Ladrão de Cadáveres
14,94€
No site da Universidade.
"A ideia de criar os Livros LabCom nasceu na sequência da criação e manutenção da Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação (BOCC), onde estão disponíveis diversos artigos de investigação", explica João Canavilhas, professor universitário e um dos responsáveis pelos Livros LabCom. "Para nós, o conhecimento só faz sentido quando é partilhado."
Seguindo a filosofia de não produzir livros para ficarem guardados numa estante, a unidade de investigação criou um site onde disponibiliza todos os livros por si publicados. As obras estão em formato PDF e acessíveis através de um download simples e gratuito. "Pareceu-nos que era uma fantástica ferramenta para fazer chegar o conhecimento ao mundo", adianta João Canavilhas.
Estudantes, professores, investigadores ou meros curiosos podem aceder à página e descarregar as obras. É possível encontrar livros sobre Jornalismo, Cinema, Marketing, Publicidade e Arte. "Qualquer livro que está no site, tem uma maior distribuição e circulação do que qualquer outro livro de comunicação impresso", admite João Canavilhas.
A verdade é que, no último ano, o site recebeu 40 mil visitantes e registou 80 mil downloads. Para todos aqueles que continuarem a preferir o formato em papel, o LabCom Livros tem também disponível o valor das obras e serve como canal para a realização da encomenda. O objetivo é simples: tornar o acesso ao
Estas notícias dão força para continuar.
Andei um largo período a receber como prendas de Natal um par de peúgas, uma camisola de lã e, às vezes, uma camisa. Era a geração prática voltada para as necessidades do dia a dia. Prendas sim mas que servissem para alguma coisa.
Quando o meu filho e os meus sobrinhos começaram a oferecer prendas no Natal e não só a recebê-las, as prendas mudaram. Livros, oferecem livros dos autores que eles apreciam mas que versem as matérias que eu gosto. As diferenças de gerações também se percebem nas prendas de Natal. Juventude com cursos universitários que lêem e têm prazer em oferecer livros.
Este ano recebi "Abraço" do José Luis Peixoto, que consta da relação que a Pegada publicou e que me foi oferecido por uma menina com três filhos, directora de uma faculdade de desporto.
Outro, este a (quase) pedido é um livro sobre o assunto que me entusiasma bastante. "As Grandes Batalhas da Historia" - as 25 batalhas que derrubaram impérios, travaram invasões,fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo moderno tal qual o conhecemos.
E, ainda "Steve Jobs", este porque é uma das referências desta geração, conhecem-lhe o caminho e a carreira, é a única biografia autorizada pelo próprio, escrita com a sua participação e um adeus quando o cancro começou a minar este homem de vontade férrea, com as suas conquistas e derrotas.
Esta geração , não é uma geração à rasca e muito menos rasca ! Todos eles ( os meus sobrinhos e filho) terminaram os cursos no estrangeiro e iniciaram a sua vida profissional lá fora. E já voltaram antes dos trinta e cinco!
PS: um livro é sempre uma prenda fantástica! Pode deixar sugestões nos comentários que nós acrescentamos.
SINOPSE
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Numa época em que Portugal está mergulhado na maior crise dos últimos cem anos, há uma ilha lusitana onde os piratas são invisíveis, mas o dinheiro desaparece.
Sabia que a PepsiCo, Dell, Swatch, American British Tobacco e muitas outras multinacionais usam o offshore da Madeira para fugir aos impostos?
SUITE 605 é a maior investigação realizada sobre a Zona Franca da Madeira. O autor de Revelações regressa para nos oferecer um cocktail explosivo que conta a história secreta de centenas de empresas que cabem numa sala de 100m2.
Uma pesquisa exaustiva a milhares de páginas de documentos classificados e o acesso a informação confidencial das empresas que nos últimos 17 anos desenvolveram negócios na Zona Franca da Madeira, ajuda-nos a destapar o véu de opacidade e a conhecer o inferno fiscal que deixa 30% da população da Madeira a viver abaixo do limiar da pobreza.
Conheça os sofisticados esquemas contabilísticos para escapar aos impostos sem infringir a lei. Veja com os seus próprios olhos como se praticam crimes ambientais na Rússia usando 351 "barquinhos de papel" que passaram no offshore da Madeira e deixaram o Ministério das Finanças a "ver navios". Saiba tudo sobre o financiamento de partidos políticos envolvendo um processo de mega evasão fiscal em Itália com o epicentro no Funchal. Reconheça a verdadeira identidade dos donos das empresas fantasma que não têm trabalhadores, não produzem riqueza, não pagam impostos, mas apresentam lucros fabulosos. Saiba quem são os super-gestores que administram centenas de empresas.
Nos últimos anos, a Madeira perdeu 900 milhões de euros devido às exportações fictícias que inflacionaram artificialmente o PIB. SUITE 605 é o mapa geo-referenciado da maior "burla legal" que esvaziou os cofres públicos.
Os piratas e terroristas fiscais continuam à solta, mas agora sabemos quem são.
As moradas e números de telefones onde poderá fazer a doação de livros ou a troca:
Henrique escreveu: "Lisboa - Almirante Reis Bem-me-quer Av. Almirante Reis N.152- 1000-052 Lisboa Tel 218476678 horário- 12-19h de segunda a sábado Responsável - Paula Cascais Lisboa - Parque das Nações WECLINIC Rua das Galés, Lote 4.43.01 O Parque das Nações Norte 1990-612 LISBOA Junto ao Campus de Justiça Horário para contacto e entrega/recolha 2ª A 6ª DAS 10:30 ÀS 14:00 Telef. 218 966 187 Linda-a-Velha School Days - Centro de Explicações! Rua Diogo Couto, 19 2795 070 Linda-a-Velha 10h30 às 12h30 e 15h30 às 19h30 António Ribeiro / Patrícia tel 214195302 Odivelas Killograma Rua bombeiros Voluntários nº 11A (junto ao centro de Saúde) Horário de atendimento 9.30 as 13h e das 15h as 19h telefone 936538179 Sandra Eloi Odivelas 2 rua pulido valente nº33-3ºc colinas do cruzeiro 2675 odivelas contactos 969783123- 919630973 Ana Rita Lisboa/ Lumiar Century21 Alismédia Rua Helena Vaz da Silva, nº 2 - Loja 3 1750-429 Lisboa Contacto telefónico: 21 755 27 77 Horário: 2ª f a 6ª f das 10 h às 19 h"

Banco do Livro escolar – troca gratuita de livros escolares
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O que é o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar pretende promover a troca gratuita de livros escolares entre alunos do ensino básico e secundário.
Gratuitidade como Princípio de honra
Todo e qualquer produto ou serviço prestado por ou para o Banco do Livro escolar é gratuito.
Como funciona o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar recebe ofertas os livros escolares usados.
O Banco do Livro escolar disponibiliza gratuitamente os mesmos livros a quem precisa deles.
As fotografias dos livros escolares disponíveis são visíveis na página do Banco do Livro escolar no facebook.
Em cada álbum é possível saber em que cidade se encontra fisicamente o livro escolar pretendido.
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O Banco do Livro escolar promove o transporte dos livros entre os vários pontos de entrega e recolha do País.
O transporte dos livros é feito por voluntários e não tem qualquer custo mas pode demorar alguns dias.
Se já ofereceu os livros escolares a outra pessoa já cumpriu o princípio de funcionamento do Banco do Livro pelo que pode levantar novos livros escolares sem entregar outros livros.
Onde entregar / levantar os Livros escolares?
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Centro de Estudos - Henrique Cunha
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O Banco do Livro escolar pretende alargar a rede de pontos de recolha e entrega de livros escolares por todo o País.
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PS - O senhor da foto nada tem a ver com este post (mentira!, ou não o destacaria), mas achei por bem revelar um dos autores que não passarão férias comigo. É o tipo de xanax de que prescindo; porém, como continuo ansioso por um romance dele que se suporte além das dez páginas, aqui fica o incentivo. Força, António, desce desse teu quase-nobel e continua a tentar, pode ser que um dia encontres o teu Levantado do Chão e, quiçá, mas aqui já entro no domínio do absurdo, um memorial de um convento qualquer.
PPS (isto do PPS é uma aberração, mas prefiro-o ao PS2, que é uma consola) - Gosto muito das tuas crónicas, um dia até te pedi um autógrafo numa das colectâneas que delas te fazem. Calhou que escreveste Rogerio. E eu não sou ro-ge-rio. Levo acento. Até era gajo para, no meio de uma qualquer bebedeira, me amandar aos teus cus de judas, salvo seja, mas essa foi a gota de água. Como diz o povo, quem nasce para Antunes jamais chegará a Saramago.

Já li vários livros e achei engraçado.Vou continuar a ler e aqui na pegada vou dizer onde se compra:
na bertrand ou na barata.
espero que gostem.
Guilherme Rocha - 9 anos.
PS: o nosso mais jovem autor

Em termos de oferta, não passa, actualmente, de uma livraria um pouco acima da média. Os livros velhos já se foram, restam apenas meia-dúzia; mas aquele cheiro...; àquela essência impregnada nos móveis - que nenhum best-seller dos tempos que correm desanuviará - gostava de a engarrafar e de me chuviscar com ela, nos momentos melhores e nos menos bons. A Havanesa, na Figueira da Foz, tem dos melhores cheiros a livros que ao meu palato olfactivo já foram dados a ver. Entrei lá e disse isso mesmo, à senhora que estava à balcão. Vim só para cheirar. Acabei por ir remexer nos livros com cheiro que restam e saí de lá com O Futuro Federalista de Europa, de Dusan Sidjanski, colheita de 96 (nem chega a ser reserva), com prefácio de José Manuel Durão Barroso (estou curioso por ler o que prefaciava Barroso, em 96, a propósito da Europa). No papelinho do preço, vejo que começou por custar 3.900$00. Mais tarde, passou a € 19,45. Comprei-o por dois euros.
- É quase criminoso obrigarem-no a vender um livro destes [era o "Beatles", do Lars Saabye Christensen] por € 3,00.
- Pois é, mas ainda me choca mais ter ali o "Bala Santa", do Luís Miguel Rocha, a € 1,00.
(nada como um livreiro que sabe do que fala; ainda assim saí de lá com uma Antologia Poética de Bocage e com a "Condenação de Estaline", de Boris Bajanov, por € 8,00.)

Uma coisa posso dizer do novo Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira: o livro em título foi das coisinhas mais hilariantes e originais que li no último ano. Se for assim tão bom Ministro, temos homem. Ou, como ele diria: homem! Fico, pois, satisfeito, de ter como Ministro um homem com tamanho sentido de humor.
PS: Quando disse, no post abaixo, que não o conhecia, nem me passou pela cabeça que fosse a mesma pessoa; o Santos Pereira ainda tocou uma campaínha, mas nem me lembrava do Álvaro.

Ao ler esta pequena maravilha, de Horace Walpole, jovem escritor inglês de 294 anos, constato que escrever pode fazer-se sem transpirar. Em contos de 4 páginas, Walpole consegue, no seu rascunhar indolor e ligeiro, fazer-me, a mim que tenho menos 255 anos, sentir um velho cronista do restelo. Para quem não conhece, e para que o vício pegue de estaca, aconselho o conto 6, "uma verdadeira história de amor". Escrito em 1785, consegue ser "demasiado" moderno em 2011. Um verdadeiro murro nas trombas. Serendipty.
Acabei há dias de ler O Bom Inverno, de João Tordo. Trata-se, definitivamente, de algo de novo na literatura portuguesa. João Tordo tem o mérito de fazer das suas fraquezas forças. Assume-as – assume-se!, como bem se vê no recurso ao novelístico House − com folgança e às escâncaras, quase que a gozar connosco. O Bom Inverno é um livro que tem um defeito bom – ele há disso, como o cigarro que ora fumo: o livro não se lê, devora-se. É um defeito, sim, mas, no meu caso concreto, é um defeito muito meu – um defeito do leitor, que é glutão. O romance tem – confirmo! − dos melhores diálogos de sempre – de sempre!, e não exagero − da literatura portuguesa. Bosco é o nosso bicho-papão, o homem do saco, metáfora crua de algo/alguém a que cada leitor dará forma/nome. O eterno monstro debaixo da cama que atenta todas as medranças, os tempos da luz acesa no corredor. Os outros actores, e não é à toa que uso esta palavra – actores −, são memoráveis (Olivia é um quadro em branco; nem João Tordo saberá exactamente quem ela é – e escrever é mesmo isto, as palavras a atropelar o instrumentalizado autor). Estamos lá todos e, como na vida, todos temos uma parcela da culpa; até da de estarmos vivos. João Tordo entrega-nos o livro em cru e obriga-nos a recorrer aos nossos sonhos e pesadelos para o cozinhar. É um livro manifestamente incompleto, de tão cheio que vem. Nem o facto de utilizar quatro vezes uma das palavras mais detestáveis da língua portuguesa, procrastinar, me tirou do sério; mesmo na altura em que esta antecede o belo adiar tão mais português. E tão mais bonito.
Em suma, fiquei leitor, e penso que com João Tordo e valter hugo mãe estamos bem servidos, por muitos e bons anos. Não podiam ser mais diferentes, quer nos enredos, quer no domínio das palavras, quer na criação de personagens. Ambos, porém, tem algo em comum. Escrevem de forma despretensiosa, coisa que os afasta de José Luís Peixoto, um fulano que tem tudo para dar certo, mas que exibe um umbigo grande demais. E não, nisto da literatura, a humildade não é algo despiciendo.
PS - Não sou crítico literário, já tenho afazeres que bastem, sou um "mero" leitor.
Álvaro de Campos / Narração por João Villaret / Música por Dead Combo * Para ler/ouvir antes/depois/durante. Dedicado ao esteves sem/com! metafísica.
Logo às primeiras páginas compreende-se que não vamos sair iguais deste livro. valter hugo mãe já me tinha surpreendido com “o remorso de baltazar serapião” — Saramago chamou-lhe terramoto ou algo que o valha. Desta vez, com “a máquina de fazer espanhóis”, estamos perante algo único, um momento ímpar, coisa singular e mais uma porrada de cenas que querem significar isso mesmo. A história da literatura portuguesa vai fazer-se de valter hugo mãe apenas porque valter hugo mãe é o melhor escritor português vivo. Não é exagero, afianço.

Para além de ser um Ian McEwan puro, o que é o mesmo que dizer que é um livro tão bom que até dói, Solar tem o final mais fabuloso da história da literatura (ok, posso estar a exagerar um bocadinho). Não me refiro ao final-substância, apenas, mas à forma como este está enredado no final-forma, obrigando-nos a ler a coisa uns pares de vezes. Não conto mais para não estragar nada, não tenho jeito para falar de coisas sem me referir à substância das ditas. Acrescento apenas que no livro temos o episódio "ai-que-vontade-de-mijar" mais hilariante de sempre. É Ian McEwan no seu melhor.
*Solar, no original.
Como qualquer coala (o Eduardo pôs-me a par da terminologia) que se preze, não li o 2666 antes da tradução. Leio-o, agora, à maneira do desejo de Bolaño: como cinco livros separados. A seguir à Parte dos Críticos, arrisquei a releitura do Primo Basílio; depois de Almafitano, aventurei-me (sou masoquista) na última xaropada de Dan Brown; após a Parte de Fate - e depois de ter espreitado os Crimes -, dediquei-me ao Alienista. O que vale um post é o facto de, entre Partes (Livros), sentir o olhar acusador da contracapa de Bolaño, como que ofendida - como se não tivesse sido ele a outorgar aquela herança, com o raio do fumo daquele cigarro sempre a queimar e que não acaba nunca. Vou-te ler todo, pá, descansa, e depois vou pôr Borges a espreitar por detrás do teu cigarro. A decoração já está combinada - vais ficar bem, a olhar para mim assim que entro na sala.