... Carlos. Ok? Carlos! Arménio Carlos! Car...los. Que se venham a enganar no teclar e saia um Caralos ou um Carlhos, ainda vá, mas tentem não tropeçar duas vezes na mesma palavra. Compreendido, pessoal da tesão de Conaxide? Não há nada que enganar.

(imagem via Paulo Querido)
Adenda: instruções para escrever correctamente o nome do senhor que segue.
Precisa-se, com urgência, duma balança equilibrada para entrega imediata em São Bento, pois, se o respectivo inquilino considera “equilibrado para todas as partes” um acordo que faz pender a balança só para um dos lados, é porque tem a balança avariada.

Afinal, não foram os cartões dos partidos (PSD e CDS), como dizem por aí as más línguas, que ditaram a escolha dos novos membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, nem, muito menos a competência dos "artistas", como andou para aí a gaguejar o primeiro-ministro Coelho. A escolha foi pela cara. Quem o garante é Catroga, o indicado presidente do dito cujo Conselho, que deve ser a pessoa melhor informada sobre o assunto, dado ter sido a cara escolhida para presidir. “Eram caras que os chineses conheciam” diz ele, que, todavia, não percebe a escolha de Celeste Cardona.
Ora nada mais simples. Pois não está à vista que foi através do lançamento da moeda ao ar? Cara ou coroa? Saiu cara: a cara dela. Assim o ditou a Deusa da Fortuna que "os chineses" muito prezam e que retribuiu a gentileza para não estragar o arranjinho.

(imagem daqui)

Fiquei a saber por esta peça que Eduardo Catroga afirmou que os mais de 600 mil euros que vai receber, anualmente, como presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, correspondem ao seu valor de mercado.
Leio no DN que «O desvio do défice nominal deste ano para os 5,4% está justificado - como avançou o DN ontem - em factos identificados no documento: o pagamento de cerca de 1500 milhões de euros a hospitais fora do perímetro orçamental, para pagamento de dívidas atrasadas - que tem impacto de 0,9% nas contas públicas. Mas também o assumir de encargos com as novas pensões da banca (integradas para salvar o défice de 2011), na ordem de 478 milhões de euros.»
Ora, tendo em conta que "o assumir de encargos com as novas pensões da banca" está a dar cabo das contas do Raspar (como raio ninguém se lembrou disto dos encargos, caramba?), que tal desintegrar as ditas, devolvendo-as à procedência, e voltar a integrá-las só no último dia de 2012? É uma proposta pateta, economicamente absurda? Exacto!, daí não destoar das que já foram promovidas a medidas concretas.
Foi Natal, foi Natal
Prendas a trocar,
Mas fiquei sem dinheiro
Pra me alimentar.
Foi Natal, foi Natal
Mostraste o quanto m’amas,
Foi por isso que me deste
Meias e pijamas.
Foi Natal, foi Natal
Menino nas palhinhas nu,
Sorte a dele que não passa
Uma semana só a peru.
Foi Natal, foi Natal
Coisa bestial,
Mas nem tentem medir
A tensão arterial.
Foi Natal, foi Natal
Para o ano há mais,
Mas receio que em Fevereiro
Já se vejam Pais Natais.
No impagável Visão de Mercado, um blogue onde o futebol é elevado a tragicomédia.


A ministra Cristas chamada de novo ao palco: