A CGD não apoia a agricultura duriense em crise
Na manifestação de 300 agricultores não se deixou de verberar as políticas comerciais da CGD ( o que faço aqui frequentemente) que a levam a apoiar os negócios de casino de compra de acções para a especulação, mas não a economia.
Durante o percurso feito em silêncio pararam junto à agência local Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde gritaram: "Apoio à produção, sim; apoio à especulação, não!" A Adega Cooperativa de Alijó acusa a CGD de não apoiar a reestruturação da dívida de sete milhões de euros a viticultores, fornecedores, banca e Estado. À porta da instituição foi mesmo colocada uma tarja que rezava: "Para os Berardos jogarem na bolsa: Milhões. Para a gatunice do BPN: Milhares de milhões. Para a Adega de Alijó: Morte lenta... É este o nosso banco???".
De uma vez por todas é preciso que a CGD seja o motor da produção e da exportação. A continuar nesta actividade de apoio aos negócios das empresas do regime, então não há razão nenhuma para continuar a ser pública.

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