso que vão matar!
Para além da bárbara sentença ( o estado ter poder sobre a vida e a morte das pessoas) a ausência de humanismo e a presença de vingança, deviam ser suficientes para que a humanidade inteira exigisse que a pena de morte fosse para sempre banida.
Claro que os advogados tentam a todo o custo manter o seu constituinte o mais tempo possível vivo, num jogo de contornos sádicos mas inevitáveis.
Mas onde há guerra há diplomacia? E a diplomacia não serve, exactamente, para não haver guerra? Então como é que há guerra na diplomacia?
O Paulo Portas abriu uma guerra n' O Independente contra o Braga de Macedo, por causa de um subsídio para o Monte dos Frades. Tribunais. Lembro-me bem, era na altura em que o Paulinho e a sua equipa senão tivessem história inventavam-na.
Um dia abri "O Independente" e lá vinha : " homens da saúde sem pinga de sangue" era eu, tinha tido uma reunião no dia anterior onde estivemos (três pessoas) a discutir a ampliação de um hospital. Mas o título era catita, dava ares de uma carnificina por um vampiro à luz do dia e um derrotado em toda a linha.
E, assim, se vendiam jornais.
O Braga de Macedo foi nomeado,por Passos Coelho, para a Comissão que lançará os princípios da Diplomacia económica, e os ódiosinhos de estimação
já cegam...
O Ministro da Saúde, Paulo Macedo, na sua primeira intervenção pública vai reafirmar o papel central do SNS e lançar as bases do seu mandato.
"Reorganizar a rede hospitalar, através de uma visão integrada e mais racional do sistema de prestação, que permita maior equidade territorial e uma gestão mais eficiente dos recursos humanos, incluindo concentração de serviços, potenciada pela maior exigência na qualificação da gestão e na responsabilização das equipas, em todos os domínios, pelo desempenho alcançado", é o objectivo que se pode ler no programa do Executivo. Também o memorando assinado com a troica previa uma reorganização da rede de hospitais, através da "especialização e concentração" de serviços e urgências, bem como da gestão conjunta.
Um plano de acção para esta medida surge calendarizado para 30 de Novembro de 2012, com a conclusão da sua aplicação até ao primeiro trimestre de 2013. Na primeira intervenção pública como ministro, Paulo Macedo vai inaugurar na terça-feira em Viana do Castelo a nova Unidade de Cirurgia de Ambulatório da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, lançada a concurso por 1,9 milhões de euros."
A avaliação dos serviços segundo o mérito e a luta contra o desperdício são dois componentes essenciais para a sustentabilidade do SNS!
Quem se mete cá com a gente, leva! A Moody's bem pode engolir tudo o que disse sobre Portugal.
"A corrida ao ouro já chegou a Portugal, com empresas internacionais prontas para começar explorações no Continente, onde estão activas cinco prospecções de ouro, sendo que nos próximos meses duas delas vão iniciar a exploração. A previsão é que nos próximos dez anos permitam a exportação de 280 milhões de euros daquele metal precioso."
Embrulha e vai-te curar!
Ricardo Sá Fernandes ganhou para a vida por ter gravado conversas comprometedoras. Então ele não sabe que não se pode gravar nada, mesmo que seja uma conversa a suborná-lo?
Mas com uma cartinha anónima, covarde quanto baste, para a PJ com cópia para os jornais, com prévio contacto com um intrépido jornalista com contactos sérios entre a polícia, e o assunto faria primeiras páginas, investigações , e ficaria por aí.
Assim, com provas provadas, vai gastar o que tem nos tribunais e uma indignação que lhe dará muitas dores de cabeça.
Com o objectivo de conseguir matricular os filhos nas melhores escolas, os pais lançam mão da trafulhice possível.
Falsificar documentos, arrendar casas, abdicar da tutela dos filhos ou pressionar directores são esquemas usados para escolher a melhor escola .
O direito de escolha da escola pelas famílias é isso mesmo, um direito, mas o Estado prefere empurrar os pais para esquemas pouco abonatórios.
Uma romaria de casais gay à porta dos notários lá do sítio para se casarem. A maioria já vive junto há bastante tempo pelo que não é de prever que seja uma reacção emotiva a uma decisão, pela qual esperaram tanto tempo. Espero, também, que sendo felizes vivendo junto sem papéis não arranjem, com o casamento, um divórcio em meses como acontece, normalmente, com os hetero.
E, como é da praxe, espero que sejam muito felizes e tenham muitos meninos...
Para quem sirva, aí vai a informação: "O casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido nos Estados de Massachusetts, New Hampshire, Vermont, Connecticut e Iowa, Washington DC e agora em Nova Iorque. A Califórnia proibiu esta união civil depois de a colocar e referendo em 2008."
Isto no caso de quererem fazer uma viagem catita de lua de mel, porque para casarem não precisam de sair de Portugal, assim haja transportes...
Sines - Alqueva - Aeroporto de Beja !
Sines, com uma situação geográfica privilegiada, um porto de águas profundas, a uma distância mais curta da parte interior de Espanha do que os grandes portos Espanhóis, tem potencialidades que só nos últimos anos têm sido devidamente exploradas apesar da decisão da sua construção vir do tempo de Marcelo Caetano. Com acessos adequados (ferroviários) é um pólo de desenvolvimento económico de excelência.
Barragem de Alqueva, para lá da magnífica vista do imenso lençol de água ( o maior da Europa) está também a transformar a paisagem alentejana com a rega . Enormes manchas de verde, de olival, fruticultura, floricultura , vinha, substituem, paulatinamente, a paisagem de sequeiro alentejana, imaginário das nossas vidas.
Á sua volta, irá crescer o Turismo que espero adequado , sem os excessos de betão armado de tantos lugares no país.
A servir este conjunto de actividades económicas o Aeroporto de Beja, poderá potenciar a exportação de grande parte dos produtos, trazer os turistas e servir também o Algarve se for caso disso.
E, problemas?
Há, pelo menos, um plano de investimento de milhares de camas hoteleiras à espera do parecer dos serviços do Estado há uns anos muito largos.
Temos o plano de regadio do Alqueva que, actualmente, apenas cobre uma minoria das centenas de hectares do plano inicial e ouve-se o fragor da luta surda ( entre as associações representativas dos agricultores e a empresa que faz a gestão de Alqueva) por causa da gestão da água e do seu custo. Que o custo da água não seja impeditiva do seu uso, impossibilitando um custo final concorrêncial dos produtos ou tão baixo que se preste a abusos.
E, quanto ao Aeroporto de Beja, como sempre se faz cá no burgo, primeiro deu-se à manivela das betoneiras e, só depois, é que se pensa na sua rentabilização. Para já, temos um avião por semana a aterrar no aeroporto ainda a cheirar de fresco.
O que eu proponho, é que o Estado que já fez a sua parte, ao construir as infraestruturas, agora as entregue para gestão a empresas privadas interessadas e com know How nos sectores afectos, não coloque dificuldades para cobrar facilidades e deixe a iniciativa privada avançar com projectos de investimento que criem postos de trabalho e riqueza.